{"id":3485,"date":"2019-03-31T15:43:08","date_gmt":"2019-03-31T15:43:08","guid":{"rendered":"https:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/?p=3485"},"modified":"2019-03-31T15:43:08","modified_gmt":"2019-03-31T15:43:08","slug":"mulheres-que-transbordam-se-reunem-pela-primeira-vez-em-ponta-grossa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/mulheres-que-transbordam-se-reunem-pela-primeira-vez-em-ponta-grossa\/","title":{"rendered":"Mulheres que TransBordam se re\u00fanem pela primeira vez em Ponta Grossa"},"content":{"rendered":"<p class=\"x_gmail-MsoBodyText\">O evento Mulheres que TransBordam reuniu mulheres no Parque Monteiro Lobato neste s\u00e1bado (30), \u00e0s 14 horas, para bordar e compartilhar hist\u00f3rias ao ar livre.<\/p>\n<p class=\"x_gmail-MsoBodyText\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O primeiro encontro foi marcado na internet, em um grupo feito para mulheres que sabiam bordar e tinham interesse em se reunir para resgatar essa forma de arte, como explica Tatyla Marques Barreto, organizadora do evento e criadora do grupo. &#8220;A ideia do grupo surgiu em uma oficina de bordado em pingente que eu fiz. Criamos o grupo e treze pessoas participam para conversar, formar v\u00ednculos mesmo\u201d, conta Tatyla.<\/p>\n<p class=\"x_gmail-MsoBodyText\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Em Ponta Grossa, a retomada da tradi\u00e7\u00e3o do bordado ainda \u00e9 uma novidade, como explica a organizadora. \u201cEm S\u00e3o Paulo e em Curitiba tem uma visibilidade maior, ent\u00e3o as pessoas olham e falam que nunca viram os pingentes\u201d. Tatyla e algumas participantes aprenderam os primeiros pontos com familiares, em sua maioria av\u00f3s. Retomar a tradi\u00e7\u00e3o \u00e9 uma forma de dar visibilidade \u00e0 trajet\u00f3ria do bordado.<\/p>\n<p class=\"x_gmail-MsoBodyText\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u201cH\u00e1 toda uma hist\u00f3ria por tr\u00e1s do bordado, como o grupo de mulheres na ditadura do Chile que se reunia para bordar os desaparecidos e as mulheres que ensinavam atrav\u00e9s do bordado a ler e a escrever\u201d, relata Tatyla.<\/p>\n<p class=\"x_gmail-MsoBodyText\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Maria Cecilia Araujo de Campos Silva, 60 anos, aposentada e participante do grupo, aprendeu os primeiros pontos com a av\u00f3. Ela ressalta a import\u00e2ncia da troca de experi\u00eancia no encontro. \u201c\u00c9 importante para as mulheres ter essa conviv\u00eancia com outras mulheres\u201d, observa.<\/p>\n<p class=\"x_gmail-MsoBodyText\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Al\u00e9m de compartilhar experi\u00eancias de vida, as mulheres realizam uma forma de arte terapia, comenta Tatyla. \u201c\u00c9 terap\u00eautico. Voc\u00ea sai de uma tela em branco e transforma em algo bonito. Por tr\u00e1s de todo bordado tem uma hist\u00f3ria e uma express\u00e3o pr\u00f3pria\u201d.<\/p>\n<p class=\"x_gmail-MsoBodyText\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Angela Salim, comerciante e participante do projeto Coral em Cores e do grupo Mulheres que TransBordam, se encantou pela ideia. A corista estava passando por um momento dif\u00edcil quando foi convidada ao grupo. \u201cPensei que seria bom bordar e conversar com mulheres que talvez tivessem passado pelo que eu passei\u201d, relata, ao destacar o apoio que poderia receber para enfrentar seus problemas.<\/p>\n<p class=\"x_gmail-MsoBodyText\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O grupo planeja novos encontros para juntar as amantes de bordado de diversas gera\u00e7\u00f5es. Interessadas em participar podem entrar em contato na p\u00e1gina do facebook ou no instagram do grupo Avesso de N\u00f3s.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O evento Mulheres que TransBordam reuniu mulheres no Parque Monteiro Lobato neste s\u00e1bado (30), \u00e0s 14 horas, para bordar e compartilhar hist\u00f3rias ao ar livre. \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O primeiro encontro foi marcado na internet, em um grupo feito para mulheres que sabiam bordar e tinham interesse em se reunir para resgatar essa forma de arte, como&nbsp;&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":552,"featured_media":3486,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[12],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3485"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/users\/552"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3485"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3485\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3485"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3485"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3485"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}