{"id":102,"date":"2019-11-29T15:55:04","date_gmt":"2019-11-29T18:55:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/?page_id=102"},"modified":"2026-03-06T11:35:48","modified_gmt":"2026-03-06T14:35:48","slug":"o-museu","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/o-museu\/","title":{"rendered":"O Museu"},"content":{"rendered":"<h4 style=\"text-align: center\"><b>Museu<\/b><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">No final da d\u00e9cada de 1940 um grupo de intelectuais radicados em Ponta Grossa fundou o Centro Cultural Euclides da Cunha. Entidade que tinha com suas principais preocupa\u00e7\u00f5es discutir quest\u00f5es culturais, hist\u00f3ricas e identit\u00e1rias envolvendo Ponta Grossa, os Campos Gerais e o Brasil, o Centro contava entre seus integrantes com professores, jornalistas, advogados, m\u00e9dicos, padres, farmac\u00eauticos, m\u00fasicos eruditos, etc.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">No ano de 1948, um grupo de militantes filiados ao Centro Cultural iniciou uma campanha para a cria\u00e7\u00e3o de um museu hist\u00f3rico. Naquele momento apenas as capitais brasileiras e algumas poucas cidades do interior contavam com faculdades ou universidades, e os museus eram vistos como espa\u00e7os essenciais para dissemina\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia, do conhecimento hist\u00f3rico, da cultura e da erudi\u00e7\u00e3o. Naquele mesmo ano, tendo como local a sede do Centro Cultural, Ponta Grossa passou a contar com um pequeno museu que se estruturou a partir de duas sess\u00f5es: a de arqueologia e cultura material ind\u00edgena e a de hist\u00f3ria natural. Essas cole\u00e7\u00f5es foram constitu\u00eddas a partir do interc\u00e2mbio existente entre os membros do Centro Cultural Euclides da Cunha com intelectuais vinculados a outras institui\u00e7\u00f5es de natureza similar espalhados pelo territ\u00f3rio brasileiro.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Pouco depois, em 1950, mesmo ano de cria\u00e7\u00e3o do Museu Campos Gerais, um decreto estadual autorizou a cria\u00e7\u00e3o da Faculdade de Filosofia de Ponta Grossa (FAFI). Coincidentemente, muitos dos integrantes do Centro Cultural foram convidados para fazer parte do corpo docente da Faculdade e acabaram propondo que o museu fosse cedido (em termos legais e de estrutura) para a nova Faculdade, fato que ocorreu nesse mesmo ano. Como a FAFI funcionava improvisada no Col\u00e9gio Regente Feij\u00f3, maior escola p\u00fablica de Ponta Grossa na \u00e9poca, n\u00e3o existia uma sala espec\u00edfica para abrigar as cole\u00e7\u00f5es do museu e as mesmas ficaram expostas nos corredores do educand\u00e1rio. Mais tarde, em 1969, um decreto estadual criou a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), institui\u00e7\u00e3o que incorporou a estrutura da Faculdade de Filosofia e, portanto, o museu.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Apesar de funcionar em pr\u00e9dio pr\u00f3prio, inicialmente a UEPG n\u00e3o disp\u00f4s uma sala ou espa\u00e7o espec\u00edfico para abrigar o museu, neste momento j\u00e1 vinculado ao Departamento de Hist\u00f3ria da institui\u00e7\u00e3o. Somente no ano de 1983, ap\u00f3s o pr\u00e9dio hist\u00f3rico do F\u00f3rum ter sido repassado pelo poder judici\u00e1rio \u00e0 UEPG \u00e9 que o museu se estruturou em uma sede f\u00edsica pr\u00f3pria e recebeu a denomina\u00e7\u00e3o que possui at\u00e9 hoje: Museu Campos Gerais.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">At\u00e9 2003 o Museu funcionou no pr\u00e9dio do primeiro F\u00f3rum de Ponta Grossa cedido pelo Poder Judici\u00e1rio. Por conta da m\u00e1 conserva\u00e7\u00e3o do im\u00f3vel houve a necessidade de sua transfer\u00eancia para uma constru\u00e7\u00e3o que pertence ao banco Ita\u00fa e que foi cedido em comodato para a UEPG. Localizado na mesma quadra do pr\u00e9dio original do Museu, o espa\u00e7o \u00e9 composto por tr\u00eas pavimentos assim distribu\u00eddos:\u00a0<\/span><\/p>\n<ul>\n<li><span style=\"font-weight: 400\"><strong>Piso t\u00e9rreo<\/strong>: Recep\u00e7\u00e3o, Sal\u00e3o Saint-Hilaire, Arquivos Hist\u00f3ricos Hugo Reis, Espa\u00e7o Cultural Debret, Audit\u00f3rio Brasil Pinheiro Machado.\u00a0<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-weight: 400\"><strong>Segundo piso<\/strong>: \u00c1rea administrativa e Reserva T\u00e9cnica.\u00a0<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-weight: 400\"><strong>Sub-solo<\/strong>: Dep\u00f3sito.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Audit\u00f3rio Brasil Pinheiro Machado<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Sal\u00e3o Saint-Hilaire<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Arquivos Hist\u00f3ricos Hugo Reis<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Reserva t\u00e9cnica da atual sede do Museu Campos Gerais<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Sala administrativa da atual sede do Museu campos Gerais<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p>\u00c1rea total: 1.128m\u00b2<\/p>\n<p>\u00c1rea expositiva total: 469,42m\u00b2<\/p>\n<p>Sede atual: Rua Eng. Schamber, 654 &#8211; Centro, Ponta Grossa &#8211; PR, 84010-340<br \/>\nE-mail: museucamposgerais@uepg.br<br \/>\nFone: (42) 2102-8981<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><b>Atua\u00e7\u00e3o<\/b><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Atualmente o Museu Campos Gerais, na condi\u00e7\u00e3o de museu universit\u00e1rio atua em duas frentes principais:\u00a0<\/span><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\">\n<li><span style=\"font-weight: 400\"> atendimento a pesquisadores: os centros documentais do Museu &#8211; denominados de Arquivos Hist\u00f3ricos Hugo Reis &#8211; possuem acervos de jornais locais regionais, revistas raras, fotografias, negativos, documenta\u00e7\u00f5es institucionais, um n\u00facleo de hist\u00f3ria pol\u00edtica, a biblioteca pessoal do escritor Wilson Martins, etc.. Essa documenta\u00e7\u00e3o serve como fonte para pesquisadores de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o (mestrado e doutorado) de \u00e1reas diversas, como a hist\u00f3ria, o jornalismo, as letras, o direito, a arquitetura, a geografia, a pedagogia, etc. H\u00e1 no Museu uma sala destinada exclusivamente para uso dos pesquisadores, com estrutura f\u00edsica b\u00e1sica e rede wi-fi gratuita.\u00a0<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-weight: 400\"> exposi\u00e7\u00f5es: abertas ao p\u00fablico em geral, atualmente o Museu conta com quatro exposi\u00e7\u00f5es, com destaque para a mostra individual do fot\u00f3grafo portugu\u00eas Orlando Azevedo chamada &#8220;Paran\u00e1: a fotografia de Orlando Azevedo&#8221; e para a exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Intelectualidades: a trajet\u00f3ria de Wilson Martins&#8221;. Com periodicidade variada, as exposi\u00e7\u00f5es atendem a um p\u00fablico amplo, mas s\u00e3o bastante visitadas por escolas e por cursos superiores locais. Em 2018 o livro de visitas das exposi\u00e7\u00f5es do Museu chegou a mais de 6.000 pessoas. No que respeita a sua reserva t\u00e9cnica, o Museu possui cerca de 13.000 itens, o que possibilita a troca peri\u00f3dica das exposi\u00e7\u00f5es ofertadas ao p\u00fablico.\u00a0<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Com vistas a uma reestrutura\u00e7\u00e3o f\u00edsica e conceitual, o Museu Campos Gerais ficou fechado entre novembro de 2018 e abril de 2019. A partir de sua reabertura o Museu passou a um projeto cultural amplo que busca garantir a revaloriza\u00e7\u00e3o do centro hist\u00f3rico de Ponta Grossa (em conson\u00e2ncia com as pol\u00edticas da Funda\u00e7\u00e3o Municipal de Cultura de Ponta Grossa). <\/span><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Importante destacar que, por uma quest\u00e3o de princ\u00edpio, todas essas atividades ofertadas s\u00e3o integralmente gratuitas e abertas ao p\u00fablico em geral, sem qualquer restri\u00e7\u00e3o social, pol\u00edtica ou ideol\u00f3gica.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Outra a\u00e7\u00e3o referencial do Museu Campos Gerais diz respeito ao processo de digitaliza\u00e7\u00e3o de acervos. Esse trabalho ocorre desde 2015, mas foi a partir de 2018 que ganhou formato e avan\u00e7ou no sentido de democratiza\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0Com base em uma s\u00e9rie de softwares livres que garante a operacionalidade do processo, documentos do pr\u00f3prio Museu e de outros espa\u00e7os arquiv\u00edsticos e museais da regi\u00e3o dos Campos Gerais (Casa da Mem\u00f3ria Paran\u00e1, Centro Cultural Castrolanda, Centro de Documenta\u00e7\u00e3o do Departamento de Hist\u00f3ria UEPG) tem sido digitalizados, tratados e recentemente come\u00e7aram a ser disponibilizados na plataforma <a href=\"http:\/\/memoriasdigitais.museu.uepg.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Mem\u00f3rias Digitais<\/a><\/span><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0para livre consulta de pesquisadores e leigos. O objetivo \u00e9 digitalizar todo acervo documental do Museu Campos Gerais, permitindo que o mesmo seja consultado sem custos por qualquer pessoa.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Central de digitaliza\u00e7\u00e3o \u2013 Museu Campos Gerais<\/span><\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><b>Sede hist\u00f3rica do Museu Campos Gerais\u00a0<\/b><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">O edif\u00edcio do antigo F\u00f3rum foi inaugurado em 4 de janeiro de 1928, numa grande festa na cidade. Compareceram representantes do Poder Judici\u00e1rio e personalidades ponta-grossenses do meio pol\u00edtico, econ\u00f4mico e social. Em 1983, o F\u00f3rum \u00e9 transferido para outro local e o pr\u00e9dio passa a ser sede do Museu Campos Gerais da Universidade Estadual de Ponta Grossa.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">O projeto arquitet\u00f4nico do edif\u00edcio do antigo F\u00f3rum \u00e9 de responsabilidade do engenheiro \u00c2ngelo Lopes. A constru\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio coube a Paulo Ferreira do Valle, construtor tamb\u00e9m de outros pr\u00e9dios p\u00fablicos e particulares da cidade, como a mans\u00e3o Vila Hilda (onde atualmente funciona a Funda\u00e7\u00e3o Municipal de Cultura de Ponta Grossa)\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">O trabalho de arte das fachadas foi executado por Rodolpho Roedel e pelos irm\u00e3os Max e Alberto Wosgrau, considerados os mais renomados mestres pedreiros da \u00e9poca. A parte de carpintaria, como portas, janelas e escadas, foi executada por Roberto Amadio. O grande port\u00e3o de ferro da entrada foi trabalhado por Rodolfo Metzentin, que na \u00e9poca era respons\u00e1vel pela confec\u00e7\u00e3o de gradis, chapas de fog\u00e3o, etc.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">As decora\u00e7\u00f5es dos tetos da sala do J\u00fari, do sagu\u00e3o superior e da entrada representam trabalhos de relevos arquitet\u00f4nicos produzidos por Luiz Collares, que tinha por ajudante Vicente Madalozzo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">O processo de tombamento do pr\u00e9dio pelo patrim\u00f4nio cultural do Estado registra o seguinte hist\u00f3rico do edif\u00edcio:\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Ocupando terreno de esquina, sem recuo das testadas, o edif\u00edcio ostenta uma fachada trabalhada em massa segundo um vocabul\u00e1rio diversificado, como de praxe no ecletismo em voga na \u00e9poca. Sobreelevado do n\u00edvel da rua por um soco, o 1\u00ba pavimento, com a fachada tratada \u00e0 bossagem, \u00e9 ritmado por sequ\u00eancia de v\u00e3os com arquivolta, destacando-se entrada com grande porta vazada de ferro.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0O pavimento superior apresenta sequ\u00eancia dos v\u00e3os id\u00eantica \u00e0 de baixo, mudando por\u00e9m a forma para ret\u00e2ngulos de cantos curvos. Destacam-se as duas janelas rasgadas abertas para as sacadas sobre a entrada e na esquina. O coroamento \u00e9 feito por cornija denticulada e platibanda ornamentada com baixos-relevos de desenho geom\u00e9trico. Destacam-se os front\u00f5es que interrompem as platibandas: um triangular, pontuando o eixo da entrada do edif\u00edcio; e os outros tr\u00eas, curvos nas extremidades e na esquina.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">O ritmo das fachadas \u00e9 marcado por pilastras, sendo que algumas percorrem-nas da base \u00e0 cornija e outras enquadram s\u00f3 os tramos do pavimento superior. S\u00e3o pilastras com caneluras rasas e capit\u00e9is toscanos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">No ano de 2010, a Pr\u00f3-reitoria de Extens\u00e3o entrou com um pedido de reforma no pr\u00e9dio hist\u00f3rico por meio da Lei Rouanet. Em 2011 o projeto recebeu uma \u00fanica doa\u00e7\u00e3o no valor de um milh\u00e3o de reais (repassados pela Caixa Econ\u00f4mica Federal), o que possibilitou uma interven\u00e7\u00e3o na estrutura do pr\u00e9dio (forro, vigamento e telhado), pintura externa e pintura interna do pavimento t\u00e9rreo. Essa reforma foi importante para garantir a manuten\u00e7\u00e3o m\u00ednima da constru\u00e7\u00e3o, no entanto, o valor n\u00e3o foi suficiente para que ele fosse reaberto como Museu.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">No projeto original enviado para a Lei Rouanet constava a constru\u00e7\u00e3o de um anexo (nos fundos do pr\u00e9dio hist\u00f3rico) com quatro andares, no qual seria estruturada a reserva t\u00e9cnica do Museu e aberto um caf\u00e9 que abrigaria atividades culturais diversas. O objetivo, desde ent\u00e3o, era de que o Museu\/caf\u00e9 se configurasse num espa\u00e7o de produ\u00e7\u00e3o cultural permanente, atendendo segmentos e interesses sociais e culturais diversos. Pelo projeto original, mostras fotogr\u00e1ficas, c\u00edrculos de leitura, palestras, exposi\u00e7\u00f5es art\u00edsticas seriam alocadas no caf\u00e9 com objetivo de dinamizar as pr\u00e1ticas culturais no centro hist\u00f3rico de Ponta Grossa. Como n\u00e3o se conseguiu mais recursos, ap\u00f3s a reforma realizada em 2011, o pr\u00e9dio hist\u00f3rico do Museu Campos Gerais foi fechado para a visita\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Em 2019 foi montado um novo projeto, que foi submetido ao Fundo Nacional de Direitos Difusos do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e foi contemplado com a libera\u00e7\u00e3o de dez milh\u00f5es e quinhentos mil reais para a execu\u00e7\u00e3o do restauro do pr\u00e9dio. A previs\u00e3o \u00e9 de que o Museu Campos Gerais volte para a sua sede original no ano de 2023.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Museu No final da d\u00e9cada de 1940 um grupo de intelectuais radicados em Ponta Grossa fundou o Centro Cultural Euclides da Cunha. 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