{"id":1149,"date":"2012-12-21T02:12:11","date_gmt":"2012-12-21T02:12:11","guid":{"rendered":"http:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/?p=1149"},"modified":"2012-12-21T02:12:11","modified_gmt":"2012-12-21T02:12:11","slug":"o-antigo-de-novo-na-moda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/o-antigo-de-novo-na-moda\/","title":{"rendered":"O antigo de novo na moda"},"content":{"rendered":"<p>De acordo com a crendice popular, quanto mais envelhecido um vinho, melhor. Para a moda vintage, tamb\u00e9m. O estilo de vida retr\u00f4 incorpora tend\u00eancias dos anos 1920 at\u00e9 os 1960. Tudo que lembre \u00e9pocas passadas pode ser encaixado no conceito vintage. O termo surgiu no s\u00e9culo XVIII, para determinar \u2018o ano em que foi feito um vinho\u2019 e, mais tarde, passou a significar o estilo que pertence a outras d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>Os m\u00f3veis antigos voltaram a ser valorizados, como aquela cristaleira que a av\u00f3 deixava na sala. Laerte Brantes, dono de um antiqu\u00e1rio, diz que o estilo voltou a ficar em alta. \u201cAs pessoas vem aqui pelo trabalho e qualidade dos objetos. Eles n\u00e3o querem nada moderno, querem o velho reformado. Procuram beleza e funcionalidade\u201d, pontua. O que caracteriza esses m\u00f3veis s\u00e3o as estampas, linhas retas, o design. E, claro, a maioria \u00e9 feita de madeira (n\u00e3o de compensados, como acontece com os m\u00f3veis de hoje). Isso faz com que o produto encare\u00e7a, pois a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre preservar as caracter\u00edsticas originais do objeto.<\/p>\n<p>\u201cMinha casa \u00e9 recheada da heran\u00e7a que a av\u00f3 deixou. Tenho desde arm\u00e1rios, a uma mesa de madeira que \u00e9 meu xod\u00f3\u201d, conta Eliana Sanzovo, 34 anos, adepta do estilo vintage. Ela opta por deixa-los ao natural, usando outros elementos que componham o visual, como cortinas floridas e pe\u00e7as de decora\u00e7\u00e3o. Um dos problemas que Eliana encontrou foi a presen\u00e7a de cupim em algumas pe\u00e7as \u2013 problema recorrente em m\u00f3veis antigos, e que deve se manter atenta na conserva\u00e7\u00e3o do mobili\u00e1rio.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea n\u00e3o teve a sorte de herdar m\u00f3veis antigos, como Eliana, e n\u00e3o pode compr\u00e1-los ou reform\u00e1-los, h\u00e1 tamb\u00e9m a op\u00e7\u00e3o de adquirir m\u00f3veis novos que \u2018copiam\u2019 ou se baseiam no vintage. \u00c9 o caso da loja de Ja\u00edlsom Triaquim, que confecciona m\u00f3veis em mdf em estilo retr\u00f4, que segundo ele, custam metade do pre\u00e7o que um \u2018original\u2019, e assim, se tornam mais acess\u00edveis. \u201cComo n\u00e3o s\u00e3o de madeira maci\u00e7a, s\u00e3o mais leves de manejar. E ainda, abrem a possibilidade da pessoa reformar ao seu gosto\u201d. Triaquim percebeu um aumento da procura h\u00e1 cerca de dois anos. Uma outra caracter\u00edstica levantada por ele \u00e9 a do uso da moda vintage em decora\u00e7\u00f5es de festas e eventos sociais, o que comprova que o \u2018velho\u2019 voltou a entrar na moda.<\/p>\n<p>Reportagem de Ana Carolina Miola e Kyene Becker<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com a crendice popular, quanto mais envelhecido um vinho, melhor. Para a moda vintage, tamb\u00e9m. O estilo de vida retr\u00f4 incorpora tend\u00eancias dos anos 1920 at\u00e9 os 1960. Tudo que lembre \u00e9pocas passadas pode ser encaixado no conceito vintage. O termo surgiu no s\u00e9culo XVIII, para determinar \u2018o ano em que foi feito&nbsp;&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":524,"featured_media":1150,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[22],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1149"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/users\/524"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1149"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1149\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1149"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1149"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1149"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}