{"id":4232,"date":"2026-07-28T14:51:42","date_gmt":"2026-07-28T17:51:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/?p=4232"},"modified":"2026-07-30T10:21:04","modified_gmt":"2026-07-30T13:21:04","slug":"critica-de-ponta-172","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/critica-de-ponta-172\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica de Ponta #172"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center\">Cr\u00edtica de Ponta<\/h1>\n<p style=\"text-align: center\">Produzido pelo terceiro ano do curso de Jornalismo da UEPG, o Cr\u00edtica de Ponta traz o melhor da cultura da cidade de Ponta Grossa para voc\u00ea!<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-4136\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/cinema-300x169.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/cinema-300x169.png 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/cinema.png 512w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Retratos do trabalho de cuidado da coloniza\u00e7\u00e3o at\u00e9 a modernidade<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>Document\u00e1rio discute a vida de milhares de mulheres brasileiras\u00a0<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O document\u00e1rio \u201cBab\u00e1s\u201d da diretora Consuelo Lins aborda a realidade do trabalho de cuidado no Brasil, desde a \u00e9poca da coloniza\u00e7\u00e3o at\u00e9 o s\u00e9culo XXI. Produzida em 2010, a obra reflete sobre a rela\u00e7\u00e3o da bab\u00e1 com a crian\u00e7a, a jornada de trabalho e a invisibilidade desse esfor\u00e7o. O longa debate os limites entre explora\u00e7\u00e3o e afeto, mas sem vilanizar as m\u00e3es que necessitam desse apoio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Mulheres dedicam quase 10 horas semanais a mais ao trabalho de cuidado n\u00e3o remunerado que os homens, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (PNAD IBGE, 2023). O trabalho de cuidado sempre foi um pilar da sociedade ao longo da hist\u00f3ria do pa\u00eds, desde as amas de leite escravizadas na coloniza\u00e7\u00e3o at\u00e9 hoje em dia, quando as bab\u00e1s deixam de cuidar dos pr\u00f3prios filhos para cuidar de outras crian\u00e7as. Fiel \u00e0 realidade, o document\u00e1rio problematiza quest\u00f5es trabalhistas, de g\u00eanero e de ra\u00e7a. As crian\u00e7as n\u00e3o lembram e os pais podem n\u00e3o registrar, mas o trabalho das bab\u00e1s est\u00e1 presente no desenvolvimento de milh\u00f5es de crian\u00e7as por todo o Brasil.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_4240\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4240\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4240 size-medium\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/divulgacao-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/divulgacao-300x225.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/divulgacao.jpg 480w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-4240\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Apesar da realidade dura, \u00e9 preciso reconhecer que o problema est\u00e1 no modelo de maternidade que a sociedade imp\u00f5e. Em meio a rotina capitalista de divis\u00e3o do trabalho dom\u00e9stico e trabalho produtivo, as m\u00e3es se veem obrigadas a deixar seus filhos em creches ou com cuidadores. A crian\u00e7a n\u00e3o deve ser responsabilidade apenas da m\u00e3e e das mulheres \u00e0 sua volta, mas sim de pol\u00edticas p\u00fablicas de apoio do Estado.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por: Amanda Los<\/em><\/p>\n<h4><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-4242\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4571.JPG-768x430-1-300x168.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"168\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4571.JPG-768x430-1-300x168.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4571.JPG-768x430-1.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/h4>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Crescer, lembrar e retribuir o cuidado familiar<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>Cantora transforma mem\u00f3rias familiares em can\u00e7\u00e3o sobre afeto<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Giana Althaus, traz uma abordagem sens\u00edvel sobre a rela\u00e7\u00e3o entre pais e filhos a partir das experi\u00eancias do cotidiano. A letra fala as lembran\u00e7as de h\u00e1bitos comuns, como encontrar uma cartinha em casa sempre quando chega, ouvir conselhos ou rezar antes de refei\u00e7\u00f5es. O que refor\u00e7a a ideia de que o amor familiar est\u00e1 presente em a\u00e7\u00f5es simples e repetidas. Logo no in\u00edcio, quando ela imagina como seria viver sem os pais, aparece um sentimento de vazio, como ela cita na m\u00fasica \u201cP\u00f4r do sol perdendo a cor\u201d, que mostra o quanto essas rela\u00e7\u00f5es t\u00eam um espa\u00e7o importante em sua vida.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_4241\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4241\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4241 size-medium\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4973-300x296.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"296\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4973-300x296.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4973.jpg 741w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-4241\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Giana Althaus<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ao longo da m\u00fasica, a cantora utiliza viv\u00eancias afetivas e met\u00e1foras para representar essa conex\u00e3o, como no verso \u201cQuando eu te olho, eu olho um espelho me olhando\u201d, que deixa no imagin\u00e1rio a identifica\u00e7\u00e3o entre gera\u00e7\u00f5es. O refr\u00e3o\u00a0 \u201ccarinho de Deus\u201d expressa esse amor familiar de algo sagrado e protetor. O final da m\u00fasica apresenta uma mudan\u00e7a: Giana deixa de ocupar apenas o lugar de quem recebeu cuidado e passa a se colocar dispon\u00edvel para retribu\u00ed-lo, \u201cSe um dia precisar de amor em dobro, eu me desdobro Pode me chamar de colo\u201d. Dessa forma, a can\u00e7\u00e3o mostra como os la\u00e7os familiares permanecem presentes mesmo com a mudan\u00e7a da rotina.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por: Marina Ranzani<\/em><\/p>\n<h4><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4134\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/exposicao.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"172\" \/><\/h4>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Mem\u00f3ria feminina transformada em arte<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>Exposi\u00e7\u00e3o de Michelle Fiorucci usa xilogravura para contar hist\u00f3rias de mulheres da fam\u00edlia<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Voc\u00ea j\u00e1 parou para pensar na hist\u00f3ria das mulheres da sua fam\u00edlia? A exposi\u00e7\u00e3o Vou falar sobre elas, da artista Michelle Fiorucci, transforma mem\u00f3rias em arte atrav\u00e9s de 14 xilogravuras inspiradas em av\u00f3s e mulheres da fam\u00edlia da autora. As obras foram produzidas durante a pandemia de Covid-19, como uma forma de aproxima\u00e7\u00e3o afetiva em meio ao isolamento.<\/span><span style=\"font-weight: 400\">A mostra emociona justamente pela simplicidade.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_4250\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4250\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4250\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Captura-de-tela-de-2026-07-28-11-30-44-300x191.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"191\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Captura-de-tela-de-2026-07-28-11-30-44-300x191.png 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Captura-de-tela-de-2026-07-28-11-30-44.png 597w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-4250\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Michele Fiorucci<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Mais do que retratar rostos, Michelle resgata hist\u00f3rias, afetos e lembran\u00e7as que muitas vezes passam despercebidos no cotidiano. A exposi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m faz o p\u00fablico refletir sobre suas pr\u00f3prias origens e sobre as mulheres que ajudaram a construir quem somos hoje.<\/span><span style=\"font-weight: 400\">A exposi\u00e7\u00e3o segue at\u00e9 1\u00ba de junho, com entrada gratuita, no Anexo do Cine Teatro PAX, em Ponta Grossa. \u00c9 uma experi\u00eancia sens\u00edvel, \u00edntima e necess\u00e1ria que vale a pena conferir!\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por: Ingrid Muller<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4132\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/midia-regional.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Fotojornalismo pontagrossense n\u00e3o acompanha novas l\u00f3gicas e din\u00e2micas da profiss\u00e3o<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><i><span style=\"font-weight: 400\">A busca pelos cliques e a transi\u00e7\u00e3o para as redes sociais colaboram para a precariza\u00e7\u00e3o da pr\u00e1ticas nos portais de Ponta Grossa<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A imagem tem fun\u00e7\u00e3o essencial na compreens\u00e3o de not\u00edcias e informa\u00e7\u00f5es. Ela complementa o texto, exemplifica o acontecimento e \u00e9 capaz de impactar o leitor. A no\u00e7\u00e3o de fotojornalismo surgiu na Alemanha no in\u00edcio do s\u00e9culo XX. Com a populariza\u00e7\u00e3o das redes sociais, \u00e9 poss\u00edvel acompanhar com frequ\u00eancia o trabalho de fotojornalistas contempor\u00e2neos. Fotorreportagens e galerias fotojornal\u00edsticas v\u00eam ganhando espa\u00e7o nas redes e at\u00e9 mesmo por meio de concursos de fotografia e pr\u00eamios de literatura. Isso se tornou uma forma de sobreviv\u00eancia da \u00e1rea nos dias de hoje. Afinal, uma imagem tamb\u00e9m \u00e9 um meio de comunica\u00e7\u00e3o, que informa visualmente o leitor e explora a subjetividade do fot\u00f3grafo.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_4252\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4252\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4252\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Credito_-Joao-Pimentel-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Credito_-Joao-Pimentel-300x200.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Credito_-Joao-Pimentel-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Credito_-Joao-Pimentel-768x512.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Credito_-Joao-Pimentel-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Credito_-Joao-Pimentel-2048x1365.jpg 2048w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Credito_-Joao-Pimentel-1232x821.jpg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Credito_-Joao-Pimentel-1620x1080.jpg 1620w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Credito_-Joao-Pimentel-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-4252\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Jo\u00e3o Pimentel<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Por\u00e9m, na realidade pontagrossense, essa pr\u00e1tica cultural e social da profiss\u00e3o nem sempre \u00e9 valorizada. N\u00e3o \u00e9 raro ver fotografias creditadas como \u201cdivulga\u00e7\u00e3o\u201d, \u201creprodu\u00e7\u00e3o\u201d, ou at\u00e9 mesmo sem cr\u00e9ditos.\u00a0 \u00c9 claro que a rotina da reda\u00e7\u00e3o exige esse tipo de estrat\u00e9gia, afinal as empresas est\u00e3o cada vez mais escassas de profissionais e assumindo outras din\u00e2micas. Isso v\u00eam pela l\u00f3gica de publica\u00e7\u00e3o nas redes sociais, que, por vezes, colabora na precariza\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica e prioriza os \u201ccliques\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O trabalho do rep\u00f3rter fotogr\u00e1fico ou jornalista visual, \u00e9 indispens\u00e1vel no processo de produ\u00e7\u00e3o noticiosa. O cotidiano dos portais e reda\u00e7\u00f5es de Ponta Grossa n\u00e3o conseguem de forma efetiva valorizar e qualificar o trabalho do fotojornalista dentro da rotina das reda\u00e7\u00f5es. Esses rep\u00f3rteres existem na cidade, por\u00e9m, se veem obrigados a ocupar fun\u00e7\u00f5es como assessoria de imprensa, fotografia independente ou <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">freelancer<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por: Jo\u00e3o Pimentel<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4138\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/giros-urbanos.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"170\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>\u00a0Natureza privatizada: cachoeiras cobram entrada para acesso\u00a0<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><i><span style=\"font-weight: 400\">Leis declaram que o uso da \u00e1gua \u00e9 de dom\u00ednio p\u00fablico<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ponta Grossa possui diversas cachoeiras dentro ou ao redor do munic\u00edpio, como por exemplo o Rio S\u00e3o Jorge, <\/span><a href=\"https:\/\/ingressos.buracodopadre.com.br\/\"><span style=\"font-weight: 400\">Buraco do Padre<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, Cachoeira Mariquinha e outras nove op\u00e7\u00f5es. Apesar das diversas paisagens naturais, o custo para acess\u00e1-las n\u00e3o condiz com a realidade de muitos ponta-grossenses. Os valores variam de R$ 15,00 a R$800,00 entre os espa\u00e7os. Em uma matem\u00e1tica simples, uma visita completa com direito a foto ao Buraco do Padre, uma das cachoeiras mais requisitadas, pode custar at\u00e9 36,67% do sal\u00e1rio m\u00ednimo paranaense, que \u00e9 R$2.236,22.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_4253\" style=\"width: 179px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4253\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4253\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/e157980c-56f7-444f-b0d4-3759a2788aae-169x300.jpg\" alt=\"\" width=\"169\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/e157980c-56f7-444f-b0d4-3759a2788aae-169x300.jpg 169w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/e157980c-56f7-444f-b0d4-3759a2788aae-576x1024.jpg 576w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/e157980c-56f7-444f-b0d4-3759a2788aae-768x1365.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/e157980c-56f7-444f-b0d4-3759a2788aae-864x1536.jpg 864w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/e157980c-56f7-444f-b0d4-3759a2788aae-1152x2048.jpg 1152w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/e157980c-56f7-444f-b0d4-3759a2788aae-1232x2190.jpg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/e157980c-56f7-444f-b0d4-3759a2788aae-608x1080.jpg 608w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/e157980c-56f7-444f-b0d4-3759a2788aae-scaled.jpg 1440w\" sizes=\"(max-width: 169px) 100vw, 169px\" \/><p id=\"caption-attachment-4253\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Jo\u00e3o Pimentel<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A lei <\/span><a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l9433.htm\"><span style=\"font-weight: 400\">9.433\/97<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> declara que a \u00e1gua \u00e9 de dom\u00ednio p\u00fablico e que a apropria\u00e7\u00e3o p\u00fablica ou privada de cachoeiras deve ser justificada ou explicada. Entretanto existe uma brecha para tal lei e \u00e9 ,a partir disso, que residentes perdem a oportunidade de usufru\u00edrem de espa\u00e7os naturais que deveriam ser p\u00fablicos. <\/span><span style=\"font-weight: 400\">As leis brasileiras garantem a prote\u00e7\u00e3o da propriedade privada, mas se o terreno \u00e9 privado, aparentemente, a cachoeira torna-se privada. O que fazer quando a pr\u00f3pria legisla\u00e7\u00e3o se contradiz? Dif\u00edcil ter a resposta. Enquanto n\u00e3o sabemos, residentes e visitantes de Ponta Grossa desembolsam &#8211; em alguns locais &#8211; muito dinheiro para nadar em \u00e1guas p\u00fablicas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por: Karine Santos<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-4254\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4574.JPG-768x438-1-300x171.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"171\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4574.JPG-768x438-1-300x171.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4574.JPG-768x438-1.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Entre sabor, tradi\u00e7\u00e3o e fonte de renda a import\u00e2ncia do pinh\u00e3o no Paran\u00e1<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>Pinh\u00e3o vai al\u00e9m de um prato t\u00edpico da Regi\u00e3o Sul<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No inverno paranaense, poucos alimentos carregam tanto significado cultural quanto o pinh\u00e3o. Mais do que um ingrediente vers\u00e1til presente em receitas de bolos, farofas e sopas, a semente tamb\u00e9m marca presen\u00e7a nas festas juninas e nas tradicionais rodas de chimarr\u00e3o nos dias frios. Ao longo dos anos, o pinh\u00e3o se consolidou como s\u00edmbolo da identidade regional do Paran\u00e1.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_4258\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4258\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4258\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Foto_-Yasmin-Taques-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Foto_-Yasmin-Taques-300x200.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Foto_-Yasmin-Taques-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Foto_-Yasmin-Taques-768x512.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Foto_-Yasmin-Taques-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Foto_-Yasmin-Taques-2048x1365.jpg 2048w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Foto_-Yasmin-Taques-1232x821.jpg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Foto_-Yasmin-Taques-1620x1080.jpg 1620w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Foto_-Yasmin-Taques-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-4258\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Yasmin Taques<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Al\u00e9m da import\u00e2ncia cultural e gastron\u00f4mica, o pinh\u00e3o tamb\u00e9m representa uma fonte de renda para muitas fam\u00edlias paranaenses. Durante o per\u00edodo da safra, pequenos produtores rurais, coletores e vendedores aproveitam a alta procura como um complemento \u00e0 renda por meio da venda em feiras, mercados e \u00e0s margens das rodovias. <\/span><span style=\"font-weight: 400\">Mesmo sendo um s\u00edmbolo do estado e patrim\u00f4nio natural, muitos trabalhadores que vivem da coleta do pinh\u00e3o ainda enfrentam dificuldades, como falta de incentivo e valoriza\u00e7\u00e3o. Ainda assim, o pinh\u00e3o continua sendo um exemplo importante de alimento sustent\u00e1vel, j\u00e1 que sua coleta ajuda na preserva\u00e7\u00e3o das arauc\u00e1rias e mant\u00e9m viva uma das tradi\u00e7\u00f5es mais fortes do Paran\u00e1.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por: Larissa Didres<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-4260\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4568.JPG-768x424-1-300x166.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"166\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4568.JPG-768x424-1-300x166.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4568.JPG-768x424-1.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>A beleza atrav\u00e9s do alternativo<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>Mais do que uma est\u00e9tica dark, um movimento em busca do diferente<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ao final dos anos 70, o estilo g\u00f3tico surgiu com uma nova proposta est\u00e9tica dark. O que no in\u00edcio era apenas um movimento musical logo tamb\u00e9m se transformou em uma cultura ligada \u00e0 moda. <\/span><span style=\"font-weight: 400\">Esse g\u00eanero alternativo utiliza vestimentas escuras, maquiagem e s\u00edmbolos com diferentes interpreta\u00e7\u00f5es, criando uma imagem de mist\u00e9rio e individualidade. Onde muitos seguem essa atitude por acharem muito bonito e divertido.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_4261\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4261\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4261\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Gotico--300x167.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"167\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Gotico--300x167.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Gotico--768x428.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/Gotico-.jpg 964w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-4261\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Leonardo Alexandre<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Por conta dessa est\u00e9tica, surgiu o estere\u00f3tipo de que todas as pessoas desse grupo s\u00e3o perigosas ou ruins apenas pela forma como se vestem, o que acaba gerando isolamento e preconceito por parte da sociedade. <\/span><span style=\"font-weight: 400\">O estilo g\u00f3tico vai al\u00e9m das roupas, ela representa tanto uma express\u00e3o cultural quanto a identidade pessoal de cada indiv\u00edduo. A qual n\u00e3o deve ser julgada se baseando apenas em apar\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por: Leonardo Alexandre<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-4262\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4572.JPG-768x437-1-300x171.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"171\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4572.JPG-768x437-1-300x171.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4572.JPG-768x437-1.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>A era da aten\u00e7\u00e3o fragmentada<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O uso exagerado das redes sociais tem diminu\u00eddo a capacidade de concentra\u00e7\u00e3o das novas gera\u00e7\u00f5es. Plataformas como Tik Tok, Instagram e YouTube incentivam o consumo r\u00e1pido de v\u00eddeos curtos, fazendo com que as pessoas se acostumem com est\u00edmulos constantes. Uma pesquisa da Clutch mostrou que 88% das pessoas acreditam que um v\u00eddeo precisa chamar aten\u00e7\u00e3o em at\u00e9 30 segundos. <\/span><span style=\"font-weight: 400\">Esse h\u00e1bito j\u00e1 afeta at\u00e9 momentos de lazer. Muitas pessoas n\u00e3o conseguem assistir a um filme inteiro sem mexer no celular ou olhar notifica\u00e7\u00f5es. Um levantamento da GWI aponta que 8 em cada 10 pessoas usam o celular enquanto assistem TV ou filmes, dividindo a aten\u00e7\u00e3o entre duas telas.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_4263\" style=\"width: 235px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4263\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4263\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/foto-critica-5-225x300.jpg\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/foto-critica-5-225x300.jpg 225w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/foto-critica-5-768x1024.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/foto-critica-5-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/foto-critica-5-1536x2048.jpg 1536w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/foto-critica-5-1232x1643.jpg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/foto-critica-5-810x1080.jpg 810w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/foto-critica-5-scaled.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><p id=\"caption-attachment-4263\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Lorena Santana<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Al\u00e9m disso, os algoritmos das redes s\u00e3o feitos para manter o usu\u00e1rio conectado pelo maior tempo poss\u00edvel. Quanto mais tempo a pessoa passa rolando o feed, maior \u00e9 o lucro das plataformas. Assim, o hiperest\u00edmulo das m\u00eddias digitais influencia o comportamento, reduz a concentra\u00e7\u00e3o e muda a forma como as novas gera\u00e7\u00f5es consomem entretenimento e se relacionam.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por: Lorena Santana<\/em><\/p>\n<p><b>Ficha t\u00e9cnica<\/b><\/p>\n<p><b>Autores:\u00a0<\/b>Ingrid M\u00fcller, Jo\u00e3o Pimentel, Larissa Didres, Leonardo Alexandre, Lorena Santana, Marina Ranzani, Karine Santos e Amanda Los.<\/p>\n<p><b>Supervis\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o:<\/b>\u00a0Paula Melani Rocha<\/p>\n<p><b>Edi\u00e7\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o:<\/b> Karine Santos e Marina Ranzani<\/p>\n<p><b>Supervis\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o:<\/b> Aline Rosso e Muriel Em\u00eddio Pessoa do Amaral<\/p>\n<p><b>Contato:<\/b>\u00a0periodico@uepg.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cr\u00edtica de Ponta Produzido pelo terceiro ano do curso de Jornalismo da UEPG, o Cr\u00edtica de Ponta traz o melhor da cultura da cidade de Ponta Grossa para voc\u00ea! 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