AGIPI-UEPG apresenta papel da inovação universitária em acolhida aos calouros de Pedagogia
A Agência de Inovação e Propriedade Intelectual da Universidade Estadual de Ponta Grossa (AGIPI/UEPG) participou das atividades de acolhida aos calouros do curso de Pedagogia, realizada na quinta-feira (26), no Campus Central. Aos estudantes foi apresentado o papel da inovação e das novas tecnologias no ambiente universitário. A atividade contou com a palestra do professor Livio Marcel Queji, que abordou o tema “Inteligência Artificial no Ensino Superior: ferramenta, responsabilidade e protagonismo humano”.
O evento foi organizado para quase 800 alunos do curso de Pedagogia nas modalidades presencial e de Educação a Distância (EaD) da UEPG. “O objetivo da atividade foi promover a integração, para que os alunos conhecessem seus colegas, a equipe de professores e as dinâmicas do colegiado. Em especial, nós convidamos o professor Livio para falar sobre o uso da IA no processo de ensino-aprendizagem no meio acadêmico”, declarou o coordenador Érico Ribas Machado.
Durante a apresentação, foram discutidos os impactos da Inteligência Artificial no processo de ensino e aprendizagem, bem como os desafios éticos e acadêmicos relacionados ao uso dessas tecnologias no contexto universitário. Além dessa discussão, a atividade também apresentou aos calouros o papel da AGIPI como ambiente institucional voltado à promoção da inovação e à articulação entre conhecimento científico, empreendedorismo e desenvolvimento regional.
Nesse contexto, foram apresentados também projetos em desenvolvimento na agência voltados à aplicação de Inteligência Artificial na gestão da informação institucional. Entre eles, destaca-se a proposta de desenvolvimento de um chatbot institucional baseado em IA, voltado a facilitar o acesso a informações sobre propriedade intelectual e inovação dentro da universidade, fortalecendo práticas de governo digital e ampliando o acesso ao conhecimento.
A iniciativa dialoga com a missão da AGIPI de promover um ambiente favorável à criação e ao desenvolvimento de projetos inovadores, contribuindo para o fortalecimento do ecossistema regional de inovação e para a transformação do conhecimento acadêmico em soluções com impacto social e econômico.
Ao final da atividade, os estudantes foram incentivados a compreender a Inteligência Artificial não como substituta do processo educativo, mas como uma ferramenta que pode apoiar o desenvolvimento intelectual, desde que utilizada de forma crítica e ética.
Texto: Lívio Marcel Queji, com apoio na entrevista de Daniela Borcezi.
Fotos: Mary de Fátima Dias Queji






