{"id":7235,"date":"2022-06-12T19:22:22","date_gmt":"2022-06-12T22:22:22","guid":{"rendered":"https:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/?p=7235"},"modified":"2022-06-12T19:22:22","modified_gmt":"2022-06-12T22:22:22","slug":"especial-dia-dos-namorados-2022-o-amor-alem-da-convencao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/especial-dia-dos-namorados-2022-o-amor-alem-da-convencao\/","title":{"rendered":"Especial Dia dos Namorados 2022 &#8211; O amor al\u00e9m da conven\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Por Lilian Magalh\u00e3es, Manuela Roque, Maria Helena Denk, Yasmim Orlowski e Yuri A.F. Marcinik<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Quando pensamos em filmes para o Dia dos Namorados, existem op\u00e7\u00f5es que marcam presen\u00e7a. Filmes como \u201cQuando Harry Conheceu Sally\u201d (1989), \u201cAnnie Hall\u201d (1979), \u201c500 dias com Ela\u201d (2009), \u201cUma Linda Mulher\u201d (1990) e \u201cO Di\u00e1rio de Bridget Jones\u201d (2001) sempre aparecem devido \u00e0s gera\u00e7\u00f5es que cativaram e pela bem-vinda sensa\u00e7\u00e3o de aconchego que trazem &#8211; afinal, cl\u00e1ssicos n\u00e3o ganham a alcunha \u00e0 toa. Mas para aqueles que se interessam por percep\u00e7\u00f5es mais variadas, diferentes e plurais sobre a incr\u00edvel arte do amor, o Cultura Plural trouxemos cinco op\u00e7\u00f5es pouco convencionais para ver junto de quem se ama neste Dia dos Namorados de 2022.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img src=\"https:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Art-01.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-7237\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>\u201cNunca Fui Santa\u201d (1999), de Jamie Babbit<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Talvez seja um dos filmes mais revolucion\u00e1rios e incompreendidos do g\u00eanero de com\u00e9dia rom\u00e2ntica. Megan Bloomfield (Natasha Lyonne) \u00e9 for\u00e7ada pelos pais a frequentar um campo de terapia de convers\u00e3o, j\u00e1 que eles desconfiam de sua sexualidade. De maneira sat\u00edrica, Jamie Babbit trata o tema como nunca visto antes, trazendo a leveza da com\u00e9dia rom\u00e2ntica em conjunto com coment\u00e1rios sociais sobre a terapia de convers\u00e3o, a homossexualidade e a religi\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que, hoje em dia, \u201cNunca Fui Santa\u201d seja um cl\u00e1ssico cult.<\/p>\n\n\n\n<p>Dispon\u00edvel no catalogo VOD da Amazon.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cA Beira do Abismo\u201d (1946), de Howard Hawkes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dentro de uma trama rocambolesca recheada por figuras pitorescas, assassinatos, trai\u00e7\u00f5es, intrigas e reviravoltas, o que menos esperamos \u00e9 que o cinismo de figuras como a do ic\u00f4nico detetive Philip Marlowe (Humphrey Bogart) seja derretido pelo amor inesperado. Mas este \u00e9 o charme da obra quintess\u00eancia do g\u00eanero <em>noir<\/em> de Howard Hawks baseada no romance de Raymond Chandler. Ao usar e abusar do subtexto para criar um romance intrigante entre o casal Boghart e Lauren Baccal &#8211; casados na vida real -, o filme balanceia seu cinismo sagaz, indissoci\u00e1vel dos grandes <em>noirs<\/em> cl\u00e1ssicos, com uma camada terna e charmosa de qu\u00edmica de seus astros para dar alma e sabor ao suspense.<\/p>\n\n\n\n<p>Dispon\u00edvel em CinemaLivre.net.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img src=\"https:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Art-b-02.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-7238\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>\u201cUs Again\u201d (2021), de Zach Parrish<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Que tal uma hist\u00f3ria de amor contada de tr\u00e1s para frente, em que os personagens, j\u00e1 mais velhos, relembram o come\u00e7o da paix\u00e3o? Esta \u00e9 a hist\u00f3ria do curta-metragem &#8220;Us Again&#8221; (2021), o qual conta a hist\u00f3ria de Art e sua esposa Dot, que reacendem seu entusiasmo pela vida em uma noite m\u00e1gica atrav\u00e9s da dan\u00e7a. Al\u00e9m de explorar o tema do envelhecimento, a import\u00e2ncia de estar presente tamb\u00e9m \u00e9 discutida para apresentar o car\u00e1ter flex\u00edvel do amor dos personagens. Em apenas 7 minutos o espectador j\u00e1 est\u00e1 encantado e quer sair dan\u00e7ando pelas ruas com o seu amor, em busca de um eterno amor jovem, livre e contagiante, assim como uma boa m\u00fasica de jazz. Um curta capaz de tirar suspiros tanto daqueles que est\u00e3o come\u00e7ando uma vida juntos, quanto de quem j\u00e1 tem uma cole\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias para contar. <\/p>\n\n\n\n<p>Dispon\u00edvel no servi\u00e7o de streaming Disney +.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cA Criada\u201d (2016), de Park Chan-wook<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Situada na Coreia do Sul durante a ocupa\u00e7\u00e3o japonesa na d\u00e9cada de 1930, a empregada Sookee (Kim Tae-ri) planeja um golpe vigarista contra a patroa, Hideko (Kim Mim-hee), herdeira de um rico senhor nip\u00f4nico. Em pouco tempo, o plano de Sookee toma outros rumos quando a sul-coreana percebe que a feminilidade de Hideko \u00e9 explorada por seu tio e a rela\u00e7\u00e3o entre as duas mulheres passa a ser sin\u00f4nimo de companheirismo, cuidado e amor \u00e0 sua pr\u00f3pria maneira. A obra de Park Chan-wook \u00e9 aclamada por trazer o erotismo s\u00e1fico de forma delicada dentro da narrativa de um drama envolvente, o que torna \u201cA Criada\u201d uma experi\u00eancia \u00fanica para o espectador.<\/p>\n\n\n\n<p>Dispon\u00edvel no servi\u00e7o de streaming Prime V\u00eddeo.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img src=\"https:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Art-b-03.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-7239\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>\u201cImagine You and Me\u201d (2006), de Ol Parker<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No dia do seu casamento, Rachel (Piper Perabo) conhece a florista Luce (Lena Headley) e sente uma forte atra\u00e7\u00e3o por ela. Ao se reencontrarem, a amizade entre as duas cresce tanto quanto as d\u00favidas de Rachel em rela\u00e7\u00e3o ao marido. Ao saber que Luce \u00e9 gay, sua vida vira do avesso. \u201cImagine Me &amp; You\u201d \u00e9 aquele filme conforto que tantas pessoas LGBTQIA+ procuram mas raramente encontram. Um romance fofo, c\u00f4mico e florido. O longa consegue com maestria representar a magia, calmaria e suavidade dos relacionamentos entre duas mulheres, e o melhor: sem nenhuma problem\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p>Dispon\u00edvel no servi\u00e7o de streaming Prime V\u00eddeo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Lilian Magalh\u00e3es, Manuela Roque, Maria Helena Denk, Yasmim Orlowski e Yuri A.F. Marcinik Quando pensamos em filmes para o Dia dos Namorados, existem op\u00e7\u00f5es que marcam presen\u00e7a. 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