{"id":4987,"date":"2020-03-07T07:26:12","date_gmt":"2020-03-07T10:26:12","guid":{"rendered":"https:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/?p=4987"},"modified":"2020-03-07T07:26:12","modified_gmt":"2020-03-07T10:26:12","slug":"peca-teatral-aborda-violencia-contra-as-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/peca-teatral-aborda-violencia-contra-as-mulheres\/","title":{"rendered":"Pe\u00e7a teatral aborda viol\u00eancia contra as mulheres"},"content":{"rendered":"\n<p>O espet\u00e1culo integra as atividades do m\u00eas da mulher, promovido pela&nbsp;Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e a Pr\u00f3-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE). As a\u00e7\u00f5es&nbsp;s\u00e3o voltadas \u00e0 conscientiza\u00e7\u00e3o dos direitos das mulheres e combate \u00e0 viol\u00eancia de g\u00eanero.&nbsp;A pe\u00e7a&nbsp;\u2018O Que Eu Deveria Ser Se N\u00e3o Fosse Quem Eu Sou\u2019 \u00e9 um mon\u00f3logo com a interpreta\u00e7\u00e3o e dire\u00e7\u00e3o de Michella Fran\u00e7a. O evento ocorreu nesta quarta-feira (04) no Campus Central e de Uvaranas da UEPG.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>A pe\u00e7a j\u00e1 foi exibida em Curitiba, Arapongas e Guarapuava. A produtora, Amanda Peiter, conta que a ideia de passar o espet\u00e1culo em Ponta Grossa neste m\u00eas vem da rea\u00e7\u00e3o das pessoas ao assistirem a pe\u00e7a. &#8220;Ela trata de um tema muito forte, ela \u00e9 muito impactante. Ent\u00e3o de alguma forma as pessoas se identificam, ou porque vivenciaram a situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia, porque vivem a situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia, ou porque t\u00eam algu\u00e9m pr\u00f3ximo que est\u00e1 nessa situa\u00e7\u00e3o&#8221;. Al\u00e9m disso, Amanda conta que a pe\u00e7a tamb\u00e9m \u00e9 uma forma de informar e ajudar as mulheres, que sofrem a viol\u00eancia de g\u00eanero, a se entenderem como v\u00edtimas e denunciarem.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A pe\u00e7a<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O espet\u00e1culo apresenta a hist\u00f3ria de uma mulher que viveu em um relacionamento abusivo durante 15 anos. O mon\u00f3logo trata sobre diversas situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia f\u00edsica, verbal e psicol\u00f3gica contra a mulher, mas tamb\u00e9m aborda temas como suic\u00eddio e estupro. A atriz, Michella Fran\u00e7a, possui uma linguagem corporal que fala por si pr\u00f3pria no palco, como nas cenas em que acontecem as brigas e o sofrimento da personagem. A pe\u00e7a possui a met\u00e1fora da corda, em que a atriz se entrela\u00e7a fazendo movimentos e gestos para simbolizar a \u2018pris\u00e3o\u2019 que a mulher se encontra quando est\u00e1 em um relacionamento abusivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o estudante de Letras, Marcos Henrique, a pe\u00e7a apresenta a realidade que muitas mulheres enfrentam nos dias atuais. &#8220;Milhares de mulheres morrem por esse machismo, que infelizmente est\u00e1 impregnado na sociedade, ent\u00e3o \u00e9 muito importante que tenha esses projetos, que mostram isso para quem acha que n\u00e3o existe, ou que n\u00e3o d\u00e1 muita import\u00e2ncia&#8221;. Let\u00edcia Miodunski, tamb\u00e9m estudante de Letras, relata que a pe\u00e7a foi impactante. &#8220;\u00c9 bem forte, mas mostra bem a realidade e tem que ser exposta desse jeito para que a gente entenda&#8221;, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>A pe\u00e7a \u2018O Que Eu Deveria Ser Se N\u00e3o Fosse Quem Eu Sou\u2019 est\u00e1 com a agenda aberta para apresenta\u00e7\u00f5es. De acordo com a produtora, Amanda Peiter, o espet\u00e1culo ir\u00e1 passar por escolas, CRAS e postos de sa\u00fade de regi\u00f5es onde h\u00e1 um maior \u00edndice de viol\u00eancia contra a mulher e onde acontece o maior n\u00famero de pedidos de medidas protetivas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O espet\u00e1culo integra as atividades do m\u00eas da mulher, promovido pela&nbsp;Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e a Pr\u00f3-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE). 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