{"id":3762,"date":"2026-06-09T17:16:41","date_gmt":"2026-06-09T20:16:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/?p=3762"},"modified":"2026-06-09T17:23:32","modified_gmt":"2026-06-09T20:23:32","slug":"critica-de-ponta-168","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/critica-de-ponta-168\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica de Ponta #168"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\">Produzido pelo terceiro ano do curso de Jornalismo da UEPG, o Cr\u00edtica de Ponta traz o melhor da cultura da cidade de Ponta Grossa para voc\u00ea!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Entre a distopia e a realidade<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A rep\u00fablica de Gilead mostrada pela s\u00e9rie \u201cO Conto da Aia\u201d mostra a vida almejada por homens do movimento Red Pill<\/p>\n<p>J\u00e1 imaginou acordar em um mundo onde as mulheres n\u00e3o podem trabalhar, ler, ter dinheiro e existirem apenas para servir os homens? Essa \u00e9 a realidade da s\u00e9rie americana \u201cO Conto da Aia\u201d. A produ\u00e7\u00e3o mostra os Estados Unidos que, do dia para a noite, sofreu um golpe de estado por uma fac\u00e7\u00e3o religiosa extremista. Baseada no livro de Margaret Atwood, publicado em 1985, a s\u00e9rie se tornou uma das produ\u00e7\u00f5es mais importantes da televis\u00e3o contempor\u00e2nea. Mas o que come\u00e7a como fic\u00e7\u00e3o, pode vir a ser um espelho inc\u00f4modo da realidade. A produ\u00e7\u00e3o criada por Bruce Miller completou um ano de encerramento, com seis temporadas, acumulando 15 pr\u00eamios Emmy ao longo de sua trajet\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-3682\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/IMG_4573.JPG-1024x579-1-768x434-1.jpeg\" alt=\"\" width=\"464\" height=\"262\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/IMG_4573.JPG-1024x579-1-768x434-1.jpeg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/IMG_4573.JPG-1024x579-1-768x434-1-300x170.jpeg 300w\" sizes=\"(max-width: 464px) 100vw, 464px\" \/><\/p>\n<p>A hist\u00f3ria se passa ap\u00f3s um golpe onde o pa\u00eds come\u00e7a a se chamar Rep\u00fablica de Gilead, uma ditadura teocr\u00e1tica. Na realidade da obra, acompanhamos June Osborne, interpretada por Elisabeth Moss, l\u00e1 mulheres f\u00e9rteis chamadas \u201caias\u201d, s\u00e3o escravizadas, com o \u00fanico objetivo de gerar filhos aos l\u00edderes do governo e esposas. As \u201caias\u201d perdem todos os direitos humanos. Durante a trama a protagonista tenta sobreviver e resistir enquanto busca a filha roubada. Margaret Atwood disse que n\u00e3o inventou nada e que tudo j\u00e1 aconteceu em algum lugar do mundo real. E ela tinha raz\u00e3o, basta abrir as redes sociais para encontrar o que Gilead prega, n\u00e3o como ditadura, mas como conte\u00fado recomendado pelo algoritmo. \u00c9 o movimento Red Pill, uma subcultura online composta principalmente por homens que defendem mulheres sem poder. A id\u00e9ia surgiu como conte\u00fado de autoajuda nas redes sociais, e foi se tornando cada vez mais mis\u00f3gino, alimentado pelos algoritmos do TikTok e Instagram. Um dos precursores do movimento foi o &#8220;Calvo do Campari&#8221;, preso em 2025 por agredir a namorada. Em todo o pa\u00eds, o conte\u00fado tem se espalhado de forma r\u00e1pida com as redes sociais, podcasts e venda de cursos online.<\/p>\n<div id=\"attachment_3764\" style=\"width: 530px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3764\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3764 \" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/Cinema-Sarah-Brasil-.jpg\" alt=\"\" width=\"520\" height=\"390\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/Cinema-Sarah-Brasil-.jpg 736w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/Cinema-Sarah-Brasil--300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 520px) 100vw, 520px\" \/><p id=\"caption-attachment-3764\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Divulga\u00e7\u00e3o Netflix<\/p><\/div>\n<p>O movimento se encontra em alta principalmente entre o p\u00fablico mais jovem que vive uma onda conservadora. Em Ponta Grossa, os n\u00fameros se tornaram preocupantes, pois 290 casos de viol\u00eancia contra a mulher foram contabilizados s\u00f3 no primeiro semestre de 2025, e a cidade ocupa o 3\u00ba lugar no Paran\u00e1 em viola\u00e7\u00f5es registradas em 2026. A liga\u00e7\u00e3o entre a obra cinematogr\u00e1fica e o movimento Red Pill \u00e9 direta, pois ambos pregam a autonomia feminina como uma amea\u00e7a constante. A diferen\u00e7a entre eles \u00e9 o m\u00e9todo: a s\u00e9rie usa o governo, e o movimento Red Pill usa a internet. Nos dois casos a misoginia est\u00e1 presente.<\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por Sarah Brasil<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\"><strong>Servi\u00e7o:<\/strong> A s\u00e9rie pode ser assistida em streamings como Netflix, Amazon Prime, Disney Plus e Paramount Plus.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-3684\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/IMG_4570.JPG-768x438-1.jpeg\" alt=\"\" width=\"642\" height=\"366\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/IMG_4570.JPG-768x438-1.jpeg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/IMG_4570.JPG-768x438-1-300x171.jpeg 300w\" sizes=\"(max-width: 642px) 100vw, 642px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Quando vencer vira press\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em Deep End, da escritora Ali Hazelwood, o esporte n\u00e3o aparece apenas como competi\u00e7\u00e3o ou conquista. O livro mostra o lado mais pesado da alta performance: a press\u00e3o constante, a autocobran\u00e7a extrema e o medo de falhar. Os personagens vivem tentando ser perfeitos o tempo todo, treinando at\u00e9 o limite f\u00edsico e emocional, como se descansar fosse sin\u00f4nimo de fracasso.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria acaba se aproximando muito da realidade de atletas brasileiros, inclusive no Paran\u00e1. Uma pesquisa feita com mais de 1.200 atletas paranaenses mostrou que 27% j\u00e1 apresentavam sinais de exaust\u00e3o emocional relacionados ao esporte. (folhadelondrina.com.br) O estudo tamb\u00e9m identificou casos de burnout esportivo, causado pela rotina intensa de treinos, pela press\u00e3o por resultados e pela necessidade constante de manter um alto desempenho.<\/p>\n<p>No livro, Ali Hazelwood mostra como muitos atletas passam a associar seu pr\u00f3prio valor apenas \u00e0s vit\u00f3rias. O erro deixa de ser parte do aprendizado e vira motivo de culpa. Essa l\u00f3gica tamb\u00e9m aparece na vida real, principalmente entre jovens atletas que precisam lidar ao mesmo tempo com estudos, competi\u00e7\u00f5es, expectativas familiares e press\u00e3o psicol\u00f3gica. Al\u00e9m disso, a obra critica uma cultura muito presente no esporte, a ideia de que sofrimento \u00e9 prova de dedica\u00e7\u00e3o. Quanto mais cansado o atleta est\u00e1, mais ele parece ser valorizado. Com isso, sa\u00fade mental e descanso acabam ficando em segundo plano.<\/p>\n<p>Mais do que um romance esportivo, Deep End faz uma reflex\u00e3o sobre at\u00e9 onde vale ultrapassar os pr\u00f3prios limites para corresponder \u00e0s expectativas dos outros, e \u00e0s pr\u00f3prias cobran\u00e7as.<\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por Yasmin Aguilera<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3685\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/IMG_4571.JPG-768x430-1.jpeg\" alt=\"\" width=\"768\" height=\"430\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/IMG_4571.JPG-768x430-1.jpeg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/IMG_4571.JPG-768x430-1-300x168.jpeg 300w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u201cFel\u00eddia\u201d: um \u00e1lbum entre o desejo de amar e ser livre<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em><span style=\"font-weight: 400\">Somente em 2025, Giana Althaus obteve 9,6 milh\u00f5es de streams no Spotify<\/span><\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Inspirado na est\u00e9tica dos anos 2000 e com nome nada convencional, \u201cFel\u00eddia&#8221; \u00e9 o \u00e1lbum de estreia da cantora paranaense Giana Althaus. Lan\u00e7ado em novembro de 2025, o t\u00edtulo do disco \u201csimboliza for\u00e7a, independ\u00eancia e sensualidade\u201d feminina. Ao todo, s\u00e3o 12 faixas in\u00e9ditas que se conectam, sobretudo, com o p\u00fablico jovem. Temas como paix\u00e3o, autoconfian\u00e7a, desejo e desilus\u00f5es amorosas, que s\u00e3o universais, n\u00e3o ficam de fora. A colet\u00e2nea conta, tamb\u00e9m, com as colabora\u00e7\u00f5es de Gustavo Mioto e L7NNON.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Por ser um \u00e1lbum <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">pop<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, as m\u00fasicas s\u00e3o f\u00e1ceis de memorizar, com refr\u00f5es repetitivos e batidas en\u00e9rgicas. Entretanto, o disco n\u00e3o se mant\u00e9m s\u00f3 nos cl\u00e1ssicos ritmos animados do g\u00eanero. Faixas como \u201cEx Sozinha\u201d e \u201cN\u00e3o Compensou Eu Te Amar\u201d possuem melodias mais melanc\u00f3licas e letras emocionais.\u00a0<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_3767\" style=\"width: 372px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3767\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-3767\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/Musica_Creditos_-Divulgacao_Giana-Althaus.jpg\" alt=\"\" width=\"362\" height=\"483\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/Musica_Creditos_-Divulgacao_Giana-Althaus.jpg 1080w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/Musica_Creditos_-Divulgacao_Giana-Althaus-225x300.jpg 225w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/Musica_Creditos_-Divulgacao_Giana-Althaus-768x1024.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/Musica_Creditos_-Divulgacao_Giana-Althaus-810x1080.jpg 810w\" sizes=\"(max-width: 362px) 100vw, 362px\" \/><p id=\"caption-attachment-3767\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Divulga\u00e7\u00e3o Giana Althaus<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A ambiguidade tamb\u00e9m faz parte da estrat\u00e9gia criativa da artista. Em \u201cMedo De Nada\u201d, faixa que aborda o receio de se aprofundar em relacionamentos, Giana brinca com a palavra \u201cnada\u201d. A frase \u201cQuando a gente se quer, n\u00e3o tem medo de nada, s\u00f3 nada, s\u00f3 nada, nada contra a mar\u00e9\u201d atesta o uso do recurso.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Por outro lado, \u201cFel\u00eddia\u201d, \u201cTiro Teu Ar\u201d e \u201cGata Anos 2000\u201d reafirmam a ess\u00eancia do \u00e1lbum. Com ritmos dan\u00e7antes, Giana canta sobre magnetismo, sedu\u00e7\u00e3o, autoestima e liberdade. A faixa \u201cGata Anos 2000\u201d, inclusive, \u00e9 um dos pontos altos da colet\u00e2nea. Fruto da parceria com o rapper L7NNON, o contraste entre os estilos e as vozes despertam interesse e cativam o ouvinte. <\/span><span style=\"font-weight: 400\">Ap\u00f3s cinco anos do primeiro <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">single<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">,<\/span> <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/album\/02pol923rvpxathG3aWRlx?si=PZ1JjF-JRZml82w1wYy64Q\"><span style=\"font-weight: 400\">\u201cStuck Into This\u201d<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, Giana se fortalece na ind\u00fastria da m\u00fasica com autenticidade e forte presen\u00e7a criativa.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por Giulia Neves<\/em><\/p>\n<p><b>Servi\u00e7o<\/b><span style=\"font-weight: 400\">: Escute \u201cFel\u00eddia\u201d (2025) no <\/span><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/album\/5mhGt9oKU8QOAWaI4HSh2C?si=XXyQss2sSK6rt7acWW5j_A\"><span style=\"font-weight: 400\">Spotify<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3768\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/exposicao-critica.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"172\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Heran\u00e7as em exposi\u00e7\u00e3o\u200e\u200e art\u00edstica em PG<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0Mem\u00f3rias familiares transformadas em arte, exposi\u00e7\u00e3o apresenta hist\u00f3rias de mulheres que atravessam gera\u00e7\u00f5es por meio de desenhos, gravuras e textos<\/span><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u201cVou falar sobre elas\u201d chega \u00e0 cidade de Ponta Grossa e transforma lembran\u00e7as familiares em linguagem art\u00edstica. Proposta iniciada em 2020 com o isolamento social na pandemia do Coronav\u00edrus, pela artista Michelle Fiorucci, a exposi\u00e7\u00e3o revela hist\u00f3rias que ultrapassam gera\u00e7\u00f5es. A artista encontrou na arte um caminho para revisitar mem\u00f3rias, fortalecer v\u00ednculos afetivos e ressignificar experi\u00eancias familiares, criando uma narrativa visual que aproxima o p\u00fablico de hist\u00f3rias particulares, mas tamb\u00e9m universais. <\/span><span style=\"font-weight: 400\">\u200eA amostra integra o calend\u00e1rio de exposi\u00e7\u00f5es de 2026 da Universidade Estadual de Ponta Grossa. Com uma profundidade no trabalho, algumas das pe\u00e7as retratam mem\u00f3rias do pr\u00f3prio Bairro de Oficinas onde est\u00e1 localizada a exposi\u00e7\u00e3o. O territ\u00f3rio tamb\u00e9m se torna parte da narrativa art\u00edstica, relacionando espa\u00e7o, pertencimento e identidade. A exposi\u00e7\u00e3o n\u00e3o apenas apresenta lembran\u00e7as individuais, mas dialoga com a mem\u00f3ria coletiva da comunidade e com marcas culturais do Bairro de Oficinas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u200eA exposi\u00e7\u00e3o re\u00fane 14 obras que s\u00e3o textos curtos, desenhos e gravuras que revisitam hist\u00f3rias \u00edntimas e afetivas da artista. Elas contam trajet\u00f3rias de seis mulheres: Adele, Elzira, Eul\u00e1lia, Nelly, Wilma e Abiriah, cujas viv\u00eancias s\u00e3o reinterpretadas por meio de uma abordagem po\u00e9tica. O trabalho leva ao p\u00fablico uma valoriza\u00e7\u00e3o das hist\u00f3rias femininas frequentemente invisibilizadas, construindo uma mem\u00f3ria que vai al\u00e9m da experi\u00eancia individual. A exposi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m convida \u00e0 reflex\u00e3o sobre o papel das mulheres na constru\u00e7\u00e3o das hist\u00f3rias familiares e sociais, destacando afetos, sil\u00eancios, desafios e legados que atravessam o tempo. <\/span><span style=\"font-weight: 400\">A mostra est\u00e1 na Galeria de Arte UEPG, no Espa\u00e7o Expositivo Edif\u00edcio Fausi Azis Chagury, anexo ao Cine Teatro Pax e a entrada \u00e9 gratuita.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por Amanda Rafaella<\/em><\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o:<\/strong><span style=\"font-weight: 400\"> A exposi\u00e7\u00e3o se chama \u201cVou falar sobre Elas\u201d da a<\/span><span style=\"font-weight: 400\">rtista Michelle Fiorucci. Estava localizado na <\/span><span style=\"font-weight: 400\">Galeria de Arte UEPG, no Espa\u00e7o Expositivo Edif\u00edcio Fausi Azis Chagury, anexo ao Cine Teatro Pax, bairro de oficinas. Ficou em exposi\u00e7\u00e3o <\/span><span style=\"font-weight: 400\">de 05\/05 at\u00e9 01\/06.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-3688\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/IMG_4846-1-768x435-1.jpg\" alt=\"\" width=\"551\" height=\"312\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/IMG_4846-1-768x435-1.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/IMG_4846-1-768x435-1-300x170.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 551px) 100vw, 551px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>A movimenta\u00e7\u00e3o noturna na Pra\u00e7a da Catedral<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A Pra\u00e7a Marechal Floriano Peixoto, conhecida como Pra\u00e7a da Catedral, \u00e9 um dos lugares mais conhecidos de Ponta Grossa. O espa\u00e7o abriga a hist\u00f3rica Catedral Sant\u2019Ana e, desde 2023, passou a ter uma movimenta\u00e7\u00e3o noturna por causa dos bares e parklets ao redor da pra\u00e7a. <\/span><span style=\"font-weight: 400\">Entre sexta-feira e domingo, muitos jovens se encontram no local para conversar, beber e ouvir m\u00fasica. A movimenta\u00e7\u00e3o come\u00e7a por volta das 19h e segue at\u00e9 a madrugada. Algumas pessoas levam cadeiras para ficar na pra\u00e7a, enquanto outras chegam em carros com som alto, transformando o espa\u00e7o em um ponto de encontro.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Por\u00e9m, o local tamb\u00e9m recebe cr\u00edticas dos moradores da regi\u00e3o. As principais reclama\u00e7\u00f5es s\u00e3o o excesso de barulho, sujeira, garrafas quebradas e pessoas urinando em p\u00fablico. Os questionamentos destacam a falta fiscaliza\u00e7\u00e3o pela prefeitura. A pra\u00e7a deixou de ser apenas um cart\u00e3o-postal da cidade e se tornou tamb\u00e9m um espa\u00e7o de conflitos entre lazer e tranquilidade. <\/span><span style=\"font-weight: 400\">Entre as normas vigentes est\u00e1 a Lei Municipal n\u00ba 14.523\/2022, que prev\u00ea \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o da qualidade de vida e do sossego p\u00fablico, a legisla\u00e7\u00e3o pro\u00edbe sons em volume excessivo em zonas residenciais e comerciais da cidade.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por Celyne Stefani<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-3769\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/gastronomia-critica.jpeg\" alt=\"\" width=\"393\" height=\"224\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/gastronomia-critica.jpeg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/gastronomia-critica-300x171.jpeg 300w\" sizes=\"(max-width: 393px) 100vw, 393px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>O que a fila do restaurante popular diz sobre a cidade?<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em Ponta Grossa, o Restaurante Popular serve milhares de refei\u00e7\u00f5es todos os meses por apenas R$ 5. Em 2025, o espa\u00e7o ultrapassou a marca de <\/span><a href=\"https:\/\/www.pontagrossa.pr.gov.br\/2025\/12\/18\/restaurante-popular-celebra-natal-com-almoco-especial-e-encerra-ano-com-mais-de-140-mil-refeicoes-servidas\/\"><span style=\"font-weight: 400\">140 mil refei\u00e7\u00f5es servidas<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">. Em datas especiais, o card\u00e1pio recebe pratos mais elaborados e sobremesa. O restaurante demonstra cuidado com a alimenta\u00e7\u00e3o e oferece refei\u00e7\u00f5es variadas por um pre\u00e7o acess\u00edvel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A procura pelo servi\u00e7o tamb\u00e9m revela um problema social. Muitas pessoas dependem da refei\u00e7\u00e3o subsidiada para conseguir almo\u00e7ar diariamente. Essa realidade mostra os impactos do alto custo de vida e das desigualdades na cidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A gastronomia costuma ser associada ao luxo e ao consumo. No Restaurante Popular, ela assume outro papel. O espa\u00e7o trata a alimenta\u00e7\u00e3o como um direito b\u00e1sico. Mesmo com o pre\u00e7o baixo, as refei\u00e7\u00f5es s\u00e3o acompanhadas por nutricionistas. O restaurante quebra a ideia de que comida barata precisa ter baixa qualidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ponta Grossa possui apenas uma unidade do Restaurante Popular. Isso dificulta o acesso para moradores de regi\u00f5es mais afastadas. A futura unidade prevista para Uvaranas representa uma promessa de amplia\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o, mas evidencia a demora do poder p\u00fablico em expandir esse tipo de atendimento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Os eventos especiais e os almo\u00e7os tem\u00e1ticos costumam receber destaque e divulga\u00e7\u00e3o. Em contrapartida, os debates sobre fome e acesso permanente \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o aparecem com menos frequ\u00eancia. Essa diferen\u00e7a mostra uma contradi\u00e7\u00e3o importante.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No fim, o Restaurante Popular reflete a realidade da cidade. O espa\u00e7o demonstra um esfor\u00e7o p\u00fablico para garantir alimenta\u00e7\u00e3o acess\u00edvel. Ao mesmo tempo, ele exp\u00f5e a quantidade de pessoas que ainda dependem desse tipo de pol\u00edtica para conseguir comer bem.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por Daniel Am\u00e9rico<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-3770\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/comportamento-critica.jpeg\" alt=\"\" width=\"489\" height=\"278\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/comportamento-critica.jpeg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/comportamento-critica-300x171.jpeg 300w\" sizes=\"(max-width: 489px) 100vw, 489px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Existe uma queda na procura por ensino superior p\u00fablico no Paran\u00e1?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">De 2016 a 2025, o volume de inscri\u00e7\u00f5es para o vestibular das principais universidades estaduais do Paran\u00e1 revela um recuo. O fen\u00f4meno atinge a UEPG, a UEL e a UEM. Tais locais somam n\u00fameros bem abaixo dos \u00edndices em compara\u00e7\u00e3o a d\u00e9cada passada. Em contrapartida, a Unioeste exibe um perfil cont\u00ednuo e resiste \u00e0 baixa, mantendo uma m\u00e9dia de 10 mil a 11 mil inscritos por concurso. J\u00e1 a UEPG viu um total de candidatos encolher: de mais de 12,6 mil inscritos em 2016, cai para cerca de 9 mil em 2025. A UEL segue um rumo similar e viu a lista cair quase pela metade no mesmo per\u00edodo, com uma m\u00e1xima em 2020, 26 mil vestibulandos, para 15 mil em 2025. Ainda que a universidade londrinense seja a institui\u00e7\u00e3o com o maior n\u00famero de inscritos entre as estaduais paranaenses analisadas, essa queda acentuada n\u00e3o pode ser ignorada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A propor\u00e7\u00e3o entre vagas e candidatos \u00e9 outra estimativa que se modifica bastante a cada ano, vale o exemplo da UEPG. No vestibular realizado no ano passado pela universidade, eram um total de 1,2 mil vagas dispon\u00edveis entre os cursos, enquanto em 2016, eram 738. Na pr\u00e1tica, menos vagas para um n\u00famero maior de candidatos, com a propor\u00e7\u00e3o de 7.416 e 17.111, respectivamente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A estrutura dos testes tamb\u00e9m variou. A UEM \u00e9 a \u00fanica que mant\u00e9m a rotina de duas provas por ano: inverno e ver\u00e3o. As demais realizam apenas um vestibular ao ano. A UEPG, que antes da pandemia da covid-19 fazia duas sele\u00e7\u00f5es anuais, agora faz s\u00f3 uma. O vestibular \u00e9 uma prova aplicada entre os meses de outubro e novembro pelas universidades estaduais no Paran\u00e1. Na maioria dos casos constata-se uma queda na procura dos jovens pelo ensino p\u00fablico superior no Paran\u00e1.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por Dimitri de Souza<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-3690\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/IMG_4568.JPG-768x424-1.jpeg\" alt=\"\" width=\"518\" height=\"286\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/IMG_4568.JPG-768x424-1.jpeg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/IMG_4568.JPG-768x424-1-300x166.jpeg 300w\" sizes=\"(max-width: 518px) 100vw, 518px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Tend\u00eancia de \u00f3culos incentiva venda ilegal de produtos<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><i><span style=\"font-weight: 400\">\u00d3culos falsificados s\u00e3o encontrados na internet a partir de 30 reais<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A partir meados de 2025, as &#8216;influencers digitais&#8217; come\u00e7aram uma nova tend\u00eancia. Os \u00f3culos da <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Miu Miu<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, marca criada pela dona da Prada, produz pe\u00e7as com um design que mistura o retr\u00f4 com o contempor\u00e2neo. O modelo popular \u00e9 o MU 04Z, que se destaca pelo formato oval e retangular alongado, com hastes finas e o logotipo vertical da marca. O \u00f3culos se torna popular em redes sociais, por ser usado por celebridades e influenciadoras, e o pre\u00e7o de uma unidade original pode custar de 2.000 a 3.000 reais.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Para quem n\u00e3o tem acesso ao original, diversas ofertas do mesmo produto em vers\u00f5es n\u00e3o originais, s\u00e3o encontradas na internet e em lojas populares ou mesmo com ambulantes<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">A comercializa\u00e7\u00e3o de \u00f3culos com grau e de prote\u00e7\u00e3o solar por revendedores que n\u00e3o sejam devidamente credenciados, \u00e9 pro\u00edbida por Lei.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Na regi\u00e3o sul do pa\u00eds, a pol\u00edcia realiza opera\u00e7\u00f5es frequentes para apreender produtos ilegais. No Rio Grande do Sul, foram apreendidos em 2023, \u00f3culos falsificados avaliados em 17 mil reais. No Paran\u00e1, a pol\u00edcia opera <\/span><a href=\"https:\/\/www.parana.pr.gov.br\/aen\/Noticia\/PCPR-fecha-otica-por-usar-informacoes-de-consumidores-para-emprestimos\"><span style=\"font-weight: 400\">buscas \u00e1 \u00f3ticas <\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">que aplicam golpes em consumidores para uso de dados e falsifica\u00e7\u00e3o de lentes. <\/span><span style=\"font-weight: 400\">A quem tem interesse em adquirir algum produto, deve se atentar \u00e0 proced\u00eancia do local de venda, para n\u00e3o cometer a\u00e7\u00e3o criminosa.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por Eduarda Leal<\/em><\/p>\n<p><b>Servi\u00e7o: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Informe-se ao comprar um \u00f3culos. Se desconfiar de pr\u00e1tica ilegal, informe os servi\u00e7os de seguran\u00e7a.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Ficha t\u00e9cnica<\/b><\/p>\n<p><b>Autores: <\/b>Amanda Rafaella, Celyne Stefani, Daniel Am\u00e9rico, Dimitri de Souza, Eduarda Leal, Giulia Neves, Sarah Brasil e Yasmin Aguilera<\/p>\n<p><b>Supervis\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o:<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> S\u00e9rgio Luiz Gadini<\/span><\/p>\n<p><b>Edi\u00e7\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o:<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> Amanda Rafaella<\/span><\/p>\n<p><b>Supervis\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o:<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> Aline Rosso e Kevin Kossar Furtado<\/span><\/p>\n<p><b>Contato:<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> periodico@uepg.br<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Produzido pelo terceiro ano do curso de Jornalismo da UEPG, o Cr\u00edtica de Ponta traz o melhor da cultura da cidade de Ponta Grossa para voc\u00ea! &nbsp; Entre a distopia e a realidade A rep\u00fablica de Gilead mostrada pela s\u00e9rie \u201cO Conto da Aia\u201d mostra a vida almejada por homens do movimento Red Pill J\u00e1&nbsp;&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":941,"featured_media":3492,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[5,8,2],"tags":[45,84,85],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3762"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/users\/941"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3762"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3762\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3777,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3762\/revisions\/3777"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3492"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3762"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3762"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3762"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}