{"id":4823,"date":"2026-09-29T14:52:38","date_gmt":"2026-09-29T17:52:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/?p=4823"},"modified":"2026-10-01T11:09:45","modified_gmt":"2026-10-01T14:09:45","slug":"critica-de-ponta-180-148","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/critica-de-ponta-180-148\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica de Ponta #180"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center\">Cr\u00edtica de Ponta<\/h1>\n<p style=\"text-align: center\">Produzido pelo terceiro ano do curso de Jornalismo da UEPG, o Cr\u00edtica de Ponta traz o melhor da cultura da cidade de Ponta Grossa para voc\u00ea!<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4790 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/literatura-300x171.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"171\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/literatura-300x171.png 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/literatura.png 512w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Literatura carece de espa\u00e7o pr\u00f3prio em pol\u00edticas culturais de PG<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-weight: 400\">O fomento \u00e0 cultura \u00e9 fundamental para garantir que diferentes formas de express\u00f5es culturais tenham espa\u00e7o para existir e alcan\u00e7ar o p\u00fablico. Em Ponta Grossa, o levantamento de editais culturais financiados pelo fundo municipal de cultura entre 2020 e 2026 mostra que a literatura est\u00e1 presente nas pol\u00edticas de incentivo, mas revela tamb\u00e9m uma diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o a outros segmentos art\u00edsticos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-weight: 400\">Enquanto \u00e1reas como m\u00fasica, teatro e dan\u00e7a contam com grupos, coletivos e iniciativas espec\u00edficas na cidade, a literatura aparece, em grande parte, inserida em editais mais amplos de projetos culturais, dividindo espa\u00e7o com outras linguagens. Foram identificados 12 editais que abrangem a literatura, dos quais apenas tr\u00eas foram realizados especificamente para este segmento. Al\u00e9m deles, h\u00e1 editais voltados \u00e0 Feira do Livro, que, embora tenham a literatura como foco, est\u00e3o direcionados \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de livros, e n\u00e3o ao fomento da produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_4847\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4847\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4847\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.52.01-300x173.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"173\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.52.01-300x173.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.52.01-768x443.jpeg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.52.01.jpeg 884w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-4847\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Natalia Almeida<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-weight: 400\">Em 2021, o edital de sele\u00e7\u00e3o de obras liter\u00e1rias recebeu 145 inscri\u00e7\u00f5es, enquanto, nos anos em que a literatura aparece apenas como um dos segmentos de editais mais abrangentes, a procura \u00e9 consideravelmente menor. Uma compara\u00e7\u00e3o semelhante pode ser observada nas edi\u00e7\u00f5es do Programa Municipal de Incentivo Fiscal \u00e0 Cultura (PROMIFIC), embora n\u00e3o fa\u00e7a parte dos editais do Fundo Municipal, o PROMIFIC ajuda a observar como a literatura se comporta quando \u00e9 contemplada dentro de um programa mais amplo, ao lado de outras linguagens. Nos dados levantados, a participa\u00e7\u00e3o da literatura tamb\u00e9m \u00e9 menor em compara\u00e7\u00e3o com outros segmentos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-weight: 400\">Os dados sugerem que n\u00e3o se trata exclusivamente da falta de interesse pela literatura, mas da necessidade de compreender as especificidades. Quando existe uma oportunidade diretamente destinada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria, a participa\u00e7\u00e3o cresce. Isso evidencia a import\u00e2ncia de pol\u00edticas culturais que n\u00e3o apenas incluam a literatura entre os segmentos contemplados, mas que tamb\u00e9m criem mecanismos capazes de atender \u00e0s particularidades do setor liter\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p><b>Servi\u00e7o:<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Pol\u00edticas ao setor liter\u00e1rio em PG<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Editais p\u00fablicos financiados: (&#8230;)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por Natalia Almeida<\/em><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4791 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Imagem-critica-cinema-300x178.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"178\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Imagem-critica-cinema-300x178.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Imagem-critica-cinema.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Em livro ou filme, transforma a dor em\u00a0 resistencia\u00a0<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">Ainda Estou Aqui,<\/span><\/i> <i><span style=\"font-weight: 400\">de Marcelo Rubens Paiva,<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> e a adapta\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica, dirigida por Walter Salles, apresenta uma hist\u00f3ria marcada pela viol\u00eancia da ditadura militar brasileira. Embora partam da mesma experi\u00eancia, livro e filme utilizam linguagens diferentes para abordar temas como perda, mem\u00f3ria, resist\u00eancia e os impactos da repress\u00e3o na vida familiar.<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">No livro, Marcelo Rubens Paiva <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">parte do desaparecimento do pai, Rubens Paiva, levado por agentes da repress\u00e3o em 1971. A narrativa ultrapassa o acontecimento pol\u00edtico e recupera lembran\u00e7as da fam\u00edlia, da rela\u00e7\u00e3o com os pais e das mudan\u00e7as provocadas pela aus\u00eancia. Assim, a obra mostra que a ditadura n\u00e3o atingiu apenas figuras pol\u00edticas, mas tamb\u00e9m destruiu rela\u00e7\u00f5es, rotinas e projetos de vida.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O filme concentra a narrativa principalmente em Eunice Paiva, interpretada por Fernanda Torres, mostrando uma transforma\u00e7\u00e3o diante do desaparecimento do marido e a luta para reconstruir a pr\u00f3pria vida. Walter Salles evita exageros dram\u00e1ticos e utiliza sil\u00eancios, express\u00f5es e situa\u00e7\u00f5es cotidianas para construir o impacto da hist\u00f3ria. A aus\u00eancia de Rubens torna-se, muitas vezes, mais forte do que a presen\u00e7a: a fam\u00edlia continua vivendo, mas carrega permanentemente o vazio deixado pelo desaparecimento.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_4832\" style=\"width: 210px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4832\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4832\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Ainda_Estou_Aqui_2024_poster-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Ainda_Estou_Aqui_2024_poster-200x300.jpg 200w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Ainda_Estou_Aqui_2024_poster.jpg 333w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><p id=\"caption-attachment-4832\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Uma diferen\u00e7a importante est\u00e1 na forma de constru\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria. Enquanto o livro apresenta um car\u00e1ter reflexivo e subjetivo, permitindo ao autor relacionar passado e presente, o filme transforma as lembran\u00e7as em imagens e momentos cotidianos. Por outro lado, a concentra\u00e7\u00e3o na trajet\u00f3ria de Eunice faz com que algumas reflex\u00f5es presentes no livro sobre trauma, identidade e mem\u00f3ria tenham menos espa\u00e7o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ainda assim, a adapta\u00e7\u00e3o n\u00e3o precisa reproduzir integralmente a obra liter\u00e1ria para funcionar. O principal m\u00e9rito est\u00e1 em transformar uma experi\u00eancia familiar em uma reflex\u00e3o sobre a mem\u00f3ria coletiva brasileira. A hist\u00f3ria de Eunice representa tamb\u00e9m tantas fam\u00edlias que enfrentaram desaparecimentos e permaneceram sem respostas durante a ditadura.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No fim, Ainda Estou Aqui \u00e9 uma obra sobre aus\u00eancia, mas tamb\u00e9m sobre perman\u00eancia. O livro transforma a experi\u00eancia em mem\u00f3ria escrita, enquanto o filme a transforma em imagem. Ambos mostram que lembrar pode ser uma forma de resist\u00eancia e que, enquanto houver mem\u00f3ria, aqueles que foram silenciados continuam presentes.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Servi\u00e7o: <\/b><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/globoplay.globo.com\/ainda-estou-aqui\/t\/rJrXxvJ2s8\/\"><b><i>Filme: Ainda Estou Aqui<\/i><\/b><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Dire\u00e7\u00e3o: Walter Salles<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Minutagem: 2 h e 15 minutos<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ano: 2024<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por Ticyane Almeida<\/em><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4247 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4571.JPG-768x430-3-300x168.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"168\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4571.JPG-768x430-3-300x168.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/IMG_4571.JPG-768x430-3.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Entre o palco e a inf\u00e2ncia<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><i><span style=\"font-weight: 400\">A performance pode complicar o desenvolvimento de jovens artistas?<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A <\/span><a href=\"https:\/\/share.google\/SuU604j2WLzFKSTTa\"><i><span style=\"font-weight: 400\">Night Shadow<\/span><\/i><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, banda de Ponta Grossa formada por crian\u00e7as entre 9 e 13 anos, chama aten\u00e7\u00e3o por uma iniciativa que merece ser valorizada ao dar espa\u00e7o para que jovens desenvolvam talento, disciplina e express\u00e3o art\u00edstica. Mas, quando o palco muda de endere\u00e7o, surge uma quest\u00e3o que n\u00e3o pode ser ignorada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A banda tamb\u00e9m se apresenta, ocasionalmente, em ambientes voltados a um p\u00fablico adulto, cuja entrada \u00e9 condicionada \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o de documento e \u00e0 maioridade. A m\u00fasica pode ser apropriada para qualquer idade; o mesmo, por\u00e9m, n\u00e3o necessariamente vale para o ambiente em que \u00e9 executada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">N\u00e3o se trata de afirmar que uma apresenta\u00e7\u00e3o nesses locais, isoladamente, determine algum preju\u00edzo ao desenvolvimento das crian\u00e7as. A quest\u00e3o \u00e9 mais ampla, quais s\u00e3o as condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a, acompanhamento e adequa\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os para quem ainda est\u00e1 em forma\u00e7\u00e3o?<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_4833\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4833\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4833\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.22.39-300x169.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.22.39-300x169.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.22.39.jpeg 446w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-4833\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O Estatuto da Crian\u00e7a e do Adolescente (ECA) estabelece que crian\u00e7as e adolescentes t\u00eam direito \u00e0 cultura e ao lazer respeitando a condi\u00e7\u00e3o peculiar de pessoas em desenvolvimento. O ECA tamb\u00e9m determina que a frequ\u00eancia e a participa\u00e7\u00e3o em determinados espet\u00e1culos e ambientes devem considerar, entre outros fatores, a adequa\u00e7\u00e3o do local e a natureza do evento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A discuss\u00e3o, portanto, n\u00e3o \u00e9 sobre limitar o acesso de crian\u00e7as \u00e0 m\u00fasica ou aos palcos, mas como garantir que o acesso aconte\u00e7a em condi\u00e7\u00f5es adequadas \u00e0 idade dos integrantes. Incentivar jovens talentos tamb\u00e9m significa assegurar que os ambientes em que eles se apresentam sejam seguros, acompanhados e compat\u00edveis com a condi\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e adolescentes.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Procurada para informar a escolha dos locais de apresenta\u00e7\u00e3o e as medidas adotadas para garantir a prote\u00e7\u00e3o dos integrantes, a banda n\u00e3o respondeu at\u00e9 o fechamento da edi\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\"><strong>Servi\u00e7o<\/strong>: <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A Night Shadows \u00e9 formada por Ber (12) no baixo, Dudu (11) na guitarra, Gabe (9) na bateria e Romeo (13) no vocal<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por Nathalia Stupp<\/em><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4789 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/teatro-e-danca-300x164.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"164\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/teatro-e-danca-300x164.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/teatro-e-danca-768x419.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/teatro-e-danca.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Ponta Grossa respira Hip Hop\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A <\/span><a href=\"https:\/\/focafoto.sites.uepg.br\/index.php\/geral-mais\/1325-exposicao-no-museu-dos-campos-gerais-celebra-cultura-hip-hop-em-ponta-grossa\"><span style=\"font-weight: 400\">exposi\u00e7\u00e3o Hip-Hop PG<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, em cartaz no Museu Campos Gerais, mostra que a cultura hip hop tem for\u00e7a e hist\u00f3ria na regi\u00e3o. O acervo re\u00fane discos, fotografias, registros de batalhas de rima e campeonatos, colagens e obras de arte relacionadas ao movimento.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Com curadoria da Associa\u00e7\u00e3o Hip Hop PG, a exposi\u00e7\u00e3o foi feita por quem est\u00e1 dentro do movimento, o que fica claro para quem observa as obras. A montagem conta a hist\u00f3ria do hip hop atrav\u00e9s de elementos visuais. Folhetos de competi\u00e7\u00f5es e batalhas de rima, datadas de 2003 mostram que o movimento ocupa espa\u00e7o na cidade h\u00e1 d\u00e9cadas.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_4830\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4830\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4830\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Exposicao-300x166.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"166\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Exposicao-300x166.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Exposicao-1024x568.jpg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Exposicao-768x426.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Exposicao.jpg 1179w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-4830\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Pietra Gasparini<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A mostra divulga nomes da cena local do hip hop, inclusive com mulheres do hip hop paranaense, reconhecendo a atua\u00e7\u00e3o feminina, por vezes menos destacada na cena. A iniciativa tamb\u00e9m\u00a0 apresenta outras manifesta\u00e7\u00f5es presentes na cultura hip hop, como break dance, DJs, popping e grafite, mostrando que no hip hop, existem v\u00e1rias formas de fazer e expressar arte.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Apesar da riqueza de elementos, falta uma explica\u00e7\u00e3o escrita mais profunda sobre a hist\u00f3ria do movimento na cidade: quando come\u00e7ou, quais foram os primeiros grupos e como a cena se desenvolveu ao longo dos anos. S\u00e3o informa\u00e7\u00f5es de contexto que poderiam valorizar mais o conjunto e ajudar o p\u00fablico a entender a import\u00e2ncia do hip hop para Ponta Grossa.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A exposi\u00e7\u00e3o refor\u00e7a a import\u00e2ncia do movimento hip hop na cidade, com elementos visuais que cativam e chamam a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico. O conjunto destaca que o hip hop faz parte da hist\u00f3ria cultural de Ponta Grossa e continua vivo na produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica local.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o:\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Exposi\u00e7\u00e3o Hip Hop PG &#8211; Museu Campos Gerais : Rua Engenheiro Schamber, 686 &#8211; Centro\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Hor\u00e1rio de funcionamento: Ter\u00e7a-feira a s\u00e1bado, das 9h \u00e0s 11h45 e das 13h30 \u00e0s 17h.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A exposi\u00e7\u00e3o permanece aberta para visita\u00e7\u00e3o at\u00e9 o final de novembro.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por Pietra Gasparini<\/em><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-4132 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/midia-regional.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Capas dos jornais ponta-grossenses destacam falta de equil\u00edbrio editorial na cobertura pol\u00edtica\u00a0<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Nos dois jornais impressos de Ponta Grossa, a elei\u00e7\u00e3o para governador n\u00e3o \u00e9 not\u00edcia de destaque nas capas. O <\/span><a href=\"https:\/\/arede.info\/jornaldamanha\/\"><i><span style=\"font-weight: 400\">Jornal da Manh\u00e3<\/span><\/i><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> e o <\/span><a href=\"https:\/\/dcmais.com.br\/noticias\/edicao-impressa\/\"><i><span style=\"font-weight: 400\">Di\u00e1rio dos Campos<\/span><\/i><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> se consolidam como os \u00fanicos impressos da cidade. Em an\u00e1lise realizada entre os dias 08 e 15 de agosto, que marca a semana do primeiro debate para governador do Paran\u00e1, constata-se que, no impresso, n\u00e3o h\u00e1 lugar para not\u00edcias de forma igualit\u00e1ria sobre os candidatos Adriano Teixeira (PCO), Alexandre Salom\u00e3o (Mobiliza), Luiz Fran\u00e7a (Miss\u00e3o), Requi\u00e3o Filho (PDT), Samuel Mattos (PSTU), Sandro Alex (PSD), S\u00e9rgio Moro (PL) e Tayn\u00e1 Miessa (UP).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Jornal da Manh\u00e3<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> tem edi\u00e7\u00e3o di\u00e1ria, e em cinco capas analisadas, o \u00fanico nome que aparece na capa \u00e9 do candidato Sandro Alex. J\u00e1 no <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Di\u00e1rio dos Campos<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, que apresentou duas edi\u00e7\u00f5es impressas na semana, o box chamado \u2018Elei\u00e7\u00f5es 2026\u2019, presente em uma das edi\u00e7\u00f5es, pauta os blocos: Brasil, Paran\u00e1, m\u00eddia e legisla\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o insere nomes de candidatos.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_4834\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4834\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4834\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.38.22-300x231.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"231\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.38.22-300x231.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.38.22-1024x789.jpeg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.38.22-768x592.jpeg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.38.22-1232x949.jpeg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.38.22.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-4834\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Emanuelle Pasqualotto<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No site de ambos os ve\u00edculos, foi realizada a an\u00e1lise do mesmo per\u00edodo de cobertura. No portal <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">ARede<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, s\u00e3o 15 mat\u00e9rias que envolvem as elei\u00e7\u00f5es paranaenses, mas novamente, percebe-se o maior enfoque em um dos candidatos: S\u00e9rgio Moro. O <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">DCmais<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> contabilizou 8 mat\u00e9rias, e Sandro Alex como o mais citado. Al\u00e9m de Requi\u00e3o Filho, que est\u00e1 presente em algumas not\u00edcias, os demais cinco candidatos n\u00e3o t\u00eam os nomes presentes nos t\u00edtulos em nenhuma das an\u00e1lises.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Um dos principais pap\u00e9is da m\u00eddia \u00e9 promover a informa\u00e7\u00e3o de forma democr\u00e1tica. Em per\u00edodos eleitorais, torna-se ferramenta essencial para os eleitores terem conhecimento das propostas e feitos de todos os candidatos igualmente. No entanto, o que se destaca \u00e9 o desequil\u00edbrio editorial entre as candidaturas ao governo entre ve\u00edculos ponta-grossenses. Enquanto os tr\u00eas candidatos t\u00eam os nomes repetidos em diversos t\u00edtulos, Adriano Teixeira, Alexandre Salom\u00e3o, Luiz Fran\u00e7a, Samuel Mattos e Tayn\u00e1 Miessa n\u00e3o t\u00eam sequer o nome presente no jornal, seja impresso ou digital.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Servi\u00e7o<\/b><span style=\"font-weight: 400\">: <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Cobertura Eleitoral 2026<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Di\u00e1rio dos Campos e Jornal da Manh\u00e3\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por Emanuelle Pasqualotto<\/em><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-4138 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/07\/giros-urbanos.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"170\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Obras no Terminal Central causam problemas de acessibilidade<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Durante o primeiro semestre deste ano, o Terminal Central de Ponta Grossa iniciou obras que causaram transtornos aos usu\u00e1rios. A obra, que come\u00e7ou em 25 de maio, prev\u00ea trocar o piso das plataformas, pintar as estruturas, a instala\u00e7\u00e3o de um elevador e de piso t\u00e1til. O objetivo \u00e9 garantir acessibilidade aos usu\u00e1rios do sistema de transporte. Com uma verba de <\/span><a href=\"https:\/\/www.pontagrossa.pr.gov.br\/2026\/05\/25\/terminal-central-recebe-obras-de-acessibilidade-e-modernizacao-a-partir-desta-segunda-feira\/\"><span style=\"font-weight: 400\">R$600 mil<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> liberada pela Prefeitura Municipal, a obra registra atraso, pois a previs\u00e3o de conclus\u00e3o e entrega do servi\u00e7o estimada em 90 dias deveria ser em 25 de agosto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Para uma obra que deve garantir condi\u00e7\u00f5es de mobilidade \u00e9 preciso manter a viabilidade de deslocamento no local, o lado da Pra\u00e7a Jo\u00e3o Pessoa se encontra com o ch\u00e3o danificado e as escadas interditadas. De acordo com a assessoria da concession\u00e1ria do transporte, estima-se que cerca de 30 mil pessoas circulam no terminal central diariamente.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_4831\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4831\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4831\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Giros-Urbanos-Lucas-Jolondek-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Giros-Urbanos-Lucas-Jolondek-300x169.jpg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Giros-Urbanos-Lucas-Jolondek-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Giros-Urbanos-Lucas-Jolondek-768x432.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Giros-Urbanos-Lucas-Jolondek-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Giros-Urbanos-Lucas-Jolondek-2048x1152.jpg 2048w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Giros-Urbanos-Lucas-Jolondek-1232x693.jpg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/Giros-Urbanos-Lucas-Jolondek-1920x1080.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-4831\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Lucas Jolondek<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ser\u00e1 que todos n\u00e3o precisam de um acesso especial ao transporte p\u00fablico? O atraso na entrega afeta principalmente os cidad\u00e3os que possuem baixa vis\u00e3o e usu\u00e1rios de cadeira de rodas que frequentam o terminal. Com o piso abalado, acidentes e poss\u00edveis les\u00f5es se tornam um risco constante. As obras devem acontecer, pois ajudam a promover um espa\u00e7o acess\u00edvel a todas as pessoas, por\u00e9m o atraso prejudica. Enquanto as obras n\u00e3o garantem acessibilidade, e causam obst\u00e1culos ao p\u00fablico alvo, a demora na execu\u00e7\u00e3o da reforma se torna outro problema aos usu\u00e1rios do transporte coletivo de Ponta Grossa.<\/span><\/p>\n<p><b>Servi\u00e7o:<\/b><\/p>\n<p>Terminal Central de Ponta Grossa.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Obras de reforma em andamento desde 25 de maio de 2026<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Objetivo: Acessibilidade<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Valor: R$600 mil<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por Lucas Jolondek<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-3690 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/IMG_4568.JPG-768x424-1-300x166.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"166\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/IMG_4568.JPG-768x424-1-300x166.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/06\/IMG_4568.JPG-768x424-1.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Status parcelado de telefonia\u00a0<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em 2016, o sal\u00e1rio m\u00ednimo no Brasil era de R$880. No mesmo ano, o iPhone 7, um dos aparelhos mais desejados do mercado, chegou ao pa\u00eds custando cerca de R$3500. Ou seja, para comprar o celular da Apple, um trabalhador que recebia um sal\u00e1rio m\u00ednimo precisaria comprometer praticamente quatro meses inteiros de toda a renda. Dez anos depois, enquanto o sal\u00e1rio m\u00ednimo \u00e9 de R$1621, os modelos mais recentes continuam custando valores que ultrapassam R$4 mil, como o iPhone 16 e o mais recente modelo 17 lan\u00e7ado em setembro de 2025 chegando a custar R$8 mil.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A diferen\u00e7a entre os n\u00fameros revela que, mesmo sendo um produto inacess\u00edvel para grande parte da popula\u00e7\u00e3o brasileira, o iPhone continua ocupando um lugar de desejo no imagin\u00e1rio dos consumidores. Mais do que um aparelho utilizado para comunica\u00e7\u00e3o, trabalho e acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o, o celular da Apple se consolidou como um s\u00edmbolo de status.\u00a0<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_4829\" style=\"width: 179px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4829\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4829 size-medium\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/IMG_7971-169x300.jpg\" alt=\"\" width=\"169\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/IMG_7971-169x300.jpg 169w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/IMG_7971-576x1024.jpg 576w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/IMG_7971-768x1365.jpg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/IMG_7971-864x1536.jpg 864w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/IMG_7971-1152x2048.jpg 1152w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/IMG_7971-1232x2190.jpg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/IMG_7971-608x1080.jpg 608w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/IMG_7971-scaled.jpg 1440w\" sizes=\"(max-width: 169px) 100vw, 169px\" \/><p id=\"caption-attachment-4829\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Natalia Almeida<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A m\u00eddia e as redes sociais s\u00e3o influenciadoras de moda. Produtores de conte\u00fado exibem os novos modelos, as c\u00e2meras de defini\u00e7\u00e3o de imagem e recursos, que muitas vezes, n\u00e3o fazem diferen\u00e7a no cotidiano. A repeti\u00e7\u00e3o informativa ajuda a construir a sensa\u00e7\u00e3o de que ter um iphone n\u00e3o \u00e9 apenas uma escolha, mas quase uma necessidade para quem deseja ser\u00a0 inclu\u00eddo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Esse valor simb\u00f3lico chama aten\u00e7\u00e3o quando comparado \u00e0 presen\u00e7a da Apple no mercado brasileiro. Segundo o relat\u00f3rio do OMdia <\/span><a href=\"https:\/\/omdia.tech.informa.com\/pr\/2026\/feb\/omdia-latin-americas-smartphone-market-hits-record-140point5-million-units-in-2025-up-12percent-in-4q\"><span style=\"font-weight: 400\">https:\/\/omdia.tech.informa.com\/pr\/2026\/feb\/omdia-latin-americas-smartphone-market-hits-record-140point5-million-units-in-2025-up-12percent-in-4q<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, em 2025, a empresa representou apenas com 7% do mercado de smartphones no pa\u00eds, ficando atr\u00e1s de fabricantes como Samsung, Motorola e Xiaomi. Ainda assim, poucos aparelhos parecem ocupar tanto espa\u00e7o nas redes sociais e no imagin\u00e1rio dos consumidores quanto o iPhone.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Sem condi\u00e7\u00f5es de adquirir um modelo recente do aparelho, muitos consumidores optam por vers\u00f5es anteriores, priorizando aqueles que ainda recebem atualiza\u00e7\u00f5es do sistema IOS, como uma forma de comportar o or\u00e7amento.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O problema n\u00e3o est\u00e1 em comprar um iphone. A quest\u00e3o \u00e9 refletir como um produto que custa mais de dois sal\u00e1rios m\u00ednimos se torna objeto de consumo, mesmo quando, na pr\u00e1tica, um celular mais barato poderia cumprir exatamente a mesma fun\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por Maria Eduarda Leme<\/em><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-4784 aligncenter\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/comportamento.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"171\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><b>Leque ganha novos usos entre modas e performances<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O movimento \u00e9 simples: abrir, fechar e bater o leque. O acess\u00f3rio, usado em diferentes culturas, ganhou destaque na Europa a partir do s\u00e9culo 16 , para ajudar a enfrentar o calor, tamb\u00e9m utilizado para comunica\u00e7\u00e3o por meio de gestos. Com o tempo, o leque ganhou espa\u00e7o em performances drag, festas e na cultura ballroom, ligada \u00e0 comunidade LGBTQIAPN+, passando a integrar figurinos e movimentos corporais.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_4828\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4828\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-4828\" src=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.26.16-300x200.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.26.16-300x200.jpeg 300w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.26.16-1024x682.jpeg 1024w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.26.16-768x512.jpeg 768w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.26.16-1232x821.jpeg 1232w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.26.16-272x182.jpeg 272w, https:\/\/www2.uepg.br\/periodico\/wp-content\/uploads\/sites\/282\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-09-29-at-14.26.16.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-4828\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Marina Ranzani<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Um dos momentos recentes de visibilidade aconteceu no show de Lady Gaga, em Copacabana, em 2025. F\u00e3s levaram leques e fizeram a \u2018bate\u00e7\u00e3o\u2019 durante as m\u00fasicas. Em Ponta Grossa, o acess\u00f3rio tamb\u00e9m j\u00e1 aparece nas festas universit\u00e1rias. Nas lojas do centro da cidade, os modelos variam entre pl\u00e1stico, madeira e tecido, com diferentes tamanhos, cores lisas, estampadas, e coloridas,\u00a0 penas, com pre\u00e7os entre 5 a 15 reais.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A volta do leque mostra como uma moda pode reaparecer sem ser reproduzida da mesma maneira. O acess\u00f3rio continua ligado \u00e0 fun\u00e7\u00e3o original, mas tamb\u00e9m acompanha novas formas de vestir e participar das festas. Se a \u2018bate\u00e7\u00e3o\u2019\u00a0 vai continuar depois que a novidade passar, ainda n\u00e3o d\u00e1 para saber. Por enquanto, o leque voltou a fazer barulho.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Servi\u00e7o<\/b><span style=\"font-weight: 400\">:\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Pre\u00e7o m\u00e9dio dos leques em PG: de 5 a 15 reais<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por Yasmin Salgado<\/em><\/p>\n<p><b>Ficha t\u00e9cnica<\/b><\/p>\n<p><b>Autores:\u00a0<\/b>Emanuelle Pasqualotto, Lucas Jolondek, Maria Eduarda Leme, Natalia Almeida, Nathalia Stupp, Pietra Gasparini, Ticyane Almeida e Yasmin Salgado<\/p>\n<p><b>Supervis\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o:<\/b> S\u00e9rgio Luiz Gadini<\/p>\n<p><b>Edi\u00e7\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o no Peri\u00f3dico:<\/b>\u00a0Jo\u00e3o Pimentel e Larissa Didres<\/p>\n<p><b>Supervis\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o:<\/b>\u00a0Aline Rosso e Muriel Em\u00eddio Pessoa do Amaral<\/p>\n<p><b>Contato:<\/b>\u00a0periodico@uepg.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cr\u00edtica de Ponta Produzido pelo terceiro ano do curso de Jornalismo da UEPG, o Cr\u00edtica de Ponta traz o melhor da cultura da cidade de Ponta Grossa para voc\u00ea! 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