{"id":135,"date":"2025-06-02T10:52:17","date_gmt":"2025-06-02T13:52:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/microbiologia-ambiental\/?page_id=135"},"modified":"2025-08-04T10:47:57","modified_gmt":"2025-08-04T13:47:57","slug":"projetos-em-destaque","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/microbiologia-ambiental\/projetos-em-destaque\/","title":{"rendered":"Projetos em Destaque"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center\"><strong>Bioprospec\u00e7\u00e3o de Microbiomas de Manguezal:<\/strong> Buscando Linhagens Bacterianas Degradador de Glifosato<\/h3>\n<p>Os manguezais s\u00e3o ecossistemas costeiros essenciais, localizados na transi\u00e7\u00e3o entre ambientes de \u00e1gua doce e salgada. Eles funcionam como barreiras naturais contra eros\u00e3o, auxiliam na filtragem de poluentes e oferecem abrigo para diversas formas de vida. Os microrganismos presentes nesses ambientes s\u00e3o fundamentais para processos como a decomposi\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria org\u00e2nica e a ciclagem de nutrientes. No entanto, os manguezais v\u00eam sendo degradados por fatores como urbaniza\u00e7\u00e3o descontrolada, polui\u00e7\u00e3o e uso de agrot\u00f3xicos como o glifosato \u2014 herbicida amplamente utilizado e de alto potencial contaminante.<\/p>\n<p>Neste contexto, o projeto prop\u00f5e a investiga\u00e7\u00e3o do microbioma de manguezais, especialmente aqueles pr\u00f3ximos ao Porto de Paranagu\u00e1, visando identificar bact\u00e9rias capazes de tolerar e degradar o glifosato. Para isso, ser\u00e3o utilizados m\u00e9todos moleculares avan\u00e7ados, como RT-PCR, an\u00e1lises gen\u00f4micas e transcript\u00f4micas (RNAseq), com o objetivo de encontrar e caracterizar genes envolvidos na degrada\u00e7\u00e3o do herbicida. A ideia \u00e9 selecionar linhagens bacterianas com potencial para aplica\u00e7\u00e3o em processos de biorremedia\u00e7\u00e3o, ou seja, uso de organismos vivos para descontaminar ambientes polu\u00eddos.<\/p>\n<p>A justificativa se apoia no fato de que estrat\u00e9gias tradicionais, como o uso de antibi\u00f3ticos, t\u00eam causado impactos negativos na biodiversidade microbiana, tanto em seres vivos quanto no ambiente. Com isso, \u00e9 necess\u00e1rio compreender melhor o papel dos microrganismos na manuten\u00e7\u00e3o da sa\u00fade ambiental, adotando conceitos como microbiomas, holobiontes e disbioses. O Laborat\u00f3rio de Microbiologia Ambiental da UEPG j\u00e1 desenvolve pesquisas com bact\u00e9rias isoladas de ambientes com herbicidas, avaliando mecanismos adaptativos como mudan\u00e7as na composi\u00e7\u00e3o de membranas celulares e atividade enzim\u00e1tica frente a xenobi\u00f3ticos. Esses estudos indicam que alguns microrganismos podem ser altamente eficientes na degrada\u00e7\u00e3o de compostos t\u00f3xicos, tornando-se promissores para a biorremedia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O projeto tem quatro objetivos principais:<\/p>\n<ul>\n<li>Avaliar o potencial biotecnol\u00f3gico de isolados bacterianos de manguezal na toler\u00e2ncia ao glifosato.<\/li>\n<li>Identificar genes envolvidos na degrada\u00e7\u00e3o do herbicida e medir seus n\u00edveis de express\u00e3o.<\/li>\n<li>Analisar genomas e modular genes com foco na capacidade degradadora de glifosato.<\/li>\n<li>Ampliar a percep\u00e7\u00e3o sobre os microbiomas, promovendo a educa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica por meio de uma exposi\u00e7\u00e3o permanente no MicroMuseu, abordando o papel ecol\u00f3gico dos microrganismos.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Apesar da import\u00e2ncia dos manguezais, ainda h\u00e1 poucos estudos que aplicam t\u00e9cnicas \u00f4micas (como metagen\u00f4mica, transcript\u00f4mica, prote\u00f4mica e metabol\u00f4mica) em microbiomas desses ecossistemas \u2014 especialmente no Brasil. Em outras regi\u00f5es do mundo, como \u00cdndia, China, Mal\u00e1sia e M\u00e9xico, estudos j\u00e1 identificaram genes e rotas metab\u00f3licas com potencial biotecnol\u00f3gico para degrada\u00e7\u00e3o de poluentes. No Brasil, uma das poucas pesquisas nesse campo analisou manguezais de diferentes regi\u00f5es, incluindo Paranagu\u00e1, e encontrou fatores ambientais que podem influenciar a sele\u00e7\u00e3o microbiana, como temperatura e n\u00edveis de carbono org\u00e2nico.<\/p>\n<p>Por fim, este projeto pretende preencher essa lacuna por meio da bioprospec\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias de manguezal com capacidade de degradar glifosato, utilizando tecnologias de ponta e contribuindo tanto para o avan\u00e7o da ci\u00eancia quanto para a preserva\u00e7\u00e3o e recupera\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 style=\"text-align: center\"><strong>Projeto EspeleoPira\u00ed:<\/strong> patrim\u00f4nio espeleol\u00f3gico aren\u00edtico da Escarpa Devoniana em<br \/>\nPira\u00ed da Serra\/PR<\/h3>\n<p>A Escarpa Devoniana, localizada nos Campos Gerais do Paran\u00e1, \u00e9 uma importante forma\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica que abriga uma diversidade \u00fanica de cavernas formadas em arenito, especialmente na regi\u00e3o de Pira\u00ed da Serra. Esta \u00e1rea se destaca por sua geodiversidade e biodiversidade, incluindo forma\u00e7\u00f5es rochosas do per\u00edodo Devoniano e uma rica combina\u00e7\u00e3o de Floresta com Arauc\u00e1rias e Campos Nativos \u2014 elementos do bioma Mata Atl\u00e2ntica. Com mais de 200 cavernas j\u00e1 cadastradas, a regi\u00e3o representa cerca de 40% do total estadual, configurando-se como um verdadeiro hotspot da espeleologia brasileira.<\/p>\n<p>Apesar de sua relev\u00e2ncia ambiental, cient\u00edfica e cultural, o patrim\u00f4nio espeleol\u00f3gico da Escarpa Devoniana encontra-se amea\u00e7ado por diversos fatores: o uso desordenado do solo, a press\u00e3o do agroneg\u00f3cio, a fragilidade da legisla\u00e7\u00e3o ambiental, a inefici\u00eancia na gest\u00e3o da \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (APA) da Escarpa Devoniana e a aus\u00eancia de estudos detalhados sobre suas cavernas. Muitos empreendimentos com alto potencial de impacto ambiental s\u00e3o licenciados sem considerar a exist\u00eancia de cavidades subterr\u00e2neas, o que coloca em risco esse ecossistema fr\u00e1gil e pouco explorado.<\/p>\n<p>O Projeto EspeleoPira\u00ed surge nesse contexto com o objetivo de identificar, mapear e conservar as cavernas da regi\u00e3o de Pira\u00ed da Serra, que compreende partes dos munic\u00edpios de Tibagi, Castro e Pira\u00ed do Sul, totalizando cerca de 9.307 hectares. Esta \u00e1rea est\u00e1 entre as mais bem preservadas da escarpa e apresenta elevado potencial espeleol\u00f3gico, segundo levantamentos preliminares e observa\u00e7\u00f5es de campo.<\/p>\n<p>O projeto prev\u00ea diversas atividades de pesquisa cient\u00edfica, incluindo: explora\u00e7\u00f5es e prospec\u00e7\u00f5es espeleol\u00f3gicas; cadastramento e mapeamento de novas cavernas; an\u00e1lises da geodiversidade e biodiversidade subterr\u00e2nea (como fauna de invertebrados, morcegos e microbiota); al\u00e9m da identifica\u00e7\u00e3o e registro de s\u00edtios arqueol\u00f3gicos. Os dados obtidos ser\u00e3o inseridos nos cadastros nacionais do CECAV, da SBE e do IPHAN, contribuindo com pol\u00edticas p\u00fablicas de preserva\u00e7\u00e3o e reconhecimento do patrim\u00f4nio natural.<\/p>\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m est\u00e1 alinhada ao Programa Nacional de Conserva\u00e7\u00e3o do Patrim\u00f4nio Espeleol\u00f3gico (PNCPE), ampliando o conhecimento cient\u00edfico sobre as cavernas aren\u00edticas brasileiras, promovendo sua divulga\u00e7\u00e3o \u00e0 sociedade e fortalecendo a forma\u00e7\u00e3o de profissionais especializados em conserva\u00e7\u00e3o ambiental. Uma das metas centrais \u00e9 contribuir para a cria\u00e7\u00e3o de novas unidades de conserva\u00e7\u00e3o de prote\u00e7\u00e3o integral, especialmente em \u00e1reas que hoje est\u00e3o desprotegidas, apesar de sua relev\u00e2ncia ecol\u00f3gica e espeleol\u00f3gica.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, os resultados apoiar\u00e3o a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o patrimonial, com foco na valoriza\u00e7\u00e3o dos campos nativos, uma fitofisionomia rara, altamente degradada e negligenciada dentro do bioma Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 style=\"text-align: center\">NAPI- Estudos sobre biodiversidade da Represa dos Alagados para avalia\u00e7\u00e3o<br \/>\ne predi\u00e7\u00e3o de impactos causados por microcrust\u00e1ceos<\/h3>\n<p>O Plano de Trabalho tem como objetivo a execu\u00e7\u00e3o do projeto de pesquisa NAPI, que visa estudar a biodiversidade da Represa dos Alagados (Ponta Grossa \u2013 PR), com foco na avalia\u00e7\u00e3o e predi\u00e7\u00e3o de impactos ambientais causados por microcrust\u00e1ceos.<\/p>\n<p>Esse projeto re\u00fane tr\u00eas institui\u00e7\u00f5es: a Companhia de Saneamento do Paran\u00e1 (SANEPAR), que atua no tratamento e abastecimento de \u00e1gua e esgoto em centenas de munic\u00edpios; a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), refer\u00eancia no ensino e na pesquisa cient\u00edfica na regi\u00e3o; e a Funda\u00e7\u00e3o Arauc\u00e1ria, que fomenta projetos voltados \u00e0 inova\u00e7\u00e3o e ao desenvolvimento sustent\u00e1vel no Paran\u00e1.<\/p>\n<p>A Represa dos Alagados, formada em 1929 no Rio Pitangui, \u00e9 essencial para o abastecimento de \u00e1gua de Ponta Grossa. No entanto, sofre impactos ambientais significativos devido \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o irregular, esgoto, res\u00edduos agr\u00edcolas, desmatamento e assoreamento. Entre os problemas recentes est\u00e1 a superpopula\u00e7\u00e3o de microcrust\u00e1ceos detectada em 2021, inclusive na \u00e1gua tratada. Esses organismos, junto a microalgas, cianobact\u00e9rias e macr\u00f3fitas aqu\u00e1ticas, s\u00e3o indicadores da qualidade da \u00e1gua e revelam desequil\u00edbrios ambientais. A an\u00e1lise integrada dessas comunidades \u00e9 essencial para o diagn\u00f3stico e mitiga\u00e7\u00e3o dos impactos, com base em dados f\u00edsico-qu\u00edmicos, hidrodin\u00e2micos e biol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>O projeto destaca ainda a import\u00e2ncia do envolvimento social e da educa\u00e7\u00e3o ambiental para a sustentabilidade, e prop\u00f5e o uso de DNA ambiental (eDNA) para identificar organismos, incluindo esp\u00e9cies invasoras, de forma mais eficaz.<\/p>\n<h4>Metas e Subprojetos<\/h4>\n<p>O projeto est\u00e1 estruturado em sete subprojetos principais, cada um voltado a aspectos espec\u00edficos do ecossistema da Represa dos Alagados. O primeiro subprojeto utiliza o DNA ambiental (eDNA) para identificar, por meio de an\u00e1lise molecular, a presen\u00e7a de organismos aqu\u00e1ticos como bact\u00e9rias, fungos, fitopl\u00e2ncton, zoopl\u00e2ncton, invertebrados, peixes e plantas, permitindo detectar esp\u00e9cies invasoras, avaliar desequil\u00edbrios ecol\u00f3gicos e correlacionar esses dados com par\u00e2metros f\u00edsicos, hidrol\u00f3gicos e biol\u00f3gicos da represa. O segundo subprojeto realiza o monitoramento mensal da abund\u00e2ncia e diversidade de zoopl\u00e2ncton e macroinvertebrados bent\u00f4nicos, avaliando seu impacto no sistema de capta\u00e7\u00e3o e tratamento de \u00e1gua, identificando bioindicadores e analisando a din\u00e2mica populacional ao longo do tempo.<\/p>\n<p>J\u00e1 o terceiro subprojeto foca na ictiofauna, estudando a diversidade e a dieta dos peixes para entender poss\u00edveis desequil\u00edbrios na cadeia alimentar e verificar a influ\u00eancia de fatores hidrol\u00f3gicos e clim\u00e1ticos na varia\u00e7\u00e3o populacional. O quarto subprojeto investiga a composi\u00e7\u00e3o e a varia\u00e7\u00e3o de cianobact\u00e9rias, microalgas e macr\u00f3fitas, com especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0s esp\u00e9cies t\u00f3xicas ou que possam causar transtornos, buscando associar sua presen\u00e7a a fatores ambientais e \u00e0 prolifera\u00e7\u00e3o de microcrust\u00e1ceos. No quinto subprojeto, s\u00e3o analisados os n\u00edveis de cianotoxinas, agrot\u00f3xicos e plastificantes presentes na \u00e1gua, avaliando sua correla\u00e7\u00e3o com o processo de eutrofiza\u00e7\u00e3o e os poss\u00edveis impactos na vida aqu\u00e1tica.<\/p>\n<p>O sexto subprojeto envolve o estudo morfom\u00e9trico da represa e a modelagem hidrodin\u00e2mica, simulando eventos clim\u00e1ticos extremos como cheias e estiagens, e sua rela\u00e7\u00e3o com a ocorr\u00eancia de flora\u00e7\u00f5es de microalgas e macr\u00f3fitas. Esse subprojeto tamb\u00e9m inclui o monitoramento mensal da qualidade da \u00e1gua. Por fim, o s\u00e9timo subprojeto dedica-se \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de modelos ecol\u00f3gicos e preditivos, com o objetivo de monitorar e mitigar a prolifera\u00e7\u00e3o de microcrust\u00e1ceos. A partir desses modelos, ser\u00e3o propostos planos de a\u00e7\u00e3o de baixo custo ambiental e econ\u00f4mico, considerando aspectos como alimenta\u00e7\u00e3o e composi\u00e7\u00e3o das comunidades de peixes e microalgas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Este plano inovador prop\u00f5e solu\u00e7\u00f5es duradouras para os impactos ambientais da Represa dos Alagados, utilizando ferramentas modernas como o sequenciamento de DNA ambiental. A integra\u00e7\u00e3o entre institui\u00e7\u00f5es de pesquisa, empresas de saneamento e agentes p\u00fablicos visa construir um modelo sustent\u00e1vel de gest\u00e3o da biodiversidade e da qualidade da \u00e1gua. O legado do projeto ser\u00e1 uma base s\u00f3lida de dados, modelos preditivos e a\u00e7\u00f5es educativas voltadas \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o dos recursos h\u00eddricos e da biodiversidade local.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bioprospec\u00e7\u00e3o de Microbiomas de Manguezal: Buscando Linhagens Bacterianas Degradador de Glifosato Os manguezais s\u00e3o ecossistemas costeiros essenciais, localizados na transi\u00e7\u00e3o entre ambientes de \u00e1gua doce e salgada. Eles funcionam como barreiras naturais contra eros\u00e3o, auxiliam na filtragem de poluentes e oferecem abrigo para diversas formas de vida. 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