{"id":1847,"date":"2024-06-21T10:12:45","date_gmt":"2024-06-21T13:12:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/?p=1847"},"modified":"2024-06-23T18:53:37","modified_gmt":"2024-06-23T21:53:37","slug":"inteligencia-artificial-beneficio-ou-ameaca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/inteligencia-artificial-beneficio-ou-ameaca\/","title":{"rendered":"Intelig\u00eancia Artificial: benef\u00edcio  ou amea\u00e7a?"},"content":{"rendered":"<h6 style=\"text-align: center\">\u201cFerramentas novas aparecem, mas as coisas v\u00e3o se adaptando, umas ficam&#8230; Outras desaparecem\u201d, expressa o cen\u00f3grafo Elio Chaves<b><\/b><\/h6>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Nos \u00faltimos anos a sociedade foi cercada por pol\u00eamicas e debates que circundam a tem\u00e1tica das \u201cIntelig\u00eancia Artificial\u201d (IA). De modo a contextualizar, pode-se citar alguns programas que ganharam for\u00e7a e reconhecimento, como o chat GPT que se popularizou em 2022 &#8211; ferramenta que possibilita a constru\u00e7\u00e3o de textos com alguns comandos -, e o Vision AI , ferramenta do Google, conhecida pela cria\u00e7\u00e3o de imagens. Em 2023, no Brasil, por exemplo, em resultado da possibilidade de substitui\u00e7\u00e3o de profissionais por sistemas de IA capazes de imitar vozes reais, os dubladores se posicionaram por uma regulamenta\u00e7\u00e3o do uso da tecnologia.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><img class=\"wp-image-1848 alignleft\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2024\/06\/682c2c8d-f75f-4561-93da-4559805cbe32.jpg\" alt=\"\" width=\"358\" height=\"358\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">De acordo com o professor e pesquisador de tecnologias digitais, Willian Fernandes Ara\u00fajo, a Intelig\u00eancia Artificial (IA) n\u00e3o \u00e9 nova e sempre foi usada em diversas \u00e1reas, por\u00e9m, atualmente, ela chegou com for\u00e7a na economia criativa em fun\u00e7\u00e3o das chamadas de generativas: um tipo contempor\u00e2neo relacionado \u00e0 disponibilidade de dados. \u201cEu diria que no centro dessa tecnologia est\u00e1 o processo de utiliza\u00e7\u00e3o desses dados, para que ela aprenda a criar modelos estat\u00edsticos que possam ser replicados posteriormente\u201d, explica.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Sobre o avan\u00e7o da tecnologia, observado principalmente no ano de 2022, o professor fala sobre a disponibilidade de funcionalidades que geraram muitas iniciativas. De acordo com Willian, as produ\u00e7\u00f5es est\u00e3o melhorando na qualidade de imagens, textos e at\u00e9 filmes, \u201csuperando algumas barreiras que antes eram um problema para a IA, como representa\u00e7\u00e3o de pessoas e ambientes complexos\u201d, relata. No \u00e2mbito cultural, Willian cita a dublagem e ilustra\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Segundo o professor de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em comunica\u00e7\u00e3o e linguagem, M\u00e1rcio Telles, a Intelig\u00eancia Artificial gira em torno de uma base de treinamento, ou seja, computadores treinados a partir de um banco de dados formado por milhares de m\u00eddias do mundo digital. A partir disso, a ferramenta trabalha com uma esp\u00e9cie de busca pelas imagens e atrav\u00e9s de comandos e treinamentos do pr\u00f3prio usu\u00e1rio, o algoritmo constroi o produto desejado. De acordo com o pesquisador, a m\u00e1quina d\u00e1 resultados \u00fanicos, n\u00e3o conseguindo produzir duas vezes a mesma constru\u00e7\u00e3o, mesmo que com comandos id\u00eanticos. \u201cEle n\u00e3o copia, ele destroi a imagem e depois se baseia por contornos\u201d, explica.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Neste sentido, o cen\u00f3grafo e ilustrador Elio Chaves, explica que para criar um padr\u00e3o de ilustra\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da Intelig\u00eancia Artificial \u00e9 dif\u00edcil. \u201cVoc\u00ea n\u00e3o consegue fazer com que tenha uma harmonia em um tra<\/span><span style=\"font-weight: 400\">balho inteiro; um livro infantil por exemplo, tem de 12 a 15 ilustra\u00e7\u00f5es que precisam estar harmonizadas\u201d, expressa.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img class=\"wp-image-1850 alignright\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2024\/06\/imagem-ia.jpg\" alt=\"\" width=\"560\" height=\"560\" \/><\/p>\n<p><b>As produ\u00e7\u00f5es culturais\u00a0<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Aos 59 anos, Elio Chaves, cen\u00f3grafo e ilustrador, trabalha como artista h\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas. Elio iniciou com produ\u00e7\u00f5es org\u00e2nicas e recentemente tem explorado programas de edi\u00e7\u00e3o de imagem e ilustra\u00e7\u00e3o para suas artes digitais como o Photoshop, o Adobe Ilustrator e Corel Draw. <\/span><span style=\"font-weight: 400\">No in\u00edcio, o ilustrador conta que relutou em trabalhar com os programas, \u201cna \u00e9poca n\u00e3o havia facilidade para as pessoas migrarem para os programas, porque era uma linguagem muito diferente\u201d, afirma.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Elio diz n\u00e3o ter realizado produ\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s da IA: \u201cn\u00e3o tenho ideia de como funciona, mas acho que \u00e9 uma boa ferramenta, algo a mais para ampliar seu <\/span>conhecimento, eu quero entrar nesse mercado e explorar isso\u201d, confessa. Em rela\u00e7\u00e3o aos programas digitais que tem acesso, Elio conta que \u201cquando apareceu o photoshop, o pessoal achou que era o fim do mercado de ilustra\u00e7\u00e3o\u201d, j\u00e1 para ele s\u00e3o avan\u00e7os que levam ao aprendizado. O mercado de ilustra\u00e7\u00f5es sempre foi escasso; mas hoje em dia, a demanda por produ\u00e7\u00f5es \u00e9 maior do que o n\u00famero de pessoas que fazem o trabalho, isso para Elio tamb\u00e9m \u00e9 um indicativo de que o mercado n\u00e3o vai acabar.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u201cFerramentas novas aparecem, mas as coisas v\u00e3o se adaptando, umas ficam\u2026 Outras desaparecem\u201d, relata Elio. O que o preocupa \u00e9 a quest\u00e3o de espa\u00e7o de trabalho, o artista sugere que a automa\u00e7\u00e3o das atividades diminui as vagas de emprego para profissionais. Os grandes est\u00fadios de anima\u00e7\u00e3o, por exemplo, contratam uma pessoa para cada processo, ou seja, uma para fazer os tra\u00e7os iniciais, outras que colorem, mais pessoas que preparam os movimentos. Por\u00e9m, se esse mercado vier a dar prefer\u00eancia para as cria\u00e7\u00f5es com IA, o que far\u00e3o esses profissionais?<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Sobre isso, o pesquisador M\u00e1rcio Telles diz que a IA \u00e9 um problema do mundo do trabalho, ligado ao impacto que trabalhadores do ramo cultural poder\u00e3o enfrentar: \u201cse a empresa pode tirar o quadrinista profissional que desenha uma p\u00e1gina a cada 20 horas e produzir por IA em um d\u00e9cimo do tempo por um d\u00e9cimo do custo, porque ela n\u00e3o vai usar?\u201d, questiona. Com isso, M\u00e1rcio considera que a ideia de aprendiz tamb\u00e9m est\u00e1 amea\u00e7ada, por exemplo num escrit\u00f3rio de advocacia: \u201cn\u00e3o preciso de estagi\u00e1rios para que eu fique lendo infinitas peti\u00e7\u00f5es v\u00e1rias vezes at\u00e9 dizer \u2018agora t\u00e1 certo\u2019, <\/span><span style=\"font-weight: 400\">posso pedir para o chat GPT, por\u00e9m o estagi\u00e1rio perde o aprendizado\u201d, explica o pesquisador. <img class=\" wp-image-2106 alignright\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2024\/06\/CREDITO_-IMAGEM-CRIADA-POR-IA.png\" alt=\"\" width=\"346\" height=\"639\" \/><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Diretor teatral, professor e escritor, Jester Furtado, iniciou no teatro aos 17 anos e nunca recorreu \u00e0 IA para processo criativo: \u201cquando a gente cria um texto, estamos recorrendo \u00e0s nossas mem\u00f3rias afetivas, ou seja, aquilo com que a gente teve contato, com o que a gente sentiu de alguma forma, n\u00e3o \u00e9 uma jun\u00e7\u00e3o fria de informa\u00e7\u00f5es\u201d, relata.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A artista mineira S\u00e3mela Moreira, come\u00e7ou a produzir arte como forma de trabalho durante a gradua\u00e7\u00e3o. Na \u00e9poca, come\u00e7ou com a aquarela, passou pela pintura em porcelana, e hoje em dia faz desenhos digitais. S\u00e3mela gosta de dizer que trabalha em quaisquer tipos de superf\u00edcies. No entanto, a artista acredita que h\u00e1 import\u00e2ncia em criar as artes sem a IA: \u201co processo criativo, independente da \u00e1rea, \u00e9 como o artista expressa suas ideias, \u00e9 como voc\u00ea externaliza o que voc\u00ea est\u00e1 pensando\u201d, conta.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Elio Chaves acredita que as produ\u00e7\u00f5es feitas pela IA interferem na criatividade: \u201ca ilustra\u00e7\u00e3o se garante pelas sutilezas e ideias inovadoras, a IA por sua vez, s\u00f3 reproduz\u201d. Guile Santos, m\u00fasico e compositor de 36 anos, prioriza o uso de sons autorais. De acordo com ele, a composi\u00e7\u00e3o musical mostra a personalidade do artista que \u00e9 apagada quando feita com IA, ou seja, as m\u00fasicas perdem sua autenticidade. Para o cantor, a parte autoral da produ\u00e7\u00e3o, como a composi\u00e7\u00e3o, \u00e9 a \u201cparte mais legal\u201d na constru\u00e7\u00e3o de uma m\u00fasica. \u201cEu prefiro que minhas produ\u00e7\u00f5es sejam pela minha \u00f3tica, minhas experi\u00eancias, quero canalizar isso em forma de m\u00fasica, n\u00e3o abro m\u00e3o disso\u201d, conta.\u00a0<\/span><b><br \/>\n<\/b><\/p>\n<p><b>E quanto ao futuro?\u00a0<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Com rela\u00e7\u00e3o ao futuro, os artistas divergem sobre a premissa de uma amea\u00e7a. \u201cEu n\u00e3o quero olhar assim, como artista quero sempre acreditar que n\u00f3s traremos uma humanidade a mais para as produ\u00e7\u00f5es\u201d, explica Jester, e ainda relaciona com o surgimento da fotografia, \u201cos pintores tamb\u00e9m ficaram assustados\u201d. Para ele, a diferen\u00e7a do momento atual \u00e9 a abrang\u00eancia da tec<\/span><span style=\"font-weight: 400\">nologia possibilitada pela IA para quase todas as \u00e1reas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Para Elio Chaves, os artistas n\u00e3o perder\u00e3o seus espa\u00e7os para as produ\u00e7\u00f5es das IAs: \u201cacho que ela n\u00e3o chega a interferir no mercado, \u00e9 necess\u00e1rio ver o que \u00e9 o mercado e onde voc\u00ea est\u00e1 nele, a ilustra\u00e7\u00e3o \u00e9 um produto caro\u201d, explica. Nesse sentido, Elio acredita que as produ\u00e7\u00f5es facilitadas pela IA for\u00e7am as produ\u00e7\u00f5es org\u00e2nicas a serem melhores, como uma competi\u00e7\u00e3o dentro do mercado, de certa forma.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">S\u00e3mela acredita que algumas etapas do processo podem ser automatizadas, como a parte burocr\u00e1tica, e que isso implica na economia de tempo; assim, \u00e0 considerar que a m\u00e1quina disp\u00f5e de uma capacidade de produ\u00e7\u00e3o r\u00e1pida, para quem produz de forma org\u00e2nica, o tempo \u00e9, de fato, dinheiro. Jester, assim como S\u00e3mela, tem suas pr\u00f3prias percep\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o ao mercado: \u201c\u00e9 um ambiente dif\u00edcil para a \u00e1rea cultural, porque as pessoas n\u00e3o querem pagar esses profissionais, ent\u00e3o com a produ\u00e7\u00e3o facilitada em m\u00e3os, ser\u00e1 mais dif\u00edcil permanecer no mercado\u201d, desabafa o roteirista.<\/span><img class=\"wp-image-1849 alignleft\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2024\/06\/CREDITO_-SARA-DALZOTTO.jpeg\" alt=\"\" width=\"362\" height=\"391\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O pesquisador e jornalista, Leonardo Foletto, comenta que um dos dilemas \u00e9ticos da constru\u00e7\u00e3o de produtos culturais por IA \u00e9 questionarmos \u201cat\u00e9 que ponto vai a cria\u00e7\u00e3o humana e at\u00e9 que ponto vai a cria\u00e7\u00e3o maqu\u00ednica\u201d. De acordo com o pesquisador, n\u00f3s j\u00e1 utilizamos sistemas t\u00e9cnicos no processo de cria\u00e7\u00e3o, como o computador para produzir m\u00fasica. No entanto, a discuss\u00e3o aponta que agora esses sistema<\/span><span style=\"font-weight: 400\">s se automatizaram mais, portanto \u201c \u00e9 como se a porcentagem de componentes maqu\u00ednicos na produ\u00e7\u00e3o de uma m\u00fasica passasse a ser muito maior do que antes\u201d, compara. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Com essa ideia, Foletto explica que os direitos autorais em produtos constru\u00eddos pelas Intelig\u00eancias s\u00e3o consensuados de autoria do artista que realizou os comandos, uma vez que as m\u00e1quinas n\u00e3o tem propriedade intelectual. Ele ainda explica que existe um problema maior que a ideia de autoria: \u201co input, ou seja, as informa\u00e7\u00f5es que abastecem essas intelig\u00eancias artificiais (&#8230;) s\u00e3o dados engolidos da internet, e fez isso sem pedir autoriza\u00e7\u00e3o para os sites, o que desrespeita licen\u00e7as\u201d. Portanto, ele debate sobre como a Intelig\u00eancia Artificial pode se apropriar das informa\u00e7\u00f5es, de quem elas s\u00e3o e a raspagem que o sistema realiza para produzir novos materiais, e em cima disso poder lucrar.<\/span><\/p>\n<p>O ilustrador Elio Chaves afirma que os artistas se preocupam com direitos autorais apenas h\u00e1 pouco tempo, \u201chavia pouca import\u00e2ncia no passado, isso mudou quando o mercado passou a ser mais consumidor desses produtos\u201d, comenta. Para o artista, hoje os fot\u00f3grafos e os ilustradores s\u00e3o os que mais sofrem com a situa\u00e7\u00e3o, porque as fotografias e as ilustra\u00e7\u00f5es, por exemplo, acabam se tornando \u201cterra de ningu\u00e9m\u201d no meio digital, em que \u00e9 comum a comercializa\u00e7\u00e3o dos produtos sem que sejam oferecidos os devidos cr\u00e9ditos \u00e0s mesmas.<\/p>\n<p><strong>Reportagem e Fotos:<\/strong> Kailani Czornei e Sara Dalzotto<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> Heloisa Ribas Bida e Juliana Lacerda<\/p>\n<p><strong>Supervis\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o:<\/strong> Ivan Bomfim e Gabriela Almeida<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cFerramentas novas aparecem, mas as coisas v\u00e3o se adaptando, umas ficam&#8230; Outras desaparecem\u201d, expressa o cen\u00f3grafo Elio Chaves Nos \u00faltimos anos a sociedade foi cercada por pol\u00eamicas e debates que circundam a tem\u00e1tica das \u201cIntelig\u00eancia Artificial\u201d (IA). 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