{"id":532,"date":"2026-04-19T10:08:13","date_gmt":"2026-04-19T13:08:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/?p=532"},"modified":"2026-04-29T08:16:47","modified_gmt":"2026-04-29T11:16:47","slug":"quando-a-gente-sai-da-aldeia-para-o-mundo-academico-e-aprender-outra-lingua-e-lutar-para-nao-deixar-a-nossa-cultura-para-tras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/quando-a-gente-sai-da-aldeia-para-o-mundo-academico-e-aprender-outra-lingua-e-lutar-para-nao-deixar-a-nossa-cultura-para-tras\/","title":{"rendered":"\u201cQuando a gente sai da aldeia para o mundo acad\u00eamico \u00e9 aprender outra l\u00edngua e lutar para n\u00e3o deixar a nossa cultura para tr\u00e1s&#8221;, afirma Kaingang"},"content":{"rendered":"<p class=\"western\" style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">Em um Pa\u00eds de desigualdades econ\u00f4mico-sociais e educacionais, a presen\u00e7a de povos ind\u00edgenas no ensino superior representa um avan\u00e7o para toda sociedade. Como pol\u00edtica de Estado do Paran\u00e1, a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) tem buscado a inclus\u00e3o de estudantes ind\u00edgenas, com implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de ingresso e perman\u00eancia na Institui\u00e7\u00e3o. \u201cQuando a gente sai da aldeia para o mundo acad\u00eamico, n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 estudar, \u00e9 aprender outra l\u00edngua, outra l\u00f3gica e lutar para n\u00e3o deixar a nossa cultura para tr\u00e1s\u201d, afirmou Jorge Alves, 34 anos, da etnia Kaingang e estudante do 3\u00ba ano de Direito na UEPG. Ele falou \u00e0 reportagem do <\/span><\/span><\/span><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\"><i><b>Pauta Ambiental<\/b><\/i><\/span><\/span><\/span><i> <\/i><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">em refer\u00eancia ao 19 de Abril, Dia dos Povos Ind\u00edgenas. <\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">Desde a implanta\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica de acesso ind\u00edgena nas Universidades Estaduais do Paran\u00e1, estabelecida pela Lei Estadual 13.134, de 2001, que criou as vagas espec\u00edficas e o vestibular para ind\u00edgenas, a UEPG formou 19 profissionais das etnias Kaingang, Guarani e Guarani Mbya entre 2005 e 2024. Os dados s\u00e3o da Diretoria de A\u00e7\u00f5es Afirmativas e Diversidade da Pr\u00f3-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE) da UEPG. No ranking dos cursos mais procurados pelos ind\u00edgenas na UEPG se destacam Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica, em 1\u00ba lugar; Enfermagem, em 2\u00ba; Direito, em 3\u00ba; seguidos de Medicina, Pedagogia, Hist\u00f3ria, Odontologia e Agronomia.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-536\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/04\/GRAFICO_INDIGENAS-FORMADOS-PELA-UEPG-EM-9-ANOS-300x190.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"190\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/04\/GRAFICO_INDIGENAS-FORMADOS-PELA-UEPG-EM-9-ANOS-300x190.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/04\/GRAFICO_INDIGENAS-FORMADOS-PELA-UEPG-EM-9-ANOS-1024x647.jpg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/04\/GRAFICO_INDIGENAS-FORMADOS-PELA-UEPG-EM-9-ANOS-768x486.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/04\/GRAFICO_INDIGENAS-FORMADOS-PELA-UEPG-EM-9-ANOS.jpg 1066w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p class=\"western\" style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">Neste ano, a UEPG conta com 27 estudantes ind\u00edgenas matriculados na gradua\u00e7\u00e3o, sendo 11 na Medicina, cinco em Odontologia, cinco em Direito, tr\u00eas em Enfermagem, dois em Pedagogia e um em Artes Visuais. <\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">Origin\u00e1rio da Terra Ind\u00edgena Faxinal, em C\u00e2ndido de Abreu, e atualmente residente em Ponta Grossa, Jorge destaca que a jornada na Universidade vai al\u00e9m das disciplinas e se foca no aprimoramento do Portugu\u00eas. Ele explica que, embora muitas aldeias ofere\u00e7am ensino da L\u00edngua Portuguesa j\u00e1 na inf\u00e2ncia, a Universidade possibilita desenvolver a habilidade de se expressar em um contexto formal. Jorge enfatiza a necessidade de se \u201cconviver entre os dois mundos, tanto dentro da aldeia, quanto para fora da aldeia\u201d, mantendo viva a cultura Kaingang. Para ele, a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma ferramenta de empoderamento e defesa de sua comunidade.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-534\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/04\/GRAFICO_CURSOS-ESCOLHIDOS-POR-INDIGENAS-NA-UEPG-300x180.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"180\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/04\/GRAFICO_CURSOS-ESCOLHIDOS-POR-INDIGENAS-NA-UEPG-300x180.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/04\/GRAFICO_CURSOS-ESCOLHIDOS-POR-INDIGENAS-NA-UEPG-1024x613.jpg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/04\/GRAFICO_CURSOS-ESCOLHIDOS-POR-INDIGENAS-NA-UEPG-768x460.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/04\/GRAFICO_CURSOS-ESCOLHIDOS-POR-INDIGENAS-NA-UEPG.jpg 1209w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p class=\"western\" style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">A presen\u00e7a de estudantes ind\u00edgenas na UEPG tamb\u00e9m tem ocorrido na p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. O casal Alexandre Kuaray de Quadros e Regina Kosi dos Santos comemora o fato de terem sido os primeiros ind\u00edgenas a concluir o Mestrado na UEPG na \u00e1rea de Estudos da Linguagem. Alexandre formou-se em Licenciatura em Geografia em 2018; em 2022, terminou o Mestrado; e atualmente cursa o 2\u00ba ano de Doutorado em Estudos da Linguagem tamb\u00e9m na UEPG, com ingresso no ano passado. Regina graduou-se em Licenciatura em Hist\u00f3ria, em 2019. Em 2023, concluiu o Mestrado. <\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">Nascido e criado na terra ind\u00edgena Rio das Cobras, da etnia Guarani, Alexandre destaca a luta por reconhecimento e espa\u00e7o para os povos ind\u00edgenas na universidade. Conforme afirmou, um dos maiores desafios \u00e9 a falta de conhecimento da sociedade sobre a diversidade ind\u00edgena, especialmente fora da Amaz\u00f4nia. <\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">Alexandre criticou \u201ca falta de reconhecimento\u201d por parte das pessoas que ignoram a presen\u00e7a de etnias no Sul do Brasil. O que ocorre at\u00e9 mesmo no ambiente acad\u00eamico, conforme afirmou: \u201cAqui mesmo na universidade, se voc\u00ea perguntar para alguns acad\u00eamicos se tem, se conhecem a cultura ind\u00edgena, eles v\u00e3o falar do Mato Grosso, Amazonas, sendo que aqui no sul, n\u00f3s temos tr\u00eas etnias diferentes: Guarani, Kaingang e Xet\u00e1\u201d. <\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">Alexandre tamb\u00e9m criticou a vis\u00e3o de que os ind\u00edgenas s\u00e3o sustentados pela Funda\u00e7\u00e3o Nacional dos Povos Ind\u00edgenas (Funai). Pelo contr\u00e1rio, conforme disse: \u201cMuitas pessoas falam \u2018Voc\u00eas s\u00e3o dependentes da Funai!\u2019 Mas n\u00e3o. Estou aqui para afirmar que n\u00e3o. O nosso modo de sobreviv\u00eancia \u00e9 o artesanato\u201d.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">Membro da Comiss\u00e3o Universidade para Ind\u00edgenas (CUIA) da UEPG, Alexandre destacou sua atua\u00e7\u00e3o no acompanhamento e suporte a outros estudantes ind\u00edgenas, a fim de garantir que suas vozes sejam ouvidas e necessidades atendidas. No ambiente acad\u00eamico, Alexandre contou que n\u00e3o escapam do preconceito e que j\u00e1 ouviram: \u201cMestrado n\u00e3o era para ind\u00edgena. Muito dif\u00edcil\u201d. <\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">Nas sete Universidades Estaduais do Paran\u00e1 e uma Federal, atualmente s\u00e3o 52 vagas destinadas ao vestibular para ind\u00edgenas, segundo dados da Diretoria de A\u00e7\u00f5es Afirmativas e Diversidade da PRAE\/UEPG. Da pol\u00edtica de Estado do Paran\u00e1, inclui o funcionamento da Comiss\u00e3o Universidade para os Ind\u00edgenas (CUIA), a concess\u00e3o do Aux\u00edlio Perman\u00eancia Ind\u00edgena, acolhimento e suporte pedag\u00f3gico, aux\u00edlios materiais essenciais, refei\u00e7\u00e3o gratuita no Restaurante Universit\u00e1rio (RU), transporte p\u00fablico gratuito. A UEPG tamb\u00e9m promove a isen\u00e7\u00e3o de taxas de inscri\u00e7\u00e3o em cursos e eventos e a produ\u00e7\u00e3o de materiais em l\u00ednguas ind\u00edgenas, como o Manual da ABNT traduzido para Guarani e Kaingang.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\"><b>O Dia dos Povos Ind\u00edgenas: hist\u00f3ria e significado<\/b><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">O Dia dos Povos Ind\u00edgenas, celebrado no 19 de abril, marca a diversidade cultural e a luta por direitos territoriais e contra o preconceito. Sua origem remonta ao Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, realizado em 1940, em P\u00e1tzcuaro, M\u00e9xico, onde lideran\u00e7as ind\u00edgenas de todo o continente se reuniram para debater suas realidades e reivindica\u00e7\u00f5es. A data foi oficialmente institu\u00edda no Brasil em 1943. Em 2022, a Lei n\u00ba 14.402 alterou a denomina\u00e7\u00e3o \u201cDia do \u00cdndio\u201d para \u201cDia dos Povos Ind\u00edgenas\u201d, reconhecendo a diversidade de mais de 300 povos e 270 l\u00ednguas existentes no pa\u00eds, conforme dados do Censo IBGE. <\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\"><b>Viol\u00eancia marca realidade ind\u00edgena no Brasil <\/b><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">A realidade dos povos ind\u00edgenas no Brasil \u00e9 marcada pela viol\u00eancia, como preconceito, agress\u00f5es f\u00edsicas e assassinatos na disputa por territ\u00f3rio. Dados do Atlas da Viol\u00eancia 2025, em colabora\u00e7\u00e3o entre o Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (IPEA) e o F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica (FBSP), indicam que, em 2023, o n\u00famero de homic\u00eddios de ind\u00edgenas aumentou 10,7% em compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior. Este crescimento ocorre em um per\u00edodo em que a taxa geral de homic\u00eddios no Brasil registrou uma queda, atingindo o menor n\u00edvel em 11 anos (21,2 por 100 mil habitantes). A diferen\u00e7a nos dados aponta para a vulnerabilidade dos povos ind\u00edgenas \u00e0 viol\u00eancia letal, com regi\u00f5es como o sul da Bahia registrando um aumento de at\u00e9 418% nos homic\u00eddios contra essa popula\u00e7\u00e3o.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"western\" style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">No Paran\u00e1, entre o final de 2024 e o in\u00edcio de 2025, houve uma s\u00e9rie de ataques armados contra comunidades Av\u00e1-Guarani nos munic\u00edpios de Gua\u00edra e Terra Roxa, resultando em 17 ind\u00edgenas baleados, incluindo crian\u00e7as e idosos. Estes ataques ocorreram em \u00e1reas de retomada, intensificados pela inseguran\u00e7a jur\u00eddica gerada pela Lei do Marco Temporal (Lei 14.701\/2023), que, segundo o Conselho Indigenista Mission\u00e1rio (CIMI), tem impactado processos de demarca\u00e7\u00e3o de terras e incentivado a invas\u00e3o de territ\u00f3rios ind\u00edgenas. O Minist\u00e9rio dos Povos Ind\u00edgenas (MPI) condenou formalmente os ataques em janeiro de 2025, citando a omiss\u00e3o de for\u00e7as de seguran\u00e7a locais. Al\u00e9m disso, em janeiro de 2026, fam\u00edlias do povo Xet\u00e1 realizaram uma retomada em S\u00e3o Jer\u00f4nimo da Serra, em uma \u00e1rea cuja demarca\u00e7\u00e3o est\u00e1 paralisada h\u00e1 27 anos. A situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia e a morosidade nas demarca\u00e7\u00f5es de terras impactam diretamente a vida dos povos Guarani (Nhandeva e Mbya), Kaingang e Xet\u00e1 no Paran\u00e1, que frequentemente precisam conciliar a vida em acampamentos ou \u00e1reas reduzidas com a busca por direitos e a preserva\u00e7\u00e3o de suas culturas.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><strong>****<\/strong><\/p>\n<p class=\"western\" style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">Por <\/span><\/span><\/span><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\"><b>Isabella Meira <\/b><\/span><\/span><\/span><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">e <\/span><\/span><\/span><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\"><b>Valentina Bortoluzze<\/b><\/span><\/span><\/span><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">, estudantes do 2\u00ba ano do Curso de Jornalismo da UEPG e integrantes do servi\u00e7o de extens\u00e3o <\/span><\/span><\/span><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\"><i><b>Pauta Ambiental<\/b><\/i><\/span><\/span><\/span><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em um Pa\u00eds de desigualdades econ\u00f4mico-sociais e educacionais, a presen\u00e7a de povos ind\u00edgenas no ensino superior representa um avan\u00e7o para toda sociedade. Como pol\u00edtica de Estado do Paran\u00e1, a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) tem buscado a inclus\u00e3o de estudantes ind\u00edgenas, com implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de ingresso e perman\u00eancia na Institui\u00e7\u00e3o. \u201cQuando a gente&nbsp;&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":849,"featured_media":533,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[4],"tags":[79,81,88,87,84,83,82,78,24,80,85],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/532"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-json\/wp\/v2\/users\/849"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=532"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/532\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":541,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/532\/revisions\/541"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-json\/wp\/v2\/media\/533"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=532"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=532"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=532"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}