{"id":681,"date":"2024-11-27T10:32:57","date_gmt":"2024-11-27T13:32:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/iesol\/?p=681"},"modified":"2024-11-27T10:32:57","modified_gmt":"2024-11-27T13:32:57","slug":"feiras-solidarias-aprendizados-e-trocas-de-experiencias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/iesol\/feiras-solidarias-aprendizados-e-trocas-de-experiencias\/","title":{"rendered":"FEIRAS SOLID\u00c1RIAS: aprendizados e trocas de experi\u00eancias"},"content":{"rendered":"<p>Autores: Manuela Salau Brasil; L\u00e9o Felipe da Silva Benicio; Jonas Merrett<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O programa de extens\u00e3o Incubadora de Empreendimentos Solid\u00e1rios (IESOL), em seus 19 anos de exist\u00eancia, promoveu diversas a\u00e7\u00f5es e desenvolveu in\u00fameros projetos. Nesta comunica\u00e7\u00e3o o foco recai sobre o  projeto \u201cFeiras Solid\u00e1rias IESOL\/UEPG: para al\u00e9m da comercializa\u00e7\u00e3o\u201d, uma experi\u00eancia que \u00e9 quase t\u00e3o longeva quanto a pr\u00f3pria incubadora. O objetivo \u00e9  elaborar uma caracteriza\u00e7\u00e3o desta feira, bem como de outras organizadas por incubadoras pertencentes \u00e0 \u201cRede de Incubadoras Universit\u00e1rias de Apoio e Fomento \u00e0 Economia Solid\u00e1ria do Paran\u00e1\u201d (RIU-PR).  Ser\u00e3o analisadas 5 feiras solid\u00e1rias, incluindo a realizada pela IESOL, que desde a pandemia \u00e9 conhecida como Feira de Economia Solid\u00e1ria da Universidade Estadual de Ponta Grossa (FESU). Com este perfil \u00e9 poss\u00edvel n\u00e3o somente conhecer as feiras, mas tamb\u00e9m aprender com as experi\u00eancias e fortalecer esta modalidade de economia solid\u00e1ria que j\u00e1 faz parte do calend\u00e1rio da institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Palavras-chave<\/strong>: Economia solid\u00e1ria. Feira solid\u00e1ria. Incuba\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>JUSTIFICATIVA <\/strong><br \/>\nA Feira Solid\u00e1ria da Universidade Estadual de Ponta Grossa (FESU) faz parte do processo de incuba\u00e7\u00e3o da IESOL; \u00e9 a parte vis\u00edvel de um conjunto de a\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o, acompanhamento e assessoria que se d\u00e1 periodicamente atrav\u00e9s de rodas de conversa, reuni\u00f5es e encontros entre equipe da incubadora e as\/os trabalhadores\/as de empreendimentos econ\u00f4micos solid\u00e1rios (EES).<\/p>\n<p>Desde 2011 ela acontece regularmente nos dois campi da UEPG em Ponta Grossa, e em 2021 foi registrada como projeto de extens\u00e3o. Nestes 10 anos entre seu in\u00edcio e formaliza\u00e7\u00e3o, passou por ajustes, mudan\u00e7as e experi\u00eancias num processo que culminou com sua consolida\u00e7\u00e3o e consequente formaliza\u00e7\u00e3o enquanto projeto vinculado ao programa IESOL. <\/p>\n<p>Durante a pandemia, mesmo com a suspens\u00e3o das feiras, os encontros de forma\u00e7\u00e3o foram mantidos, e neles produziu-se a logo, o slogan e o nome da feira, que passou a ser chamada de FESU (Feira de Economia Solid\u00e1ria da Universidade Estadual de Ponta Grossa), fruto do trabalho coletivo que caracteriza o processo de incuba\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Evidencia-se, portanto, que mesmo em condi\u00e7\u00f5es adversas os\/as trabalhadores\/as que fazem parte da  FESU buscam aprimorar-se, assim como a equipe da IESOL, e conhecer outras experi\u00eancias similares \u00e9 parte desta constru\u00e7\u00e3o.<br \/>\n\u00c9 neste sentido que justificamos esta comunica\u00e7\u00e3o, tendo em vista que aprender com a realidade de outras feiras de mesma natureza pode servir como subs\u00eddio n\u00e3o s\u00f3 para avalia\u00e7\u00e3o da FESU, como tamb\u00e9m para promover inova\u00e7\u00f5es com ganhos para todos\/as que dela participam.<\/p>\n<p><strong>OBJETIVOS <\/strong><br \/>\nRealizar um perfil das feiras organizadas por incubadoras que fazem parte da \u201cRede de Incubadoras Universit\u00e1rias de Apoio e Fomento \u00e0 Economia Solid\u00e1ria do Paran\u00e1\u201d &#8211; RIU-PR, visando avalia\u00e7\u00e3o e  aprimoramento da feira solid\u00e1ria (FESU) promovida pela Incubadora de Empreendimentos Solid\u00e1rios (IESOL\/UEPG).<\/p>\n<p><strong>METODOLOGIA <\/strong><br \/>\nPara esta pesquisa utilizou-se a metodologia qualitativa e quantitativa (Creswell, 2010), a partir da aplica\u00e7\u00e3o de um formul\u00e1rio do Google Forms com quest\u00f5es abertas. O referido formul\u00e1rio foi enviado para representantes de 05 incubadoras que fazem parte da RIU-PR: Universidade Estadual de Maring\u00e1 (UEM); Universidade Tecnol\u00f3gica Federal do Paran\u00e1 (UTFPR), Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR), Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO), e Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).<\/p>\n<p><strong>RESULTADOS<\/strong><br \/>\nDas experi\u00eancias analisadas, observou-se que a maioria das incubadoras est\u00e3o vinculadas \u00e0s universidades p\u00fablicas ligadas \u00e0 extens\u00e3o, como projetos ou programas, e todas elas trabalham com feiras solid\u00e1rias. <\/p>\n<p>Quanto \u00e0 periodicidade das feiras, quatro ocorrem de forma semanal e uma anualmente, sendo que uma delas  acontece semanalmente em tr\u00eas dias da semana (ter\u00e7as, quartas e quintas-feiras) mas em quatro campi distintos (a universidade \u00e9 multicampi). No caso da FESU, a periodicidade \u00e9 semanal em um dos campus (central) e mensal em outro (Uvaranas).<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00famero de feirantes que trabalham individualmente, com exce\u00e7\u00e3o de uma feira, todos os outros afirmaram aceitar grupos. No tocante aos participantes das feiras, cada incubadora segue sua pr\u00f3pria regulamenta\u00e7\u00e3o. Duas delas permitem apenas a participa\u00e7\u00e3o de membros de Empreendimentos Econ\u00f4micos Solid\u00e1rios (EES). Em uma dessas feiras, participam 30 empreendimentos, enquanto na outra a capacidade m\u00e1xima \u00e9 de 20, embora a m\u00e9dia de participa\u00e7\u00e3o varie entre 12 e 15 EES. Da FESU participam exclusivamente grupos incubados (em qualquer uma das fases do processo de incuba\u00e7\u00e3o): estar neste processo \u00e9 condi\u00e7\u00e3o sine qua non para expor e comercializar na feira.<\/p>\n<p>Dentre as respostas obtidas em rela\u00e7\u00e3o a import\u00e2ncia da feira para a incubadora, ressaltamos a seguinte afirma\u00e7\u00e3o, que a coloca como um : \u201cEspa\u00e7o de di\u00e1logo entre empreendimentos incubados e n\u00e3o incubados, al\u00e9m disso, proporciona visibilidade \u00e0 atua\u00e7\u00e3o da Incubadora\u2019\u2019. Tamb\u00e9m na FESU isso acontece, e a feira acaba se transformando na melhor forma de divulga\u00e7\u00e3o da IESOL, da extens\u00e3o e da pr\u00f3pria economia solid\u00e1ria. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9  que ela seja ainda uma forma da comunidade externa fazer parte da UEPG, o que ainda n\u00e3o acontece.<\/p>\n<p>Uma das incubadoras  trouxe ainda: \u201c Tem proporcionado que os EES se tornem conhecidos e aproximado os mesmos da academia, inclusive sendo convidados para outros eventos\u201d.  Este \u00faltimo aspecto \u00e9 verificado igualmente no caso da feira da IESOL, que tem recebido convites para expor e comercializar em eventos promovidos por diferentes departamentos da institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A maior parte do p\u00fablico das feiras \u00e9 da comunidade universit\u00e1ria, incluindo estudantes e servidores. &#8220;Esse ano pretendemos divulgar no com\u00e9rcio ao redor para atrair p\u00fablico externo&#8221;, diz uma das respostas. O mesmo ocorre na FESU, que busca ampliar o p\u00fablico, j\u00e1 que a divulga\u00e7\u00e3o costuma ficar restrita \u00e0 universidade. Recentemente, materiais foram distribu\u00eddos na vizinhan\u00e7a, mas o alcance foi limitado por falta de recursos. Esse \u00e9 um dos desafios e tamb\u00e9m uma potencialidade: aproximar a universidade da sociedade e convidar a popula\u00e7\u00e3o a frequentar esse espa\u00e7o p\u00fablico. <\/p>\n<p>Quanto aos produtos comercializados na feira, h\u00e1 uma semelhan\u00e7a entre elas. Pois assim como na FESU, h\u00e1 a comercializa\u00e7\u00e3o principalmente de artesanatos, agroecol\u00f3gicos e produtos aliment\u00edcios. Vale lembrar que os grupos que comercializam produtos aliment\u00edcios na FESU possuem a libera\u00e7\u00e3o da vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria.<\/p>\n<p>Uma das perguntas presente no formul\u00e1rio, refere-se sobre a presen\u00e7a de outras atividades na feira, al\u00e9m da comercializa\u00e7\u00e3o dos produtos. Desta forma duas incubadoras responderam de forma positiva quanto \u00e0 presen\u00e7a de atividades culturais, sendo ainda citado por uma: \u201cAtividades culturais, interven\u00e7\u00e3o (por exemplo, vacina\u00e7\u00e3o e exames de sa\u00fade), divulga\u00e7\u00e3o de outros projetos.\u201d Tais atividades ainda n\u00e3o s\u00e3o observadas frequentemente na FESU, tendo em vista a capacidade reduzida de membros na incubadora, bem como a estrutura da feira.  Quanto \u00e0 estrutura, faltam barracas  que possam abrigar novas atividades, assim como h\u00e1 limites de espa\u00e7o f\u00edsico, al\u00e9m de falta de recursos para faixas, folders, cartazes para divulga\u00e7\u00e3o das atividades. <\/p>\n<p>Como uma das alternativas para resolver as  \u00faltimas duas quest\u00f5es, a IESOL tem promovido feiras tem\u00e1ticas, onde se pretende ampliar o p\u00fablico a partir da inclus\u00e3o de atividades culturais. Como pr\u00e1tica recente, os resultados iniciais t\u00eam sido promissores, indicando potencialidade de ser mais explorada futuramente.<\/p>\n<p>Quanto aos crit\u00e9rios de entrada e sele\u00e7\u00e3o dos grupos e feirantes em feiras de economia solid\u00e1ria, um ponto comum \u00e9 a exig\u00eancia de que os produtos comercializados sejam de fabrica\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria ou produzidos por empreendimentos da economia solid\u00e1ria (EES), vedando a participa\u00e7\u00e3o de atravessadores. No caso de produtos aliment\u00edcios, como verduras, legumes e frutas, h\u00e1 exig\u00eancias espec\u00edficas, como a obrigatoriedade de serem org\u00e2nicos e produzidos pelo pr\u00f3prio feirante ou sua fam\u00edlia, evitando-se a revenda. Dessa forma, o processo de sele\u00e7\u00e3o visa garantir a conformidade com os valores da economia solid\u00e1ria.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 exist\u00eancia de um regulamento vigente dentro das feiras, notou-se que outras incubadoras t\u00eam a presen\u00e7a deste. Sendo que uma destas destaca:  &#8221; H\u00e1 um regulamento que estabelece normas como per\u00edodo e crit\u00e9rios de inscri\u00e7\u00e3o e sele\u00e7\u00e3o; direitos e deveres dos participantes (ex. participar da reuni\u00e3o preparat\u00f3ria e da forma\u00e7\u00e3o da abertura da mostra; ter\u00e3o acesso a estrutura de mesas e cadeiras, etc). Tal regulamento \u00e9 disponibilizado nas mensagens de divulga\u00e7\u00e3o das inscri\u00e7\u00f5es; no formul\u00e1rio de inscri\u00e7\u00e3o e lido da reuni\u00e3o de prepara\u00e7\u00e3o com EES participantes.&#8221; Mesmo que dentro da FESU h\u00e1 combinados n\u00e3o formalizados, est\u00e1 sendo constru\u00eddo um regulamento.<\/p>\n<p>Sobre as principais conquistas, o depoimento que segue re\u00fane elementos significativos: \u201cSua exist\u00eancia ininterrupta durante 15 anos; projeto de refer\u00eancia na institui\u00e7\u00e3o; eventos realizados relacionados \u00e0 agroecologia\/economia solid\u00e1ria; espa\u00e7o de encontro e de diversidade cultural; forma\u00e7\u00e3o de pessoas.\u201d. Tais considera\u00e7\u00f5es s\u00e3o verificadas igualmente no caso da FESU que, a despeito de seus desafios,  j\u00e1 faz parte da programa\u00e7\u00e3o da UEPG.\u201d<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos desafios, destacam-se tantos os de ordem material (infra-estrutura) como aqueles de ordem subjetiva, como a pr\u00e1tica da autogest\u00e3o entre feirantes de diferentes grupos. Lembramos que a autogest\u00e3o \u00e9 um dos princ\u00edpios da economia solid\u00e1ria, e que segundo Singer (2002, p.21): A autogest\u00e3o tem como m\u00e9rito principal n\u00e3o a efici\u00eancia econ\u00f4mica (necess\u00e1ria em si), mas o desenvolvimento humano que proporciona aos praticantes. Participar das discuss\u00f5es e decis\u00f5es do coletivo, ao qual se est\u00e1 associado, educa e conscientiza, tornando a pessoa mais realizada, autoconfiante e segura. \u00c9 para isso que vale a pena se empenhar na economia solid\u00e1ria. <\/p>\n<p>Quanto \u00e0s expectativas ao futuro da feira, fazemos coro ao que respondeu a representante de uma das incubadoras pesquisadas, que assim sintetizou: \u201cQue ela cres\u00e7a e possa, atrav\u00e9s de sua atua\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, conscientizar mais pessoas sobre a import\u00e2ncia e viabilidade da Economia Solid\u00e1ria.\u201d<\/p>\n<p><strong>CONSIDERA\u00c7\u00d5ES FINAIS<\/strong><br \/>\nComo proposto inicialmente por este trabalho, onde foi aplicado um question\u00e1rio para representantes de incubadoras  integrantes da RIU, com o intuito   de tra\u00e7ar um perfil das feiras de incubadoras de economia solid\u00e1ria promovidas por outras institui\u00e7\u00f5es do Paran\u00e1, a fim de promover melhorias na FESU. <\/p>\n<p>A partir dos resultados encontrados, alguns desses foram semelhantes ao da FESU.  Quanto ao p\u00fablico consumidor, nota-se a semelhan\u00e7a com as outras feiras, sendo este em sua maioria representado pela comunidade acad\u00eamica. Mesmo quando realizadas , que tendem a ter uma grande participa\u00e7\u00e3o de um p\u00fablico externo, predomina ainda  o p\u00fablico de estudantes e servidores, mas de qualquer forma esta modalidade tem potencial para ser uma alternativa a esta dificuldade. <\/p>\n<p>Da mesma forma, a FESU ainda precisa incluir mais atividades culturais, a exemplo do que ocorre em outras feiras pesquisadas, pois desde seu princ\u00edpio foi pensada n\u00e3o apenas como um espa\u00e7o de comercializa\u00e7\u00e3o. De fato, o que ocorre durante a FESU extrapola esta quest\u00e3o, tendo em vista a riqueza da conviv\u00eancia e troca entre os grupos e destes com a comunidade universit\u00e1ria. A socializa\u00e7\u00e3o tem resultados subjetivos, mas que contam tanto quanto os objetivos, ou seja, n\u00e3o se trata apenas de uma fonte de renda. Assim como na quest\u00e3o anterior, as feiras tem\u00e1ticas podem ser uma forma de encaminhar esta quest\u00e3o, em que pese a exig\u00eancia de maior equipe, estrutura e recursos.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso ressaltar que o resultado desta pesquisa ser\u00e1 apresentado para as\/os participantes da feira, para que juntamente com a equipe da IESOL possam ser discutidas e priorizadas as medidas que possam ser implementadas, num esfor\u00e7o de cocria\u00e7\u00e3o pr\u00f3prio do processo de incuba\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Embora reconhecendo os diversos desafios para o fortalecimento da feira solid\u00e1ria (FESU), ela se mant\u00e9m como um espa\u00e7o que h\u00e1 mais de 10 anos acontece na UEPG, e que tem garantido que as quintas-feiras sejam um dia em que h\u00e1 um  movimento maior de pessoas na institui\u00e7\u00e3o, um colorido diferente, num projeto que efetivamente se abre para toda a comunidade.<\/p>\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS <\/strong><\/p>\n<p>CRESWELL, J. W. <strong>Projeto de pesquisa: m\u00e9todos qualitativo, quantitativo e misto<\/strong>; tradu\u00e7\u00e3o Magda Lopes. 3 ed. Porto Alegre: ARTMED, 2010.<\/p>\n<p>SINGER, P. <strong>Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 economia solid\u00e1ria<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Editora Perseu Abramo, 2002. Dispon\u00edvel em: intro eco solidaria 5 ed.indd (fpabramo.org.br) Acesso em: 17 set 2024<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autores: Manuela Salau Brasil; L\u00e9o Felipe da Silva Benicio; Jonas Merrett Resumo: O programa de extens\u00e3o Incubadora de Empreendimentos Solid\u00e1rios (IESOL), em seus 19 anos de exist\u00eancia, promoveu diversas a\u00e7\u00f5es e desenvolveu in\u00fameros projetos. Nesta comunica\u00e7\u00e3o o foco recai sobre o projeto \u201cFeiras Solid\u00e1rias IESOL\/UEPG: para al\u00e9m da comercializa\u00e7\u00e3o\u201d, uma experi\u00eancia que \u00e9 quase t\u00e3o&nbsp;&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":35,"featured_media":682,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[34],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/iesol\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/681"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/iesol\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/iesol\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/iesol\/wp-json\/wp\/v2\/users\/35"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/iesol\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=681"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/iesol\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/681\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":683,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/iesol\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/681\/revisions\/683"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/iesol\/wp-json\/wp\/v2\/media\/682"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/iesol\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=681"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/iesol\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=681"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/iesol\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=681"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}