{"id":3695,"date":"2019-05-23T21:23:29","date_gmt":"2019-05-23T21:23:29","guid":{"rendered":"https:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/?p=3695"},"modified":"2019-05-23T21:23:29","modified_gmt":"2019-05-23T21:23:29","slug":"2a-edicao-do-vinyl-club-e-realizada-em-ponta-grossa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/2a-edicao-do-vinyl-club-e-realizada-em-ponta-grossa\/","title":{"rendered":"2\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Vinyl Club \u00e9 realizada em Ponta Grossa"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-weight: 400\">Do rock ao pop e do nacional ao internacional, diversos estilos musicais marcaram presen\u00e7a na segunda edi\u00e7\u00e3o do\u00a0<em>Vinyl Club<\/em>\u00a0em Ponta Grossa. O evento foi realizado durante todo o s\u00e1bado (18), no bar Frederico \u2013 Cervejas e Cervejas, que fica na Avenida Ernesto Vilela. Mesmo com o dia frio, estiveram presentes muitos colecionadores e apaixonados pela cultura do vinil. Quem tinha interesse, tamb\u00e9m poderia\u00a0adquirir os discos. Os pre\u00e7os variavam entre R$ 5,00 e at\u00e9 R$ 500,00, tudo isso de acordo com o estado de qualidade do disco, al\u00e9m da banda, ano de publica\u00e7\u00e3o, etc.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">V\u00e1rios expositores, de diferentes regi\u00f5es do Paran\u00e1, puderam prestigiar o evento e tamb\u00e9m expor parte de suas cole\u00e7\u00f5es, que em alguns casos chega a mais de 3000 discos. Exemplo disso \u00e9 o jornalista Andye Iore, que mora em Maring\u00e1, no norte do estado e pela segunda vez participa do\u00a0<em>Vinyl Club<\/em>. Ele coleciona discos desde o final dos anos 80, com foco no rock e estima ter em torno de 3500 vinis em seu acervo. O colecionador conta que com a chegada do CD no Brasil, o mercado da venda de vinis sofreu uma queda, mas que agora h\u00e1 uma revaloriza\u00e7\u00e3o da cultura do vinil no pa\u00eds. Uma dado curioso que ele traz \u00e9 o fato de ainda existirem f\u00e1bricas de vinil, geralmente localizadas em estados como S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">N\u00e9lio Waldy, que \u00e9 m\u00fasico curitibano e tamb\u00e9m estava expondo discos no evento, comenta a sensa\u00e7\u00e3o que sente ao encontrar um disco que falta em sua cole\u00e7\u00e3o: \u201cA gente se sente como uma crian\u00e7a ganhando um brinquedo novo. \u00c9 algo muito bom!\u201d, diz o m\u00fasico. Tem quem desde crian\u00e7a deseja se tornar um colecionador, mas foi aos 49 anos que o m\u00e9dico Habil Badwan concretizou esse sonho. Para quem come\u00e7ou a colecionar h\u00e1 cerca de um ano, o rec\u00e9m-iniciado colecionador tem um n\u00famero bem expressivo de discos, s\u00e3o mais de 600 vinis. \u201cTit\u00e3s, Capital Inicial&#8230; Bandas dos anos 80, n\u00e3o considero apenas uma boa, mas todas s\u00e3o \u00f3timas\u201d, indica o m\u00e9dico.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Um fato curioso em rela\u00e7\u00e3o ao mercado consumidor de vinis \u00e9 mencionado por Felipe Dorochenko, organizador da feira: \u201cAs pessoas n\u00e3o se interessam apenas pela m\u00fasica. Elas se veem atra\u00eddas pela capa, pela arte do disco e compram pra deixar exposto em casa\u201d, comenta. A proposta da organiza\u00e7\u00e3o do<em>Vinyl Club<\/em>\u00a0\u00e9 atribuir uma periodicidade ao evento, realizando encontros a cada tr\u00eas meses: \u201cDesse modo, os expositores tem a oportunidade de atualizar seus acervos, trazendo novos discos\u201d, diz Dorochenko.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Do rock ao pop e do nacional ao internacional, diversos estilos musicais marcaram presen\u00e7a na segunda edi\u00e7\u00e3o do\u00a0Vinyl Club\u00a0em Ponta Grossa. O evento foi realizado durante todo o s\u00e1bado (18), no bar Frederico \u2013 Cervejas e Cervejas, que fica na Avenida Ernesto Vilela. 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