{"id":4730,"date":"2026-09-10T12:03:42","date_gmt":"2026-09-10T15:03:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/?p=4730"},"modified":"2026-09-10T12:03:42","modified_gmt":"2026-09-10T15:03:42","slug":"critica-de-ponta-178","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/critica-de-ponta-178\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica de Ponta #178"},"content":{"rendered":"<h1>Cr\u00edtica de Ponta<\/h1>\n<p>Produzido pelo terceiro ano do curso de Jornalismo da UEPG, o Cr\u00edtica de Ponta traz o melhor da cultura da cidade de Ponta Grossa para voc\u00ea!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-3763 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/Imagem-critica-cinema-300x178.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"178\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/Imagem-critica-cinema-300x178.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/Imagem-critica-cinema.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Quanto espa\u00e7o o cinema brasileiro ocupa em Ponta Grossa?<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em Ponta Grossa, a prefer\u00eancia por filmes estrangeiros n\u00e3o pode ser colocada apenas na conta do p\u00fablico. \u00c9 necess\u00e1rio observar tamb\u00e9m aquilo que chega \u00e0s telas e a forma como essas produ\u00e7\u00f5es ocupam os cinemas. No primeiro semestre de 2026, 20 filmes brasileiros foram exibidos nos cinemas da cidade, contra 63 produ\u00e7\u00f5es estrangeiras. Enquanto os t\u00edtulos nacionais somaram 270 sess\u00f5es e 3,9 mil espectadores, os estrangeiros alcan\u00e7aram mais 100 mil espectadores. Ou seja, mesmo com pouco mais de tr\u00eas vezes o n\u00famero de t\u00edtulos, as produ\u00e7\u00f5es estrangeiras reuniram cerca de 26 vezes mais p\u00fablico do que as nacionais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O filme brasileiro com maior p\u00fablico foi <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">O Agente Secreto<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, com 1,7 mil espectadores em 21 sess\u00f5es. Impulsionada pela sua indica\u00e7\u00e3o ao Oscar, o longa chegou \u00e0s salas com uma visibilidade que outras produ\u00e7\u00f5es nacionais n\u00e3o conseguem alcan\u00e7ar. O reconhecimento internacional mostra como a aten\u00e7\u00e3o dada a uma obra pode mudar quando ela recebe o aval de uma das principais premia\u00e7\u00f5es do cinema mundial. Surge a quest\u00e3o: quanto do cinema brasileiro deixa de ser visto simplesmente porque n\u00e3o recebe a mesma visibilidade e investimento em divulga\u00e7\u00e3o? Essa l\u00f3gica \u00e9 comprovada, quando o segundo t\u00edtulo mais assistido foi Velhos Bandidos com uma diferen\u00e7a de mais de 1,3 mil espectadores para o primeiro.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4759 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/GRAFICO-FILMES-300x212.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"212\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/GRAFICO-FILMES-300x212.png 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/GRAFICO-FILMES-1024x724.png 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/GRAFICO-FILMES-768x543.png 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/GRAFICO-FILMES-1536x1086.png 1536w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/GRAFICO-FILMES-1232x871.png 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/GRAFICO-FILMES-1528x1080.png 1528w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/GRAFICO-FILMES.png 2000w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Cr\u00e9dito: autora<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Mas por que o p\u00fablico prefere aquilo que vem de fora? A resposta n\u00e3o est\u00e1 apenas no gosto individual. H\u00e1 d\u00e9cadas, Hollywood constr\u00f3i uma imagem de espet\u00e1culo associada aos seus filmes, fazendo com que essas produ\u00e7\u00f5es j\u00e1 cheguem \u00e0s salas ocupando um lugar privilegiado no imagin\u00e1rio do p\u00fablico. 88,9% dos filmes estrangeiros exibidos nos cinemas de PG, eram produ\u00e7\u00f5es norte-americanas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ao mesmo tempo, quando os cinemas oferecem uma programa\u00e7\u00e3o majoritariamente estrangeira, essa prefer\u00eancia \u00e9 refor\u00e7ada. O p\u00fablico encontra mais filmes de uma determinada ind\u00fastria, enquanto as produ\u00e7\u00f5es nacionais t\u00eam menos espa\u00e7o para disputar sua aten\u00e7\u00e3o. Assim, o que parece ser apenas uma escolha individual tamb\u00e9m \u00e9 resultado de uma l\u00f3gica de oferta.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4137 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/literatura-300x171.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"171\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/literatura-300x171.png 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/literatura.png 512w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Quando ler tamb\u00e9m \u00e9 uma forma de liberdade<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><i><span style=\"font-weight: 400\">Iniciativa promove a leitura entre mulheres em priva\u00e7\u00e3o de liberdade<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em tempos em que livros ocupam as redes sociais e clubes de leitura se multiplicam pela internet, ler parece estar mais popular do que nunca. Celebridades como Dua Lipa, Reese Witherspoon e Oprah Winfrey tamb\u00e9m transformaram o h\u00e1bito em tend\u00eancia, criando clubes liter\u00e1rios que re\u00fanem milhares de leitores.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em Ponta Grossa, a populariza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pode ser percebida na exist\u00eancia de diferentes clubes de leitura. Entre eles, est\u00e3o iniciativas voltadas a p\u00fablicos espec\u00edficos, mostrando que ler pode ser mais do que um h\u00e1bito individual: pode ser uma experi\u00eancia coletiva.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u00c9 nesse contexto que surge uma proposta especialmente significativa: um clube de leitura para mulheres em priva\u00e7\u00e3o de liberdade. A iniciativa foi idealizada pela assistente social da Presta\u00e7\u00e3o de Servi\u00e7os \u00e0 Comunidade e por Sthefany Boiko, mas ainda n\u00e3o entrou em vigor.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4758 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-10-at-11.54.01-300x169.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-10-at-11.54.01-300x169.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-10-at-11.54.01-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-10-at-11.54.01-768x432.jpeg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-10-at-11.54.01-1232x693.jpeg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-10-at-11.54.01.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Cr\u00e9dito: autora<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Mais do que oferecer livros, a proposta coloca em discuss\u00e3o o pr\u00f3prio acesso \u00e0 leitura. Em um espa\u00e7o marcado por restri\u00e7\u00f5es de circula\u00e7\u00e3o, escolhas e contato com o mundo exterior, a literatura pode representar uma oportunidade de conhecer outras realidades, refletir sobre a pr\u00f3pria experi\u00eancia e estabelecer v\u00ednculos por meio da conversa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Isso n\u00e3o significa romantizar o livro como solu\u00e7\u00e3o para os problemas do sistema prisional. A leitura n\u00e3o substitui pol\u00edticas p\u00fablicas de educa\u00e7\u00e3o, assist\u00eancia ou ressocializa\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, limitar o acesso \u00e0 cultura tamb\u00e9m significa limitar possibilidades de forma\u00e7\u00e3o e express\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Democratizar a leitura n\u00e3o \u00e9 apenas disponibilizar livros. \u00c9 criar condi\u00e7\u00f5es para que diferentes pessoas possam l\u00ea-los, discuti-los e participar da conversa que eles provocam. Para mulheres privadas de liberdade, a conversa pode representar n\u00e3o apenas acesso \u00e0 cultura, mas uma pequena forma de liberdade. A expectativa \u00e9 de que o projeto entre em vigor no segundo semestre de 2026.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\">Por Nath\u00e1lia St\u00fcpp<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-3281 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/04\/IMG_4850-1-300x164.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"164\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/04\/IMG_4850-1-300x164.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/04\/IMG_4850-1-1024x559.jpg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/04\/IMG_4850-1-768x419.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/04\/IMG_4850-1-1232x672.jpg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/04\/IMG_4850-1.jpg 1462w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Dan\u00e7a para adultos conquista espa\u00e7o em PG<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">A dan\u00e7a para adultos vem ganhando espa\u00e7o em Ponta Grossa. Ballet, jazz, dan\u00e7a de sal\u00e3o e outros ritmos mostram que n\u00e3o tem idade certa para come\u00e7ar. Mas ainda existe o estigma de que a dan\u00e7a deve ser aprendida apenas na inf\u00e2ncia. Normalmente, em espet\u00e1culos de dan\u00e7a, veem-se crian\u00e7as e adolescentes, ou adultos que come\u00e7aram a dan\u00e7ar ainda pequenos. Cen\u00e1rio que pode gerar inseguran\u00e7a ou vergonha em quem tem vontade de come\u00e7ar mais tarde.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Em cidades menores da regi\u00e3o, como Imbituva e Rebou\u00e7as, as op\u00e7\u00f5es ao p\u00fablico adulto s\u00e3o mais limitadas. Uma das \u00fanicas modalidades encontradas \u00e9 o FitDance, que conquistou p\u00fablico nos anos recentes. As aulas s\u00e3o voltadas principalmente para a atividade f\u00edsica e utilizam coreografias prontas, <\/span><span style=\"font-weight: 400\">com<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> menos espa\u00e7o para a cria\u00e7\u00e3o e a express\u00e3o art\u00edstica, mas\u00a0 podem ser uma porta de entrada para adultos que querem come\u00e7ar a dan\u00e7ar.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">A dan\u00e7a, para muitos adultos, pode ser uma forma de enfrentar inseguran\u00e7as e redescobrir o pr\u00f3prio corpo. As aulas cumprem um papel social ao proporcionar conviv\u00eancia, express\u00e3o art\u00edstica e bem-estar, sem que a forma\u00e7\u00e3o profissional ou o gasto cal\u00f3rico precisem ser objetivos principais.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4740 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Credito_-LUCAS-JOLONDEK-jpeg--300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Credito_-LUCAS-JOLONDEK-jpeg--300x200.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Credito_-LUCAS-JOLONDEK-jpeg--1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Credito_-LUCAS-JOLONDEK-jpeg--768x512.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Credito_-LUCAS-JOLONDEK-jpeg--1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Credito_-LUCAS-JOLONDEK-jpeg--2048x1365.jpg 2048w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Credito_-LUCAS-JOLONDEK-jpeg--1232x821.jpg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Credito_-LUCAS-JOLONDEK-jpeg--1620x1080.jpg 1620w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Credito_-LUCAS-JOLONDEK-jpeg--272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Cr\u00e9dito: Lucas Jolondek<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Em Ponta Grossa, existem turmas de dan\u00e7a para adultos em diferentes modalidades e escolas particulares, como Pr\u00f3-Arte, Arqu\u00e9 e Escola de dan\u00e7a e teatro Bianca Almeida. Entre as iniciativas gratuitas est\u00e3o as atividades da Universidade Aberta da Terceira Idade (UATI) e o projeto de extens\u00e3o Dan\u00e7a UEPG. J\u00e1 a Prefeitura de Ponta Grossa n\u00e3o oferece aulas cont\u00ednuas de dan\u00e7a voltadas especificamente para adultos, de acordo com informa\u00e7\u00f5es encontradas nos canais oficiais e obtidas por contato com a Secretaria Municipal de Esportes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Apesar do avan\u00e7o da dan\u00e7a para adultos em Ponta Grossa, \u00e9 importante que existam op\u00e7\u00f5es acess\u00edveis, para que a participa\u00e7\u00e3o n\u00e3o fique limitada a quem consegue pagar mensalidades de escolas particulares. \u00c9 necess\u00e1rio ampliar <\/span><span style=\"font-weight: 400\">os<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> espa\u00e7os na regi\u00e3o para tornar a dan\u00e7a acess\u00edvel e democr\u00e1tica. E entender que n\u00e3o existe idade para dan\u00e7ar e se expressar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Servi\u00e7o:\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Inscri\u00e7\u00f5es DAN\u00c7A UEPG: <\/span><a href=\"https:\/\/docs.google.com\/forms\/d\/e\/1FAIpQLSeeJY99T1VVhnBdUrkf8yyw5l7Y2j4A4t9RowqsfPSAbXCQxQ\/viewform?pli=1&amp;utm_source=ig&amp;utm_medium=social&amp;utm_content=link_in_bio\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/docs.google.com\/forms\/d\/e\/1FAIpQLSeeJY99T1VVhnBdUrkf8yyw5l7Y2j4A4t9RowqsfPSAbXCQxQ\/viewform?pli=1&amp;utm_source=ig&amp;utm_medium=social&amp;utm_content=link_in_bio<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Universidade Aberta para a Terceira Idade<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Campus Central \u2013 Bloco B<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Pra\u00e7a Santos Andrade, 1<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">CEP 84010-919<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">E-mail:\u00a0 uati@uepg.br<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Fone:\u00a0 <\/span><span style=\"font-weight: 400\">(42) 3220 3377<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\">Por Pietra Gasparini<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-3217 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/04\/IMG_4569.JPG-300x172.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"172\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/04\/IMG_4569.JPG-300x172.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/04\/IMG_4569.JPG-1024x587.jpeg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/04\/IMG_4569.JPG-768x440.jpeg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/04\/IMG_4569.JPG-1232x706.jpeg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/04\/IMG_4569.JPG.jpeg 1444w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Exposi\u00e7\u00e3o lembra trajet\u00f3ria de pintor contempor\u00e2neo ponta-grossense<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A Arte Contempor\u00e2nea regional ocupa espa\u00e7os limitados. Entre tintas e pinc\u00e9is, o artista ponta-grossense <\/span><a href=\"https:\/\/galeriabrasiliana.com.br\/portfolio\/joao-pilarski\"><span style=\"font-weight: 400\">Jo\u00e3o Pilarski<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> enfrentou limita\u00e7\u00f5es desde a inf\u00e2ncia, decorrentes da paralisia infantil. Aos 12 anos de idade, ficou restrito ao movimento dos membros superiores e faleceu em 2004; A exposi\u00e7\u00e3o \u201cJo\u00e3o Pilarski: a Arte Naif no Paran\u00e1\u201d traz 29 obras que relembram a trajet\u00f3ria do pintor, descendente polon\u00eas, nascido no bairro da Ronda.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Os quadros s\u00e3o do per\u00edodo de 1977 a 1995, vindos de um trabalho da curadoria em busca de diferentes acervos. As obras retratam o que \u00e9 a arte Naif: um artista que cria a partir da pr\u00f3pria experi\u00eancia cultural e viv\u00eancias. No trabalho de Jo\u00e3o Pilarski \u00e9 not\u00e1vel a liberdade art\u00edstica, que \u00e9 baseada nas mem\u00f3rias e no m\u00e9todo criado e seguido pelo pintor, composto por 11 passos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4747 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/IMG_1907-_1_-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/IMG_1907-_1_-300x225.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/IMG_1907-_1_-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/IMG_1907-_1_-768x576.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/IMG_1907-_1_-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/IMG_1907-_1_-2048x1536.jpg 2048w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/IMG_1907-_1_-1232x924.jpg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/IMG_1907-_1_-1440x1080.jpg 1440w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Cr\u00e9dito: autora<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Nas pinturas, \u00e9 poss\u00edvel identificar elementos de repeti\u00e7\u00e3o, como estradas, gatos, cotidiano rural, casas de madeira, entre outros. Cores vibrantes como verde, azul e amarelo tornam-se caracter\u00edsticas. Em 1979, Pilarski realizou a primeira exposi\u00e7\u00e3o individual, no Centro de Criatividade da Universidade Estadual de Ponta Grossa. Hoje, as obras encontram-se na Pr\u00f3-Reitoria de Extens\u00e3o (Proex UEPG) at\u00e9 o dia 10 de setembro. Jo\u00e3o Pilarski tornou-se nome da galeria localizada no piso inferior do Centro de Cultura, que abriga a pinacoteca municipal.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Na etapa inicial da educa\u00e7\u00e3o, por vezes, a falha \u00e9 deixar o conhecimento de artistas regionais em segundo plano. Enquanto a hist\u00f3ria da arte na Europa \u00e9 rememorada, artistas locais ficam esquecidos no tempo. Exposi\u00e7\u00f5es que abrem as portas para mostrar a arte da pr\u00f3pria cidade s\u00e3o um convite \u00e0 popula\u00e7\u00e3o para que o conceito de arte seja difundido.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Servi\u00e7o<\/b><span style=\"font-weight: 400\">:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Exposi\u00e7\u00e3o: Jo\u00e3o Pilarski: a Arte Naif no Paran\u00e1<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Local: Pra\u00e7a Marechal Floriano Peixoto,129, Centro- Ponta Grossa<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Hor\u00e1rio: 08h \u00e0s 12h e 13h30 \u00e0s 17h30<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\">Por Emanuelle Pasqualotto<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-3769 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/gastronomia-critica-300x171.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"171\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/gastronomia-critica-300x171.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/gastronomia-critica.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Onde comer sem gl\u00faten em Ponta Grossa?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Encontrar um lugar para comer fora de casa\u00a0 pode ser uma escolha r\u00e1pida para a maioria das pessoas. Para quem precisa evitar o gl\u00faten, a busca envolve card\u00e1pio, hor\u00e1rio e o pr\u00f3prio tipo de estabelecimento. Em Ponta Grossa, a estimativa \u00e9 de cerca de mil pessoas cel\u00edacas, segundo a Federa\u00e7\u00e3o Nacional das Associa\u00e7\u00f5es de Cel\u00edacos do Brasil (FENACELBRA). Uma <\/span><a href=\"https:\/\/elos.sites.uepg.br\/posts\/pessoas-celiacas-com-dieta-sem-gluten-enfrentam-precos-abusivos-dos-alimentos\/\"><span style=\"font-weight: 400\">pesquisa<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> realizada pelo projeto Elos do curso de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) encontrou, em supermercados do munic\u00edpio, pre\u00e7os de alimentos sem gl\u00faten, em m\u00e9dia, 233% maiores que os convencionais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0Al\u00e9m dos supermercados, h\u00e1 seis estabelecimentos que comercializam produtos sem gl\u00faten. Desses, tr\u00eas permitem o consumo no pr\u00f3prio local.\u00a0 O <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Que Tal Sem Gl\u00faten<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, na Vila Estrela, concentra a oferta em bolos, al\u00e9m de p\u00e3es, doces e salgados. Os pre\u00e7os encontrados variam de R$ 20 a R$ 80. O espa\u00e7o funciona principalmente durante o dia, com atendimento at\u00e9 as 20h nos dias de semana e at\u00e9 as 14h aos s\u00e1bados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No Centro, a <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Juli&amp;Ana<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 apresenta uma proposta mais pr\u00f3xima de uma padaria tradicional. P\u00e3es, doces e salgados dividem espa\u00e7o com pizzas, empad\u00e3o e coxinha, al\u00e9m de op\u00e7\u00f5es congeladas. Os pre\u00e7os ficam entre R$ 20 a R$ 40. Apesar da variedade maior de produtos, o estabelecimento tamb\u00e9m cqoncentra o atendimento durante o dia, encerrando as atividades \u00e0s 19h durante a semana e \u00e0s 16h aos s\u00e1bados.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4752 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Seis-estabelecimentos-oferecem-produtos-sem-gluten-em-Ponta-Grossa_-mas-apenas-tres-contam-com-espac-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Seis-estabelecimentos-oferecem-produtos-sem-gluten-em-Ponta-Grossa_-mas-apenas-tres-contam-com-espac-300x169.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Seis-estabelecimentos-oferecem-produtos-sem-gluten-em-Ponta-Grossa_-mas-apenas-tres-contam-com-espac-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Seis-estabelecimentos-oferecem-produtos-sem-gluten-em-Ponta-Grossa_-mas-apenas-tres-contam-com-espac-768x432.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Seis-estabelecimentos-oferecem-produtos-sem-gluten-em-Ponta-Grossa_-mas-apenas-tres-contam-com-espac.jpg 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">J\u00e1 o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Emporium Gluten Free<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, em Oficinas, se diferencia pela oferta de refei\u00e7\u00f5es, com pizzas e hamb\u00fargueres, al\u00e9m de bolos e tortas. Os pre\u00e7os variam de R$ 40 a R$ 100. O estabelecimento funciona todos os dias, das 10h \u00e0s 22h, e tamb\u00e9m oferece delivery. M.l l..\u00a0 m.ampliando a possibilidade de consumo no per\u00edodo noturno<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A quest\u00e3o, portanto, n\u00e3o \u00e9 somente encontrar comida sem gl\u00faten, mas encontrar uma op\u00e7\u00e3o que combine tipo de refei\u00e7\u00e3o e hor\u00e1rio. Para quem procura um bolo, p\u00e3o ou salgado, h\u00e1 alternativas durante o dia. J\u00e1 para uma refei\u00e7\u00e3o fora de casa \u00e0 noite, a oferta \u00e9 mais restrita.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Que Tal Sem Gl\u00faten: Rua Silva Jardim, 769 &#8211; Oficinas<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Juli&amp;Ana Padaria saud\u00e1vel sem gl\u00faten\u00a0 Rua General Carneiro, 1186 &#8211; Centro<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Emporium Gl\u00faten Free Rua Thaumaturgo de Azevedo, 455 &#8211; Oficinas<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\">Por Yasmin Salgado<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4260 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4568.JPG-768x424-1-300x166.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"166\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4568.JPG-768x424-1-300x166.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4568.JPG-768x424-1.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Homens encontram dificuldades para comprar em brech\u00f3s em PG<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O mercado de brech\u00f3s cresceu <\/span><a href=\"https:\/\/www.band.com.br\/noticias\/jornal-da-band\/ultimas\/mercado-de-brechos-cresce-32-em-um-ano-no-brasil-202608021832\"><span style=\"font-weight: 400\">32% este ano,<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> mas os homens ainda sofrem para achar roupas de segunda m\u00e3o. O motivo? A pr\u00f3pria atitude masculina na hora de desapegar.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Dados divulgados pelo Sebrae mostram que o mercado de brech\u00f3s no Brasil cresceu, com mais de 2.500 novos neg\u00f3cios. Os resultados apresentam um movimento consolidado de consumo consciente e oportunidade econ\u00f4mica. No entanto, o segmento masculino enfrenta uma dificuldade cultural, a escassez de pe\u00e7as nas araras.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Embora os homens j\u00e1 representam 20% do faturamento nacional do setor, eles encontram pouca variedade nas lojas. O problema n\u00e3o est\u00e1 na distribui\u00e7\u00e3o comercial, mas na caracter\u00edstica cultural. O homem brasileiro n\u00e3o costuma colocar as roupas para circular.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4760 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Foto_-Divulgacao-_-Barbara-Guimaraes--300x170.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"170\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Foto_-Divulgacao-_-Barbara-Guimaraes--300x170.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Foto_-Divulgacao-_-Barbara-Guimaraes--768x435.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Foto_-Divulgacao-_-Barbara-Guimaraes-.jpg 970w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Cr\u00e9dito: divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Enquanto a renova\u00e7\u00e3o do arm\u00e1rio feminino \u00e9 mais din\u00e2mica, o vestu\u00e1rio masculino cumpre um ciclo utilit\u00e1rio at\u00e9 o fim da vida \u00fatil. \u201cA camisa vira roupa de ficar em casa, depois farda de pesca ou reforma e, por fim, pano de ch\u00e3o. Quando n\u00e3o \u00e9 destru\u00edda pelo uso, a pe\u00e7a \u00e9 doada no circuito informal para familiares ou amigos.\u201d Relata Ana Karina Monteiro propriet\u00e1ria do brech\u00f3 Ana K Vintage.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A roupa masculina raramente chega ao brech\u00f3 enquanto ainda tem valor de revenda ou boa apresenta\u00e7\u00e3o est\u00e9tica. O consumidor masculino quer encontrar op\u00e7\u00f5es seminovas em bom estado, mas n\u00e3o abastece a ponta inicial dessa engrenagem. Enquanto ele encara a roupa como um bem vital\u00edcio, o mercado de moda sustent\u00e1vel continua limitado para atender ao p\u00fablico.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>SERVI\u00c7O: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Ana K Vintage &#8211;\u00a0 Rua General Carneiro, 557 &#8211; Ponta Grossa, PR (unissex)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Brech\u00f3 Preta Pretinha &#8211; Avenida Ana Rita, 162 &#8211; Ponta Grossa, PR (unissex)<\/span><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Sr Achado &#8211; Rua Coronel Francisco Ribas, 75 &#8211; Ponta Grossa, PR (exclusivamente masculino)\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\">Por Pedro Moro<\/p>\n<p><b>Ficha t\u00e9cnica<\/b><\/p>\n<p><b>Autores:\u00a0<\/b>Nath\u00e1lia St\u00fcpp, Natalia Almeida, Roberto Indzejczak, Pedro Moro e Yasmin Salgado.<\/p>\n<p><b>Supervis\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o:<\/b> S\u00e9rgio Luiz Gadini<\/p>\n<p><b>Edi\u00e7\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o:<\/b> Sarah Brasil<\/p>\n<p><b>Supervis\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o:<\/b>\u00a0Aline Rosso e Muriel Em\u00eddio Pessoa do Amaral<\/p>\n<p><b>Contato:<\/b>\u00a0periodico@uepg.br<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cr\u00edtica de Ponta Produzido pelo terceiro ano do curso de Jornalismo da UEPG, o Cr\u00edtica de Ponta traz o melhor da cultura da cidade de Ponta Grossa para voc\u00ea! &nbsp; Quanto espa\u00e7o o cinema brasileiro ocupa em Ponta Grossa? Em Ponta Grossa, a prefer\u00eancia por filmes estrangeiros n\u00e3o pode ser colocada apenas na conta do&nbsp;&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":931,"featured_media":4439,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[5,8],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4730"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/users\/931"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4730"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4730\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4761,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4730\/revisions\/4761"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4439"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4730"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4730"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4730"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}