{"id":6180,"date":"2021-06-01T16:14:37","date_gmt":"2021-06-01T19:14:37","guid":{"rendered":"https:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/?p=6180"},"modified":"2021-06-01T16:14:37","modified_gmt":"2021-06-01T19:14:37","slug":"a-literatura-como-linguagem-de-amor-na-vida-de-rodolfo-martins-kravutschke","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/a-literatura-como-linguagem-de-amor-na-vida-de-rodolfo-martins-kravutschke\/","title":{"rendered":"A literatura como linguagem de amor na vida de Rodolfo Martins Kravutschke"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"font-size:15px;text-align:left\"><em>Por Helena Denck com entrevista de Lucas Pereira<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Rodolfo Martins Kravutschke \u00e9 formado em Medicina pela Universidade Estadual de Ponta Grossa, tem 28 anos e se orgulha em contar da carreira como m\u00e9dico da fam\u00edlia e da comunidade na cidade de Tel\u00eamaco Borba. Entre outras coisas, Rodolfo tamb\u00e9m se orgulha de trabalhar com a esposa, Let\u00edcia, e de ser o autor da coluna&nbsp;<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/?cat=45\" target=\"_blank\">A Vida<\/a>, no site do Cultura Plural.<\/p>\n\n\n\n<p>Rodolfo revela que come\u00e7ou a escrever muito cedo, aos 13 anos, arriscando alguns poemas de forma t\u00edmida. Aos 16, a frequ\u00eancia dos textos aumentou e surgiu o h\u00e1bito de guardar tudo que escrevia, como forma de recorda\u00e7\u00e3o. Com essa idade, tamb\u00e9m come\u00e7ou a estudar e criar sua pr\u00f3pria identidade liter\u00e1ria por meio do conhecimento de diferentes movimentos e figuras. Rodolfo aprecia a obra de Ferreira Gullar, Gabriel Garc\u00eda M\u00e1rquez e Jos\u00e9 Saramago, e cita com paix\u00e3o o encantamento que tem pelo existencialismo e pelo realismo fant\u00e1stico.<\/p>\n\n\n\n<p>Rodolfo soma cinco anos de Cultura Plural, com uma m\u00e9dia de dez textos publicados por ano. O autor gosta de falar sobre suas inten\u00e7\u00f5es por tr\u00e1s do que escreve e cita o quanto seus poemas e textos s\u00e3o inspirados em sua vida. Desde o perd\u00e3o para os amigos dos quais se afastou, at\u00e9 relatos sobre estar pr\u00f3ximo na morte de pacientes, Rodolfo consegue colocar tudo no papel, com o objetivo de demonstrar o quanto situa\u00e7\u00f5es rotineiras, tanto como m\u00e9dico, quanto como pessoa, acabam o afetando.<\/p>\n\n\n\n<p>Rodolfo acredita que o Cultura Plural o acompanhou durante anos complicados, desde antes de se formar. Durante a elabora\u00e7\u00e3o do TCC, a formatura e as complica\u00e7\u00f5es ao procurar um emprego, a escrita esteve ao seu lado, sofrendo mudan\u00e7as e transforma\u00e7\u00f5es que tamb\u00e9m diziam muito sobre o que ele estava sentindo. \u201cEssa participa\u00e7\u00e3o na coluna foi algo muito importante, olhando retrospectivamente para uma leitura de quem fui e quem eu sou agora\u201d, garante.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a nova etapa de Rodolfo Martins Kravutschke como colunista do Cultura Plural, o autor teve o apoio do professor Kevin Furtado. A ideia foi selecionar os textos que tinha guardado (desde seus 16 anos) para que sejam revisitados, j\u00e1 que, assim, continuaria trazendo conte\u00fado para o site de uma maneira que n\u00e3o prejudicasse sua rotina cada vez mais ocupada na \u00e1rea da sa\u00fade. A sele\u00e7\u00e3o dos textos demorou mais de dois meses, e o subtema citado por Rodolfo, o amor, parece ser uma das coisas que mais o motiva na hora de escrever, j\u00e1 que o autor consegue enxergar esse sentimento como algo que se relaciona com todas as coisas.<\/p>\n\n\n\n<p>Foram separados diversos textos sobre o tema, envolvendo amor como reconhecimento pessoal, o amor por si pr\u00f3prio, o amor nas rela\u00e7\u00f5es sociais e o amor pelas pessoas e por uma causa. Rodolfo escreve pelo amor, essa for\u00e7a que, segundo ele mesmo, permeia sua vida e o move. A partir do m\u00eas de junho, os textos de Rodolfo ser\u00e3o publicados semanalmente na coluna A Vida, dispon\u00edvel no site do Cultura Plural.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Helena Denck com entrevista de Lucas Pereira Rodolfo Martins Kravutschke \u00e9 formado em Medicina pela Universidade Estadual de Ponta Grossa, tem 28 anos e se orgulha em contar da carreira como m\u00e9dico da fam\u00edlia e da comunidade na cidade de Tel\u00eamaco Borba. 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