{"id":5910,"date":"2020-12-09T08:41:56","date_gmt":"2020-12-09T11:41:56","guid":{"rendered":"https:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/?p=5910"},"modified":"2020-12-09T08:41:56","modified_gmt":"2020-12-09T11:41:56","slug":"a-atuacao-de-paulinho-ribeiro-no-radio-ponta-grossense","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/a-atuacao-de-paulinho-ribeiro-no-radio-ponta-grossense\/","title":{"rendered":"A atua\u00e7\u00e3o de Paulinho Ribeiro no r\u00e1dio ponta-grossense"},"content":{"rendered":"\n<p>Entrevista: Nadine Sansana<br>Edi\u00e7\u00e3o: Jessica Grossi e Matheus Gaston<\/p>\n\n\n\n<p>A entrevista com Paulo Roberto Ribeiro da Silva foi realizada em abril de 2019 na R\u00e1dio T, em Ponta Grossa, pela estudante de gradua\u00e7\u00e3o em Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Nadine Bianca Sansana, como parte da sua pesquisa de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n\n\n\n<p>Paulinho Ribeiro, como \u00e9 conhecido, se destaca pela sua atua\u00e7\u00e3o na \u00e1rea esportiva nas r\u00e1dios de Ponta Grossa. O radialista passou por diversas emissoras, atuando como locutor de programas musicais, esportivos, al\u00e9m de ser comentarista de jogos de futebol. Atualmente, tem um programa de variedades na R\u00e1dio T e um programa esportivo na R\u00e1dio Clube.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Poderia falar rapidamente da tua trajet\u00f3ria profissional, onde e quando come\u00e7ou a trabalhar?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Paulinho-Ribeiro-1-1-1.mp3\"><\/audio><\/figure>\n\n\n\n<p>Comecei no r\u00e1dio mais ou menos em 1994. Eu ouvia r\u00e1dio e trabalhava na rede ferrovi\u00e1ria e, nos finais de semana, ia aos est\u00fadios da r\u00e1dio. Comecei na R\u00e1dio Central. Ficava ouvindo o locutor e passando informa\u00e7\u00f5es do que eu ouvia pra ele. Eu era o que chamavam de informante de locutor, informante de plant\u00e3o esportivo. Isso foi por uns dois anos. Em 1996, faltou o locutor oficial que estava fazendo o plant\u00e3o, ele n\u00e3o quis mais e eu fui praticamente empurrado pra dentro do est\u00fadio pra fazer uma coisa que eu nunca tinha feito. Nunca me passou pela cabe\u00e7a ser locutor e eu nunca fui preparado pra isso. Foi naquele instante que eles me botaram l\u00e1 e eu, como j\u00e1 ouvia, pensei em fazer como o outro fazia. E a partir da\u00ed eu nunca mais parei.<\/p>\n\n\n\n<p>Na R\u00e1dio Central fiquei por mais dois anos. De 1998 at\u00e9 2002 eu passei para a R\u00e1dio Clube. Recebi convite l\u00e1 e era plant\u00e3o esportivo. Eu j\u00e1 era conhecido. Naquela \u00e9poca tinha o Trof\u00e9u Imprensa e eu sempre disputava. Nunca ganhei, mas sempre fiquei no segundo lugar, mas tamb\u00e9m nunca me preocupei com isso. Em 2004, eu recebi convite pra ser rep\u00f3rter de campo. Da\u00ed fazia futebol amador: entrevistava jogador nos domingos de manh\u00e3, com gravador, n\u00e3o ia transmitir. Mas como o pessoal fazia transmiss\u00e3o, o pessoal disse pra trabalhar com eles, a\u00ed fui na pr\u00f3pria R\u00e1dio Central com o C\u00e2ndido Neto, com o Joel Bras\u00edlia, com o Os\u00edris Nadal. Passei a ser rep\u00f3rter. Eles me davam esses cabos, com 120 metros de fio, era horr\u00edvel, era pesado. Hoje voc\u00ea tem um retorno autom\u00e1tico, com um celular. Antes n\u00e3o tinha, era um r\u00e1dio, pesado. Tinha que levar nas costas, derrubava, trope\u00e7ava, tinha um monte de fio.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir de 2004, passei a ser profissional, porque j\u00e1 ganhava onde trabalhava. Por exemplo, sa\u00ed da R\u00e1dio Central e fui para a R\u00e1dio Clube, da Clube fui para a R\u00e1dio Pitangui, que na \u00e9poca passou a ser R\u00e1dio Nacional e agora, por \u00faltimo, com a mesma frequ\u00eancia, \u00e9 a R\u00e1dio CBN. Ent\u00e3o trabalhei em todas elas, inclusive na CBN. Em 2004, recebi um convite da R\u00e1dio Tropical, que hoje \u00e9 a R\u00e1dio T, isso paralelo a fazer esporte aqui de manh\u00e3, que nunca parei at\u00e9 hoje, apesar de transmitir na R\u00e1dio Clube, na R\u00e1dio Central, dona da R\u00e1dio Tropical. Isso nunca interferiu no trabalho. Ent\u00e3o eu fazia freelancer aqui na T. E o programa era pequeno, de cinco minutos. Acabou que hoje eu tenho um programa de esportes, tanto na Tropical, quanto na Difusora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00f3 que mudou o sistema, hoje eu n\u00e3o sei te explicar como que funciona esse digital, fibra \u00f3tica. Eu n\u00e3o fa\u00e7o a menor ideia do que seja isso. A \u00fanica coisa que eu sei \u00e9 que n\u00e3o uso mais cabo, n\u00e3o uso mais nada. Hoje \u00e9 microfone de alta tecnologia, esses que os grandes cantores internacionais usam em palco, eu uso e procuro dar o melhor, pela qualidade do som e gra\u00e7as ao que eu aprendi. Um retorno, uma coisa simples, voc\u00ea usa praticamente um celular no bolso, voc\u00ea sai na rua com aquilo fazendo entrevista. Hoje pode-se dizer que estou com 25 anos de r\u00e1dio. Eu gostaria de ter sido um profissional ativo, como jornalista por forma\u00e7\u00e3o. Eu deveria ter me formado como jornalista, mas eu n\u00e3o sabia que ia ser radialista. Em 2014, eu fui fazer o ENEM, eu n\u00e3o passei em Qu\u00edmica e em F\u00edsica, mas no resto passei em tudo, tanto \u00e9 que disseram que eu poderia concluir, mas dei uma pausa. Talvez se eu tivesse conclu\u00eddo, porque foram praticamente 40 anos sem ir para a escola, ent\u00e3o acho que se tivesse passado, eu j\u00e1 teria me formado como jornalista. N\u00e3o \u00e9 uma frustra\u00e7\u00e3o, mas gostaria de ser jornalista formado. Hoje, por exemplo, fa\u00e7o programa musical, que nunca me passou pela cabe\u00e7a fazer. Sou o que a gente chama de rep\u00f3rter de pista, acompanho jogos no Brasil inteiro, conhe\u00e7o praticamente todas as cidades do Paran\u00e1 e fui para muitos estados. Por exemplo, na Copa Am\u00e9rica de 1999, se n\u00e3o me engano foi no Paraguai, fiquei 20 dias com a sele\u00e7\u00e3o brasileira e acompanhei tamb\u00e9m a evolu\u00e7\u00e3o do Ronaldinho Ga\u00facho. Na \u00e9poca tinha o Roberto Carlos, Rivaldo, Alex, todos esses astros, ent\u00e3o eu convivi com a sele\u00e7\u00e3o brasileira. Estive no Rio de Janeiro fazendo o jogo do Internacional e Flamengo, no Engenh\u00e3o. J\u00e1 estive fazendo jogo no Morumbi, na Vila Belmiro, no Pacaembu, nos grandes centros do Brasil eu j\u00e1 rodei como rep\u00f3rter esportivo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Paulinho-Ribeiro2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5914\" \/><figcaption>Legenda: Ap\u00f3s passar por diversas emissoras, Paulinho Ribeiro atua hoje na R\u00e1dio T e na Clube | Cr\u00e9ditos: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Facebook.\n<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como voc\u00ea fazia as transmiss\u00f5es quando ia para outras cidades?&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nunca gostei e at\u00e9 hoje n\u00e3o gosto de fazer absolutamente nada gravado. Tanto \u00e9 que pra voc\u00ea ter uma ideia, o Oper\u00e1rio, por exemplo, tem a sala de imprensa, todo mundo vai l\u00e1, pega o gravador e grava l\u00e1 na sala de imprensa ou com os pr\u00f3prios jogadores e trazem para arrumar na sala de edi\u00e7\u00e3o. E eu odeio isso, ent\u00e3o, sempre escolhi fazer ao vivo. Como, por exemplo, no programa das 11 ao meio-dia era o momento que os jogadores terminaram os treinamentos, iam ao vesti\u00e1rio, passavam pela sala de imprensa e eu chamava um deles e chamava o est\u00fadio, da\u00ed era transmitido ao vivo. \u00c9 assim que eu gosto de trabalhar, porque gravado, queira ou n\u00e3o, a qualidade nunca \u00e9 a mesma do ao vivo. E a inspira\u00e7\u00e3o tua ao vivo \u00e9 muito melhor do que quando faz gravado. Foi uma das coisas que aprendi e gosto. Transmiss\u00f5es de jogos, por exemplo, recentemente a gente esteve fazendo jogo do Oper\u00e1rio em Toledo. Eu vou como motorista, mas normalmente viajamos em quatro: eu como rep\u00f3rter, mais um rep\u00f3rter esportivo, eu fa\u00e7o o time da cidade e o outro companheiro faz o visitante, vai tamb\u00e9m um comentarista e o narrador. O que acontece: n\u00f3s chegamos l\u00e1, montamos os equipamentos, d\u00e1 um microfone pra cada um, sintonizamos l\u00e1 de Toledo com o est\u00fadio da r\u00e1dio em Ponta Grossa e fazemos alguns testes e equalizamos todos ao mesmo tempo. Da\u00ed nos chamam no est\u00fadio e eu geralmente antes do jogo dou a escala\u00e7\u00e3o, sem papel nenhum. Porque o rep\u00f3rter n\u00e3o pode ter as coisas escritas porque n\u00e3o se sabe o que vai acontecer, ent\u00e3o tem que ser coisas do momento. Vou ser bem sincero com voc\u00ea, eu fico muito chateado de saber, por exemplo, que tem muitos jornalistas formados famosos e tem muito jornalista nem t\u00e3o famoso que eu notei que n\u00e3o usam a profiss\u00e3o da maneia ideal que deve ser. Eles criam fantasias, criam not\u00edcias que n\u00e3o existem e v\u00e1rias vezes eu fui coagido a fazer isso, inventar coisas que n\u00e3o tem. Hoje posso ser considerado o que menos tem exclusividade ou furos de reportagem, porque n\u00e3o consigo mentir. E, infelizmente, nunca fui um grande destaque justamente por isso. J\u00e1 aconteceu aqui recentemente, ontem, por exemplo, chegou um jogador novo no Oper\u00e1rio, pelas redes sociais todo mundo sabia, mas em primeira m\u00e3o eu tive a felicidade de estar no ar. No r\u00e1dio fui eu quem disse. Mas eu n\u00e3o crio, por exemplo, n\u00e3o invento quem poderia vir e n\u00e3o passo para o p\u00fablico, isso eu aprendi. A minha honestidade, apesar de eu n\u00e3o ser jornalista, \u00e9 n\u00e3o passar para algu\u00e9m como eu n\u00e3o queria que passasse pra mim.&nbsp;<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Na tua opini\u00e3o, o r\u00e1dio tem fun\u00e7\u00e3o social?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O r\u00e1dio tem toda fun\u00e7\u00e3o social. Eu, por exemplo, tenho um programa de variedades, musical. Primeiro a gente procura adaptar a musicalidade de acordo com a resposta que a gente recebe atrav\u00e9s do ouvinte, a\u00ed a gente consegue ver quem s\u00e3o as pessoas que nos ouvem e ent\u00e3o vamos adequando para eles. Mas, dentro desse musical, ele \u00e9 informativo. Falo de esportes, tudo sobre as coisas atualizadas do momento, sobre o que vai acontecer. Pelo programa ser no s\u00e1bado, eu sou privilegiado, porque tem esporte no s\u00e1bado, no domingo, tem F\u00f3rmula1, tem t\u00eanis, tem basquete, tem nata\u00e7\u00e3o, tem jogo de truco\u2026 Al\u00e9m de informa\u00e7\u00f5es, tem descontra\u00e7\u00e3o. Eu adoro dar not\u00edcias como o in\u00edcio de campanhas de vacina\u00e7\u00e3o, contra a febre amarela, gripe, falar para o consumidor prestar aten\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os. Tamb\u00e9m procuro dar piada na informa\u00e7\u00e3o, mas sempre com respeito e tornar ela alegre. A r\u00e1dio hoje, queira ou n\u00e3o, \u00e9 um meio de comunica\u00e7\u00e3o maravilhoso. Eu odeio dar, principalmente no final de semana, nota de falecimento. O povo est\u00e1 saturado de tristeza, que se eu come\u00e7ar a falar de tristeza tamb\u00e9m, tira meu pr\u00f3prio astral e o meu objetivo \u00e9 transportar alegria para as pessoas que est\u00e3o sofrendo, que est\u00e3o com problema, transmitir outras coisas e conseguir cativar esse p\u00fablico. Eu n\u00e3o deixo de dar informa\u00e7\u00e3o, mas eu transformo a informa\u00e7\u00e3o em alegria. Pra voc\u00ea ter uma ideia, aconteceu v\u00e1rios p\u00e9ssimos momentos da vida, quando o falecido Jaori trabalhava comigo. Claro que a gente se baseava nos jornais, teve uma not\u00edcia da Gazeta do Povo que dizia que no litoral paranaense iria ter a semana do pescado, depois disso teve o intervalo e na volta eu fui corrigir porque eu estava lendo uma informa\u00e7\u00e3o do ano de 2008 da Gazeta. A\u00ed, quando voltou do intervalo, eu tive que falar para os ouvintes n\u00e3o irem para a feira do pescado porque n\u00e3o tinha nada l\u00e1 e tudo isso com muita alegria, sem estresse. \u00c0s vezes, acontecia de dar uma informa\u00e7\u00e3o e o ouvinte ia brigar, por estar errada. Eu acho que sim, o r\u00e1dio tem grande fun\u00e7\u00e3o social. Mas todos t\u00eam seu espa\u00e7o, por exemplo, tem um hor\u00e1rio que o pessoal faz aqui para diversas religi\u00f5es, independente de qual seja. Tem r\u00e1dio que gosta de falar sobre o sal\u00e1rio m\u00ednimo, sobre pol\u00edtica e eu j\u00e1 odeio falar de pol\u00edtica, aumento de gasolina tamb\u00e9m n\u00e3o falo. Mas o r\u00e1dio \u00e9 informativo sim e \u00e9 comunit\u00e1rio, ele presta servi\u00e7os.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>As informa\u00e7\u00f5es que voc\u00ea dava e ainda d\u00e1 agora, voc\u00ea pesquisa nos jornais impressos?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Hoje tem a internet, mas eu pesquisava em jornais, pegava todo tipo de jornal, com informa\u00e7\u00f5es atualizadas, interessantes, verdadeiras. O pessoal pede sempre a fonte, de onde \u00e9, claro que a gente fala, mas normalmente nem todos fazem isso, n\u00e3o que eu tenha interesse de esconder a informa\u00e7\u00e3o, mas eu pesquisava de jornais.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como era antes e como \u00e9 agora a participa\u00e7\u00e3o dos ouvintes?&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sobre a participa\u00e7\u00e3o dos ouvintes, hoje est\u00e1 muito mais dif\u00edcil. Porque antigamente, tudo o que n\u00f3s radialistas fal\u00e1vamos era aceito, hoje n\u00e3o, hoje tem uma resist\u00eancia. Mas o ouvinte est\u00e1 bastante participativo. Por exemplo, estou fazendo o programa e eles est\u00e3o me parabenizando pelo programa estar bom e ao mesmo tempo tem ouvinte dizendo que o programa n\u00e3o est\u00e1 bom, pedindo alguma m\u00fasica mais alegre, ele interage. Antigamente, o ouvinte n\u00e3o tinha espa\u00e7o, ent\u00e3o o radialista fazia o que ele queria, hoje n\u00e3o. Eu sou privilegiado por ter pegado essa \u00e9poca de agora, n\u00e3o peguei a de antigamente. Peguei justamente onde tem jornalistas, acad\u00eamicos, internet. Por exemplo, estou falando aqui no r\u00e1dio e est\u00e3o me ouvindo na China, em Londres! Ent\u00e3o voc\u00ea tem que tomar muito cuidado com o que voc\u00ea vai dizer. A intera\u00e7\u00e3o hoje do ouvinte \u00e9 cem por cento.<br><\/p>\n\n\n\n<p>A s\u00e9rie de entrevistas com profissionais que atuaram e atuam no r\u00e1dio ponta-grossense \u00e9 fruto do trabalho da estudante Nadine Sansana, orientada pelo professor S\u00e9rgio Gadini, pelo Programa Institucional de Bolsas de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica da Universidade Estadual de Ponta Grossa, vigente entre os anos de 2018 e 2019. Sob o t\u00edtulo <em>Mem\u00f3rias de vida e trabalho na m\u00eddia regional dos Campos Gerais do Paran\u00e1<\/em>, o projeto contribui com o acervo memorial\u00edstico radiof\u00f4nico da cidade, tendo em vista a aus\u00eancia de arquivos, registros e documentos sobre a hist\u00f3ria do r\u00e1dio em Ponta Grossa.&nbsp;<br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entrevista: Nadine SansanaEdi\u00e7\u00e3o: Jessica Grossi e Matheus Gaston A entrevista com Paulo Roberto Ribeiro da Silva foi realizada em abril de 2019 na R\u00e1dio T, em Ponta Grossa, pela estudante de gradua\u00e7\u00e3o em Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Nadine Bianca Sansana, como parte da sua pesquisa de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Paulinho Ribeiro, como&nbsp;&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":539,"featured_media":5911,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[35,28],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5910"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/users\/539"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5910"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5910\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5910"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5910"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5910"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}