{"id":2180,"date":"2024-11-16T14:53:48","date_gmt":"2024-11-16T17:53:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/?p=2180"},"modified":"2024-11-16T14:57:01","modified_gmt":"2024-11-16T17:57:01","slug":"saude-em-perigo-cresce-a-obesidade-infantil-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/saude-em-perigo-cresce-a-obesidade-infantil-no-brasil\/","title":{"rendered":"Sa\u00fade em perigo: cresce a obesidade infantil no Brasil"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><i><span style=\"font-weight: 400\">Pesquisa da Fiocruz Bahia destaca aumento de excesso de peso em crian\u00e7as e a urg\u00eancia de medidas preventivas<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Um estudo realizado por pesquisadores da Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz Bahia) em colabora\u00e7\u00e3o com outras institui\u00e7\u00f5es revelou um cen\u00e1rio alarmante em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade das crian\u00e7as no Brasil. A pesquisa analisou dados de 5.750.214 crian\u00e7as de 3 a 10 anos nascidas entre 2001 e 2014, que constam em tr\u00eas sistemas administrativos: o Cadastro \u00danico para Programas Sociais do Governo Federal (Cad\u00danico), o Sistema de Informa\u00e7\u00e3o de Nascidos Vivos (Sinasc) e o Sistema de Vigil\u00e2ncia Alimentar e Nutricional (Sisvan). A pesquisa identificou que as crian\u00e7as cresceram significativamente mais e, o que \u00e9 ainda mais preocupante, a obesidade est\u00e1 ampliando. Os resultados do estudo indicaram que, no per\u00edodo analisado, a estatura m\u00e9dia das crian\u00e7as aumentou em 1 cent\u00edmetro. Al\u00e9m disso, a preval\u00eancia de excesso de peso e obesidade apresentou um aumento significativo. Especificamente, a preval\u00eancia de obesidade nos grupos analisados aumentou para cerca de 3%.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No estudo, os dados foram divididos em dois grupos: crian\u00e7as nascidas de 2001 a 2007 e de 2008 a 2014, considerando tamb\u00e9m as diferen\u00e7as entre os sexos declarados. Na compara\u00e7\u00e3o entre os dois grupos, ou seja, crian\u00e7as nascidas at\u00e9 2007 e aquelas nascidas at\u00e9 2014, consideradas entre 5 e 10 anos, a preval\u00eancia de excesso de peso aumentou 3,2% entre os meninos e 2,7% entre as meninas. No caso da obesidade, a preval\u00eancia entre os meninos passou de 11,1% no primeiro grupo para 13,8% no segundo grupo, representando um aumento de 2,7%. Entre as meninas, a taxa aumentou de 9,1% para 11,2%, um crescimento de 2,1%. Na faixa et\u00e1ria de 3 e 4 anos, o aumento foi menor na compara\u00e7\u00e3o entre os dois grupos. Quanto ao excesso de peso, houve um aumento de 0,9% entre os meninos e de 0,8% entre as meninas. Em termos de obesidade, a preval\u00eancia subiu de 4% para 4,5% entre os meninos e de 3,6% para 3,9% entre as meninas, representando um crescimento de 0,5% e 0,3%, respectivamente.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A obesidade infantil \u00e9 mais do que uma quest\u00e3o est\u00e9tica e est\u00e1 se tornando um problema de sa\u00fade p\u00fablica. As crian\u00e7as obesas correm um risco de desenvolver problemas de sa\u00fade graves, incluindo diabetes tipo 2, doen\u00e7as cardiovasculares, hipertens\u00e3o e certos tipos de c\u00e2ncer. Al\u00e9m dos efeitos f\u00edsicos, h\u00e1 tamb\u00e9m efeitos emocionais e sociais, como baixa autoestima, preconceito e dificuldades de integra\u00e7\u00e3o social. Os resultados deste estudo destacam a necessidade urgente de uma a\u00e7\u00e3o para combater estes resultados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No estudo, os pesquisadores indicaram que o Brasil est\u00e1 longe da meta da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) que estabeleceu um intuito claro de conter o aumento da obesidade at\u00e9 2030. Pesquisas mostram que essa \u00e9 uma meta que o Brasil ainda est\u00e1 longe de alcan\u00e7ar. Dada esta situa\u00e7\u00e3o, devem ser tomadas a\u00e7\u00f5es preventivas eficazes. As principais medidas incluem o investimento na educa\u00e7\u00e3o nutricional e a promo\u00e7\u00e3o da atividade f\u00edsica regular.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Segundo a nutricionista Juliane do Maral, os dados da pesquisa s\u00e3o vis\u00edveis na pr\u00e1tica porque o cen\u00e1rio tem sido reflexo da transi\u00e7\u00e3o nutricional que foi acontecendo no pa\u00eds, \u201cIsso \u00e9 fruto da nossa cultura alimentar, o maior acesso a alimentos ultraprocessados e ao poder econ\u00f4mico das pessoas que permite o acesso a alimentos menos nutritivos\u201d. Ainda segundo ela, o excesso de calorias e a hiperalimenta\u00e7\u00e3o podem contribuir para um crescimento maior em estatura e ao mesmo tempo no excesso de peso, aumentando os \u00edndices de obesidade entre crian\u00e7as. Refletindo a complexidade do problema, a obesidade infantil est\u00e1 frequentemente associada a desigualdades sociais e econ\u00f4micas, porque as crian\u00e7as e adolescentes acabam por n\u00e3o consumir alimentos de qualidade. Enfrentar este desafio requer interven\u00e7\u00f5es diretas de sa\u00fade p\u00fablica, bem como esfor\u00e7os para reduzir as desigualdades sociais e promover a igualdade de acesso \u00e0 sa\u00fade e \u00e0 nutri\u00e7\u00e3o adequada.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u00c0 medida que o Brasil avan\u00e7a na luta contra a obesidade infantil \u00e9 fundamental um esfor\u00e7o conjunto de governos, escolas, fam\u00edlias e da sociedade como um todo. S\u00f3 atrav\u00e9s de uma abordagem integrada e colaborativa ser\u00e1 poss\u00edvel inverter esta tend\u00eancia e garantir um futuro mais saud\u00e1vel para as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es. Nas escolas do Paran\u00e1, segundo a nutricionista Juliane do Maral, a alimenta\u00e7\u00e3o segue uma legisla\u00e7\u00e3o do PNAE (Programa\u00a0 Nacional de Alimenta\u00e7\u00e3o Escolar) que determina que crian\u00e7as em escolas p\u00fablicas sejam atendidas por uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel de qualidade e quantidade adequada a sua faixa et\u00e1ria. Crian\u00e7as em per\u00edodo integral devem ter 70% de suas necessidades nutricionais di\u00e1rias supridas e 20% para crian\u00e7as atendidas em per\u00edodo integral. Al\u00e9m desta alimenta\u00e7\u00e3o, a legisla\u00e7\u00e3o estabelece que seja feita educa\u00e7\u00e3o nutricional continuada com os alunos. A nutricionista ainda alertou para os problemas que a obesidade pode causar, como a maior propens\u00e3o no desenvolvimento de doen\u00e7as relacionadas \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o como diabetes, press\u00e3o alta, colesterol e triglicer\u00eddeos altos. \u201cPor\u00e9m existem tamb\u00e9m repercuss\u00f5es quanto a sa\u00fade psicol\u00f3gica das crian\u00e7as, uma vez que \u00e9 comum uma rela\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u00e7\u00e3o n\u00e3o saud\u00e1vel com a comida, consequ\u00eancias de bullying e at\u00e9 ansiedade e depress\u00e3o\u201d, conclui ela. O acesso a alimentos saud\u00e1veis \u200b\u200bdeve ser facilitado, especialmente para as fam\u00edlias de baixos rendimentos, que muitas vezes enfrentam dificuldades. As campanhas de sensibiliza\u00e7\u00e3o e os programas comunit\u00e1rios desempenham um papel importante na mudan\u00e7a de h\u00e1bitos e na cria\u00e7\u00e3o de um ambiente prop\u00edcio ao desenvolvimento infantil saud\u00e1vel.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Segundo o Sistema de Vigil\u00e2ncia Alimentar e Nutricional (Sisvan), 35 mil crian\u00e7as obesas e 220 mil crian\u00e7as e adolescentes com sobrepeso foram cadastradas no Paran\u00e1 em 2022. \u00c9 preocupante o n\u00famero crescente de crian\u00e7as e jovens com algum grau de obesidade. Segundo dados do Sisvan, o n\u00famero de jovens obesos praticamente dobrou em 10 anos no Paran\u00e1, passando de 8,4% em 2013 para 16,65% em agosto de 2023. Para as crian\u00e7as, a taxa permaneceu praticamente est\u00e1vel durante o mesmo per\u00edodo.\u00a0<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_2184\" style=\"width: 1260px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2024\/11\/Infografico-Obesidade-infantil_page-0001.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-2184\" class=\"size-full wp-image-2184\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2024\/11\/Infografico-Obesidade-infantil_page-0001.jpg\" alt=\"\" width=\"1250\" height=\"3125\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2184\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: Emelli Schneider<\/p><\/div>\n<p><b>Abordagens para combater a obesidade infantil: as consequ\u00eancias psicol\u00f3gicas e sociais<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Segundo o psic\u00f3logo Derek Kupski, os conflitos familiares s\u00e3o um dos fatores que podem contribuir significativamente para a obesidade infantil. Muitas vezes, as crian\u00e7as enfrentam esses atritos e desregula\u00e7\u00e3o emocional atrav\u00e9s da alimenta\u00e7\u00e3o, utilizando o ato de comer como uma forma de aliviar o sofrimento e o estresse. Esse comportamento, embora seja uma tentativa de buscar conforto, pode ser extremamente prejudicial \u00e0 sa\u00fade, levando ao ganho de peso excessivo. Al\u00e9m disso, o ambiente familiar exerce uma forte influ\u00eancia no desenvolvimento dos h\u00e1bitos alimentares e no bem-estar emocional das crian\u00e7as, refor\u00e7ando a import\u00e2ncia de um ambiente dom\u00e9stico harmonioso para a preven\u00e7\u00e3o da obesidade infantil.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">As consequ\u00eancias do estresse e dos conflitos familiares podem ser variadas e graves, afetando profundamente a sa\u00fade mental e o comportamento das crian\u00e7as. O psic\u00f3logo explica: &#8220;Os efeitos v\u00e3o desde o desenvolvimento de transtornos como depress\u00e3o e ansiedade at\u00e9 situa\u00e7\u00f5es onde a crian\u00e7a desenvolve um comportamento mais violento e agressivo. S\u00e3o diferentes consequ\u00eancias poss\u00edveis nesse sentido&#8221;. Al\u00e9m disso, Kupski aponta que, na esfera social, &#8220;o pr\u00f3prio isolamento e as dificuldades de intera\u00e7\u00e3o social s\u00e3o poss\u00edveis consequ\u00eancias relacionadas&#8221;. A import\u00e2ncia de um ambiente familiar saud\u00e1vel e de apoio, essencial para o desenvolvimento emocional e social das crian\u00e7as, prevenindo assim os efeitos negativos do estresse familiar.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Maria Santos*, m\u00e3e de um menino que sofreu dois epis\u00f3dios de bullying na escola aos 10 anos, compartilhou as dificuldades enfrentadas pelo filho ap\u00f3s os incidentes. &#8220;Meu filho passou a ter medo de ir \u00e0 escola. Eu n\u00e3o sabia o que fazer no come\u00e7o, mas sabia que precisava agir r\u00e1pido para ajud\u00e1-lo.&#8221; Maria decidiu buscar ajuda profissional e colocou o filho na terapia. Al\u00e9m disso, ela mudou a alimenta\u00e7\u00e3o dele e o incentivou a praticar esportes. &#8220;Eu queria garantir que ele tivesse todas as ferramentas para superar esse momento dif\u00edcil&#8221;, explicou (* Nome fict\u00edcio para proteger os entrevistados).\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Para enfrentar a crescente da obesidade infantil no Brasil, \u00e9 necess\u00e1rio que se adote uma abordagem multifacetada, envolvendo a participa\u00e7\u00e3o ativa de governos, escolas, fam\u00edlias e da sociedade em geral. A implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas eficazes, que promovam a educa\u00e7\u00e3o nutricional e incentivem a atividade f\u00edsica, \u00e9 crucial. Al\u00e9m disso, \u00e9 necess\u00e1rio garantir que todas as crian\u00e7as, independentemente de sua condi\u00e7\u00e3o socioecon\u00f4mica, tenham acesso a alimentos saud\u00e1veis e nutritivos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O Programa Nacional de Alimenta\u00e7\u00e3o Escolar (PNAE), regulamentado pela Lei n\u00ba 11.947\/2009, garante a oferta de alimenta\u00e7\u00e3o adequada nas escolas, com foco em atender as necessidades nutricionais dos alunos. A Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 6\/2020 do FNDE estabelece diretrizes que orientam a qualidade dos alimentos, incentivando o consumo de frutas, legumes e verduras. Al\u00e9m do PNAE, o Plano Nacional de Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional (PLANSAN) e a Pol\u00edtica Nacional de Alimenta\u00e7\u00e3o e Nutri\u00e7\u00e3o (PNAN) atuam de forma integrada, promovendo a seguran\u00e7a alimentar e enfrentando a obesidade infantil atrav\u00e9s de a\u00e7\u00f5es coordenadas no \u00e2mbito da sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o. Campanhas de sensibiliza\u00e7\u00e3o e programas comunit\u00e1rios devem ser fortalecidos para mudar h\u00e1bitos alimentares e criar um ambiente prop\u00edcio ao desenvolvimento infantil saud\u00e1vel.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A obesidade infantil e na adolesc\u00eancia tem impacto significativo na vida dos jovens, muitas vezes resultando em experi\u00eancias de bullying nas escolas e em outros ambientes sociais. Os jovens que enfrentam esse tipo de discrimina\u00e7\u00e3o sofrem n\u00e3o apenas com o estigma associado ao peso, mas tamb\u00e9m com as consequ\u00eancias emocionais e psicol\u00f3gicas que surgem dessa marginaliza\u00e7\u00e3o. O bullying pode levar \u00e0 baixa autoestima, depress\u00e3o e, em casos mais graves, ao isolamento social, afetando o desenvolvimento saud\u00e1vel e o desempenho acad\u00eamico.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Al\u00e9m dos efeitos imediatos, o bullying relacionado \u00e0 obesidade pode perpetuar um ciclo de dificuldades que se estende \u00e0 vida adulta. Jovens que sofrem com o estigma do peso tendem a adotar comportamentos alimentares prejudiciais, que podem agravar o problema da obesidade. O impacto psicol\u00f3gico tamb\u00e9m pode dificultar a ado\u00e7\u00e3o de h\u00e1bitos saud\u00e1veis, criando um desafio cont\u00ednuo para superar as barreiras impostas pelo preconceito e pela discrimina\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><strong>Reportagem: Emelli Schneider<\/strong><\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o: Jo\u00e3o Fagundes e Heloisa Ribas Bida<\/strong><\/p>\n<p><strong>Supervis\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0<strong>Ivan Bomfim e Gabriela Almeida<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa da Fiocruz Bahia destaca aumento de excesso de peso em crian\u00e7as e a urg\u00eancia de medidas preventivas Um estudo realizado por pesquisadores da Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz Bahia) em colabora\u00e7\u00e3o com outras institui\u00e7\u00f5es revelou um cen\u00e1rio alarmante em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade das crian\u00e7as no Brasil. 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