{"id":2379,"date":"2025-11-22T22:22:58","date_gmt":"2025-11-23T01:22:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/?p=2379"},"modified":"2025-11-22T22:57:24","modified_gmt":"2025-11-23T01:57:24","slug":"saude-na-rua-como-ponta-grossa-atende-pessoas-em-situacao-de-vulnerabilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/saude-na-rua-como-ponta-grossa-atende-pessoas-em-situacao-de-vulnerabilidade\/","title":{"rendered":"Sa\u00fade na rua: como Ponta Grossa atende pessoas em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade"},"content":{"rendered":"<div>Mais de 200 pessoas est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua em Ponta Grossa. Para elas, o acesso ao sistema de sa\u00fade \u00e9 marcado pelo aux\u00edlio da assist\u00eancia social, que atua como ponte entre os atendimentos emergenciais e a rede de servi\u00e7os p\u00fablicos, articulando desde o primeiro acolhimento at\u00e9 encaminhamentos para unidades b\u00e1sicas, hospitais e institui\u00e7\u00f5es de apoio. A reportagem acompanhou a rotina da equipe do Consult\u00f3rio na Rua (eCR).<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O ponto de partida foi a Unidade de Sa\u00fade Luiz Conrado Mansani, em Uvaranas. Na \u00faltima sala do corredor principal, profissionais da sa\u00fade e da assist\u00eancia social se reuniam para planejar o atendimento do dia. A cena resume o trabalho cotidiano da equipe, que atua diretamente com pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua em Ponta Grossa, articulando o acesso dessa popula\u00e7\u00e3o aos servi\u00e7os do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS).<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A equipe se re\u00fane toda manh\u00e3, composta por assistentes sociais, uma t\u00e9cnica de enfermagem, um dentista residente e um m\u00e9dico terceirizado, al\u00e9m de uma psic\u00f3loga e uma terapeuta ocupacional, que integram a equipe de sa\u00fade mental. Em uma das paredes da sala, h\u00e1 um quadro branco dividido em linhas e colunas, que configura um calend\u00e1rio mensal. Neste calend\u00e1rio, est\u00e3o indicados nomes de pacientes que necessitam de cuidados espec\u00edficos em dias determinados. Troca de curativos em paciente que passou por cirurgia e aplica\u00e7\u00e3o de benzetacil em paciente que apresenta IST (Infec\u00e7\u00e3o Sexualmente Transmiss\u00edvel) s\u00e3o alguns dos exemplos presentes no quadro.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Mesmo tendo sido instalado em Ponta Grossa recentemente, o programa Consult\u00f3rio na Rua demonstra contato direto e conhecimento dos profissionais com as pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua. A equipe as reconhece por nome e debate seus casos. Ao se reunirem no \u2018QG\u2019, definem a divis\u00e3o das equipes e os locais onde far\u00e3o o atendimento. Quando n\u00e3o h\u00e1 demanda especificada no quadro, h\u00e1 lugares de visita pr\u00e9-determinados, mas a equipe nem sempre d\u00e1 conta. Silvana Santi Cavalli, que \u00e9 assistente social da equipe, explica que no in\u00edcio a equipe conseguia seguir uma regularidade de rela\u00e7\u00e3o lugar\/dia, mas conforme o CR foi ficando conhecido, a demanda foi aumentando e agora \u00e9 necess\u00e1rio atender mais pessoas.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Ao efetuar uma primeira abordagem, a equipe realiza um cadastro com diversas informa\u00e7\u00f5es, como: h\u00e1 quanto tempo na rua e qual o motivo, se recebe algum benef\u00edcio, escolaridade, cor declarada etc. Posteriormente os dados s\u00e3o inseridos no sistema, de modo que possam ser acessados em diferentes momentos e por profissionais da sa\u00fade em qualquer localidade da regi\u00e3o. Atualmente em Ponta Grossa, h\u00e1 mais de 400 pessoas cadastradas pelo Consult\u00f3rio na Rua.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O Consult\u00f3rio na Rua \u00e9 uma iniciativa nacional, institu\u00edda pela Pol\u00edtica Nacional de Aten\u00e7\u00e3o B\u00e1sica do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, em 2012. Em Ponta Grossa, foi instalado em dezembro de 2024, depois de um ano de a\u00e7\u00f5es mensais e posteriormente semanais, considerando o aumento da demanda constante. A psic\u00f3loga e coordenadora da iniciativa no \u00e2mbito local, Patr\u00edcia Valenga, explica que a equipe ponta-grossense foi reconhecida pelo Governo Federal recentemente. \u201cO Consult\u00f3rio na Rua foi credenciado, recebendo recursos federais do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, no dia 28 de abril deste ano\u201d, explica. No in\u00edcio, a equipe era formada por funcion\u00e1rios p\u00fablicos do munic\u00edpio, realocados para a eCR. Atualmente a equipe \u00e9 de modalidade III, pois passou a contar tamb\u00e9m com profissionais da medicina e odontologia.<\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_2381\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2025\/11\/IMG_7500-scaled.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-2381\" class=\"size-large wp-image-2381\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2025\/11\/IMG_7500-1024x576.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"576\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2025\/11\/IMG_7500-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2025\/11\/IMG_7500-300x169.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2025\/11\/IMG_7500-768x432.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2025\/11\/IMG_7500-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2025\/11\/IMG_7500-2048x1152.jpg 2048w, https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2025\/11\/IMG_7500-1232x693.jpg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2025\/11\/IMG_7500-1920x1080.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2381\" class=\"wp-caption-text\">Em Ponta Grossa, h\u00e1 mais de 400 pessoas cadastradas pelo CR. Foto: Maria Vit\u00f3ria Carollo<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Depois de definir quais ser\u00e3o os locais de atendimento, os profissionais se dividem entre si, e a equipe se dirige ao bairro Sabar\u00e1 numa \u201cbusca ativa\u201d. O termo frequentemente usado pela eCR significa sair pela cidade, procurando por pessoas que necessitam de atendimento de sa\u00fade.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Na busca ativa da manh\u00e3 do dia 16 de setembro, a equipe se dirige \u00e0 passarela da Avenida Souza Naves, na entrada da cidade. Embaixo dela, localizam-se tr\u00eas homens que aparentam estar em situa\u00e7\u00e3o de rua. Dois deles j\u00e1 s\u00e3o conhecidos pela equipe, que passa a conversar para entender a situa\u00e7\u00e3o e se eles necessitam de algum encaminhamento para outras institui\u00e7\u00f5es como CAPS (Centros de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial), CAPS AD (Centro de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial &#8211; \u00c1lcool e Drogas) ou UBS (Unidade B\u00e1sica de Sa\u00fade).<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O terceiro homem presente \u00e9 um personagem desconhecido pela eCR. As profissionais conversam para buscar informa\u00e7\u00f5es e compreender qual \u00e9 a sua situa\u00e7\u00e3o e se ele necessita de ajuda. Entretanto, a comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 eficiente. O homem se encontra intoxicado (termo utilizado pela equipe para indicar pacientes que est\u00e3o sob o efeito de subst\u00e2ncias) e incapaz de se expressar. As profissionais conseguem acesso ao nome do senhor, que porta seu documento de identidade, mas nada al\u00e9m disso. Os outros dois homens que est\u00e3o ali n\u00e3o sabem muitas informa\u00e7\u00f5es sobre ele, somente que ele tem um irm\u00e3o e que mora na regi\u00e3o. Com essas informa\u00e7\u00f5es, a equipe parte para uma unidade de sa\u00fade do bairro, para saber se ele j\u00e1 foi atendido no local e se existem informa\u00e7\u00f5es sobre ele. Pela escassez de informa\u00e7\u00f5es, h\u00e1 uma dificuldade por parte dos profissionais da UBS em identific\u00e1-lo, mas \u00e9 poss\u00edvel descobrir seu endere\u00e7o.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Com a informa\u00e7\u00e3o em m\u00e3os, a eCR sai em busca deste endere\u00e7o. At\u00e9 encontr\u00e1-lo, foi necess\u00e1rio perguntar para a vizinhan\u00e7a. Ao chegar na casa indicada pelas profissionais da UBS, a equipe passa a conversar com a fam\u00edlia para entender qual a situa\u00e7\u00e3o do sujeito. A partir do relato de sua irm\u00e3, descobre que o homem reside com ela, mas que sofre com alcoolismo e com frequ\u00eancia sai de casa e demora a voltar. A partir da confirma\u00e7\u00e3o de que o homem \u00e9 assistido, a eCR considera o caso encerrado, uma vez que n\u00e3o est\u00e1 mais no seu alcance de atua\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Casos mais graves, em que o atendimento prim\u00e1rio do Consult\u00f3rio na Rua n\u00e3o \u00e9 suficiente, os pacientes s\u00e3o encaminhados para as UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) ou para o Hospital Universit\u00e1rio Regional dos Campos Gerais (HU), que atende tr\u00eas regionais de sa\u00fade, 3\u00aa (Ponta Grossa), 21\u00aa (Tel\u00eamaco Borba) e 4\u00aa (Irati), atende 29 munic\u00edpios. In\u00eas Chuy Lopes \u00e9 Assistente Social do HU e explica que constantemente o hospital atende pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua. Elas t\u00eam acesso ao atendimento do regional via emerg\u00eancia (SAMU\/SIATE), encaminhamentos do Consult\u00f3rio na Rua e casos de viol\u00eancia sexual \u2014 que s\u00e3o de atendimemto obrigat\u00f3rio em toda institui\u00e7\u00e3o de sa\u00fade. Ainda de acordo com In\u00eas, o principal desafio nesse atendimento \u00e9 o destino do paciente ap\u00f3s a alta hospitalar, j\u00e1 que ele tem o direito de escolher para onde deseja ir. A assist\u00eancia social tenta estabelecer contato com familiares, mas muitas vezes encontra resist\u00eancia ou desgaste da fam\u00edlia.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A situa\u00e7\u00e3o se agrava quando o paciente apresenta sequelas, como amputa\u00e7\u00f5es ou condi\u00e7\u00e3o de acamado, sem ter fam\u00edlia ou condi\u00e7\u00f5es de retornar \u00e0s ruas. Nessas circunst\u00e2ncias, especialmente no chamado \u201clapso temporal\u201d da assist\u00eancia social, como explica In\u00eas, composto por adultos entre 18 e 60 anos, faixa et\u00e1ria desassistida por institui\u00e7\u00f5es de acolhimento, uma vez que n\u00e3o s\u00e3o mais adolescentes, mas ainda n\u00e3o s\u00e3o idosos. Nesses casos ocorre o chamado internamento social: pessoas que j\u00e1 t\u00eam condi\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas de alta, mas permanecem internadas por falta de alternativas. Busca-se acionar o Minist\u00e9rio P\u00fablico e secretarias de sa\u00fade para encontrar locais de acolhimento e viabilizar a continuidade do cuidado, mas nem sempre \u00e9 um processo r\u00e1pido.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Segundo informa\u00e7\u00f5es do Polos de Cidadania da UFMG, de 2025, a maior parte \u00e9 composta por homens entre 18 e 55 anos. Os problemas de sa\u00fade mais recorrentes s\u00e3o Infec\u00e7\u00f5es Sexualmente Transmiss\u00edveis, feridas de brigas, complica\u00e7\u00f5es ligadas ao uso de \u00e1lcool e drogas e casos de tuberculose, cujo tratamento \u00e9 dificultado pela falta de locais adequados e pela necessidade de continuidade.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A assistente social Rose Christ\u00f3foro tem anos de experi\u00eancia no Centro de Refer\u00eancia Especializado para Pessoas em Situa\u00e7\u00e3o de Rua e atualmente trabalha na abordagem social, encaminhando essas pessoas \u00e0s institui\u00e7\u00f5es de apoio, muitas vezes a partir de den\u00fancias ou do deslocamento at\u00e9 locais j\u00e1 conhecidos.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>No entanto, o maior obst\u00e1culo \u00e9 a resist\u00eancia dos pr\u00f3prios indiv\u00edduos em aceitar ajuda ou permanecer em abrigos, o que se soma ao desafio do v\u00edcio, marcado pela instabilidade entre o uso e a sobriedade. Al\u00e9m da depend\u00eancia qu\u00edmica, a principal causa apontada por Rose para a perman\u00eancia nas ruas \u00e9 a desestrutura\u00e7\u00e3o familiar, agravada pela vergonha que muitos sentem em buscar acolhimento.<\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_2382\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2025\/11\/IMG_7500-1-scaled.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-2382\" class=\"size-large wp-image-2382\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2025\/11\/IMG_7500-1-1024x576.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"576\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2025\/11\/IMG_7500-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2025\/11\/IMG_7500-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2025\/11\/IMG_7500-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2025\/11\/IMG_7500-1-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2025\/11\/IMG_7500-1-2048x1152.jpg 2048w, https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2025\/11\/IMG_7500-1-1232x693.jpg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-content\/uploads\/sites\/236\/2025\/11\/IMG_7500-1-1920x1080.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2382\" class=\"wp-caption-text\">A a\u00e7\u00e3o \u00e9 uma iniciativa da Pol\u00edtica Nacional de Aten\u00e7\u00e3o B\u00e1sica. Foto: Maria Vit\u00f3ria Carollo<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p><b>Reportagem: <\/b>Maria Vit\u00f3ria Carollo<\/p>\n<p><strong>Foto:<\/strong> Maria Vit\u00f3ria Carollo<\/p>\n<p><b>Edi\u00e7\u00e3o e Publica\u00e7\u00e3o:<\/b> Betania Ramos e Joyce Clara<\/p>\n<p><b>Supervis\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o:<\/b>\u00a0Manoel Moabis e Aline Rios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais de 200 pessoas est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua em Ponta Grossa. Para elas, o acesso ao sistema de sa\u00fade \u00e9 marcado pelo aux\u00edlio da assist\u00eancia social, que atua como ponte entre os atendimentos emergenciais e a rede de servi\u00e7os p\u00fablicos, articulando desde o primeiro acolhimento at\u00e9 encaminhamentos para unidades b\u00e1sicas, hospitais e institui\u00e7\u00f5es de&nbsp;&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":728,"featured_media":2380,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":true,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[143,139],"tags":[210],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2379"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-json\/wp\/v2\/users\/728"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2379"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2379\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2383,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2379\/revisions\/2383"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2380"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2379"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2379"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/nuntiare\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2379"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}