{"id":2204,"date":"2025-09-08T16:30:15","date_gmt":"2025-09-08T19:30:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/?p=2204"},"modified":"2025-09-10T14:16:40","modified_gmt":"2025-09-10T17:16:40","slug":"samba-em-ponta-grossa-e-simbolo-cultural-e-de-resistencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/samba-em-ponta-grossa-e-simbolo-cultural-e-de-resistencia\/","title":{"rendered":"Samba em Ponta Grossa \u00e9  s\u00edmbolo cultural e de resist\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><i><span style=\"font-weight: 400\">O movimento \u00e9 uma forma de manifesta\u00e7\u00e3o art\u00edstica e expressa a pluralidade das rela\u00e7\u00f5es de identidade e pertencimento\u00a0<\/span><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ele \u00e9 resist\u00eancia, cultura, m\u00fasica, mas tamb\u00e9m \u00e9 dan\u00e7a. O samba \u00e9 grande demais para ser considerado apenas uma coisa. \u00c9 express\u00e3o cultural daquilo que agita a alma do povo brasileiro, enraizado nas hist\u00f3rias mais antigas do pa\u00eds. De gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o, \u00e9 um tipo de resist\u00eancia e de identidade daqueles que sentem o calor dessa arte correr pelas veias.<\/p>\n<div id=\"attachment_2242\" style=\"width: 207px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-2242\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-2242 size-medium\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Escola-de-samba-Unidos-da-Furiosa-representam-parte-do-legado-carnavalesco-de-Ponta-Grossa-197x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"197\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Escola-de-samba-Unidos-da-Furiosa-representam-parte-do-legado-carnavalesco-de-Ponta-Grossa-197x300.jpeg 197w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Escola-de-samba-Unidos-da-Furiosa-representam-parte-do-legado-carnavalesco-de-Ponta-Grossa-674x1024.jpeg 674w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Escola-de-samba-Unidos-da-Furiosa-representam-parte-do-legado-carnavalesco-de-Ponta-Grossa-768x1168.jpeg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Escola-de-samba-Unidos-da-Furiosa-representam-parte-do-legado-carnavalesco-de-Ponta-Grossa-1010x1536.jpeg 1010w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Escola-de-samba-Unidos-da-Furiosa-representam-parte-do-legado-carnavalesco-de-Ponta-Grossa-1347x2048.jpeg 1347w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Escola-de-samba-Unidos-da-Furiosa-representam-parte-do-legado-carnavalesco-de-Ponta-Grossa-1232x1873.jpeg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Escola-de-samba-Unidos-da-Furiosa-representam-parte-do-legado-carnavalesco-de-Ponta-Grossa-710x1080.jpeg 710w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Escola-de-samba-Unidos-da-Furiosa-representam-parte-do-legado-carnavalesco-de-Ponta-Grossa.jpeg 1405w\" sizes=\"(max-width: 197px) 100vw, 197px\" \/><p id=\"caption-attachment-2242\" class=\"wp-caption-text\">Escola de samba Unidos da Furiosa representam parte do legado carnavalesco de Ponta Grossa. Foto: Fernanda Matos<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: center\">\n<p style=\"text-align: justify\">Nas diversas formas em que se manifesta, o samba est\u00e1 presente em todo canto, nos palcos, na magia do carnaval ou at\u00e9 mesmo nas rodas de conversas. Os bares s\u00e3o respons\u00e1veis por valoriz\u00e1-lo. Em Ponta Grossa, por exemplo, o Botequim da XV, o Tabacabe\u00e7a, o Engenho 227 Cacha\u00e7aria, o Bonni Quintal, o Boteco da Esta\u00e7\u00e3o ou o Olga Botequim s\u00e3o alguns dos lugares que levam essa cultura adiante. O m\u00fasico, Marcos Teixeira, entrega ritmo e samba nesses espa\u00e7os. Nascido em uma fam\u00edlia de sambistas, teve contato com isso muito cedo, com os av\u00f3s que eram da escola de samba chamada Esta\u00e7\u00e3o Primeira de Mangueira, do Rio de Janeiro. Para ele, o samba \u00e9 cultura. \u201cPor mais que tenha havido modifica\u00e7\u00f5es, \u00e9 genuinamente brasileiro. Expressa a alegria de um povo que faz da vida uma arte.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<div id=\"attachment_2241\" style=\"width: 179px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-2241\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-2241\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Marcos-Teixeira-e-cantor-e-reconhece-o-samba-como-amor-e-algo-que-faz-parte-da-rotina-de-sua-vida1-169x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"169\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Marcos-Teixeira-e-cantor-e-reconhece-o-samba-como-amor-e-algo-que-faz-parte-da-rotina-de-sua-vida1-169x300.jpeg 169w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Marcos-Teixeira-e-cantor-e-reconhece-o-samba-como-amor-e-algo-que-faz-parte-da-rotina-de-sua-vida1-576x1024.jpeg 576w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Marcos-Teixeira-e-cantor-e-reconhece-o-samba-como-amor-e-algo-que-faz-parte-da-rotina-de-sua-vida1-768x1365.jpeg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Marcos-Teixeira-e-cantor-e-reconhece-o-samba-como-amor-e-algo-que-faz-parte-da-rotina-de-sua-vida1-864x1536.jpeg 864w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Marcos-Teixeira-e-cantor-e-reconhece-o-samba-como-amor-e-algo-que-faz-parte-da-rotina-de-sua-vida1-1152x2048.jpeg 1152w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Marcos-Teixeira-e-cantor-e-reconhece-o-samba-como-amor-e-algo-que-faz-parte-da-rotina-de-sua-vida1-1232x2189.jpeg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Marcos-Teixeira-e-cantor-e-reconhece-o-samba-como-amor-e-algo-que-faz-parte-da-rotina-de-sua-vida1-608x1080.jpeg 608w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Marcos-Teixeira-e-cantor-e-reconhece-o-samba-como-amor-e-algo-que-faz-parte-da-rotina-de-sua-vida1-scaled.jpeg 1441w\" sizes=\"(max-width: 169px) 100vw, 169px\" \/><p id=\"caption-attachment-2241\" class=\"wp-caption-text\">Marcos Teixeira \u00e9 cantor e reconhece o samba como amor e algo que faz parte da rotina de sua vida. Foto: Fernanda Matos<\/p><\/div>\n<p>Hist\u00f3rias do samba na cidade n\u00e3o faltam. Em 2004, o professor de portugu\u00eas Andr\u00e9 Rosa e mais quatro amigos formaram o grupo Cabide de Mulambo. A \u00faltima vez que eles tocaram foi em 2008, mas segundo ele, atrav\u00e9s das can\u00e7\u00f5es, conseguiram reviver o samba na cidade. E com a viv\u00eancia no movimento sambista, ele relembra as hist\u00f3rias que seu pai contava sobre isso. \u201cNa d\u00e9cada de 60 existiam muitos bailes na cidade. As pessoas iam naqueles casar\u00f5es de madeira e se reuniam em torno de uma roda de samba onde uma senhora fazia o ritmo com uma vassoura de pia\u00e7ava.\u201d<\/p>\n<p>O professor refor\u00e7a que h\u00e1 outro lado do samba al\u00e9m do que \u00e9 para a maioria das pessoas, que faz parte de uma trilha sonora que deixa a vida mais feliz. Para ele, tem muitas letras que mostram que o samba \u00e9 como uma v\u00e1lvula de escape porque fala da tristeza, quase sempre melanc\u00f3lico. \u201cTem aquela alegria cheia de esperan\u00e7a, mas quando se tem uma alegria que precisa ter esperan\u00e7a \u00e9 porque se est\u00e1 vivendo uma situa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o \u00e9 esperan\u00e7osa\u201d. Para Andr\u00e9 Rosa, de certa forma, o samba espelha a sociedade. \u201cEle \u00e9 uma express\u00e3o social das dificuldades, da tristeza, da vida do pobre e tamb\u00e9m da fome\u201d.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria do samba est\u00e1 internamente ligada com o que \u00e9 o Brasil. O professor e historiador Felipe Soares explica que a manifesta\u00e7\u00e3o cultural e social do samba est\u00e1 atrelada \u00e0s d\u00e9cadas p\u00f3s-aboli\u00e7\u00e3o da escravatura, pois os povos africanos deram pot\u00eancia a uma forma de agir e pensar atrav\u00e9s das congadas, dos tambores e das dan\u00e7as de jongo que, ao se mesclar, tornaram-se muito pr\u00f3ximo do que \u00e9 o samba criado na transi\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo XIX para o XX. \u201c\u00c9 uma manifesta\u00e7\u00e3o potente da cultura afro-brasileira. O samba \u00e9 um produto de um Brasil que tentava se identificar e se redescobrir depois da escravid\u00e3o\u201d, pontua.<\/p>\n<p>A cria\u00e7\u00e3o do samba tamb\u00e9m tem liga\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima com as religiosidades africanas. O professor tamb\u00e9m menciona que as primeiras rodas de samba nasceram no terreiro da Tia Ciata, uma m\u00e3e de santo do centro do Rio de Janeiro, pr\u00f3ximo da Pra\u00e7a Onze, regi\u00e3o muito habitada por afro-brasileiros. \u201cEla abra\u00e7ava as pessoas que frequentavam seu terreiro e protegia o samba para que ele tivesse espa\u00e7o\u201d, detalha Soares.<br \/>\nO samba ganhou cada vez mais lugar, antes visto como algo a parte da sociedade ou at\u00e9 mesmo ilegal, conquistou for\u00e7a e resistencia, principalmente por parte das pessoas negras ou daqueles que s\u00e3o de religi\u00f5es de matriz africana. O professor pontua, ainda, que durante muito tempo, Ponta Grossa tentou esconder as manifesta\u00e7\u00f5es do samba e da cultura afro-brasileira ao forjar uma identidade branca, ligada \u00e0s tradi\u00e7\u00f5es europeias. Entretanto, \u00e9 ineg\u00e1vel que fazem parte da mem\u00f3ria, porque, no m\u00ednimo, desde dos anos de 1940 existem grupos e escolas de samba na cidade. \u201cA regi\u00e3o foi palco da chegada de muitos africanos. N\u00e3o d\u00e1 para negar isso e eles tamb\u00e9m trouxeram os sonhos, culturas, filosofias e as maneiras de ser e estar no mundo\u201d, reafirma.<\/p>\n<div id=\"attachment_2243\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-2243\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-2243\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Religioes-de-matriz-africana-sao-destaques-para-a-historia-e-para-a-resistencia-do-samba-300x201.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"201\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Religioes-de-matriz-africana-sao-destaques-para-a-historia-e-para-a-resistencia-do-samba-300x201.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Religioes-de-matriz-africana-sao-destaques-para-a-historia-e-para-a-resistencia-do-samba-1024x685.jpeg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Religioes-de-matriz-africana-sao-destaques-para-a-historia-e-para-a-resistencia-do-samba-768x514.jpeg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Religioes-de-matriz-africana-sao-destaques-para-a-historia-e-para-a-resistencia-do-samba-1536x1028.jpeg 1536w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Religioes-de-matriz-africana-sao-destaques-para-a-historia-e-para-a-resistencia-do-samba-2048x1371.jpeg 2048w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Religioes-de-matriz-africana-sao-destaques-para-a-historia-e-para-a-resistencia-do-samba-1232x825.jpeg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Religioes-de-matriz-africana-sao-destaques-para-a-historia-e-para-a-resistencia-do-samba-1614x1080.jpeg 1614w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2025\/09\/Religioes-de-matriz-africana-sao-destaques-para-a-historia-e-para-a-resistencia-do-samba-272x182.jpeg 272w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-2243\" class=\"wp-caption-text\">Religi\u00f5es de matriz africana s\u00e3o destaques para a hist\u00f3ria e para a resist\u00eancia do samba. Foto: Fernanda Matos<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">As maneiras que o samba encontra para mostrar que est\u00e1 vivo na cidade s\u00e3o distintas, mas isso se expressa por meio dos botequins, com\u00e9rcio, das rodas de samba ou dos pr\u00f3prios artistas que espalham essa arte. H\u00e1 projetos culturais que colaboram para a difus\u00e3o do que \u00e9 essa manifesta\u00e7\u00e3o, como \u00e9 o caso do Samba &amp; Brasilidades PG, criado pela professora e mestre em economia, Cibele Peres, e pela sua filha, Aim\u00ea Sprotte, mestranda da \u00e1rea. O projeto foi criado com o objetivo de unir uma comunidade de pessoas que gostam de samba, de sair em bares da cidade para apreci\u00e1-lo e fortalecer a cena cultural e local. \u201c\u00c9um incentivo \u00e0 economia da cidade, gera renda para os donos dos bares, para os m\u00fasicos e para a galera que faz as pessoas serem felizes\u201d, observa Aim\u00ea.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O samba gera renda, mas tamb\u00e9m constr\u00f3i rela\u00e7\u00f5es de proximidade entre as pessoas. \u201c\u00c9 uma rela\u00e7\u00e3o de amor e esperan\u00e7a que quando tudo est\u00e1 ruim, \u00e9 ir para um espa\u00e7o onde o samba resiste, que tudo se renova\u201d, diz a mestranda. Como ele se manifesta em muitos locais, segundo a Funda\u00e7\u00e3o Cultural Palmares, \u00e9 poss\u00edvel distinguir alguns tipos de samba que cria uni\u00e3o entre o povo, entre eles: samba-enredo, carnavalesco, de breque, de gafieira ou, tamb\u00e9m, o sambalan\u00e7o e o samba-rock.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Cultura, manifesta\u00e7\u00e3o do corpo e da mente, resist\u00eancia e mem\u00f3ria s\u00e3o caracter\u00edsticas marcantes dessa arte. Em cada batida \u00e9 uma voz que \u00e9 ouvida. \u201cQuem n\u00e3o gosta de samba bom sujeito n\u00e3o \u00e9. Ou \u00e9 ruim da cabe\u00e7a ou doente do p\u00e9\u2026\u201d Essa m\u00fasica de Dorival Caymmi que leva o t\u00edtulo Samba de Minha Terra, traduziu que o estilo musical \u00e9 uma refer\u00eancia de for\u00e7a e identidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Ficha t\u00e9cnica:\u00a0<\/b><\/p>\n<p><b>Produ\u00e7\u00e3o: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Fernanda Matos\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>Edi\u00e7\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Rafaela Tzaskos e Yasmin Taques<\/span><\/p>\n<p><b>Supervis\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Carlos Alberto de Souza\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>Supervis\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o:<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> Aline Rosso e Kevin Kossar\u00a0<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O movimento \u00e9 uma forma de manifesta\u00e7\u00e3o art\u00edstica e expressa a pluralidade das rela\u00e7\u00f5es de identidade e pertencimento\u00a0 Ele \u00e9 resist\u00eancia, cultura, m\u00fasica, mas tamb\u00e9m \u00e9 dan\u00e7a. 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