{"id":2728,"date":"2021-09-24T17:50:00","date_gmt":"2021-09-24T20:50:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/?p=2728"},"modified":"2022-10-05T00:52:58","modified_gmt":"2022-10-05T03:52:58","slug":"mcg-encerra-15a-primavera-com-painel-sobre-afetividade-e-proposta-do-museu-do-operario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/mcg-encerra-15a-primavera-com-painel-sobre-afetividade-e-proposta-do-museu-do-operario\/","title":{"rendered":"MCG encerra 15\u00aa Primavera com painel sobre afetividade e proposta do Museu do Oper\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium\"> A programa\u00e7\u00e3o de quinta-feira (23) da 15\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Primavera dos Museus, evento organizado na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) pelo Museu Campos Gerais (MCG), iniciou \u00e0 tarde com a conversa \u201cPaulo, meu pai\u201d, com Aurea Leminski. \u00c0 noite, foi a vez do painel \u201cConvergir experi\u00eancias e sentimentos pelas nossas hist\u00f3rias e mem\u00f3rias: Os museus poss\u00edveis\u201d, com Ana Paula Peters, coordenadora do curso de Museologia da Unespar e Nery Assun\u00e7\u00e3o, com ampla trajet\u00f3ria junto ao Museu do Garimpo, em Tibagi. Em comum, os dois momentos permitiram relatos de afetividade em torno da experi\u00eancia com museus, acervos, pesquisa e produ\u00e7\u00e3o cultural. Conversa na tarde de sexta-feira (24) sobre proposta de Museu do Oper\u00e1rio encerrou o evento.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\">\u2018<span style=\"font-size: medium\"><b>Paulo, meu pai\u2019<\/b> (<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=o6dtwVx-6Is&amp;t=451s\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Confira como foi o evento<\/a>)<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium\">No encontro online de ontem, Aurea Leminski destacou a rela\u00e7\u00e3o com o pai, que faleceu quando ela tinha 18 anos. <img loading=\"lazy\" class=\"alignright wp-image-2742\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2021\/09\/22-300x259.jpeg\" alt=\"\" width=\"370\" height=\"320\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2021\/09\/22-300x259.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2021\/09\/22-1024x885.jpeg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2021\/09\/22-768x664.jpeg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2021\/09\/22.jpeg 1045w\" sizes=\"(max-width: 370px) 100vw, 370px\" \/>Em resposta a perguntas do p\u00fablico, ela revelou algumas das lembran\u00e7as de inf\u00e2ncia. Ali j\u00e1 percebia no pai um artista m\u00faltiplo. Ela relembra as visitas constantes \u00e0 sua casa, tanto de grandes nomes como Caetano Veloso e Gilberto Gil, quanto m\u00fasicos e escritores iniciantes. H\u00e1 registros de algumas das reuni\u00f5es nas quais Leminski criava m\u00fasicas com amigos, entrecortadas por sons de conversas e crian\u00e7as brincando. &#8220;Essa liberdade que se tinha era muito inspiradora&#8221;, comenta. <\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium\">A produtora afirma que seu pai era generoso ao aceitar sugest\u00f5es e ideias para compor suas obras musicais, criadas colaborativamente de forma espont\u00e2nea na casa da fam\u00edlia. Por outro lado, Auera refor\u00e7a o lado cr\u00edtico do artista: \u201cEle n\u00e3o tinha medo de falar o que pensava nas suas cr\u00edticas\u201d. Mas Paulo Leminski, de acordo com a filha, era muito mais cr\u00edtico consigo mesmo. <\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium\">Ela relembra a produ\u00e7\u00e3o do livro Catatau, que levou cerca de oito anos para ser finalizado por conta da busca incans\u00e1vel de seu pai pela forma e resultado perfeitos da obra. Aurea conta que a poeta Alice Ruiz, sua m\u00e3e e c\u00f4njuge de Paulo Leminski, era a principal interlocutora da obra, revisando-a e comentando-a em uma troca intelectual constante em fam\u00edlia. \u201cFoi em um dia, em que ele j\u00e1 havia terminado o livro algumas vezes, que foi perguntar algo \u00e0 minha m\u00e3e e ela tirou os livros dele e disse: \u2018chega, vamos publicar\u2019\u201d, comenta a produtora. <\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium\">Aurea diz que seu pai possu\u00eda um referencial extremamente alto, que chegava a ser abordado em sua pr\u00f3pria obra &#8211; entre as v\u00e1rias inspira\u00e7\u00f5es, uma delas era o pr\u00f3prio fazer po\u00e9tico. &#8220;A gente tem a impress\u00e3o de que os trabalhos nasceram prontos, frutos de inspira\u00e7\u00e3o. Pelo contr\u00e1rio, eram fruto de um trabalho doloroso, de uma pessoa que era obcecada por chegar ao pr\u00f3prio auge&#8221;, completa.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium\"> Questionada sobre o conv\u00edvio com seus pais em meio a grandes nomes do meio art\u00edstico, Aurea foi direta: &#8220;n\u00e3o era f\u00e1cil, mas tamb\u00e9m n\u00e3o era dif\u00edcil; era s\u00f3 diferente&#8221;. A produtora conta que a cria\u00e7\u00e3o que ela e seus irm\u00e3os receberam foi baseada no di\u00e1logo e na liberdade em permitir que cada filho fizesse suas pr\u00f3prias escolhas. \u201cT\u00ednhamos muitas trocas de refer\u00eancias liter\u00e1rias e de cinema. Ele n\u00e3o me obrigava, mas me convidava a conversar se eu me interessasse\u201d, diz. Uma das influ\u00eancias na forma\u00e7\u00e3o foi a contracultura.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium\">Por fim, Aurea Leminski relembrou o importante papel do poeta e escritor na valoriza\u00e7\u00e3o da cultura polaca e comentou sua surpresa com a \u00f3tima recep\u00e7\u00e3o que a mostra \u201cM\u00faltiplo Leminski\u201d obteve do grande p\u00fablico. Sobre a exposi\u00e7\u00e3o, ela confessou sua conex\u00e3o emocional com a mem\u00f3ria do pai: \u201cQuando tenho contato com algum material original, que ele tocou, tem uma liga\u00e7\u00e3o emocional muito forte para mim. A exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 do p\u00fablico, mas conta a hist\u00f3ria dele, da minha m\u00e3e, da minha irm\u00e3 e a minha\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium\"><b>Os museus poss\u00edveis<\/b> (<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Vepu-wao4XM&amp;t=1027s\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Confira como foi o evento<\/a>)<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\">\u201c<span style=\"font-size: medium\">Convergir experi\u00eancias e sentimentos pelas nossas hist\u00f3rias e mem\u00f3rias: Os museus poss\u00edveis<\/span><span style=\"font-size: medium\"><b>\u201d<\/b><\/span><span style=\"font-size: medium\"> foi o tema da \u00faltima noite da 15\u00aa Primavera dos Museus, com apresenta\u00e7\u00f5es da coordenadora do curso de Museologia da Unespar, Ana Paula Peters, e Nery Assun\u00e7\u00e3o, com ampla trajet\u00f3ria junto ao Museu do Garimpo, em Tibagi.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft wp-image-2741\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2021\/09\/02-182x300.png\" alt=\"\" width=\"370\" height=\"611\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2021\/09\/02-182x300.png 182w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2021\/09\/02-620x1024.png 620w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2021\/09\/02-653x1080.png 653w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2021\/09\/02.png 737w\" sizes=\"(max-width: 370px) 100vw, 370px\" \/>\u201c<span style=\"font-size: medium\">As falas dos convidados expressam bem o tema de converg\u00eancia\u201d, diz o diretor do Museu Campos Gerais, Niltonci Batista Chaves, sobre a apresenta\u00e7\u00e3o dos painelistas. Ambos compartilharam suas experi\u00eancias com o trabalho no meio museal, mostrando com afeto suas trajet\u00f3rias e o que acreditam ser o papel do museu na sociedade.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium\">Ana Paula Peters aponta: \u201cOs museus s\u00e3o um ponto de refer\u00eancia para se conhecer a hist\u00f3ria de um lugar\u201d. Al\u00e9m disso, a professora relata sua conex\u00e3o com o r\u00e1dio, desde pequena, e como conseguiu registros do meio utilizando da Hist\u00f3ria Oral, discutida no painel de segunda-feira, o que ela acredita ser importante para a documenta\u00e7\u00e3o dos museus. <\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium\">Nery contou como se envolveu com o Museu do Garimpo, e exp\u00f4s <\/span><span style=\"font-size: medium\">fotos antigas da estrutura do espa\u00e7o, eventos realizados para o p\u00fablico e algumas exposi\u00e7\u00f5es. Durante sua fala, foi apresentado um v\u00eddeo, com m\u00fasica de Scilas Oliveira, diretor municipal de Cultura, sobre os garimpeiros de Tibagi. Nery exp\u00f5e: \u201ceu constru\u00ed uma hist\u00f3ria aqui dentro do museu. Desde 1993 eu j\u00e1 comecei a viver o museu, e fui me aperfei\u00e7oando\u201d, ao contar do trabalho que realizou com pesquisa, antes de fazer parte da gest\u00e3o do Museu do Garimpo. <\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium\"><b>Museu do Oper\u00e1rio<\/b> (<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=bOts7fexfr8\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Confira como foi o evento<\/a>)<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium\">O \u00faltimo dia de programa\u00e7\u00e3o do Museu Campos Gerais na 15\u00aa Primavera dos Museus abriu conversa sobre proposta de instala\u00e7\u00e3o do Museu do Oper\u00e1rio Ferrovi\u00e1rio Esporte Clube no pr\u00e9dio da Esta\u00e7\u00e3o Paran\u00e1, im\u00f3vel tombado pelo patrim\u00f4nio estadual na \u00e1rea central de Ponta Grossa. Participaram do painel a partir das 14h desta sexta-feira (24) o diretor geral do clube, Rodrigo Sautchuk, o secret\u00e1rio municipal de Turismo de Ponta Grossa, Paulo Stachowiak, o diretor do MCG, Niltonci Chaves e o professor Leonel Brizolla Monastirsky, presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Preserva\u00e7\u00e3o do Patrim\u00f4nio Cultural e Natural (APPAC). O evento ocorreu via Google Meet (para inscritos), com transmiss\u00e3o pelo canal de v\u00eddeo do MCG no YouTube.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium\">A sess\u00e3o partiu de breve hist\u00f3rico do pr\u00e9dio em quest\u00e3o, at\u00e9 chegar \u00e0 transfer\u00eancia da Casa da Mem\u00f3ria para outro local, em 2020, em fun\u00e7\u00e3o de problemas na estrutura da Esta\u00e7\u00e3o Paran\u00e1. Desde ent\u00e3o, Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Prefeitura Municipal e Oper\u00e1rio Ferrovi\u00e1rio Esporte Clube procuram uma solu\u00e7\u00e3o conjunta para ocupa\u00e7\u00e3o cultural do edif\u00edcio e come\u00e7a a se formular a proposta de um Museu do Oper\u00e1rio, ideia que passa agora por rodadas de debates e consultas. <\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright wp-image-2743\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2021\/09\/03-155x300.png\" alt=\"\" width=\"370\" height=\"717\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2021\/09\/03-155x300.png 155w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2021\/09\/03-528x1024.png 528w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2021\/09\/03-768x1488.png 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2021\/09\/03-793x1536.png 793w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2021\/09\/03-557x1080.png 557w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2021\/09\/03.png 948w\" sizes=\"(max-width: 370px) 100vw, 370px\" \/>\u201c<span style=\"font-size: medium\">O Oper\u00e1rio est\u00e1 diretamente ligado \u00e0 hist\u00f3ria do futebol como uma manifesta\u00e7\u00e3o cultural do Brasil e est\u00e1 diretamente ligado ao patrim\u00f4nio de Ponta Grossa. E nada mais digno, nada mais justo, que n\u00f3s guardarmos esta hist\u00f3ria dentro do Museu do Oper\u00e1rio Ferrovi\u00e1rio Esporte Clube, porque repito, o Oper\u00e1rio se confunde com a hist\u00f3ria de Ponta Grossa, com a hist\u00f3ria dos ferrovi\u00e1rios principalmente\u201d, defende o diretor geral do clube, Rodrigo Sautchuk.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium\">De acordo com o professor e pesquisador Leonel Brizolla, h\u00e1 que se valorizar junto da hist\u00f3ria do time o contexto da ferrovia, j\u00e1 que os dois elementos apresentam grande import\u00e2ncia para a identidade dos Campos Gerais. Brizolla ressaltou as origens ferrovi\u00e1rias da equipe e tamb\u00e9m dos primeiros torcedores, tradi\u00e7\u00e3o carregada pelas gera\u00e7\u00f5es seguintes, de filhos de ferrovi\u00e1rios. Ele entende que tanto a ferrovia quanto a hist\u00f3ria do clube podem ser atrativos para futuros visitantes, compondo um p\u00fablico mais heterog\u00eano.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\">\u201c<span style=\"font-size: medium\">O Oper\u00e1rio \u00e9 um dos grandes colaboradores para que o nome da nossa cidade seja mais conhecido\u201d, diz o secret\u00e1rio municipal de Turismo, professor da UEPG e gestor do Oper\u00e1rio, Paulo Stachowiak. De acordo com ele, \u00e9 necess\u00e1rio o esfor\u00e7o conjunto para tornar o projeto de museu do Oper\u00e1rio uma realidade. \u201cN\u00f3s temos a Esta\u00e7\u00e3o colocada em uma localidade privilegiada da nossa cidade, no Parque Ambiental, ela merece um cuidado. A coloca\u00e7\u00e3o e viabilidade do Museu ali seria fant\u00e1stico\u201d, pontua.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium\">Al\u00e9m de promover a cultura de maneira acess\u00edvel em Ponta Grossa, Niltonci Chaves defende que o Museu do Oper\u00e1rio seja tecnol\u00f3gico e escola para os estudantes da UEPG, auxiliando na forma\u00e7\u00e3o e aprendizado dos alunos. Chaves ressalta ainda a ideia de envolver torcida e associa\u00e7\u00f5es que apoiam o OFEC, salientando a necessidade de dialogar sobre o espa\u00e7o das mulheres no futebol como torcedoras.<\/span><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-BR\" align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium\">(Texto: L\u00edvia Hasman, Cassiana Tozati e Vit\u00f3ria Testa \/ projeto A\u00e7\u00f5es Culturais no Museu Campos Gerais)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A programa\u00e7\u00e3o de quinta-feira (23) da 15\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Primavera dos Museus, evento organizado na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) pelo Museu Campos Gerais (MCG), iniciou \u00e0 tarde com a conversa \u201cPaulo, meu pai\u201d, com Aurea Leminski. \u00c0 noite, foi a vez do painel \u201cConvergir experi\u00eancias e sentimentos pelas nossas hist\u00f3rias e mem\u00f3rias: Os&nbsp;&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":116,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[5,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2728"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/users\/116"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2728"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2728\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2746,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2728\/revisions\/2746"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2728"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2728"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2728"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}