{"id":1775,"date":"2015-12-16T00:26:57","date_gmt":"2015-12-16T00:26:57","guid":{"rendered":"http:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/?p=1775"},"modified":"2015-12-16T00:26:57","modified_gmt":"2015-12-16T00:26:57","slug":"comida-arabe-conquista-espaco-nas-ruas-ponta-grossenses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/comida-arabe-conquista-espaco-nas-ruas-ponta-grossenses\/","title":{"rendered":"Comida \u00e1rabe conquista espa\u00e7o nas ruas ponta-grossenses"},"content":{"rendered":"<p align=\"justify\"><em>Por Gabriela Clair e Bruna Alexandrino<\/em><\/p>\n<p align=\"justify\">O trailer do Shawarma do Aladim \u00e9 um ponto conhecido dos universit\u00e1rios e moradores da regi\u00e3o pr\u00f3xima ao Campus Central da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Os propriet\u00e1rios Jacob e Sandra estacionam seu reboque h\u00e1 doze anos no mesmo local, na Rua Senador Pinheiro Machado, garantindo a fideliza\u00e7\u00e3o dos clientes. Jacob \u00e9 imigrante liban\u00eas erradicado em Ponta Grossa h\u00e1 dezenove anos.<\/p>\n<p align=\"justify\">Com um creme de alho\u00a0como\u00a0base, o\u00a0shawarma \u00e9 uma mistura de carne assada em pequenas fatias, salada, molho e batatas fritas enroladas em p\u00e3o s\u00edrio \u2013 ou p\u00e3o folha, como \u00e9 conhecido. E \u00e9 at\u00e9 f\u00e1cil de fazer. Jacob explica como\u00a0produzir\u00a0a massa: \u201cBata no liquidificador os ovos, o sal e o alho. Depois, junte\u00a0o \u00f3leo em fio, bem devagar, com o liquidificador ligado. Dissolva o \u00e1cido c\u00edtrico na \u00e1gua e junte aos poucos, ainda no liquidificador. Adicione o restante do \u00f3leo, sempre devagar. Depois, tem que conservar em geladeira e consumir em at\u00e9 tr\u00eas dias\u201d. O recheio \u00e9 ainda mais f\u00e1cil. \u201cA pasta de alho, alface, tomate, pepino, queijo, presunto, carne de frango ou bovina, o que o cliente quiser, mais a batata frita.\u201d<\/p>\n<p align=\"justify\">O shawarma mais conhecido da regi\u00e3o custa R$10,00 e conquistou clientes fi\u00e9is, que, fa\u00e7a chuva ou fa\u00e7a frio, est\u00e3o do lado de fora do trailer esperando pelos tradicionais pratos da comida \u00e1rabe. \u201cTemos pre\u00e7os bem baixos porque j\u00e1 somos conhecidos e sabemos como funciona\u201d, explica o chef e dono, Jacob.<\/p>\n<p align=\"justify\">O expediente di\u00e1rio \u00e9 das 18h30 \u00e0 meia noite, mas nos dias de maior movimento, como finais de semana, o servi\u00e7o fica dispon\u00edvel at\u00e9 mais tarde, por volta das 02h30. Al\u00e9m do shawarma, s\u00e3o vendidos tamb\u00e9m o beirute e o mexicano. \u201cO \u2018mexicano\u2019 \u00e9 um prato com p\u00e3o de baquete, legumes, shoyo, pimenta, carne de boi ou de frango, ou misto tamb\u00e9m. \u00c9 um dos mais procurados, depois do shawarma\u201d, conta o propriet\u00e1rio.<\/p>\n<p align=\"justify\">A correria do dia a dia geralmente dificulta o relacionamento com os fregueses. A cliente Minami Cec\u00edlia, gerente trainee, reclama da demora em receber o pedido e do atendimento. \u201cO atendimento poderia ser um pouco melhor, sorrir faz bem para o cora\u00e7\u00e3o\u201d. O sabor, contudo, parece compensar o tratamento, pois o movimento no trailer \u00e9 constante.<\/p>\n<p align=\"justify\">Apesar da famosa rede de fast food McDonalds a menos de duzentos metros, a freguesia no Aladim revela a tradi\u00e7\u00e3o da comida de rua. &#8220;Estou na UEPG h\u00e1 quatro anos e acostumamos com o Aladim no mesmo lugar&#8221;, relata Tangryane Goltz, acad\u00eamica de Direito na UEPG.<\/p>\n<p align=\"justify\">SERVI\u00c7O:<\/p>\n<p align=\"justify\">Custo m\u00e9dio: R$ 10,00<\/p>\n<p align=\"justify\">Tempo m\u00e9dio de espera: 15 a 20 minutos, dependendo do movimento<\/p>\n<p align=\"justify\">Funcionamento: das 18h30 \u00e0 meia noite, de segunda \u00e0 quinta-feira, e at\u00e9 \u00e0s 02h30 \u00e0s sextas e s\u00e1bados.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Gabriela Clair e Bruna Alexandrino O trailer do Shawarma do Aladim \u00e9 um ponto conhecido dos universit\u00e1rios e moradores da regi\u00e3o pr\u00f3xima ao Campus Central da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). 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