{"id":627,"date":"2026-09-21T17:36:50","date_gmt":"2026-09-21T20:36:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/?p=627"},"modified":"2026-09-23T19:51:17","modified_gmt":"2026-09-23T22:51:17","slug":"dia-da-arvore-estudantes-e-docentes-da-uepg-e-utfpr-realizam-plantio-de-300-mudas-no-parque-olarias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/dia-da-arvore-estudantes-e-docentes-da-uepg-e-utfpr-realizam-plantio-de-300-mudas-no-parque-olarias\/","title":{"rendered":"DIA DA \u00c1RVORE | Estudantes e docentes da UEPG e UTFPR realizam plantio de 300 mudas no Parque Olarias"},"content":{"rendered":"<p align=\"justify\">O Parque de Olarias recebeu o plantio de mais de 300 mudas de esp\u00e9cies nativas para recupera\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de mata ciliar do Arroio Olarias. A iniciativa em refer\u00eancia ao Dia da \u00c1rvore, celebrado hoje, foi realizada na manh\u00e3 do \u00faltimo s\u00e1bado (19) e reuniu aproximadamente 60 pessoas. Entre elas, estudantes e professoras envolvidas nos projetos de extens\u00e3o da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Viveiro Florestal\/CAAR, Pauta Ambiental e Ag\u00eancia de Jornalismo e o Centro Acad\u00eamico de Jornalismo (Cajor), assim como o grupo de pesquisa e extens\u00e3o Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza e Educa\u00e7\u00e3o Ambiental (Conea), da Universidade Tecnol\u00f3gica Federal do Paran\u00e1 (UTFPR), com o apoio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Ponta Grossa (SMMA). (Ver v\u00eddeo <a href=\"https:\/\/youtu.be\/FRi5KvGL9qs\">aqui<\/a>).<\/p>\n<p align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-630\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-5_JULIA-ALMEIDA-300x225.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-5_JULIA-ALMEIDA-300x225.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-5_JULIA-ALMEIDA-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-5_JULIA-ALMEIDA-768x576.jpeg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-5_JULIA-ALMEIDA-1536x1152.jpeg 1536w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-5_JULIA-ALMEIDA-2048x1536.jpeg 2048w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-5_JULIA-ALMEIDA-1232x924.jpeg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-5_JULIA-ALMEIDA-1440x1080.jpeg 1440w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p align=\"justify\">A a\u00e7\u00e3o fez parte do processo de recomposi\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o no local, j\u00e1 iniciado no ano passado com plantas de maior porte. A estudante de Agronomia da UEPG e integrante do projeto Viveiro Florestal, Viviane Micaele dos Santos, explicou que a sele\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies \u00e9 realizada de acordo com as caracter\u00edsticas da \u00e1rea: \u201cPara c\u00e1, foram escolhidas as esp\u00e9cies pioneiras, que v\u00e3o ter um crescimento mais r\u00e1pido, e as esp\u00e9cies frut\u00edferas para fomentar a fauna local\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\">Entre as esp\u00e9cies selecionadas est\u00e3o dedaleiro, gua\u00e7atonga, ara\u00e7\u00e1-do-mato, guabiroba, jeriv\u00e1, canela-sassafr\u00e1s, pinheiro-bravo, citronela-do-mato, pau-amargo, angiquinho-rosa, pau-p\u00f3lvora ou crindi\u00fava, capororoca, bracatinga, bracatinga-de-Campo-Mour\u00e3o, malva ou malva-brava, jabuticaba, pitanga e cerejeira-do-Rio-Grande.<\/p>\n<p align=\"justify\">Sobre as caracter\u00edsticas do ambiente, em \u00e1reas mais \u00famidas, por exemplo, s\u00e3o priorizadas plantas adaptadas a solos encharcados, enquanto locais com maior drenagem recebem esp\u00e9cies com outras caracter\u00edsticas de toler\u00e2ncia, conforme destacou a professora do Departamento de Biologia Molecular, Estrutural e Gen\u00e9tica da UEPG e coordenadora do Viveiro Florestal, Rosimeri de Oliveira Fragoso.<\/p>\n<p align=\"justify\">De acordo com Rosimeri, o modelo utilizado busca combinar esp\u00e9cies de crescimento mais r\u00e1pido, capazes de favorecer o recobrimento inicial da \u00e1rea, com outras que apresentam crescimento menos vigoroso, mas desempenham fun\u00e7\u00f5es importantes no ecossistema, como a produ\u00e7\u00e3o de frutos e flores em diferentes per\u00edodos do ano. \u201cTudo isso gera uma grande diversidade de esp\u00e9cies\u201d, explicou.<\/p>\n<p align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-629\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-4_-DIVULGACAO-PAUTA-AMBIENTAL-300x169.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-4_-DIVULGACAO-PAUTA-AMBIENTAL-300x169.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-4_-DIVULGACAO-PAUTA-AMBIENTAL-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-4_-DIVULGACAO-PAUTA-AMBIENTAL-768x432.jpeg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-4_-DIVULGACAO-PAUTA-AMBIENTAL-1536x864.jpeg 1536w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-4_-DIVULGACAO-PAUTA-AMBIENTAL-1232x693.jpeg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-4_-DIVULGACAO-PAUTA-AMBIENTAL.jpeg 1600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p align=\"justify\">A estudante de Agronomia ressaltou que a prepara\u00e7\u00e3o do solo envolve diferentes etapas. A primeira, a abertura das covas, que foi realizada pela Prefeitura Municipal no dia anterior para a atividade. As covas devem ter, em m\u00e9dia, 50 cent\u00edmetros de largura, 50 cent\u00edmetros de comprimento e 50 cent\u00edmetros de profundidade para facilitar o enraizamento das mudas. \u201cEm seguida, \u00e9 feita a mistura do composto org\u00e2nico com o solo da cova, na propor\u00e7\u00e3o de 50%. Depois, essa mistura \u00e9 devolvida \u00e0 cova aberta e, por fim, \u00e9 necess\u00e1rio realizar a aduba\u00e7\u00e3o de cobertura\u201d, detalha.<\/p>\n<p align=\"justify\"><b>Recomposi\u00e7\u00e3o de \u00e1reas urbanas<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\">Para a ge\u00f3grafa e arquiteta urbanista Z\u00edngara Santos Euripe, do Departamento de Engenharia Ambiental da SMMA, o plantio realizado no Parque de Olarias integra um modelo de restaura\u00e7\u00e3o que a Prefeitura pretende ampliar para outras \u00e1reas do munic\u00edpio. \u201cEssa daqui, a do Arroio Ronda e a do Parque dos Pinheiros s\u00e3o um modelo que n\u00f3s estamos implantando agora. Seriam as tr\u00eas primeiras \u00e1reas, mas n\u00f3s queremos reproduzir isso para as demais \u00e1reas que n\u00f3s j\u00e1 temos catalogadas\u201d, afirmou.<\/p>\n<p align=\"justify\">Segundo Z\u00edngara, a Secretaria j\u00e1 identificou mais de 100 \u00e1reas com potencial para receber a\u00e7\u00f5es de regenera\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o. O trabalho desenvolvido nas tr\u00eas \u00e1reas-piloto dever\u00e1 servir como refer\u00eancia para a expans\u00e3o das a\u00e7\u00f5es. \u201cAqui faz um ano que n\u00f3s implantamos esse modelo. Vamos agora para o segundo ano. A partir do segundo ano, teremos a resposta de como se deu esse processo. A\u00ed, sim, iremos passar para as demais \u00e1reas\u201d, explicou.<\/p>\n<p align=\"justify\">A recomposi\u00e7\u00e3o da mata ciliar tamb\u00e9m est\u00e1 relacionada \u00e0 prote\u00e7\u00e3o dos recursos h\u00eddricos e \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas dessas \u00e1reas, de acordo com a professora Rosimeri. A vegeta\u00e7\u00e3o contribui para infiltra\u00e7\u00e3o da \u00e1gua no solo, prote\u00e7\u00e3o dos arroios, conserva\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies nativas e recupera\u00e7\u00e3o das intera\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas.<\/p>\n<p align=\"justify\">As \u00e1reas restauradas tamb\u00e9m podem funcionar como espa\u00e7os de abrigo e alimenta\u00e7\u00e3o para a fauna, al\u00e9m de contribuir para a melhoria das caracter\u00edsticas do solo e para a presen\u00e7a de microrganismos associados \u00e0 vegeta\u00e7\u00e3o, conforme destacou a Rosimeri.<\/p>\n<p align=\"justify\"><b>Manejo ap\u00f3s o plantio<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\">O trabalho de restaura\u00e7\u00e3o, entretanto, n\u00e3o termina com o plantio das mudas no solo. Ap\u00f3s esta etapa, \u00e9 necess\u00e1rio realizar o acompanhamento e o manejo da \u00e1rea para garantir o desenvolvimento das esp\u00e9cies.<\/p>\n<p align=\"justify\">A professora Rosimeri, coordenadora do Viveiro Florestal, destaca que o crescimento das \u00e1rvores pode ser prejudicado pela presen\u00e7a de gram\u00edneas ex\u00f3ticas, que apresentam crescimento r\u00e1pido e podem competir com as mudas. \u201cPor mais vigorosas que algumas arb\u00f3reas sejam, ainda assim elas nunca v\u00e3o ser mais vigorosas do que um capim ex\u00f3tico, que \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o frequente nesses locais. A gente precisa sempre de um manejo acontecendo, at\u00e9 que esse ambiente se torne autossustent\u00e1vel\u201d, explica.<\/p>\n<p align=\"justify\">A expectativa \u00e9 que a \u00e1rea plantada no entorno do Lago de Olarias avance gradualmente at\u00e9 formar uma floresta. Algumas das mudas plantadas no inverno de 2025 j\u00e1 apresentam desenvolvimento e come\u00e7am a modificar a paisagem do local.<\/p>\n<p align=\"justify\">A proposta \u00e9 que a recupera\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m contribua para aproximar a popula\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os naturais existentes dentro da cidade e ampliar a percep\u00e7\u00e3o sobre a import\u00e2ncia das \u00e1reas verdes urbanas, conforme defendeu a professora Rosimeri.<\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\">\u201c<\/span><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><span style=\"color: #000000\">A gente est\u00e1 fazendo esse replantio hoje especialmente em homenagem ao Dia da \u00c1rvore, como uma forma de sensibiliza\u00e7\u00e3o para a educa\u00e7\u00e3o ambiental. <\/span><span style=\"color: #000000\">A<\/span><span style=\"color: #000000\"> gente tem toda parte cient\u00edfica que nos comprova a import\u00e2ncia das \u00e1reas verdes urbanas, da qualidade do ar em fun\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies vegetais. <\/span><span style=\"color: #000000\">E aq<\/span><span style=\"color: #000000\">ui, especificamente, porque \u00e9 uma \u00e1rea de vegeta\u00e7\u00e3o ciliar. <\/span><span style=\"color: #000000\">A<\/span><span style=\"color: #000000\"> gente est\u00e1 <\/span><span style=\"color: #000000\">\u00e0<\/span><span style=\"color: #000000\"> beira de <\/span><span style=\"color: #000000\">um <\/span><span style=\"color: #000000\">curso d&#8217;\u00e1gua e contribui tamb\u00e9m contra a eros\u00e3o\u201d, <\/span><span style=\"color: #000000\">disse a professora <\/span><span style=\"color: #000000\">da UTFPR e coordenadora do Conea, Lia Maris Ritter Antiqueira.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\">\u201c<span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">A gente entende que, por meio dessas a\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o ambiental, a gente consegue agregar e sensibilizar as pessoas para essa quest\u00e3o da sa\u00fade ambiental que nos leva tamb\u00e9m a pensar na perspectiva da sa\u00fade planet\u00e1ria, que \u00e9 essa integra\u00e7\u00e3o dos seres humanos com as outras esp\u00e9cies, com os ecossistemas e com o planeta que \u00e9 a nossa casa comum\u201d, enfatizou a professora Lia.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-633\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-8_-PAUTA-AMBIENTAL-300x169.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-8_-PAUTA-AMBIENTAL-300x169.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-8_-PAUTA-AMBIENTAL-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-8_-PAUTA-AMBIENTAL-768x432.jpeg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-8_-PAUTA-AMBIENTAL-1536x864.jpeg 1536w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-8_-PAUTA-AMBIENTAL-1232x693.jpeg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/pauta-ambiental\/wp-content\/uploads\/sites\/287\/2026\/09\/FOTO-8_-PAUTA-AMBIENTAL.jpeg 1600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p align=\"justify\">A professora do Departamento de Jornalismo da UEPG, Janaine Kronbauer, participou da atividade juntamente com o projeto Pauta Ambiental e destacou a import\u00e2ncia da a\u00e7\u00e3o para a prote\u00e7\u00e3o do meio ambiente, como tamb\u00e9m a presen\u00e7a dos estudantes do Curso de Jornalismo da UEPG envolvidos no plantio e na cobertura jornal\u00edstica. \u201cEsse movimento de fazer o plantio de \u00e1rvores, de mudas nativas especialmente, n\u00e3o mudas ex\u00f3ticas, colabora para que a gente tenha uma melhor qualidade de vida no futuro e, aqui, possa tamb\u00e9m ser um agente de propuls\u00e3o, de publiciza\u00e7\u00e3o dessas a\u00e7\u00f5es para buscar essa educa\u00e7\u00e3o junto aos diferentes p\u00fablicos que s\u00e3o atendidos pelo jornalismo\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\"><b>Arboriza\u00e7\u00e3o urbana<\/b><\/p>\n<p align=\"justify\">Al\u00e9m da recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de mata ciliar, a Prefeitura tamb\u00e9m trabalha na elabora\u00e7\u00e3o do Plano Municipal de Arboriza\u00e7\u00e3o Urbana. A iniciativa dever\u00e1 estabelecer diretrizes para identificar \u00e1reas com potencial para novos plantios e orientar a arboriza\u00e7\u00e3o no munic\u00edpio.<\/p>\n<p align=\"justify\">De acordo com Z\u00edngara, grande parte do levantamento j\u00e1 foi realizada. Atualmente, a equipe trabalha na defini\u00e7\u00e3o das pr\u00f3ximas etapas do documento, que dever\u00e3o estabelecer as diretrizes para a implanta\u00e7\u00e3o do plano.<\/p>\n<p align=\"justify\">A arboriza\u00e7\u00e3o urbana, segundo Z\u00edngara, pode produzir efeitos ambientais, sociais, psicol\u00f3gicos e econ\u00f4micos. O planejamento dever\u00e1 considerar esses diferentes aspectos na defini\u00e7\u00e3o dos locais e das estrat\u00e9gias de plantio. \u201cN\u00f3s sabemos todos os benef\u00edcios poss\u00edveis que uma \u00e1rvore hoje traz para n\u00f3s. Ent\u00e3o, s\u00f3 precisamos agora terminar, fechar esse diagn\u00f3stico da arboriza\u00e7\u00e3o urbana para que a gente possa ter as diretrizes e implantar de forma correta\u201d, afirma.<\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><span style=\"color: #000000\"><b>***<\/b><\/span><span style=\"color: #000000\"><br \/>\n<\/span><b>Por Amanda Grzebielucka e Pietra Gasparini, <\/b>integrantes do <i>Pauta Ambiental,<\/i> projeto de extens\u00e3o do Curso de Jornalismo da UEPG<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><b>FOTOS: <\/b>Pedro Moro, integrante Pauta Ambiental, e <\/span><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">Divulga\u00e7\u00e3o Pauta Ambiental\u00a0<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Parque de Olarias recebeu o plantio de mais de 300 mudas de esp\u00e9cies nativas para recupera\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de mata ciliar do Arroio Olarias. 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