{"id":3768,"date":"2023-04-27T11:59:06","date_gmt":"2023-04-27T14:59:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/?page_id=3768"},"modified":"2025-04-03T14:51:58","modified_gmt":"2025-04-03T17:51:58","slug":"anteriores","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/anteriores\/","title":{"rendered":"Anteriores"},"content":{"rendered":"<div id=\"pl-3768\"  class=\"panel-layout\" ><div id=\"pg-3768-0\"  class=\"panel-grid panel-no-style\" ><div id=\"pgc-3768-0-0\"  class=\"panel-grid-cell\" ><div id=\"panel-3768-0-0-0\" class=\"so-panel widget widget_sow-accordion panel-first-child panel-last-child\" data-index=\"0\" ><div\n\t\t\t\n\t\t\tclass=\"so-widget-sow-accordion so-widget-sow-accordion-default-42b8ec0ce079-3768\"\n\t\t\t\n\t\t><div>\n\t<div class=\"sow-accordion\">\n\t\t\t<div class=\"sow-accordion-panel\"\n\t\t\t data-anchor=\"2023\">\n\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-panel-header-container\" role=\"heading\" aria-level=\"2\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-panel-header\" tabindex=\"0\" role=\"button\" id=\"accordion-label-2023\" aria-controls=\"accordion-content-2023\" aria-expanded=\"false\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-title sow-accordion-title-icon-left\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t2023\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-open-close-button\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-open-button\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"sow-icon-ionicons\" data-sow-icon=\"&#xf218;\"\n\t\t \n\t\taria-hidden=\"true\"><\/span>\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-close-button\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"sow-icon-ionicons\" data-sow-icon=\"&#xf209;\"\n\t\t \n\t\taria-hidden=\"true\"><\/span>\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t<div\n\t\t\t\tclass=\"sow-accordion-panel-content\"\n\t\t\t\trole=\"region\"\n\t\t\t\taria-labelledby=\"accordion-label-2023\"\n\t\t\t\tid=\"accordion-content-2023\"\n\t\t\t\tstyle=\"display: none;\"\t\t\t>\n\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-panel-border\" tabindex=\"0\">\n\t\t\t\t\t<h4>Ponta Grossa: 100 anos<\/h4>\n<p><img class=\"wp-image-3712 alignleft\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2023\/03\/IMG_9122-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"497\" height=\"331\" \/><\/p>\n<p>Em 1923, comemorava-se 100 anos da exist\u00eancia de Ponta Grossa. Nos meses que antecederam o centen\u00e1rio, as discuss\u00f5es p\u00fablicas nos jornais voltavam sua aten\u00e7\u00e3o para outra celebra\u00e7\u00e3o: o centen\u00e1rio da declara\u00e7\u00e3o da Independ\u00eancia do Brasil. No entanto, esgotadas as repercuss\u00f5es das festividades da comemora\u00e7\u00e3o p\u00e1tria, parte dos meses de agosto e setembro de 1923 foram reservados para planejar o anivers\u00e1rio do munic\u00edpio.<\/p>\n<p>Nessa sele\u00e7\u00e3o realizada pela equipe do Museu Campos Gerais, o visitante vai encontrar not\u00edcias, discuss\u00f5es e notas sobre a prepara\u00e7\u00e3o das comemora\u00e7\u00f5es do centen\u00e1rio do munic\u00edpio a partir da perspectiva editorial do jornal Di\u00e1rio dos Campos.<\/p>\n<p>Uma vez que as colunas sobre centen\u00e1rio dividem espa\u00e7o com men\u00e7\u00f5es da vida cotidiana da cidade, tamb\u00e9m ser\u00e1 poss\u00edvel encontrar not\u00edcias da Revolu\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de 1923, de ecos da Primeira Guerra Mundial, e tamb\u00e9m an\u00fancios da Photographi Biachi, do Cine Renascen\u00e7a, da Importadora Frederico Lange, da Cervejaria Adriatica e do Restaurante Uni\u00e3o Fascista, al\u00e9m de men\u00e7\u00f5es a sujeitos como Coronel Bras\u00edlio Ribas, Major Vitorino Antonio Batista, Caetano Munhoz da Rocha e Marechal Hermes da Fonseca.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>Muirapiranga<\/strong><\/h4>\n<p><img class=\"wp-image-3802 alignleft\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2023\/06\/imagem_2023-06-01_160541006-300x200.png\" alt=\"\" width=\"498\" height=\"332\" \/>Trazendo obras dom dimens\u00e3o reduzida da cole\u00e7\u00e3o original de Elizabeth Titton, expostas no Complexo Cultural Funarte S\u00e3o Paulo entre 2019 e 2020, e posteriormente doadas ao Hospital Pequeno Pr\u00edncipe, a exposi\u00e7\u00e3o Muirapiranga no Paran\u00e1 expressa-se atrav\u00e9s da acessibilidade. Acessibilidade que possibilita a frui\u00e7\u00e3o de p\u00fablicos que convencionalmente n\u00e3o s\u00e3o contemplados pelos museus, a partir de recursos como a audiodescri\u00e7\u00e3o, braile e r\u00e9plicas t\u00e1teis. Dessa maneira, a exposi\u00e7\u00e3o proporciona uma experi\u00eancia democr\u00e1tica de acesso \u00e0 cultura.\u00a0 Uma democratiza\u00e7\u00e3o alcan\u00e7ada no f\u00edsico e tamb\u00e9m no simb\u00f3lico, uma vez que as 21 esculturas e 15 gravuras que comp\u00f5em a exposi\u00e7\u00e3o dialogam com as mitologias e a cultura corporal de comunidades ind\u00edgenas do Xingu.<\/p>\n<p>Altamente resistente a infec\u00e7\u00f5es de fungos e cupins, mas de f\u00e1cil trato para trabalhos manuais, a Muirapiranga, \u00e1rvore amaz\u00f4nica similar ao pau-brasil, pode ser associada \u00e0 resili\u00eancia dos povos origin\u00e1rios, ancorada em suas sensibilidades, territorialidades e na rela\u00e7\u00e3o com a natureza. A colora\u00e7\u00e3o vermelha da Muirapiranga \u00e9 representada pelo tom de ferrugem das esculturas em metal, resultando em uma mistura da espacialidade da natureza e do universo do urbano, da eternidade do metal e da efemeridade das formas, que percorrem elementos que remetem \u00e0 mitologia - das \u00e1rvores, folhas, flores, \u00e1gua, peixes, p\u00e1ssaros, nuvens e estrelas. Esse arranjo oferece ao p\u00fablico a possibilidade de uma experi\u00eancia est\u00e9tica que joga com os sentidos, mobilizando sensibilidades e subjetividades e abrindo espa\u00e7o \u00e0 reflex\u00e3o.<\/p>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t<div class=\"sow-accordion-panel\"\n\t\t\t data-anchor=\"2022\">\n\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-panel-header-container\" role=\"heading\" aria-level=\"2\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-panel-header\" tabindex=\"0\" role=\"button\" id=\"accordion-label-2022\" aria-controls=\"accordion-content-2022\" aria-expanded=\"false\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-title sow-accordion-title-icon-left\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t2022\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-open-close-button\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-open-button\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"sow-icon-ionicons\" data-sow-icon=\"&#xf218;\"\n\t\t \n\t\taria-hidden=\"true\"><\/span>\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-close-button\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"sow-icon-ionicons\" data-sow-icon=\"&#xf209;\"\n\t\t \n\t\taria-hidden=\"true\"><\/span>\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t<div\n\t\t\t\tclass=\"sow-accordion-panel-content\"\n\t\t\t\trole=\"region\"\n\t\t\t\taria-labelledby=\"accordion-label-2022\"\n\t\t\t\tid=\"accordion-content-2022\"\n\t\t\t\tstyle=\"display: none;\"\t\t\t>\n\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-panel-border\" tabindex=\"0\">\n\t\t\t\t\t<h4>Povos Paranaenses: Cultura Cai\u00e7ara<\/h4>\n<p><img class=\"wp-image-3639 alignleft\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/imagem_2022-11-17_104319164-300x200.png\" alt=\"\" width=\"498\" height=\"332\" \/><\/p>\n<p>O Museu Campos Gerais, da Universidade Estadual de Ponta Grossa, atento \u00e0 diversidade hist\u00f3rica e cultural dos \"Povos do Paran\u00e1\", desta vez abre suas portas \u00e0 Cultura Cai\u00e7ara.<\/p>\n<p>Cai\u00e7aras s\u00e3o indiv\u00edduos que vivem em parte do litoral carioca e ao longo do litoral paulista, paranaense e catarinense, herdeiros da miscigena\u00e7\u00e3o entre o ind\u00edgena, o portugu\u00eas e o negro africano. Essa cultura \u00e9 caracterizada por sua complexidade simb\u00f3lica e expressa materialmente por meio de vida pr\u00f3pria ligada ao extrativismo vegetal, cultivo da mandioca e pr\u00e1ticas da ca\u00e7a e da pesca.<\/p>\n<p>No campo das manifesta\u00e7\u00f5es imateriais, tamb\u00e9m bastante peculiares, emergem pr\u00e1ticas e rituais religiosas como a Folia do Divino e o Fandango e suas decorr\u00eancias, como bailes, ensaios de grupos, compartilhamento de espa\u00e7os, ritmos sonoros e comportamentais pr\u00f3prios, disseminadas entre as diferentes comunidades do litoral paranaense. Aqui se relevam, portanto, importantes elementos aglutinadores dessa comunidade.<\/p>\n<p>Desde o s\u00e9culo XVI tais pr\u00e1ticas foram se interiorizando e se ressignificando; por vezes encontrando - pontualmente - ecos entre comunidades tradicionais localizadas em outras regi\u00f5es do Paran\u00e1, notadamente, nos Campos Gerais. Mesmo com menor intensidade e for\u00e7a, ainda hoje \u00e9 poss\u00edvel encontrar tra\u00e7os da cultura cai\u00e7ara entre coletividades caboclas fixadas nesta regi\u00e3o do Estado, demonstrando a pot\u00eancia cultural na forma\u00e7\u00e3o de identidades no Paran\u00e1.<\/p>\n<p>Tendo em vista o encontro de cultural em movimento, no tempo e no espa\u00e7o, que se fundem na abrang\u00eancia da UEPG e, por sua vez, do Museu Campos Gerais, uma pergunta se imp\u00f5e: qual o papel destas institui\u00e7\u00f5es na aproxima\u00e7\u00e3o reflexiva, valoriza\u00e7\u00e3o e salvaguarda destes patrim\u00f4nios culturais?<\/p>\n<p>Sendo uma das atribui\u00e7\u00f5es da universidade p\u00fablica a promo\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas de ensino, pesquisa e extens\u00e3o - implicando na aproxima\u00e7\u00e3o academia e sociedade, coprodu\u00e7\u00e3o de conhecimentos das comunidades - o Museu Campos Gerais se prop\u00f5e ent\u00e3o a pesquisar, valorizar, sistematizar, referenciar, organizar, preservar e expor diferentes matrizes culturais, tradicionais e populares, nesta oportunidade representada pela exposi\u00e7\u00e3o sobre Mundo Cai\u00e7ara<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>SALUS: Hist\u00f3rias da sa\u00fade em Ponta Grossa<\/h4>\n<p><img class=\"wp-image-3550 alignleft\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/10\/imagem_2022-10-05_154045281-300x200.png\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"333\" \/><\/p>\n<p>Benzimentos, costuras, sangrias, rezas, influs\u00f5es caseiras, cataplasmas... at\u00e9 o come\u00e7o do s\u00e9culo XX era assim que as pessoas tratavam suas dores, infec\u00e7\u00f5es e doen\u00e7as. Essa realidade se modificou gradualmente a partir do avan\u00e7o do conhecimento cient\u00edfico, mesmo assim, as pr\u00e1ticas populares de cura resistiram ao tempo e ainda hoje s\u00e3o buscadas por pessoas de todas as classes sociais e n\u00edveis de instru\u00e7\u00e3o. Em Ponta Grossa a chegada das ferrovias, ocorrida na d\u00e9cada final dos Oitocentos, possibilitou a abertura de estabelecimentos farmac\u00eauticos, trouxe profissionais de odontologia, enfermagem, farm\u00e1cia e medicina e contribuiu para que a cidade contasse com dois grandes hospitais j\u00e1 no come\u00e7o do s\u00e9culo XX: o Hospital Ferrovi\u00e1rio 26 de Outubro (1906) e a Santa Casa de Miseric\u00f3rdia (1912). A partir desse momento os an\u00fancios de jornais locais indicam a exist\u00eancia de um consider\u00e1vel n\u00famero de farm\u00e1cias, consult\u00f3rios odontol\u00f3gicos e m\u00e9dicos, apontando para o avan\u00e7o das a\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias cient\u00edficas na cidade. Ao longo do tempo, saberes e pr\u00e1ticas populares de cura dividiram espa\u00e7os com estabelecimentos e profissionais ligados a uma percep\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de sa\u00fade.<\/p>\n<p>Nesta exposi\u00e7\u00e3o abrimos espa\u00e7o que contempla apenas o conhecimento t\u00e9cnico, acad\u00eamico e cient\u00edfico. Provavelmente, qualquer pessoa que visite a exposi\u00e7\u00e3o \"Salus: Hist\u00f3rias da sa\u00fade em Ponta Grossa\" vai encontrar objetos e espa\u00e7os que parecem familiares, recordar hist\u00f3rias vividas ou narradas por algum amigo ou antepassado. Seringas, frascos, equipos, receitu\u00e1rios, mob\u00edlias hospitalares, almanaques, balan\u00e7as, entre outros objetos, est\u00e3o presentes em nossas vidas desde que nascemos, mas \u00e9 importante perceber que antes dos dentistas, farmac\u00eauticos, m\u00e9dicos, enfermeiros e bioqu\u00edmicos, havia os curandeiros, as parteiras, as benzedeiras e rezadeiras. As pr\u00e1ticas terap\u00eauticas cient\u00edficas, portanto, n\u00e3o s\u00e3o naturais, mas foram concebidas e incorporadas a partir de um longo processo educacional, social e cultural.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Dignidade: as meninas de S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe<\/h4>\n<p><img class=\"wp-image-3641 alignleft\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/imagem_2022-11-17_111537603-300x200.png\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"333\" \/><\/p>\n<p>S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe \u00e9 um pequeno pa\u00eds formado por um grupo de ilhas na costa Atl\u00e2ntica da \u00c1frica. Entre os s\u00e9culos XIX e XX, gra\u00e7as ao seu f\u00e9rtil solo vulc\u00e2nico, as ilhas estiveram entre as maiores produtoras de cacau do mundo, famosas pela qualidade \u00fanica do seu produto.<\/p>\n<p>Esta rica col\u00f4nia de Portugal tornou-se independente em 1975 e seu povo, que na grande maioria j\u00e1 n\u00e3o tinha acesso aos benef\u00edcios da ent\u00e3o col\u00f4nia, passou a viver em maior pobreza com o decl\u00ednio econ\u00f4mico que se seguiu, fazendo com que a maioria da popula\u00e7\u00e3o hoje, viva abaixo da linha da pobreza.<\/p>\n<p>Ao lado dessa pobreza existe um pa\u00eds com praticamente 100% de alfabetiza\u00e7\u00e3o, com um povo acolhedor, gentil e jovem, j\u00e1 que 70% da popula\u00e7\u00e3o tem menos de 30 anos. Crian\u00e7as e jovens que precisam lutar diariamente para manter sua dignidade , sofrendo com a falta de acesso aos direitos b\u00e1sicos, principalmente na sa\u00fade, moradia e oportunidades de desenvolvimento.<\/p>\n<p>A s\u00e9rie de 10 imagens, registradas pelo fot\u00f3grafo Marcelo Weiss no Dia das Crian\u00e7as, que em S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe \u00e9 comemorado no dia 1\u00ba de julho, tem um significado especial: ir \u00e0 escola \u00e9 um motivo de orgulho e nessa data s\u00e3o realizadas festas em todos os col\u00e9gios.<\/p>\n<p>\u00c9 um dia muito especial, no qual as crian\u00e7as recebem dos pais o uniforme novo que ser\u00e1 usado durante o ano. Para as meninas, o evento \u00e9 ainda mais marcante: \u00e9 quando suas m\u00e3es capricham nos tra\u00e7ados de seus cabelos, transformando-os em verdadeiras obras de arte, s\u00edmbolos da cultura e da dignidade resgatadas naquele momento.<\/p>\n<p>Segundo o fot\u00f3grafo, captar os olhares e a alegria de cada uma dessas meninas foi uma experi\u00eancia \u00fanica, compartilhada na exposi\u00e7\u00e3o \"Dignidade\".<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Brazilian Way of Life: um vision\u00e1rio no interior do Brasil<\/h4>\n<p><img class=\"wp-image-3642 alignleft\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/imagem_2022-11-17_111711987-300x200.png\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"333\" \/><\/p>\n<p>Ao final dos anos 1940 e ao longo da d\u00e9cada de 1950 o mundo viveu uma onda de otimismo ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial. Nos Estados Unidos, o chamado American Way Of Life procurava apresentar ao mundo o seu modelo, pautado no consumismo, no desenvolvimento tecnol\u00f3gico, na padroniza\u00e7\u00e3o social e na cren\u00e7a nos valores democr\u00e1ticos. Nessa \u00e9poca, com a intensifica\u00e7\u00e3o da Guerra Fria, era a vis\u00e3o de mundo oferecida pelos Estados Unidos em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 forma de vida da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica.<\/p>\n<p>No Brasil, esse modelo estaria longe de se tornar realidade e foi retratado de maneira muito sens\u00edvel pelo industrial Mario Weiss. A vida tranquila com a fam\u00edlia no interior de S\u00e3o Paulo intercalada \u00e0s imagens de pessoas e paisagens durante suas explora\u00e7\u00f5es pelo Vale do Para\u00edba, ou suas viagens pelo Brasil, retratam desde cenas cotidianas at\u00e9 paisagens da ro\u00e7a, pescadores, caipiras e artes\u00e3os, evidenciando a falta de condi\u00e7\u00f5es com que viviam muitos dos brasileiros naquela \u00e9poca, ou como poder\u00edamos chamar de Brazilian Way of Life.<\/p>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t<div class=\"sow-accordion-panel\"\n\t\t\t data-anchor=\"2024\">\n\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-panel-header-container\" role=\"heading\" aria-level=\"2\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-panel-header\" tabindex=\"0\" role=\"button\" id=\"accordion-label-2024\" aria-controls=\"accordion-content-2024\" aria-expanded=\"false\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-title sow-accordion-title-icon-left\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t2024\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-open-close-button\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-open-button\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"sow-icon-ionicons\" data-sow-icon=\"&#xf218;\"\n\t\t \n\t\taria-hidden=\"true\"><\/span>\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-close-button\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"sow-icon-ionicons\" data-sow-icon=\"&#xf209;\"\n\t\t \n\t\taria-hidden=\"true\"><\/span>\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t<div\n\t\t\t\tclass=\"sow-accordion-panel-content\"\n\t\t\t\trole=\"region\"\n\t\t\t\taria-labelledby=\"accordion-label-2024\"\n\t\t\t\tid=\"accordion-content-2024\"\n\t\t\t\tstyle=\"display: none;\"\t\t\t>\n\t\t\t\t<div class=\"sow-accordion-panel-border\" tabindex=\"0\">\n\t\t\t\t\t<p><img class=\"alignnone size-full wp-image-4791\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2025\/04\/duzentos-mcg.png\" alt=\"\" width=\"590\" height=\"391\" \/><\/p>\n<h3>Duzentos<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\">A exposi\u00e7\u00e3o \u201cDuzentos\u201d, organizada pelo Museu Campos Gerais, \u00e9 uma investiga\u00e7\u00e3o e celebra\u00e7\u00e3o dos 200 anos de Ponta Grossa. Com o objetivo de evidenciar a hist\u00f3ria da cidade, a exposi\u00e7\u00e3o destaca os aspectos hist\u00f3ricos locais e regionais. A mostra adota como princ\u00edpio central o conceito de autoridade, que busca promover uma abordagem inclusiva e participativa na produ\u00e7\u00e3o de conhecimento, envolvendo diversos p\u00fablicos, e em colabora\u00e7\u00e3o com entidades e institui\u00e7\u00f5es convidadas, visando criar uma representa\u00e7\u00e3o diversificada dos processos, eventos e transforma\u00e7\u00f5es ocorridos ao longo dos dois s\u00e9culos da cidade. A mostra convida o p\u00fablico a explorar os diferentes momentos e dimens\u00f5es particulares da hist\u00f3ria de Ponta Grossa, desde antes de sua funda\u00e7\u00e3o at\u00e9 os dias atuais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cDuzentos\u201d prop\u00f5e uma vis\u00e3o plural do futuro, baseada no conhecimento e na valoriza\u00e7\u00e3o dos processos hist\u00f3ricos que moldaram a cidade, reconhecendo os sil\u00eancios e esquecimentos historicamente constru\u00eddos. \u00c9 importante observar que n\u00e3o se busca apresentar uma hist\u00f3ria total, mas sim uma sele\u00e7\u00e3o de elementos que fazem parte da vida afetiva da popula\u00e7\u00e3o, os quais o Museu busca colocar em perspectiva relacional. Nela p\u00fablico encontrar\u00e1 uma miscel\u00e2nea composta por sujeitos, institui\u00e7\u00f5es e express\u00f5es que se cruzam ao longo da exposi\u00e7\u00e3o, com refer\u00eancias aos povos origin\u00e1rios, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, ferrovia, comunica\u00e7\u00e3o, mundo rural, tropeirismo, catolicismo, islamismo, camdombl\u00e9s e umbandas, integralismo, cultura eslava, esporte e outros espa\u00e7os de sociabilidades e express\u00f5es culturais da cidade e da regi\u00e3o.<\/p>\n<h1><img class=\"alignnone size-full wp-image-4792\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2025\/04\/insetario-mcg.png\" alt=\"\" width=\"763\" height=\"438\" \/><\/h1>\n<h3>Inset\u00e1rio Felipe Justus Junior<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\">O pendor para a ci\u00eancia desperta cedo para algumas pessoas: paix\u00e3o de inf\u00e2ncia, cultivada durante a adolesc\u00eancia, que se firma com o tempo e persiste ao longo da vida. Esse \u00e9 o caso de Felipe Justus J\u00fanior, nascido em 30 de agosto de 1884, que come\u00e7ou sua vida como lavrador, exerceu o of\u00edcio de comerciante, funcion\u00e1rio p\u00fablico da estrada de ferro Franco-Belga, e, finalmente, professor. Autodidata, sem forma\u00e7\u00e3o universit\u00e1ria, foi s\u00f3cio fundador do Centro Cultural Euclides da Cunha, e ficou reconhecido internacionalmente na \u00e1rea de Entomologia. Atrav\u00e9s de suas coletas e correspond\u00eancias nacionais e internacionais, montou tr\u00eas cole\u00e7\u00f5es de inset\u00e1rios. Uma delas foi comprada pela antiga Faculdade de Filosofia, Ci\u00eancias e Letras (FAFI), institui\u00e7\u00e3o que incorporou este museu, e que daria origem \u00e0 Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). O inset\u00e1rio \u00e9 uma das cole\u00e7\u00f5es originais do Museu Campos Gerais e conta com uma variedade de Artr\u00f3podes, dentre os quais duas esp\u00e9cimes que celebram a import\u00e2ncia de Felipe Justus Jr., levando o seu nome: o\u00a0<em>Naupactus Justus<\/em>\u00a0e o\u00a0<em>Stegotes Justus<\/em>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1><img class=\"alignnone size-full wp-image-4793\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2025\/04\/wilson-martins-mcg.png\" alt=\"\" width=\"667\" height=\"812\" \/><\/h1>\n<h3>INTELECTUALIDADES: A trajet\u00f3ria de Wilson Martins<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\">Wilson Martins foi juiz de direito, jornalista, professor universit\u00e1rio, locutor de r\u00e1dio, escritor, cr\u00edtico liter\u00e1rio e um dos maiores intelectuais brasileiros do s\u00e9culo XX. Apesar de n\u00e3o ter nascido no Paran\u00e1, foi aqui que passou a maior parte da sua vida e elegeu o estado como objeto de uma de suas obras referenciais: Um Brasil diferente (1955).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A exposi\u00e7\u00e3o coloca o espectador dentro de um espa\u00e7o privilegiado: o escrit\u00f3rio onde o intelectual produziu boa parte de seus textos e deu vida \u00e0s suas ideias transformando-as em artigos, colunas e livros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Exposi\u00e7\u00e3o \"Mulheres ind\u00edgenas\"<\/h3>\n<p><img class=\"wp-image-4816 alignnone\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2025\/04\/Apresentacao-de-negocios-organica-delicada-em-tons-de-bege-e-marrom.jpg\" alt=\"\" width=\"794\" height=\"447\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span class=\"OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none\">A presente exposi\u00e7\u00e3o possui o intuito de representar novas narrativas sobre mulheres no setor museal. Para isso, trouxemos a interpreta\u00e7\u00e3o de mulheres ind\u00edgenas paranaenses e Brasil afora. A exposi\u00e7\u00e3o s\u00f3 se torna poss\u00edvel pelo programa Mulheres Paranaenses: empoderamento e lideran\u00e7a, que \u00e9 apoiado pela Funda\u00e7\u00e3o Arauc\u00e1ria, onde se prioriza a discuss\u00e3o sobre a necessidade de forma\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7as estrat\u00e9gicas na promo\u00e7\u00e3o de autonomia feminina, que s\u00e3o a base para a reconfigura\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, social e cultural do Brasil \u2014 e que tem correla\u00e7\u00e3o direta com o projeto Mem\u00f3ria, Hist\u00f3ria e Pr\u00e1ticas educativas: a cultura como possibilidade de empoderamento de estudantes adolescentes de escolas de periferia de Ponta Grossa.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Sala de bonecas<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><img class=\"wp-image-4817 alignnone\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2025\/04\/SALA-DE-BONECAS.jpg\" alt=\"\" width=\"788\" height=\"444\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span class=\"OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none\">Eis que o Museu Campos Gerais resolve mostrar ao p\u00fablico as suas bonecas. A maior parte das bonecas em exposi\u00e7\u00e3o prov\u00e9m da famosa f\u00e1brica K\u00e4mmer &amp; Reinhardt (K*R) na Alemanha, produzidas entre 1886 e 1932. Mas tamb\u00e9m trouxemos bonecas do povo origin\u00e1rio, Karaj\u00e1. S\u00e3o as bonecas Ritx\u00f2k\u00f2s ou as bonecas Karaj\u00e1s. Estas bonecas s\u00e3o confeccionadas em cer\u00e2mica, pintadas com uma grande diversidade de grafismos e representando tanto as formas humanas como as da fauna regional. Dito isto, queremos que os visitantes olhem as bonecas para al\u00e9m daquilo que elas muitas vezes significam, ou seja, \u201capenas um brinquedo\u201d, mas jamais deixem de se encantar com a pot\u00eancia do brincar que nos ensina, nos une, permite nossa troca de afetos e nos p\u00f5e em infinitas rela\u00e7\u00f5es profundamente humanas.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Exposi\u00e7\u00e3o \"Aula de anatomia\"<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><img class=\"wp-image-4818 alignnone\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2025\/04\/Aula-de-Anatomia.jpg\" alt=\"\" width=\"794\" height=\"446\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A exposi\u00e7\u00e3o \"Aula de anatomia\" \u00e9 uma parceria entre Museu Campos Gerais (UEPG) com o Museu Paranaense de Ci\u00eancias Forenses da Pol\u00edcia Cient\u00edfica do Paran\u00e1. A exposi\u00e7\u00e3o t\u00eam como fun\u00e7\u00e3o debater sobre a morte, mas, acima de tudo, sobre quais corpos s\u00e3o violentados. \u00c9 uma exposi\u00e7\u00e3o que busca conscientizar sobre a viol\u00eancia do cotidiano, sobre a cientificidade da morte e a humaniza\u00e7\u00e3o daqueles e daquelas que tiveram suas vidas ceifadas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Albary, o prefeito.<\/h3>\n<p><img class=\"wp-image-4819 alignnone\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2025\/04\/ALBARY-GUIMARAES-pdf.jpg\" alt=\"\" width=\"795\" height=\"447\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o \"Albary, o prefeito\" \u00e9 um mergulho na vida de um dos prefeitos mais importantes para a cidade de Ponta Grossa, Albary Guimar\u00e3es. Na exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel encontrar uma narrativa sobre sua gest\u00e3o, seus contatos, sua fam\u00edlia e influ\u00eancias, e tamb\u00e9m, entender como era o cotidiano e a subjetividade ponta-grossense na d\u00e9cada de 1920\/30.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Naji: apartheid na Palestina<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img class=\" wp-image-4820\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2025\/04\/2024-Orientacao-Exposicoes.jpg\" alt=\"\" width=\"617\" height=\"798\" \/><\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o \"Naji: apartheid na Palestina\" \u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria da UEPG, do Comit\u00ea Ponta-grossense de Solidariedade \u00e0 Palestina e do Projeto de Extens\u00e3o \u201cEduca\u00e7\u00e3o em Direitos Humanos e Ensino de Hist\u00f3ria\u201d (coordenado pelo professor Dr. Luis Fernando Cerri, do Dehis\/UEPG), com apoio do Comit\u00ea \u00c1rabe-brasileiro de Solidariedade\/PR. A exposi\u00e7\u00e3o objetiva estimular o debate e a reflex\u00e3o sobre a situa\u00e7\u00e3o atual e a trajet\u00f3ria hist\u00f3rica da Palestina por meio da produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica de Naji al-Ali, cartunista palestino expulso de sua terra ainda na inf\u00e2ncia, que retratou a vida, os sofrimentos e as esperan\u00e7as do seu povo. Naji al-Ali foi assassinado em Londres no ano de 1997, mas sua obra segue denunciando o genoc\u00eddio e o apartheid em curso na Palestina.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img class=\"wp-image-4821 alignleft\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2025\/04\/Micro-Mostra-II-2025.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"394\" \/>A \"1\u00aa micro mostra da Reserva T\u00e9cnica\" tem o intuito de demonstrar um pedacinho do acervo do MCG, que abriga uma variedade de objetos que podem ser estudados e interpretados para revelar informa\u00e7\u00f5es culturais e\/ou evolutivas. Esses acervos preservam a identidade de comunidades e demonstram tradi\u00e7\u00f5es e hist\u00f3rias. Cada objeto exposto conta uma parte importante da narrativa humana, ajudando a construir uma compreens\u00e3o do passado. Nossa microexposi\u00e7\u00e3o, da forma que \u00e9 apresentada, tem o objetivo de exibir alguns objetos, sem necessariamente produzir uma narrativa claramente expressa. A exposi\u00e7\u00e3o s\u00f3 ganha sentido quando \u00e9 pensada considerando o que se exp\u00f5e.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>2023 Ponta Grossa: 100 anos Em 1923, comemorava-se 100 anos da exist\u00eancia de Ponta Grossa. Nos meses que antecederam o centen\u00e1rio, as discuss\u00f5es p\u00fablicas nos jornais voltavam sua aten\u00e7\u00e3o para outra celebra\u00e7\u00e3o: o centen\u00e1rio da declara\u00e7\u00e3o da Independ\u00eancia do Brasil. No entanto, esgotadas as repercuss\u00f5es das festividades da comemora\u00e7\u00e3o p\u00e1tria, parte dos meses de agosto&nbsp;&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":582,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3768"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/users\/582"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3768"}],"version-history":[{"count":11,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3768\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4825,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3768\/revisions\/4825"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3768"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}