{"id":3485,"date":"2022-08-10T08:29:38","date_gmt":"2022-08-10T11:29:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/?page_id=3485"},"modified":"2022-08-11T10:06:22","modified_gmt":"2022-08-11T13:06:22","slug":"em-cartaz","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/em-cartaz\/","title":{"rendered":"Exposi\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>Atualmente, o Museu Campos Gerais t\u00eam tr\u00eas exposi\u00e7\u00f5es em funcionamento. Saiba mais sobre cada uma:<\/p>\n<h4><\/h4>\n<h4>Mem\u00f3rias entrela\u00e7adas<\/h4>\n<p>Ap\u00f3s dois anos de pandemia e de desafios aos espa\u00e7os culturais, o Museu Campos Gerais e a Universidade Estadual de Ponta Grossa apresentam acervos de chegada recente \u00e0 institui\u00e7\u00e3o e de certa forma in\u00e9ditos \u00e0 comunidade local e regional. S\u00e3o hist\u00f3rias cheias de novidades, seja do ponto de vista da incorpora\u00e7\u00e3o ao museu ou de avan\u00e7os de pesquisa.<\/p>\n<p>A mostra apresenta acervos recentemente incorporados ao museu, frutos de cess\u00e3o ou doa\u00e7\u00e3o, e que est\u00e3o em fase inicial de identifica\u00e7\u00e3o e pesquisa. Os conjuntos perpassam trajet\u00f3rias do teatro, da imprensa, da fotografia, da publicidade e da produ\u00e7\u00e3o cultural. A exposi\u00e7\u00e3o destaca os n\u00facleos: Alvaro Augusto Cunha Rocha, primeiro retor da UEPG; os 50 anos do Fenata (cartazes, pe\u00e7as e documentos); Foto Carlos; Foto Elite; jornais impressos da Casa da Cultura de Castro de fins do s\u00e9culo XIX e in\u00edcio do s\u00e9culo XX; documenta\u00e7\u00f5es e objetos das cole\u00e7\u00f5es do publicit\u00e1rio, ator e diretor teatral Fernando Durante (1958-2021). A t\u00f4nica da mostra consiste nos pontos de contato e di\u00e1logo entre os acervos.<\/p>\n<p>Os seis conjuntos em exibi\u00e7\u00e3o contribuem para o reconhecimento de trajet\u00f3rias no campo cultural em Ponta Grossa e regi\u00e3o &#8211; pelo \u00e2ngulo do teatro, da imprensa, da fotografia, da Universidade e de seus agentes. A exposi\u00e7\u00e3o percorre eventos, atores, iniciativas organizadas, produtos culturais e seus condicionantes pol\u00edticos, econ\u00f4micos e tecnol\u00f3gicos, de per\u00edodo que vai do final do s\u00e9culo XIX aos dias atuais.<\/p>\n<p>Os acervos, pela primeira vez abertos ao p\u00fablico, chegaram ao MCG por doa\u00e7\u00e3o de familiares e amigos, cess\u00e3o institucional e aquisi\u00e7\u00e3o. Espera-se que visitantes reconhe\u00e7am nessas pistas um pouco de suas pr\u00f3prias vidas, que, quando entre- la\u00e7adas, se transformam em nosso maior patrim\u00f4nio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>SALUS: Hist\u00f3rias da sa\u00fade em Ponta Grossa<\/h4>\n<p>Benzimentos, costuras, sangrias, rezas, influs\u00f5es caseiras, cataplasmas&#8230; at\u00e9 o come\u00e7o do s\u00e9culo XX era assim que as pessoas tratavam suas dores, infec\u00e7\u00f5es e doen\u00e7as. Essa realidade se modificou gradualmente a partir do avan\u00e7o do conhecimento cient\u00edfico, mesmo assim, as pr\u00e1ticas populares de cura resistiram ao tempo e ainda hoje s\u00e3o buscadas por pessoas de todas as classes sociais e n\u00edveis de instru\u00e7\u00e3o. Em Ponta Grossa a chegada das ferrovias, ocorrida na d\u00e9cada final dos Oitocentos, possibilitou a abertura de estabelecimentos farmac\u00eauticos, trouxe profissionais de odontologia, enfermagem, farm\u00e1cia e medicina e contribuiu para que a cidade contasse com dois grandes hospitais j\u00e1 no come\u00e7o do s\u00e9culo XX: o Hospital Ferrovi\u00e1rio 26 de Outubro (1906) e a Santa Casa de Miseric\u00f3rdia (1912). A partir desse momento os an\u00fancios de jornais locais indicam a exist\u00eancia de um consider\u00e1vel n\u00famero de farm\u00e1cias, consult\u00f3rios odontol\u00f3gicos e m\u00e9dicos, apontando para o avan\u00e7o das a\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias cient\u00edficas na cidade. Ao longo do tempo, saberes e pr\u00e1ticas populares de cura dividiram espa\u00e7os com estabelecimentos e profissionais ligados a uma percep\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de sa\u00fade. Nesta exposi\u00e7\u00e3o abrimos espa\u00e7o que contempla apenas o conhecimento t\u00e9cnico, acad\u00eamico e cient\u00edfico. Provavelmente, qualquer pessoa que visite a exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Salus: Hist\u00f3rias da sa\u00fade em Ponta Grossa&#8221; vai encontrar objetos e espa\u00e7os que parecem familiares, recordar hist\u00f3rias vividas ou narradas por algum amigo ou antepassado. Seringas, frascos, equipos, receitu\u00e1rios, mob\u00edlias hospitalares, almanaques, balan\u00e7as, entre outros objetos, est\u00e3o presentes em nossas vidas desde que nascemos, mas \u00e9 importante perceber que antes dos dentistas, farmac\u00eauticos, m\u00e9dicos, enfermeiros e bioqu\u00edmicos, havia os curandeiros, as parteiras, as benzedeiras e rezadeiras. As pr\u00e1ticas terap\u00eauticas cient\u00edficas, portanto, n\u00e3o s\u00e3o naturais, mas foram concebidas e incorporadas a partir de um longo processo educacional, social e cultural.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>INTELECTUALIDADES: A trajet\u00f3ria de Wilson Martins<\/h4>\n<p>Wilson Martins foi juiz de direito, jornalista, professor universit\u00e1rio, locutor de r\u00e1dio, escritor, cr\u00edtico liter\u00e1rio e um dos maiores intelectuais brasileiros do s\u00e9culo XX. Apesar de n\u00e3o ter nascido no Paran\u00e1, foi aqui que passou a maior parte da sua vida e elegeu o estado como objeto de uma de suas obras referenciais: Um Brasil diferente (1955). A exposi\u00e7\u00e3o coloca o espectador dentro de um espa\u00e7o privilegiado: o escrit\u00f3rio onde o intelectual produziu boa parte de seus textos e deu vida \u00e0s suas ideias transformando-as em artigos, colunas e livros.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atualmente, o Museu Campos Gerais t\u00eam tr\u00eas exposi\u00e7\u00f5es em funcionamento. 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