{"id":426,"date":"2011-11-03T21:05:45","date_gmt":"2011-11-03T21:05:45","guid":{"rendered":"http:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/?p=426"},"modified":"2011-11-03T21:05:45","modified_gmt":"2011-11-03T21:05:45","slug":"o-dia-em-que-os-zumbis-invadiram-ponta-grossa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/o-dia-em-que-os-zumbis-invadiram-ponta-grossa\/","title":{"rendered":"O dia em que os Zumbis invadiram Ponta Grossa"},"content":{"rendered":"<div class=\"stx\">\n<p>Sangue, cicatrizes, ferimentos e muitos Zumbis. O clima de horror tomou conta do centro de Ponta Grossa na segunda edi\u00e7\u00e3o da \u201cZombie Walk PG\u201d, evento promovido pelo coletivo \u201cZWPG\u201d em parceria com o \u201cProject Yume\u201d no dia 2 de novembro.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">Com muita criatividade e inspiradas em personagens de terror centenas de pessoas sa\u00edram \u00e0s ruas para celebrar os mortos-vivos. Em Ponta Grossa, o n\u00famero de adeptos ao movimento praticamente dobrou em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 primeira edi\u00e7\u00e3o. \u201cEsse ano temos pelo menos o dobro de pessoas, acredito que isso deve-se \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o do projeto\u201d afirma Diego Juraski, coordenador do movimento. Para ele, a falta de informa\u00e7\u00e3o \u00e9 um fator que dificulta a realiza\u00e7\u00e3o da caminhada zumbi. \u201cUma das dificuldades \u00e9 o preconceito das pessoas que n\u00e3o conhecem como a Zombie Walk funciona, j\u00e1 que o evento em geral n\u00e3o recebe cobertura da m\u00eddia\u201d.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><strong>A caminhada dos zumbis ponta-grossenses<\/strong><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">Exatamente \u00e0s 18 horas, o Terminal central foi tomado pelos mortos-vivos que causavam estranhamento aos indiv\u00edduos que voltavam para casa. \u201cEsperamos que as pessoas se assustem de verdade, mas isto depende da rea\u00e7\u00e3o de cada um\u201d, diz Kevin Schemiguel. A marcha seguiu pelo Parque Ambiental, onde crian\u00e7as que brincavam tranquilamente foram surpreendidas. Algumas preferiram esconder-se, mas outras se divertiram com aquela multid\u00e3o. No cal\u00e7ad\u00e3o sem vida devido ao feriado, gritos, urros e grunhidos quebraram o sil\u00eancio no final de tarde ensolarado.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">Os cidad\u00e3os que passavam pelas ruas vazias n\u00e3o sabiam exatamente o que acontecia. Provavelmente ficavam se perguntando: Ser\u00e1 que os mortos ressuscitaram? \u201cFiz a minha fantasia no improviso. Mesmo assim acho que as pessoas v\u00e3o ficar boquiabertas\u201d, conta Guilherme Schnekenberg, que participou pela primeira vez da caminhada. \u201cO horror vai tomar conta de quem estiver passando por perto\u201d completa Flayane Gon\u00e7alves, zumbi amiga de Guilherme.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">O destino final da \u201czumbizeira\u201d foi o Pub Underground, bar de rock localizado na Rua Xavier da Silva. L\u00e1 a segunda Zombie Walk foi sepultada de forma bem macabra com show da banda ponta-grossense de Punk Rock Bolores. Os participantes tamb\u00e9m \u201csacudiram o esqueleto\u201d com a discotecagem feita pelos coordenadores do Zombie Walk PG.<\/p>\n<div class='embed-container'><iframe loading=\"lazy\" title=\"Zumbi Walk PG\" width=\"1333\" height=\"1000\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Ly9UnDAzcZ8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><strong>Reportagem de Antonio Correia<\/strong><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sangue, cicatrizes, ferimentos e muitos Zumbis. O clima de horror tomou conta do centro de Ponta Grossa na segunda edi\u00e7\u00e3o da \u201cZombie Walk PG\u201d, evento promovido pelo coletivo \u201cZWPG\u201d em parceria com o \u201cProject Yume\u201d no dia 2 de novembro. 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