{"id":3742,"date":"2021-07-28T09:57:59","date_gmt":"2021-07-28T12:57:59","guid":{"rendered":"https:\/\/elos.sites.uepg.br\/?p=3742"},"modified":"2021-07-28T09:57:59","modified_gmt":"2021-07-28T12:57:59","slug":"4463-das-familias-do-interior-sao-lideradas-por-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/elos\/4463-das-familias-do-interior-sao-lideradas-por-mulheres\/","title":{"rendered":"44,63% das fam\u00edlias do interior s\u00e3o lideradas por mulheres"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\">Confira a terceira parte da <a href=\"https:\/\/roceiras.wixsite.com\/meusite\/post\/junte-se-%C3%A0-revolu%C3%A7%C3%A3o-do-consumismo\">s\u00e9rie de reportagens \u201cRoceiras\u201d,<\/a> produzida por Gabriella de Barros para seu projeto de conclus\u00e3o de curso, finalizado em 2021.<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\nQue as mulheres trabalham mais que os homens n\u00e3o \u00e9 novidade, de acordo com o <a class=\"_2qJYG _2E8wo\" href=\"http:\/\/mulheresnapandemia.sof.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Relatorio_Pesquisa_SemParar.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u class=\"sDZYg\">Relat\u00f3rio da Pesquisa Sem Parar<\/u><\/a><u class=\"sDZYg\">,<\/u> realizada pela Sempreviva Organiza\u00e7\u00e3o Feminista (SOF) e a G\u00eanero e N\u00famero. Na participa\u00e7\u00e3o familiar as mulheres rurais ocupam 50%, enquanto as mulheres da \u00e1rea urbana correspondem a 46%. Na pandemia do novo coronav\u00edrus, as mulheres representavam 44% daquelas que afirmaram que a pandemia comprometeu seu sustento.<br \/>\nEntre as mulheres entrevistadas na pesquisa, 47% afirmaram ser respons\u00e1veis pelo cuidado de outra pessoa e 57% delas relataram ser respons\u00e1veis por filhos de at\u00e9 12 anos. Os dados indicam que as mulheres passam mais tempo no cuidado de outras pessoas, sem a divis\u00e3o dessa responsabilidade entre as pessoas da fam\u00edlia. \u201cA pesquisa indica que 42% das mulheres respons\u00e1veis pelo cuidado de outra pessoa o fazem sem apoio de pessoas de fora do n\u00facleo familiar\u201d, aponta o Relat\u00f3rio.<br \/>\nO trabalho das mulheres em casa se intensificou com a pandemia. Devido ao fechamento das escolas, muitas tiveram que dividir seu tempo entre os afazeres dom\u00e9sticos, o trabalho na lavoura e o cuidado com os filhos.<br \/>\nOs resultados da pesquisa chamam a aten\u00e7\u00e3o sobre a organiza\u00e7\u00e3o do trabalho dom\u00e9stico na rela\u00e7\u00e3o com o trabalho remunerado. Os dados mostram que 65,4% das mulheres disseram que a responsabilidade com o trabalho dom\u00e9stico e de cuidado dificulta a realiza\u00e7\u00e3o do trabalho remunerado. No caso das mulheres rurais, o trabalho passa a ser parcial, j\u00e1 que elas precisam estar presentes em ambos.<br \/>\nPara a advogada Jeaneth, o direito da mulher mais ignorado \u00e9 o v\u00ednculo empregat\u00edcio: \u201cO agravante \u00e9 que, ao n\u00e3o ter Carteira de Trabalho assinada e Previd\u00eancia Social, se afastam todos os demais direitos da trabalhadora\u201d, esclarece. As mulheres acabam acumulando essas cargas porque os servi\u00e7os realizados por elas s\u00e3o considerados como uma \u201cajuda\u201d ao c\u00f4njuge.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-3742-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/elos.sites.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Maristela.mp3?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/elos.sites.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Maristela.mp3\">https:\/\/elos.sites.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Maristela.mp3<\/a><\/audio><br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p id=\"viewer-f5ckn\" class=\"XzvDs _208Ie _1atvN _2QAo- _1iXso _3_La3 _1atvN public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr\"><span class=\"vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr\">De acordo com S\u00f4nia Maria Marques, agente comunit\u00e1ria da comunidade de Queimadas, a maioria das mulheres rurais trabalham como agricultoras, apenas as aposentadas j\u00e1 <\/span><span class=\"vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr\">deixaram a lavoura para tr\u00e1s. O plantio de fumo \u00e9 o mais lucrativo para as fam\u00edlias se manterem: \u201c\u00c9 uma fonte de vida deles no interior, entra todo tipo de coisa para eles associarem junto com o fumo, como a lavoura e a horta. Mas por conta da venda os agricultores optam pelo fumo, deixando outros trabalhos de lado. O fumo rende mais, mas tem muito gasto, \u00e9 a compra de lenha, \u00e9 a luz, poucas fam\u00edlias pagam menos do que 500 reais de luz\u201d. A agente comunit\u00e1ria comenta que algumas fam\u00edlias acabam se endividando por conta de empr\u00e9stimos, para manterem as estufas e a planta\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p>O Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Palmeira foi questionado sobre os servi\u00e7os que prestam aos agricultores. \u201cOferecemos servi\u00e7os como encaminhamentos ao INSS, gera\u00e7\u00e3o de documentos, encaminhamentos de projetos para aquisi\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito rural\u201d, esclarece Vilmar Sergiki, presidente do sindicato.<br \/>\nSobre a atua\u00e7\u00e3o do sindicato junto \u00e0s mulheres, Vilmar Sergiki relata que s\u00e3o oferecidos benef\u00edcios na \u00e1rea da sa\u00fade, contando com uma m\u00e9dica que atende casos de neuropatia. &#8220;Nos preocupamos com a sa\u00fade e bem estar das mulheres, promovemos encontros e dias de beleza, palestras sobre cuidados, fazemos cursos para que elas consigam ter uma renda extra\u201d.<br \/>\nDe acordo com ele, os encontros diminu\u00edram, principalmente com a pandemia de covid-19, mas s\u00e3o realizados cursos durante o ano. No m\u00eas de mar\u00e7o, sempre foi realizado um encontro maior em homenagem ao Dia Internacional da Mulher (8 de mar\u00e7o). No sistema do Sindicato est\u00e3o cadastradas 1.547 mulheres, mas nem todas est\u00e3o em dia com a entidade.<br \/>\nEstat\u00edsticas da ONU real\u00e7am que as mulheres rurais s\u00e3o um quarto da popula\u00e7\u00e3o mundial e uma em cada tr\u00eas mulheres com emprego no mundo trabalha no setor da agricultura. Apesar de grande representatividade, muito do trabalho desenvolvido pelas mulheres continua sendo invis\u00edvel e n\u00e3o pago. Segundo a ONU, as trabalhadoras rurais est\u00e3o piores do que homens rurais ou mulheres que vivem em cidades em quase todos os indicadores.<br \/>\nA advogada, Jeaneth Nunes, explica quais s\u00e3o os direitos assegurados \u00e0s mulheres rurais: \u201cA trabalhadora rural \u00e9 uma cidad\u00e3 que goza das prerrogativas constitucionais, dentre elas os direitos trabalhistas e previdenci\u00e1rios, previstos no artigo 7 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, carteira assinada, sal\u00e1rio m\u00ednimo, jornada de 44 horas semanais, d\u00e9cimo terceiro, f\u00e9rias acrescidas de 1\/3 e FGTS\u201d.<br \/>\n<strong>Trabalho dom\u00e9stico<\/strong><\/p>\n<p id=\"viewer-g9h4\" class=\"XzvDs _208Ie _1atvN _2QAo- _1iXso _3_La3 _1atvN public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr\"><span class=\"vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr\">Mulheres como Andreia, Andr\u00e9a e Maristela dividem os dias entre a lavoura e a casa, cuidam das hortas e das cria\u00e7\u00f5es de animais. O marido de Andr\u00e9a Baggio \u00e9 caminhoneiro e passa dias viajando, ela administra a casa com a companhia dos dois filhos, Ana Fl\u00e1via (13) e Gabriel (8). Euclides j\u00e1 passou mais de 90 dias fora, enquanto ela cuidava dos filhos, da casa e do trabalho na lavoura. <\/span><\/p>\n<p class=\"XzvDs _208Ie _1atvN _2QAo- _1iXso _3_La3 _1atvN public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr\"><span class=\"vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr\">Com a lavoura e sem ajuda em casa, Andr\u00e9a tem uma rotina cansativa: &#8220;Chega de tarde, voc\u00ea n\u00e3o quer mais nada, mas chega na casa tem lou\u00e7a, bagun\u00e7a, filho com fome, voc\u00ea quer ir l\u00e1, tomar banho, deitar e esquecer. No outro dia 6 horas ou antes j\u00e1 tem que levantar&#8221;. <\/span><\/p>\n<p class=\"XzvDs _208Ie _1atvN _2QAo- _1iXso _3_La3 _1atvN public-DraftStyleDefault-block-depth0 public-DraftStyleDefault-text-ltr\"><span class=\"vkIF2 public-DraftStyleDefault-ltr\">Sua colega de profiss\u00e3o, Andreia do Nascimento, acredita que as mulheres rurais acabam trabalhando mais que os homens. &#8220;Por mais que o trabalho do homem seja mais pesado, a mulher se desdobra, faz duas, tr\u00eas coisas ao mesmo tempo, \u00e0s vezes alguma coisa n\u00e3o sai bem feita porque precisa estar de um lado pro outro n\u00e9&#8221;, comenta.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-3742-2\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/elos.sites.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Andrea-Baggio-1.mp3?_=2\" \/><a href=\"https:\/\/elos.sites.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Andrea-Baggio-1.mp3\">https:\/\/elos.sites.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Andrea-Baggio-1.mp3<\/a><\/audio><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAndreia do Nascimento tem a mesma vis\u00e3o que sua colega sobre a sobrecarga de trabalho. Para ela, as mulheres trabalham mais e acabam acumulando fun\u00e7\u00f5es. &#8220;A gente sempre fala que a mulher trabalha mais que o homem porque a gente tem que ir junto pra ro\u00e7a, tem que ajudar em tudo o que tem de servi\u00e7o l\u00e1 da ro\u00e7a e a gente tem a casa. Ent\u00e3o a gente trabalha mesmo, mais puxado que os homens&#8221;, avalia.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-3742-3\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/elos.sites.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Andreia-do-Nascimento.mp3?_=3\" \/><a href=\"https:\/\/elos.sites.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Andreia-do-Nascimento.mp3\">https:\/\/elos.sites.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Andreia-do-Nascimento.mp3<\/a><\/audio><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nQuando Andreia e seu marido, Mauro, n\u00e3o est\u00e3o trabalhando no fumo, ele trabalha de pedreiro e ela fica cuidando da casa e dos animais, porcos, galinhas e carneiros. Ja\u00edne (15), que \u00e9 a filha mais nova, ajuda no trabalho de casa quando os pais est\u00e3o na lavoura, fazendo o almo\u00e7o e limpando. A filha mais velha de Andreia, Jaqueline (21), se mudou para Palmeira (PR) junto com o ex-marido para trabalhar em uma empresa, na \u00e9poca ela n\u00e3o queria trabalhar na lavoura e buscou outras alternativas.<br \/>\n&#8220;Aqui no interior, praticamente todas as mulheres v\u00e3o junto para a ro\u00e7a, quem n\u00e3o tem um que fique na casa fazendo uma comida, tem que largar de l\u00e1 e vim fazer, mais ou menos a mesma rotina de todo mundo&#8221;, explica Andreia. Ela tamb\u00e9m \u00e9 ministra e ajuda a cuidar da igreja de Vileiros. As celebra\u00e7\u00f5es s\u00e3o no domingo pela manh\u00e3 ou durante a semana no per\u00edodo da tarde.<br \/>\nAndreia considera que \u00e9 complicado conciliar tudo, porque precisa deixar de realizar um servi\u00e7o para fazer outro: &#8220;Tem missa no meio da semana e se a gente t\u00e1 trabalhando no fumo ou em casa e tem missa e \u00e9 o dia da gente ajudar o padre, tem que deixar o servi\u00e7o e ir, n\u00e3o tem o que fazer&#8221;.<\/p>\n<div data-hook=\"rcv-block11\"><strong>&#8220;Chefas&#8221; de fam\u00edlia <\/strong><\/div>\n<div data-hook=\"rcv-block11\"><\/div>\n<div data-hook=\"rcv-block11\">De acordo com dados fornecidos pela Assist\u00eancia Social de Palmeira (PR), a \u00e1rea rural possu\u00ed 1.340 mulheres cadastradas no CAD\u00daNICO e CRAS &#8211; Centro de refer\u00eancia de Assist\u00eancia Social e, dentre estas, 717 s\u00e3o mulheres respons\u00e1veis por familiares. Ao todo s\u00e3o 598 fam\u00edlias lideradas por mulheres com renda per capita de at\u00e9 meio sal\u00e1rio m\u00ednimo e 119 fam\u00edlias cuja respons\u00e1vel familiar \u00e9 mulher, com renda superior a meio sal\u00e1rio m\u00ednimo. Al\u00e9m disso, 71 fam\u00edlias possuem renda de extrema pobreza e 271 s\u00e3o benefici\u00e1rias do Programa Bolsa Fam\u00edlia.<\/div>\n<div data-hook=\"rcv-block11\"><\/div>\n<div data-hook=\"rcv-block11\">O Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o e Atendimento Integral \u00e0 Fam\u00edlia (PAIF), oferecido pelo CRAS, faz o acompanhamento de 101 fam\u00edlias por meio de servi\u00e7os da Assist\u00eancia Social, sendo 29 fam\u00edlias de mulheres que residem no interior. J\u00e1 o Fam\u00edlia Nossa Gente (antigo Fam\u00edlia Paranaense), programa do Governo do Paran\u00e1 para reduzir a pobreza no Estado, faz o acompanhamento de 92 fam\u00edlias, sendo 88 na \u00e1rea rural, e dentre estas, 83 s\u00e3o chefiadas por mulheres.<\/div>\n<div data-hook=\"rcv-block11\"><\/div>\n<div data-hook=\"rcv-block11\">No Cart\u00e3o Cidadania, criado pelo governo federal, que possui benef\u00edcios trabalhistas e\/ou sociais, est\u00e3o cadastradas 1.695 fam\u00edlias que recebem ou j\u00e1 receberam o cart\u00e3o cidadania. Aproximadamente 1.525 delas s\u00e3o representadas por mulheres quem v\u00e3o para o atendimento, das quais, cerca de 600 s\u00e3o mulheres que residem no interior.<\/div>\n<div data-hook=\"rcv-block11\"><\/div>\n<div data-hook=\"rcv-block11\">O Servi\u00e7o de Conviv\u00eancia e Fortalecimento de V\u00ednculo, vinculado ao CRAS, prev\u00ea o atendimento de 150 pessoas, sendo que 90% s\u00e3o mulheres, e \u00e9 ofertado nas localidades de Boa Vista, Encruzilhada, Faxinal dos Mineiros, Limeira, Queimadas e Guarauninha. O servi\u00e7o est\u00e1 parcialmente suspenso por conta da pandemia.<\/div>\n<div id=\"viewer-1cdno\" class=\"q2uC4 _208vH\">\n<div class=\"c-Mgr dhpWm dhpWm\">\n<div class=\"hnvPV _1y4rN\" data-hook=\"HtmlComponent\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Confira a terceira parte da s\u00e9rie de reportagens \u201cRoceiras\u201d, produzida por Gabriella de Barros para seu projeto de conclus\u00e3o de curso, finalizado em 2021. &nbsp; Que as mulheres trabalham mais que os homens n\u00e3o \u00e9 novidade, de acordo com o Relat\u00f3rio da Pesquisa Sem Parar, realizada pela Sempreviva Organiza\u00e7\u00e3o Feminista (SOF) e a G\u00eanero e&nbsp;&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":846,"featured_media":3748,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[39],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/elos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3742"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/elos\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/elos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/elos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/846"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/elos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3742"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/elos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3742\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/elos\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/elos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3742"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/elos\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3742"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/elos\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3742"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}