{"id":1916,"date":"2024-06-22T23:08:09","date_gmt":"2024-06-23T02:08:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/?p=1916"},"modified":"2024-07-09T09:56:05","modified_gmt":"2024-07-09T12:56:05","slug":"mudou-o-nome-mas-o-problema-e-o-mesmo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/mudou-o-nome-mas-o-problema-e-o-mesmo\/","title":{"rendered":"Mudou o nome, mas o problema \u00e9 o mesmo"},"content":{"rendered":"<h6 style=\"text-align: center\"><span style=\"font-weight: 400\">Paran\u00e1 \u00e9 um dos estados que mais registrou acidentes neste ano<\/span><\/h6>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O estado do Paran\u00e1 nos primeiros tr\u00eas meses deste ano j\u00e1 registrou cerca de 1100 acidentes, sendo um <\/span><span style=\"font-weight: 400\">dos estados em que mais houve ocorr\u00eancias no pa\u00eds, ocupando a terceira posi\u00e7\u00e3o atr\u00e1s apenas de Minas Gerais e Santa Catarina.<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> Uma corre\u00e7\u00e3o: acidentes n\u00e3o, sinistros. Isto porque no dia 26 de fevereiro deste ano a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Normas de T\u00e9cnicas (ABNT) atrav\u00e9s da norma NBR 10679\/2020, alterou a nomenclatura ao se referir a alguma imprud\u00eancia ocorrida no tr\u00e2nsito. Agora, ao inv\u00e9s de se chamar \u201cacidente\u201d, o termo utilizado passa a ser \u201csinistros\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Segundo o chefe substituto da delegacia da Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal (PRF) do munic\u00edpio de Ponta Grossa, Vin\u00edcius de Andrade Vieira, esta mudan\u00e7a se deve ao fato de que o termo acidente passa a impress\u00e3o de que o ocorrido n\u00e3o poderia ser evitado e que ocorreu de surpresa. J\u00e1 a palavra sinistros indica aquilo que era previsto e poderia ser evitado: \u201cEm geral, quase 100% das situa\u00e7\u00f5es podem ser evitadas\u201d, explica Vieira, a mudan\u00e7a de nome n\u00e3o altera a gravidade da situa\u00e7\u00e3o nas estradas.<\/span><\/p>\n<p><img class=\"wp-image-1921 alignright\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2024\/06\/Destino-dos-veiculos-nos-sinistros.jpg\" alt=\"\" width=\"359\" height=\"686\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Neste ano, segundo os dados divulgados no site da PRF, entre os meses de janeiro a mar\u00e7o, foram registrados no pa\u00eds cerca de <\/span><span style=\"font-weight: 400\">onze mil sinistros <\/span><span style=\"font-weight: 400\">nas rodovias brasileiras.\u00a0 Deste n\u00famero, cerca de 8.400, sendo 749 v\u00edtimas fatais. No levantamento da PRF, os estados que mais registraram ocorr\u00eancias\u00a0 nas rodovias neste come\u00e7o de ano, al\u00e9m do Paran\u00e1 foram: Santa Catarina (cerca de 1350) e Minas Gerais (na casa de 1.300). Os tr\u00eas estados juntos correspondem a 34% do total de acidentes de tr\u00e2nsito nas rodovias.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A causa mais comum se deve a raz\u00f5es clim\u00e1ticas: a chuva foi respons\u00e1vel por 1786 <\/span><span style=\"font-weight: 400\">sinistros,<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> equivalente a 16% do total. J\u00e1 o tipo mais comum s\u00e3o as colis\u00f5es entre os ve\u00edculos, principalmente a colis\u00e3o traseira, q<\/span><span style=\"font-weight: 400\">ue j<\/span><span style=\"font-weight: 400\">\u00e1 aconteceu 2001 vezes neste ano. <\/span><span style=\"font-weight: 400\">Dos motivos que levam aos si<\/span><span style=\"font-weight: 400\">nistros, a maioria se deve a falha humana: \u201cpor mais que a gente corrija o tra\u00e7ado, por mais que a gente fa\u00e7a a redu\u00e7\u00e3o da velocidade e coloque sinaliza\u00e7\u00e3o, parte principalmente da conscientiza\u00e7\u00e3o das pessoas, mais de 95% dos acidentes s\u00e3o falha humana\u201d, explica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O pro<\/span><span style=\"font-weight: 400\">fessor <\/span><span style=\"font-weight: 400\">aposentado da UEPG, Leonel Brizolla Monastirsky diz que\u00a0 po<\/span><span style=\"font-weight: 400\">r mais <\/span><span style=\"font-weight: 400\">que se fa\u00e7am novas rodovias, ou aumente as j\u00e1 existentes, isso n\u00e3o resolveria o problema dos sinistros e do alto fluxo de ve\u00edculos.<\/span> <span style=\"font-weight: 400\">Para ele a solu\u00e7\u00e3o seria investir em ferrovias \u201cO certo seria transportar tudo por trem e partir dos terminais ferrovi\u00e1rios, para as cidades que n\u00e3o tem ferrovias, caminh\u00f5es m\u00e9dios e pequenos. Voc\u00ea pode fazer outras rodovias que n\u00e3o vai adiantar, em pouco tempo vai estrangular de novo\u201d, opina.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Esta situa\u00e7\u00e3o no Brasil \u00e9 antiga. Segundo o Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (IPEA), na \u00faltima\u00a0 d\u00e9cada o pa\u00eds registrou um aumento de 13,5%, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 d\u00e9cada de 2000 a 2009. Os maiores acidentes que resultaram em mortes s\u00e3o envolvendo motocicletas, com\u00a0 um crescimento de 150%.<\/span><\/p>\n<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-1916-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/ogg\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2024\/06\/Leonel-Brizolla.ogg?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2024\/06\/Leonel-Brizolla.ogg\">https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2024\/06\/Leonel-Brizolla.ogg<\/a><\/audio>\n<h6 style=\"text-align: center\"><span style=\"font-weight: 400\">Professor Leonel Brizolla Monastirsky fala sobre a regi\u00e3o dos Campos Gerais<\/span><\/h6>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Segundo a Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal (PRF), as causas de acidentes se devem \u00e0 falta de aten\u00e7\u00e3o tan<\/span><span style=\"font-weight: 400\">to de motoristas quanto de pedestres (36%). As outras causas se devem \u00e0 desobedi\u00eancia \u00e0s leis <\/span><span style=\"font-weight: 400\">de tr\u00e2nsito (14,4%), excesso de velocidade (10%) e\u00a0 consumo de \u00e1lcool (5%).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Segundo o Registro Nacional de Condutores Habilitados, do Minist\u00e9rio de Transporte, h\u00e1 aproximadamente 83 milh\u00f5es de carteiras de habilita\u00e7\u00e3o no pa\u00eds. O maior n\u00famero se concentra na regi\u00e3o sudeste com 42 milh\u00f5es e 700 mil condutores. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">e Estat\u00edsticas (IBGE), no Censo de 2022,\u00a0 h\u00e1 cerca de 115 milh\u00f5es de ve\u00edculos, a maior quantidade \u00e9 de carros, cujo n\u00famero \u00e9 na casa de 60 milh\u00f5es e 450 mil. A regi\u00e3o Sudeste novamente \u00e9 a que det\u00e9m o maior n\u00famero, com uma frota de ve\u00edculos na casa dos 55 milh\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Algo interessante \u00e9 o fato de que embora a regi\u00e3o Sudeste possua a maior frota de ve\u00edculos do pa\u00eds, os sinistros ocorrem em maior n\u00famero na regi\u00e3o Sul, com 3250 casos. O sudeste brasileiro vem na segunda posi\u00e7\u00e3o com 3 mil ocorr\u00eancias.<\/span><\/p>\n<p><b>Paran\u00e1<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em rela\u00e7\u00e3o ao estado do Paran\u00e1, segundo o Departamento de Tr\u00e2nsito do Paran\u00e1 (DETRAN-PR), neste ano de 2024 quase 20 milh\u00f5es de ve\u00edculos circulam pela unidade federativa. O ve\u00edculo que mais circula no estado s\u00e3o os carros, com cerca de 9 milh\u00f5es de ve\u00edculos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Apesar deste alto \u00edndice, o n\u00famero de sinistros vem diminuindo nos \u00faltimos anos, em 2023 segundo o \u00f3rg\u00e3o foram registrados 29.713 ocorr\u00eancias. De 2019 a 2022, o n\u00famero de ocorr\u00eancias estava na casa dos 120 mil ocorr\u00eancias, aproximadamente 30 mil por ano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Monastirsky, acredita que o tempo que o estado ficou sem ped\u00e1gios, n\u00e3o teve grande impacto nos n\u00famero, porque para ele a manuten\u00e7\u00e3o das estradas poderia ser feita pelo estado \u201cO Estado que poderia cuidar das rodovias, n\u00e3o cuida, deixa que elas estraguem para justificar o ped\u00e1gio. N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio isso, daria para ser uma participa\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio Estado para cuidar das rodovias\u201d, explica.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em rela\u00e7\u00e3o a CNH, segundo os dados mais recentes, datados de 2022, foram expedidas cerca de um milh\u00e3o e setecentas carteiras de habilita\u00e7\u00e3o. Sobre a suspens\u00e3o do documento, segundo o anu\u00e1rio no ano de 2022 foram suspensas quase 140 mil CNHs. A faixa et\u00e1ria que mais teve a habilita\u00e7\u00e3o suspensa foram os motoristas acima de 50 anos, com 40.680 suspens\u00f5es. In\u00fameras foram as infra\u00e7\u00f5es cometidas que levaram a cassa\u00e7\u00e3o, mas os maiores motivos se devem a dirigir alcoolizado (15, 27%) e ultrapassar o limite de velocidade permitido em mais de 50%. Segundo o DETRAN, foram registradas 37 mil infra\u00e7\u00f5es deste tipo, correspondente a incr\u00edveis 59.06% do total das infra\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_1920\" style=\"width: 495px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1920\" class=\"wp-image-1920\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2024\/06\/Multas-mais-aplicadas-em-2024.jpg\" alt=\"\" width=\"485\" height=\"364\" \/><p id=\"caption-attachment-1920\" class=\"wp-caption-text\">Multas mais aplicadas em 2024.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Campos Gerais<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Segundo a PRF, na regi\u00e3o dos Campos Gerais tamb\u00e9m o n\u00famero de ocorr\u00eancias \u00e9 alto. A delegacia da PRF da regi\u00e3o atende em 4 postos: Caetano (Ponta Grossa 1), Furnas (Ponta Grossa 2), Tibagi e Balsa Nova. Para Vin\u00edcius, dos 4 postos o que mais costuma dar ocorr\u00eancias \u00e9 o de Balsa Nova, em raz\u00e3o do alto fluxo de ve\u00edculos naquela regi\u00e3o. \u201cAli em Balsa Nova n\u00f3s temos a jun\u00e7\u00e3o das rodovias que vem de Cascavel e Foz com a rodovia que vem do Norte e passa por Ponta Grossa e acaba que o fluxo \u00e9 muito grande e normalmente s\u00e3o os (sinistros) mais dif\u00edceis\u201d, explica.<\/span><\/p>\n<p><img class=\"wp-image-1923 alignleft\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2024\/06\/Multas-transito.jpg\" alt=\"\" width=\"286\" height=\"715\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O n\u00famero de sinistros na regi\u00e3o no primeiro trimestre do ano foi de 163, com 195 pessoas feridas e sete \u00f3bitos. Das 163 ocorr\u00eancias, 83 foram consideradas graves. \u201cSinistros graves s\u00e3o aqueles que t\u00eam \u00f3bitos ou v\u00edtimas graves\u201d, explica Vieira. Durante a semana, os dias com mais ocorr\u00eancias s\u00e3o s\u00e1bados e segundas, mas a varia\u00e7\u00e3o de sinistros di\u00e1rios \u00e9 pequena. Os dias que menos h\u00e1 ocorr\u00eancias s\u00e3o no meio da semana, nas quartas e quintas. \u201cEu digo que \u00e9 uma surpresa, quartas e quintas s\u00e3o os dias mais movimentados, talvez o pr\u00f3prio movimento impe\u00e7a de dar acidentes porque n\u00e3o tem muito espa\u00e7o\u201d conta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Para Monastirsky, as rodovias dos Campos Gerais s\u00e3o boas, por\u00e9m o que falta s\u00e3o pol\u00edticas p\u00fablicas do estado \u201cUma estrat\u00e9gia de a\u00e7\u00e3o com rela\u00e7\u00e3o a elas, colocar balan\u00e7as para pesar caminh\u00f5es, proibir tr\u00e1fegos em certos dias e hor\u00e1rios, organizar a manuten\u00e7\u00e3o das rodovias\u201d, explica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">De toda a regi\u00e3o dos Campos Gerais, Ponta Grossa \u00e9 a que mais registrou ocorr\u00eancias. Monastirsky explica que isso se deve ao alto fluxo de ve\u00edculos que passam pela cidade, pois boa parte da produ\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1 e de outras regi\u00f5es passam por Ponta Grossa \u201cEles v\u00eam por v\u00e1rias rodovias e v\u00e3o afunilando at\u00e9 chegar em Ponta Grossa, \u00e9 uma concentra\u00e7\u00e3o muito grande de tr\u00e1fegos, o transporte de lazer, de passageiros e tamb\u00e9m o transporte de cargas\u201d, aponta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">As ocorr\u00eancias mais comuns se devem \u00e0 sa\u00edda de pistas, correspondentes a 25% do total, em seguida colis\u00e3o traseira e colis\u00e3o com objetos. Os tr\u00eas juntos correspondem a mais da metade do total dos sinistros. Por\u00e9m apesar destes serem os mais comuns eles n\u00e3o s\u00e3o os mais graves, sendo as colis\u00f5es frontais e transversais as mais perigosas por envolverem mais v\u00edtimas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Vieira explica que a PRF, dentro daquilo que lhe cabe, realiza a\u00e7\u00f5es nas estradas para diminuir as ocorr\u00eancias. Uma dessas a\u00e7\u00f5es, \u00e9 a vistoria das rodovias e a indica\u00e7\u00e3o dos pontos que est\u00e3o com problemas, segundo ele isto diminui as ocorr\u00eancias. \u201cN\u00f3s tivemos uma situa\u00e7\u00e3o em Tibagi, em que um motociclista tombou em cima da pista e n\u00f3s fomos olhar tinha um tulio de faixa que ficava em cima da pista, informamos a concession\u00e1ria e nunca mais tivemos acidente de moto ali\u201d, conta. Outra a\u00e7\u00e3o organizada pelo \u00f3rg\u00e3o s\u00e3o as campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o a respeito do tr\u00e2nsito, realizadas nas abordagens de ve\u00edculos, ou em escolas e palestras.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_1918\" style=\"width: 480px\" class=\"wp-caption alignright\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1918\" class=\"wp-image-1918\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2024\/06\/Apreensoes-em-2024.png\" alt=\"\" width=\"470\" height=\"316\" \/><p id=\"caption-attachment-1918\" class=\"wp-caption-text\">Apreens\u00f5es em 2024.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Reportagem e Fotos:<\/strong> Kauan Ribeiro<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o: <\/strong>Kauan Ribeiro e Juliana Lacerda<\/p>\n<p><strong>Supervis\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o:<\/strong> Ivan Bomfim e Gabriela Almeida<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paran\u00e1 \u00e9 um dos estados que mais registrou acidentes neste ano O estado do Paran\u00e1 nos primeiros tr\u00eas meses deste ano j\u00e1 registrou cerca de 1100 acidentes, sendo um dos estados em que mais houve ocorr\u00eancias no pa\u00eds, ocupando a terceira posi\u00e7\u00e3o atr\u00e1s apenas de Minas Gerais e Santa Catarina. 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