{"id":7395,"date":"2022-07-29T18:23:28","date_gmt":"2022-07-29T21:23:28","guid":{"rendered":"https:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/?p=7395"},"modified":"2022-07-29T18:23:28","modified_gmt":"2022-07-29T21:23:28","slug":"retorno-sexta-as-seis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/culturaplural\/retorno-sexta-as-seis\/","title":{"rendered":"A Coisa e Hoovaranas re\u00fanem p\u00fablico apaixonado no Sexta \u00e0s Seis"},"content":{"rendered":"\n<p>No \u00faltimo dia 22, se apresentaram as duas primeiras bandas selecionadas pelo edital de 2022 do projeto Sexta \u00e0s Seis. Como a abertura do festival ficou por conta de um grupo de fora da cidade, essas tamb\u00e9m foram as primeiras bandas locais a tocar no Parque Ambiental neste ano.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o que abriu a edi\u00e7\u00e3o do evento ficou por parte da banda <em>A Coisa<\/em>, que teve in\u00edcio em 2008. A banda havia se apresentado no Sexta \u00e0s Seis em 2019, antes que o festival tivesse que paralisar as atividades por conta da pandemia do coronav\u00edrus. A condu\u00e7\u00e3o segura e confiante dos m\u00fasicos ilustra os mais de dez anos de experi\u00eancia da banda. A escolha de colocar <em>A Coisa<\/em> para abrir o novo ano do Sexta \u00e0s Seis foi acertada enquanto banda de prest\u00edgio local, apesar de divergir em estilo quanto \u00e0 segunda apresenta\u00e7\u00e3o da noite. Os vocais de Jess\u00e9 Vandoski trazem semelhan\u00e7as com os de Ney Matogrosso, criando paralelos entre o grupo ponta-grossense e <em>Secos &amp; Molhados<\/em>, banda paulista da d\u00e9cada de 1970. As semelhan\u00e7as n\u00e3o param por a\u00ed, com compara\u00e7\u00f5es poss\u00edveis entre a musicalidade dos grupos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/YsUrXTSY4XONgxbJsN4p-1FSXu_66n2WrJlb7v5bcjPeCHb5-uKD_T9WklMoh3_5uT6V7oeSXm-ef1FzivmL8E8l5_-GRer-oieuhrUKWSTfy1ZiNFuGGwuH7sxIBDasEXwXIoJFeRB81t8yGX_8eQ\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size\"><em>A Coisa em apresenta\u00e7\u00e3o no Sexta \u00e0s Seis | Foto: Yuri A. F. Marcinik<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O segundo grupo a se apresentar foi a banda instrumental <em>Hoovaranas<\/em>, criada em 2018 e <a href=\"https:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/?p=7180\">entrevistada<\/a> pela equipe do Cultura Plural em maio deste ano. F\u00e3s fi\u00e9is usando camisetas da banda se reuniram com aqueles que estavam interessados em conhecer m\u00fasica nova, criando um p\u00fablico diverso. <em>Hoovaranas <\/em>apresentou m\u00fasicas do novo \u00e1lbum, intitulado <em>Alvorada<\/em>, al\u00e9m de m\u00fasicas de projetos anteriores e j\u00e1 conhecidos pelos f\u00e3s mais antigos.<\/p>\n\n\n\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o foi marcada pela intera\u00e7\u00e3o da banda com o p\u00fablico, com um f\u00e3 que chegou a subir ao palco e interagir com os m\u00fasicos durante o show. Destaca-se a apresenta\u00e7\u00e3o de \u201cRessaca\u201d, can\u00e7\u00e3o que fez com que a parte do p\u00fablico que estava mais pr\u00f3xima do palco se reunisse em um <em>mosh-pit<\/em>, tipo de dan\u00e7a em que os participantes se empurram no ritmo da m\u00fasica. A recep\u00e7\u00e3o por conta da plateia demonstra o poder de influ\u00eancia da m\u00fasica instrumental em Ponta Grossa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/6sWbpwDiqUyvwhdE74PQGePi_kYjGNhN9wipSYrQoz1ptAYVptenhhGIsewgJVjkQldfqzsyS_OeBmAV6yzRaHHfluWu6EJtZJX9eJPmD08etq9xjPKmH-dt3Rq9cGNH9lDS0k9RhQL-TlyPpb4pNQ\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size\"><em>Foto: Yuri A. F. Marcinik<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Para a banda, que acompanha as edi\u00e7\u00f5es do festival h\u00e1 anos, tocar no Sexta \u00e0s Seis \u00e9 um sonho realizado. Os integrantes refor\u00e7am que, desde o come\u00e7o, reconhecem o evento como uma oportunidade de conhecer pessoas novas e bandas e artistas locais. Jorge Bahls, baixista da <em>Hoovaranas<\/em>, afirma que o festival foi um ponto importante para a forma\u00e7\u00e3o do grupo. \u201cAcho que o Sexta \u00e0s Seis nos uniu como banda, e tocar no festival \u00e9 muito louco, depois de tudo\u201d, afirma.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quem estava na plateia n\u00e3o saiu do evento decepcionado. Micael Rodrigues, que mora em Guarapuava, destaca o quanto o ambiente estava agrad\u00e1vel: \u201cFoi a minha primeira vez no festival, gostei bastante de como foi. O ambiente estava legal de ficar, o p\u00fablico estava animado e as apresenta\u00e7\u00f5es foram muito boas\u201d. Para Jamile Chueire, estudante, a experi\u00eancia de ver <em>A Coisa <\/em>e <em>Hoovaranas<\/em> ao vivo foi melhor do que assistir \u00e0 banda cover que <a href=\"https:\/\/culturaplural.sites.uepg.br\/?p=7330\">abriu<\/a> o festival no dia 8 de julho. \u201cMinha experi\u00eancia foi muito divertida e as bandas eram muito legais. A \u00fanica coisa que poderia melhorar \u00e9 a seguran\u00e7a\u201d, afirma.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No \u00faltimo dia 22, se apresentaram as duas primeiras bandas selecionadas pelo edital de 2022 do projeto Sexta \u00e0s Seis. 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