{"id":7216,"date":"2022-05-31T19:03:03","date_gmt":"2022-05-31T22:03:03","guid":{"rendered":"https:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/?p=7216"},"modified":"2022-05-31T19:03:03","modified_gmt":"2022-05-31T22:03:03","slug":"show-cadillac","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/show-cadillac\/","title":{"rendered":"Cadillac Dinossauros realiza \u00faltima apresenta\u00e7\u00e3o em PG"},"content":{"rendered":"\n<p>A \u00faltima apresenta\u00e7\u00e3o da banda ponta-grossense <em>Cadillac Dinossauros <\/em>ocorreu no dia 22 de maio, na <em>Baiacu-B\u00f6. <\/em>O evento ainda contou com a participa\u00e7\u00e3o de outras tr\u00eas bandas: a <em>Yeti Tropical, <\/em>a <em>Fios de Baiano <\/em>e a <em>Hoovaranas<\/em>. O p\u00fablico era diverso, com f\u00e3s de todas as idades, e o encerramento das atividades da banda foi marcado por muito carinho, com a casa inteira cantando as letras das m\u00fasicas apresentadas. No ar, pairava a vontade de fazer o show continuar e a plateia clamava por mais m\u00fasicas sempre que a <em>Cadillac<\/em> parava de tocar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A <em>Cadillac Dinossauros <\/em>come\u00e7ou em 2006. A forma\u00e7\u00e3o inicial contava com Hugo Alex no baixo, David Barros no vocal e guitarra, Bruno Machado na bateria e Andr\u00e9 Mackmilan na guitarra. Os integrantes se encontraram em meio ao cen\u00e1rio cultural agitado da Vila Santa Paula, em Ponta Grossa, e juntos lan\u00e7aram o primeiro disco, \u201cCadillac Dinossauros\u201d, em 2008. Com a sa\u00edda de Bruno Machado, quem assumiu o posto da bateria foi Ricardo Silva, com quem a banda lan\u00e7ou seu segundo \u00e1lbum, \u201cSer Absurdo\u201d, em 2010.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2012, Billy Joy assumiu a bateria. H\u00e1 dez anos, a banda conta com a mesma forma\u00e7\u00e3o. Desde ent\u00e3o, tr\u00eas \u00e1lbuns foram lan\u00e7ados: \u201cFome\u201d, em 2014, \u201cPretoBranco\u201d, em 2017 e \u201cDisco Riscado\u201d, em 2019. Al\u00e9m disso, a banda tamb\u00e9m lan\u00e7ou um EP intitulado \u201cMundo Bizarro\u201d, em 2016. Os m\u00fasicos falam com orgulho dos outros feitos da banda, como oito videoclipes, cinco pr\u00eamios nacionais, turn\u00eas que rodaram o Brasil inteiro e apresenta\u00e7\u00f5es em grandes festivais nacionais, como o Festival Psicod\u00e1lia, no qual tocaram nove vezes.<\/p>\n\n\n\n<p>As bandas que tocaram na mesma noite que a <em>Cadillac<\/em> demonstraram carinho pelo grupo, citando-o como uma influ\u00eancia e um s\u00edmbolo da m\u00fasica na cidade. Henrique Russo, guitarrista da <em>Yeti Tropical<\/em>, explica a emo\u00e7\u00e3o de compartilhar o palco com a <em>Cadillac Dinossauros<\/em>. \u201cFicamos tristes por ser a \u00faltima vez que ver\u00edamos essa banda que esteve presente em nossas vidas por tanto tempo. A <em>Cadillac<\/em> nos influenciou como m\u00fasicos durante anos e definitivamente nos influenciou como banda tamb\u00e9m\u201d, afirma.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para Billy Joy, o baterista da <em>Cadillac Dinossauros<\/em>, a sensa\u00e7\u00e3o de tocar pela \u00faltima vez em Ponta Grossa foi dif\u00edcil. \u201cFoi uma mistura muito dif\u00edcil de lidar: tristeza pelo fim das atividades por um lado, mas reconfortante por receber tanto carinho da galera nesse momento\u201d, explica. Ele ainda afirma que a banda n\u00e3o imaginava ter que realizar um show de despedida, mas que outros caminhos foram apresentados para os integrantes. \u201cJ\u00e1 encaramos muita coisa nesses 16 anos de banda, e sempre sa\u00edmos mais fortes. N\u00e3o ser\u00e1 diferente desta vez. Enfim, \u00e9 um grande legado que fica. Fomos uma banda que nunca se vendeu, que sempre pensou fora da caixa, e com isso conseguimos verdadeiros milagres no mercado da m\u00fasica brasileira em pleno s\u00e9culo 21.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A \u00faltima apresenta\u00e7\u00e3o da banda ponta-grossense Cadillac Dinossauros ocorreu no dia 22 de maio, na Baiacu-B\u00f6. O evento ainda contou com a participa\u00e7\u00e3o de outras tr\u00eas bandas: a Yeti Tropical, a Fios de Baiano e a Hoovaranas. 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