{"id":676,"date":"2024-11-27T10:19:03","date_gmt":"2024-11-27T13:19:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/iesol\/?p=676"},"modified":"2024-11-27T10:19:03","modified_gmt":"2024-11-27T13:19:03","slug":"economia-solidaria-e-agroecologia-fomento-a-redes-e-grupos-de-consumo-de-alimentos-agroecologicos-em-ponta-grossa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/iesol\/economia-solidaria-e-agroecologia-fomento-a-redes-e-grupos-de-consumo-de-alimentos-agroecologicos-em-ponta-grossa\/","title":{"rendered":"ECONOMIA SOLID\u00c1RIA E AGROECOLOGIA: Fomento a Redes e Grupos de Consumo de Alimentos Agroecol\u00f3gicos em Ponta Grossa"},"content":{"rendered":"<p>Autores: Adriano da Costa Valad\u00e3o; Rafaela Ribas Bueno; Reidy Rolim de Moura<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O objetivo deste texto \u00e9 avaliar e discutir os resultados das experi\u00eancias de extens\u00e3o universit\u00e1ria na articula\u00e7\u00e3o e fomento \u00e0 redes e grupos de consumidores de produtos agroecol\u00f3gicos realizadas pelo Programa de Extens\u00e3o IESol- Incubadora de Empreendimentos Solid\u00e1rios da UEPG. As articula\u00e7\u00f5es destas redes fizeram parte do trabalho de extens\u00e3o da IESol atrav\u00e9s de v\u00e1rios projetos apresentados durante os anos de 2014 e 2024. Para este trabalho foi realizada uma abordagem qualitativa atrav\u00e9s da verifica\u00e7\u00e3o de relat\u00f3rios e da observa\u00e7\u00e3o participante. Destaca-se como ponto comum das seis redes de consumidores  j\u00e1 articuladas pela IESol, a importante gera\u00e7\u00e3o de renda que proporcionou, a perman\u00eancia na terra, o acesso de consumidores a produtos agroecol\u00f3gicos a pre\u00e7o justo e como limite a falta de pr\u00f3-atividades dos consumidores nas redes. <\/p>\n<p><strong>Palavras-chave<\/strong>: Consumo Respons\u00e1vel e Solid\u00e1rio, Produtos Agroecol\u00f3gicos, Extens\u00e3o <\/p>\n<p><strong>JUSTIFICATIVA <\/strong><br \/>\nA IESol \u2013 Incubadora de Empreendimentos Solid\u00e1rios \u00e9 um Programa de Extens\u00e3o da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), que se iniciou em 2005 e que atua desde o ano de 2007 junto a grupos de agricultores agroecol\u00f3gicos vinculados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na regi\u00e3o de Ponta Grossa. Em sua hist\u00f3ria, a dificuldade mais frequente apontada pelos grupos, est\u00e1 ligada a comercializa\u00e7\u00e3o com uma remunera\u00e7\u00e3o justa pelo trabalho do agricultor. Al\u00e9m da participa\u00e7\u00e3o em feiras de economia solid\u00e1ria e agroecol\u00f3gicas. Por outro lado, diversos grupos de consumidores, com desejo de consumir produtos org\u00e2nicos, n\u00e3o o fazem por dificuldade no acesso ou pelos valores muito altos geralmente praticados em mercados tradicionais. Desta forma, buscando melhores  condi\u00e7\u00f5es de comercializa\u00e7\u00e3o e conscientiza\u00e7\u00e3o de um mercado cr\u00edtico, a IESol tem desde o ano de 2014 trabalhado com o fomento e articula\u00e7\u00e3o de Redes de Consumidores e Produtores Agroecol\u00f3gicos atrav\u00e9s de diversas a\u00e7\u00f5es de extens\u00e3o, faz-se necess\u00e1ria a avalia\u00e7\u00e3o destas a\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p><strong>OBJETIVOS<\/strong><br \/>\nO objetivo deste resumo \u00e9 avaliar e discutir os resultados das experi\u00eancias de extens\u00e3o universit\u00e1ria ao fomentar redes de produtores e grupos de consumo de produtos agroecol\u00f3gicos atrav\u00e9s do trabalho do Programa de extens\u00e3o IESol\/UEPG. <\/p>\n<p><strong>METODOLOGIA <\/strong><br \/>\nO trabalho possui cunho qualitativo realizado atrav\u00e9s da an\u00e1lise de documentos e da produ\u00e7\u00e3o bibliogr\u00e1fica e da observa\u00e7\u00e3o participante de autores ligados ao pr\u00f3prio programa de extens\u00e3o IESol. As a\u00e7\u00f5es fazem parte do processo de incuba\u00e7\u00e3o dos grupos de economia solid\u00e1ria, que tem como base as fases Pr\u00e9-incuba\u00e7\u00e3o (aproxima\u00e7\u00e3o, diagn\u00f3sticos e ades\u00e3o do grupo \u00e0 economia solid\u00e1ria); incuba\u00e7\u00e3o (forma\u00e7\u00e3o e busca de solu\u00e7\u00f5es para os problemas apresentados e demandas do grupo); desincuba\u00e7\u00e3o (amplia\u00e7\u00e3o da autonomia do grupo) (Valad\u00e3o et al., 2018) e com o aprimoramento desta metodologia b\u00e1sica ainda apontamos a fase de P\u00f3s-incuba\u00e7\u00e3o (autonomia e apoio do grupo a a\u00e7\u00f5es da IESol e encaminhamentos pontuais de novas demandas). Essa metodologia n\u00e3o tem um roteiro fixo, nem tempos r\u00edgidos, pode avan\u00e7ar, retornar, se entrecruzar e at\u00e9 reiniciar a partir de cada contexto espec\u00edfico, podem deve encaminhar para um resultado esperado e em comum acordo entre equipe da IESol os grupos de economia solid\u00e1ria. <\/p>\n<p><strong>RESULTADOS <\/strong><br \/>\nA economia solid\u00e1ria (ECOSOL) e a agroecologia tem se constitu\u00eddo como campos de conhecimento e contesta\u00e7\u00e3o social (Schimidt, 2008). Sendo a ECOSOL articulada principalmente atrav\u00e9s do trabalho coletivo, autogest\u00e3o, solidariedade e sustentabilidade, voltada a perspectiva de valoriza\u00e7\u00e3o do sujeito e suas rela\u00e7\u00f5es sociais, na produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o social do ser. J\u00e1 a Agroecologia, em uma perspectiva cr\u00edtica ao agroneg\u00f3cio, destaca que a produ\u00e7\u00e3o sem uso de insumos qu\u00edmicos, depreda\u00e7\u00e3o da natureza e superexplora\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra e respeitando elementos s\u00f3cio-culturais de popula\u00e7\u00f5es camponesas, entre outras quest\u00f5es \u00e9 poss\u00edvel. \u00c9 um campo de conhecimento que considera que a produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria deve levar em conta n\u00e3o apenas aspectos econ\u00f4micos, mas tamb\u00e9m sociais e ambientais. (Altieri, 2004). <\/p>\n<p>Neste contexto, a partir do trabalho da IESol, alinhando ECOSOL e agroecologia, busca-se trabalhar buscando aliar os dois campos e articulando canais alternativos de comercializa\u00e7\u00e3o. Um dos canais \u00e9 a Feira de Economia Solid\u00e1ria da Universidade Estadual de Ponta Grossa (FESU), realizada semanalmente no Campus Central, oportunizando mais que um local para comercializa\u00e7\u00e3o, mas sendo tamb\u00e9m um momento de forma\u00e7\u00e3o e de realiza\u00e7\u00e3o de atividades culturais tanto dos feirantes, como do p\u00fablico presente. <\/p>\n<p>Entretanto, a feira apresenta limites, principalmente em rela\u00e7\u00e3o ao volume comercializado, movimento de pessoas dentro do campus, fechamento da feira em per\u00edodos de f\u00e9rias, entre outros. Desta forma foram propostas a organiza\u00e7\u00e3o de redes entre consumidores e grupos de agricultores como forma de melhorar o processo de comercializa\u00e7\u00e3o, buscando criar um canal para a comercializa\u00e7\u00e3o dos produtos agroecol\u00f3gicos diretamente com consumidores que n\u00e3o frequentavam a feira por v\u00e1rios motivos, bem como avan\u00e7ar na discuss\u00e3o de um consumo cr\u00edtico. A inspira\u00e7\u00e3o para a organiza\u00e7\u00e3o de Redes de Produtores e Grupos de consumo vieram de experi\u00eancias europeias de circuitos curtos de comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas e locais (Dalrot et al. 2018), al\u00e9m de experi\u00eancias de grupos de consumo respons\u00e1vel no Brasil, na qual destacamos as quais foram fomentadas diretamente por incubadora de economia solid\u00e1ria como a Rede Trem B\u00e3o na regi\u00e3o de Assis em S\u00e3o Paulo (Carvalho, Lauer e Basoli, 2023) e o grupo de consumo Bem da Terra em Pelotas no Rio Grande do Sul (Cruz, 2020).<\/p>\n<p>Entre os anos de 2013 a 2022 foram organizadas seis experi\u00eancias de redes entre produtores e consumidores. Estas surgiram em alguns contextos espec\u00edficos, entretanto, possu\u00edam em comum as dificuldades dos agricultores em atuar no processo de comercializa\u00e7\u00e3o de forma n\u00e3o subordinada ao mercado convencional. Essas experi\u00eancias tiveram um per\u00edodo de dura\u00e7\u00e3o entre 1 a 5 anos e encerraram por motivos diversos, mas estavam ligados a mudan\u00e7as de pessoas nos grupos (por motivo de estudo ou tratamento de sa\u00fade); por desinteresse dos consumidores (modelo cesta com produtos escolhidos pelos pr\u00f3prios produtores) ou por resolver um problema imediato (alta produ\u00e7\u00e3o destinada \u00e0 pol\u00edtica p\u00fablicas suspensas) ou grande aumento de volume comercializado nas pol\u00edticas p\u00fablicas. <\/p>\n<p>Como ponto comum entre todas essas redes, est\u00e1 a  gera\u00e7\u00e3o de renda, seja de forma mais prolongada ou para resolver um problema espec\u00edfico. No primeiro caso, alguns grupos mantiveram estas redes por um per\u00edodo de 3 a 5 anos. As redes com dura\u00e7\u00e3o mais curta, encerraram principalmente por um grupo de consumidores n\u00e3o mostrar consist\u00eancia e o formato da rede de cestas fechadas (produtos escolhidos pelos pr\u00f3prios agricultores) ou a concep\u00e7\u00e3o da Rede estava ligada a resolver um problema a curto prazo, a qual estava ligada em grande produ\u00e7\u00e3o entre as fam\u00edlias e que atendiam programas institucionais de aquisi\u00e7\u00e3o de alimentos e que decorrentes de quest\u00f5es pol\u00edticas foram repentinamente encerrados (em pouco tempo os produtores j\u00e1 se rearticular com outros projetos e replanejamento da produ\u00e7\u00e3o). <\/p>\n<p>Da mesma forma, a articula\u00e7\u00e3o dos consumidores destas redes eram realizadas por meio de inicialmente articular um pequeno grupo de consumidores (em algumas vezes iniciando com membros da pr\u00f3pria IESol) e ampliando aos poucos para verificar poss\u00edveis problemas e para os agricultores aos poucos irem ajustando e planejando a produ\u00e7\u00e3o. Destaca-se ainda que a discuss\u00e3o dos pre\u00e7os dos produtos tinham como base uma no\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o justo e solid\u00e1rio. Essa no\u00e7\u00e3o remete a um pre\u00e7o que fosse justo n\u00e3o s\u00f3 para o produtor, mas tamb\u00e9m para o consumidor. Ou seja, neste caso, os pre\u00e7os n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o baixos como usualmente \u00e9 pago para agricultores (em quest\u00f5es de revenda) e nem t\u00e3o alto como \u00e9 pago pelos consumidores por produtos org\u00e2nicos em supermercados ou lojas especializadas. Em geral, os consumidores apontavam que os pre\u00e7os se aproximavam do valor usual dos produtos convencionais em supermercados e feiras (Wynnek, 2022).<\/p>\n<p>Destacamos a Rede de Produtores e Consumidores Maria Rosa do Contestado, ligado ao assentamento tamb\u00e9m chamado Maria Rosa do Contestado na cidade de Castro. Funcionando entre os anos de 2019 e, sendo suspensa em 2024. Esta rede proporcionou uma importante gera\u00e7\u00e3o de renda para fam\u00edlias acampadas, mantendo-as na terra e conseguindo comercializar boa parte de sua produ\u00e7\u00e3o. Ainda os recursos levantados apoiou durante o per\u00edodo da pandemia o acesso pelas fam\u00edlias \u00e0s notas de produtores e consequentemente a possibilidade de comercializarem tamb\u00e9m via pol\u00edticas p\u00fablicas. Articula\u00e7\u00e3o de um grupo de consumidores que tamb\u00e9m apoiavam as fam\u00edlias em suas lutas, incluindo no processo judicial que ocorreu durante a implanta\u00e7\u00e3o do Assentamento. Ainda levou o grupo a ter for\u00e7a pol\u00edtica para reivindicar um local de comercializa\u00e7\u00e3o na cidade de Castro, onde a prefeitura instalou o Mercado do Produtor, realizando a comercializa\u00e7\u00e3o direto com a popula\u00e7\u00e3o local. <\/p>\n<p>Destacamos que como ponto negativo, a dificuldade de articular e fomentar um papel mais ativo dos consumidores de forma geral. Dessa forma, na maioria eles se restringiam ao papel de consumidores, pouco assumindo atividades nas redes, em alguma medida apenas realizando exig\u00eancia e em alguns casos n\u00e3o apontando problemas por seu comprometimento militante com as causas dos movimentos sociais. A falta de organiza\u00e7\u00e3o dos consumidores foi um limitante para as redes avan\u00e7arem e perpetuar, destacamos que Cruz (2020, p. 5) descreve que \u201cn\u00e3o h\u00e1 GCR [Grupo de Consumo Respons\u00e1vel] sem consumidores\/as organizados\/as\u201d. <\/p>\n<p><strong>CONSIDERA\u00c7\u00d5ES FINAIS<\/strong><br \/>\nConsidera-se que a partir do trabalho de extens\u00e3o na articula\u00e7\u00e3o de Redes de Consumidores de Produtos Agroecol\u00f3gicos, apresenta um caminho promissor para escoar a produ\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica, fazer esta produ\u00e7\u00e3o chegar a pre\u00e7os justos aos consumidores, principalmente os que n\u00e3o s\u00e3o beneficiados por pol\u00edticas p\u00fablicas de aquisi\u00e7\u00e3o de alimentos.<br \/>\nA integra\u00e7\u00e3o entre economia solid\u00e1ria (ECOSOL) e agroecologia, promovida pela IESol, demonstrou potencial ao criar canais alternativos de comercializa\u00e7\u00e3o, como a Feira de Economia Solid\u00e1ria da UEPG (FESU). A experi\u00eancia da Rede de Produtores e Consumidores Maria Rosa do Contestado, mostrou-se eficaz em proporcionar renda e apoio pol\u00edtico \u00e0s fam\u00edlias assentadas, mas tamb\u00e9m enfrenta dificuldades na mobiliza\u00e7\u00e3o ativa dos consumidores. Essas limita\u00e7\u00f5es refor\u00e7am a import\u00e2ncia de estar atento a essas demandas e pensar em estrat\u00e9gias de promover mais, especialmente dos consumidores para o sucesso e a sustentabilidade de tais redes. Por fim, as a\u00e7\u00f5es de extens\u00e3o tem potencial para desenvolver abordagens e metodologias para a forma\u00e7\u00e3o e conscientiza\u00e7\u00e3o dos consumidores em ter um papel mais pr\u00f3-ativos nos grupos e assumir eventualmente a gest\u00e3o dos grupos de consumo quando fomentados por incubadoras de economia solid\u00e1ria ou outra organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>APOIO<\/strong><br \/>\nAo longo do per\u00edodo destes projetos as a\u00e7\u00f5es tiveram apoio do Programa SETI \u2013 Secretaria, Ci\u00eancia, Tecnologia e Ensino Superior, em conson\u00e2ncia com a USF \u2013 Universidade Sem Fronteiras e ao apoio da Pr\u00f3-Reitoria de Extens\u00e3o e Assuntos Culturais \u2013 PROEX \/UEPG, atrav\u00e9s da concess\u00e3o de bolsas de extens\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS <\/strong><br \/>\nALTIERI, M. <strong>Agroecologia: a din\u00e2mica produtiva da agricultura sustent\u00e1vel<\/strong>. 4.ed. Porto Alegre: UFRGS, 2004. <\/p>\n<p>CARVALHO, A.M.R.; LAUER, E.C.; BASOLI, L.P. <strong>Rede de comercializa\u00e7\u00e3o solid\u00e1ria Tem B\u00e3o<\/strong>. In: RAMOS, P.C. et al. Periferias no plural. S\u00e3o Paulo: Funda\u00e7\u00e3o Perseu Abramo, 2023. E-book. Dispon\u00edvel em: https:\/\/library.fes.de\/pdf-files\/bueros\/brasilien\/20799.pdf#page=203. Acesso em 30 jul 2024.<\/p>\n<p>CRUZ, A.C.M. <strong>Para uma metodologia de incuba\u00e7\u00e3o de grupos de consumo respons\u00e1vel &#8211; alternativas para a comercializa\u00e7\u00e3o na economia solid\u00e1ria e agroecologi<\/strong>a. Econ. e Desenv., Santa Maria, v.32, ed. esp., e7, p. 01 &#8211; 05, 2020. Dispon\u00edvel em https:\/\/doi.org\/10.5902\/1414650941454. Acesso em 30 jul. 2024.<\/p>\n<p>DALROT, M.R.; LAMINE, C.; BRANDENBURG, A.; ALENCAR, M.C.F.; ABREU, L.S. <strong>Redes alimentares alternativas e novas rela\u00e7\u00f5es produ\u00e7\u00e3o-consumo na Fran\u00e7a e Brasil<\/strong>. Ambiente e Sociedade. S\u00e3o Paulo, v. XIX, n. 21. p. 1-22. Abr-jun, 2018. Dispon\u00edvel em: https:\/\/doi.org\/10.1590\/1809-4422ASOC121132V1922016. Acesso em 30 jul. 2024. <\/p>\n<p>SCHMITT, C.J.; TYGEL, D. <strong>Agroecologia e Economia Solid\u00e1ria: trajet\u00f3rias, conflu\u00eancias e desafios<\/strong>. In: Petersen,P. (Org.). Agricultura familiar camponesas na constru\u00e7\u00e3o do futuro. Rio de Janeiro: AS-PTA, 2009. Dispon\u00edvel em: https:\/\/aspta.org.br\/files\/2011\/05\/N%C3%Bamero-especial.pdf#page=105. Acesso em 15 set. 2024. <\/p>\n<p>VALAD\u00c3O, A.; BRASIL, F.; CUNHA, L.; BRASIL, M.; MOURA, R. R.<strong> Incubadora de Empreendimentos Solid\u00e1rios &#8211; IESol<\/strong>. In: VALAD\u00c3O, A. et al (Orgs.). Percursos e experi\u00eancias da incubadora de empreendimentos solid\u00e1rios. Ponta Grossa: UEPG: Est\u00fadio Texto, 2018. p.13-32.<\/p>\n<p>WYNNEK, Caroline. <strong>O perfil socioecon\u00f4mico e as motiva\u00e7\u00f5es dos consumidores da rede de comercializa\u00e7\u00e3o do Acampamento Maria Rosa do Contestado pelo consumo de agroecol\u00f3gicos<\/strong>. Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso Servi\u00e7o Social. Universidade Estadual de Ponta Grossa. 2022.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autores: Adriano da Costa Valad\u00e3o; Rafaela Ribas Bueno; Reidy Rolim de Moura Resumo: O objetivo deste texto \u00e9 avaliar e discutir os resultados das experi\u00eancias de extens\u00e3o universit\u00e1ria na articula\u00e7\u00e3o e fomento \u00e0 redes e grupos de consumidores de produtos agroecol\u00f3gicos realizadas pelo Programa de Extens\u00e3o IESol- Incubadora de Empreendimentos Solid\u00e1rios da UEPG. 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