{"id":7227,"date":"2022-06-09T03:00:00","date_gmt":"2022-06-09T06:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/?p=7227"},"modified":"2022-06-09T03:00:00","modified_gmt":"2022-06-09T06:00:00","slug":"rock-ganha-espaco-no-fuc-a-primeira-vez-da-banda-krafka","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/rock-ganha-espaco-no-fuc-a-primeira-vez-da-banda-krafka\/","title":{"rendered":"Rock ganha espa\u00e7o no FUC: a primeira vez da banda Krafka"},"content":{"rendered":"\n<p>Em sua 34\u00aa edi\u00e7\u00e3o, o Festival Universit\u00e1rio da Can\u00e7\u00e3o (FUC) ter\u00e1 in\u00edcio no pr\u00f3ximo s\u00e1bado, dia 11. Caracterizado ao longo dos anos como palco da MPB, o evento tem contado cada vez mais com a presen\u00e7a do rock em seus palcos.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde a vit\u00f3ria da banda A Coisa com \u201cOde ao Ade\u201d em 2013, mesmo que ainda n\u00e3o seja maioria, o rock tem conquistado espa\u00e7o entre as can\u00e7\u00f5es classificadas a se apresentar e, consequentemente, motiva que outros grupos do g\u00eanero estejam presentes do evento. \u00c9 o caso, neste ano, da banda Krafka, que participa do festival pela primeira vez.<\/p>\n\n\n\n<p>Matheus Vaz, vocalista e fundador da banda, diz estar lisonjeado por ter sido selecionado para o evento que n\u00e3o tem foco no estilo da Krafka. \u201cTudo o que puder ser conquistado de espa\u00e7o, seja tamb\u00e9m pro funk, pro trap ou pro hip hop, \u00e9 v\u00e1lido\u201d, avalia. Vaz caracteriza o festival como erudito e, por ser universit\u00e1rio, questiona como este perfil afeta a imagem do FUC. \u201cAs pessoas que conhe\u00e7o que j\u00e1 venceram o FUC s\u00e3o o pessoal de violonistas cl\u00e1ssicos e mais eruditos. A Solana ter participado e vencido em 2018 j\u00e1 foi uma revolu\u00e7\u00e3o\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n<p>Marlon Jamel\u00e3o, baixista da Krafka, refor\u00e7a a surpresa pela classifica\u00e7\u00e3o. \u201cPor n\u00e3o haver um apelo grande para o rock e mais para bossa e jazz, s\u00f3 de estarmos num espa\u00e7o como esse j\u00e1 \u00e9 muito importante\u201d, afirma. Sobre o estilo, Jamel\u00e3o acredita que o rock esteja reconquistando espa\u00e7os onde ele j\u00e1 esteve inserido.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cMarginalizado\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO rock ainda tem esse poder de contesta\u00e7\u00e3o para a juventude, assim como o rap\u201d. O baixista cr\u00ea no poder do estilo para recuperar a for\u00e7a dos \u00e1ureos anos. Para Jamel\u00e3o, o rock em Ponta Grossa ainda \u00e9 muito restrito a shows de bares e, ao estar no FUC, contribui para levar o vi\u00e9s questionador que nem sempre est\u00e1 presente em outros estilos musicais. \u201cRetrocesso na cultura nunca \u00e9 ben\u00e9fico. Deve progredir, abrir espa\u00e7os e trazer outros estilos tamb\u00e9m, como os da periferia que est\u00e3o em alta. \u00c9 hora de ir al\u00e9m do regionalismo e demais estilos que por anos predominaram no festival\u201d, conclui.Formada por Matheus Vaz (vocais e guitarra), Lucas Maciel (guitarras), Marlon Jamel\u00e3o (baixo) e Gustavo Vaz (bateria), a Krafka apresentar\u00e1 a m\u00fasica \u201cLonge\u201d na noite do festival.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em sua 34\u00aa edi\u00e7\u00e3o, o Festival Universit\u00e1rio da Can\u00e7\u00e3o (FUC) ter\u00e1 in\u00edcio no pr\u00f3ximo s\u00e1bado, dia 11. 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