{"id":3600,"date":"2022-11-01T21:09:14","date_gmt":"2022-11-02T00:09:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/?p=3600"},"modified":"2023-09-14T14:39:10","modified_gmt":"2023-09-14T17:39:10","slug":"nova-exposicao-do-museu-campos-gerais-destaca-cultura-caicara","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/nova-exposicao-do-museu-campos-gerais-destaca-cultura-caicara\/","title":{"rendered":"Nova exposi\u00e7\u00e3o do Museu Campos Gerais destaca Cultura Cai\u00e7ara"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">O Museu Campos Gerais, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), abre na pr\u00f3xima sexta-feira (4) a exposi\u00e7\u00e3o \u201cPovos Paranaenses: Mundo Cai\u00e7ara\u201d. O evento ocorre \u00e0s 19h com entrada livre e inaugura a agenda de fim de ano do museu. A mostra re\u00fane acervo e informa\u00e7\u00f5es resultantes de levantamento junto a comunidades do litoral do estado do Paran\u00e1. O p\u00fablico pode interagir com o universo particular de m\u00fasica, ritos, religiosidade e costumes representativos da cultura cai\u00e7ara, tais como a Festa do Divino e o Fandango.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">A nova exposi\u00e7\u00e3o do MCG \u00e9 uma promo\u00e7\u00e3o da Superintend\u00eancia de Ci\u00eancia, Tecnologia e Ensino Superior do Paran\u00e1 (SETI-PR), viabilizada pela pela Pr\u00f3-Reitoria de Extens\u00e3o e Assuntos Culturais da UEPG (Proex). A iniciativa tem apoio da Coordenadoria de Patrim\u00f4nio do Estado do Paran\u00e1 (CPC), da Secretaria da Cultura e do Turismo de Guaratuba, bem como da Faculdade Isepe.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-3605 alignleft\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0048-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"411\" height=\"617\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0048-200x300.jpg 200w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0048-682x1024.jpg 682w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0048-768x1152.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0048-720x1080.jpg 720w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0048.jpg 853w\" sizes=\"(max-width: 411px) 100vw, 411px\" \/>\u201cAguardamos para a noite de abertura v\u00e1rios dos colaboradores da exposi\u00e7\u00e3o, resultado de um processo amplo de di\u00e1logo com pesquisadores, institui\u00e7\u00f5es, produtores culturais e gestores de todo o estado\u201d, explica o diretor do MCG, Niltonci Chaves. O professor e historiador ressalta que um dos desafios do trabalho \u00e9 evidenciar resson\u00e2ncias da cultura cai\u00e7ara pelo interior paranaense, incluindo a\u00ed a regi\u00e3o dos Campos Gerais. \u201cE para isso se revelou fundamental contar com um conjunto de apoiadores institucionais, como o Museu Paranaense, o Museu Vivo do Fandango, o Museu de Ci\u00eancias Naturais da UEPG e o Museu da Imagem e do Som do Paran\u00e1. Mas tamb\u00e9m fizemos parcerias com prefeituras e encontramos acervos particulares de grande import\u00e2ncia\u201d, completa.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Assinam a curadoria de \u201cMundo Cai\u00e7ara\u201d os produtores culturais e m\u00fasicos Carlos Ramos e Oswaldo Rios. A expografia \u00e9 da arquiteta e professora da UEPG, Nisiane Madalozzo, com ilumina\u00e7\u00e3o de Gabriele Alessandra Lima Pedroso, pesquisadora bolsista do curso de Hist\u00f3ria junto ao MCG. Para o diretor de Acervos e Pesquisa do museu, Robson Laverdi, a nova mostra dialoga com a diversidade cultural que comp\u00f5em o estado do Paran\u00e1 e que precisa melhor ser pesquisada e conhecida. \u201cEssa ali\u00e1s vai ser a marca das exposi\u00e7\u00f5es e dos debates de novembro do MCG\u201d, adianta.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Faz parte da exposi\u00e7\u00e3o \u201cPovos Paranaenses: Mundo Cai\u00e7ara\u201d a cole\u00e7\u00e3o de fotos do fot\u00f3grafo Carlos Roberto Zanello de Aguiar (1949-2015). Macaxeira, como era conhecido, retratou como ningu\u00e9m artesanato, patrim\u00f4nio cultural e o modo de vida do litoral paranaense a partir de suas andan\u00e7as que ficaram registradas em imagens \u00fanicas. As fotos s\u00e3o exibidas pela primeira vez em Ponta Grossa.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Ao longo dos cinco meses previstos em cartaz no Sal\u00e3o Saint-Hilaire, est\u00e3o programadas a\u00e7\u00f5es educativas, visitas orientadas e atividades culturais. O agendamento para visita\u00e7\u00e3o de grupos escolares deve ser feito pelo e-mail <\/span><a href=\"mailto:museucamposgerais@uepg.br\"><span style=\"font-weight: 400\">museucamposgerais@uepg.br<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">. Pessoas interessadas podem visitar a exposi\u00e7\u00e3o de forma gratuita de ter\u00e7a-feira a s\u00e1bado, das 9h \u00e0s 11h30 e das 13h30 \u00e0s 17h.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">A exposi\u00e7\u00e3o tem apoio, ainda, da Secretaria da Comunica\u00e7\u00e3o Social e da Cultura do Paran\u00e1, da Par\u00f3quia Nossa Senhora do Bom Sucesso, da Secretaria de Turismo e Cultura de Morretes e dos projetos de extens\u00e3o \u2018A\u00e7\u00f5es Culturais no MCG\u2019 (bolsas Pibis e Pibex\/Funda\u00e7\u00e3o Arauc\u00e1ria) e \u2018Cultura Cai\u00e7ara e Campos Gerais: Comunidades tradicionais, di\u00e1logos e aproxima\u00e7\u00f5es poss\u00edveis\u2019.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Servi\u00e7o<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Abertura da exposi\u00e7\u00e3o Povos Paranaenses: Mundo Cai\u00e7ara<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Local: Museu Campos Gerais<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Data: 04\/11\/2022<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Hor\u00e1rio: 19h<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Entrada gratuita<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Informa\u00e7\u00f5es: <\/span><a href=\"mailto:museucamposgerais@uepg.br\"><span style=\"font-weight: 400\">museucamposgerais@uepg.br<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> e (42) 3220-3470.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><i><span style=\"font-weight: 400\">Leia o texto de apresenta\u00e7\u00e3o da mostra<\/span><\/i><\/p>\n<h4 style=\"text-align: center\"><b>Povos do Paran\u00e1: Mundo Cai\u00e7ara<\/b><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\"><i><span style=\"font-weight: 400\">Povos Tradicionais<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> s\u00e3o considerados os grupos ou comunidades que se estruturam a partir de pr\u00e1ticas culturais particulares e que, intrinsecamente, se reconhecem como singulares. Tais \u201cPovos\u201d possuem formas pr\u00f3prias de organiza\u00e7\u00e3o social, ocupam um espa\u00e7o geogr\u00e1fico espec\u00edfico e se valem dos recursos naturais dispon\u00edveis tanto para sobreviv\u00eancia como para a manuten\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o de seus modos de vida, suas religiosidades, din\u00e2micas econ\u00f4micas e express\u00f5es culturais. Tal defini\u00e7\u00e3o se ancora no Decreto-Lei n\u00ba 6.040\/2007 que foi institu\u00eddo com a Pol\u00edtica Nacional de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT) em que o Cai\u00e7ara foi reconhecido como Povo Tradicional do Brasil.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><i><span style=\"font-weight: 400\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-3604 alignleft\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0051-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"536\" height=\"357\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0051-300x200.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0051-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0051-768x512.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0051-1232x821.jpg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0051-272x182.jpg 272w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0051.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 536px) 100vw, 536px\" \/>Cai\u00e7aras,<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> segundo Jos\u00e9 Carlos Muniz, s\u00e3o indiv\u00edduos que vivem em parte do litoral carioca e ao longo do litoral paulista, paranaense e catarinense, herdeiros da miscigena\u00e7\u00e3o entre o ind\u00edgena, o portugu\u00eas e o negro africano. O termo remetia a defini\u00e7\u00f5es estereotipadas, fruto de intensa desarticula\u00e7\u00e3o sociocultural decorrente de m\u00faltiplos interesses.<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> Hoje, \u00e9 sin\u00f4nimo de luta e resist\u00eancia, contribuindo para o fortalecimento de v\u00ednculos identit\u00e1rios e de pertencimento.<\/span><span style=\"font-weight: 400\">\u00c9 importante lembrar que a cultura cai\u00e7ara se originou a partir da intera\u00e7\u00e3o sociocultural entre a popula\u00e7\u00e3o nativa existente no territ\u00f3rio paranaense, europeus e africanos que aqui se fixaram desde o s\u00e9culo XVI. Tal cultura \u00e9 caracterizada por sua complexidade simb\u00f3lica e expressa materialmente por meio de vida pr\u00f3pria ligada ao extrativismo vegetal, cultivo da mandioca e pr\u00e1ticas da ca\u00e7a e da pesca. No campo das manifesta\u00e7\u00f5es imateriais, tamb\u00e9m bastante peculiares, emergem pr\u00e1ticas e rituais religiosos como a <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Folia do Divino<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> e o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Fandango<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> e suas decorr\u00eancias, como bailes, ensaios de grupos, compartilhamento de espa\u00e7os, ritmos sonoros e comportamentais pr\u00f3prios, disseminadas entre as diferentes comunidades do litoral paranaense. Aqui se revelam, portanto, importantes elementos aglutinadores dessa comunidade.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">As express\u00f5es culturais s\u00e3o assim vivificadas no presente por tais comunidades e transmitidas pela oralidade, perman\u00eancia e reelabora\u00e7\u00e3o de saberes ancestrais, formas de intera\u00e7\u00e3o com o meio natural e cuidado com a transmiss\u00e3o de valores e a\u00e7\u00f5es entre gera\u00e7\u00f5es. Em seus processos hist\u00f3ricos os cai\u00e7aras se constitu\u00edram como verdadeira comunidade de sentido, uma vez que compartilham saberes com os ciclos naturais, de din\u00e2micas patrimoniais, simbologias e significados, religiosidades e linguagens espec\u00edficas, com ritmos, sonoridades, sotaques e vocabul\u00e1rio, tudo expressando origens ind\u00edgenas, europeias e negras.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-3608 alignright\" src=\"http:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0053-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"511\" height=\"340\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0053-300x200.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0053-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0053-768x512.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0053-1232x821.jpg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0053-272x182.jpg 272w, https:\/\/www2.uepg.br\/museu\/wp-content\/uploads\/sites\/31\/2022\/11\/IMG-20221101-WA0053.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 511px) 100vw, 511px\" \/>Desde o s\u00e9culo XVI tais pr\u00e1ticas foram se interiorizando e se ressignificando; por vezes encontrando \u2013\u00a0pontualmente \u2013 ecos entre comunidades tradicionais localizadas em outras regi\u00f5es do Paran\u00e1, notadamente, nos Campos Gerais. Mesmo com menor intensidade e for\u00e7a, ainda hoje \u00e9 poss\u00edvel encontrar tra\u00e7os da cultura cai\u00e7ara entre coletividades caboclas fixadas nesta regi\u00e3o do Estado, demonstrando essa pot\u00eancia cultural na forma\u00e7\u00e3o de identidades no Paran\u00e1.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Tendo em vista o encontro de culturas em movimento, no tempo e no espa\u00e7o, que se fundem na abrang\u00eancia da UEPG e, por sua vez, do Museu Campos Gerais, uma pergunta se imp\u00f5e: qual o papel destas institui\u00e7\u00f5es na aproxima\u00e7\u00e3o reflexiva, valoriza\u00e7\u00e3o e salvaguarda destes patrim\u00f4nios culturais?\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Sendo uma das atribui\u00e7\u00f5es da universidade p\u00fablica a promo\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas de ensino, pesquisa e extens\u00e3o \u2013 implicando na aproxima\u00e7\u00e3o academia e sociedade, coprodu\u00e7\u00e3o de conhecimentos e de interfer\u00eancia qualitativa nas condi\u00e7\u00f5es socioculturais e econ\u00f4micas das comunidades \u2013 o Museu Campos Gerais se prop\u00f5e ent\u00e3o pesquisar, valorizar, sistematizar, referenciar, organizar, preservar e expor diferentes matrizes culturais, tradicionais e populares, nesta oportunidade representada pela exposi\u00e7\u00e3o sobre a cultura cai\u00e7ara.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><em><span style=\"font-weight: 400\">Promo\u00e7\u00e3o<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">SETI<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><em><span style=\"font-weight: 400\">Realiza\u00e7\u00e3o<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">UEPG \u2013 PROEX \u2013 MCG<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><em><span style=\"font-weight: 400\">Apoio<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">ISEPE<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">CPC<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">SECRETARIA DA CULTURA E DO TURISMO DE GUARATUBA<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Museu Campos Gerais, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), abre na pr\u00f3xima sexta-feira (4) a exposi\u00e7\u00e3o \u201cPovos Paranaenses: Mundo Cai\u00e7ara\u201d. 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