{"id":4259,"date":"2026-08-12T14:38:37","date_gmt":"2026-08-12T17:38:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/ppgjor\/?p=4259"},"modified":"2026-08-14T20:20:10","modified_gmt":"2026-08-14T23:20:10","slug":"chamada-ao-dossie-rif-2026-folkcomunicacao-musica-e-culturas-populares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/ppgjor\/chamada-ao-dossie-rif-2026-folkcomunicacao-musica-e-culturas-populares\/","title":{"rendered":"Chamada ao Dossi\u00ea RIF 2026: Folkcomunica\u00e7\u00e3o, m\u00fasica e culturas populares"},"content":{"rendered":"<p class=\"p1\">A <a href=\"https:\/\/revistas.uepg.br\/index.php\/folkcom\/pt_BR\">Revista Internacional de Folkcomunica\u00e7\u00e3o<\/a> (RIF) recebe artigos in\u00e9ditos dedicados \u00e0s intersec\u00e7\u00f5es entre a m\u00fasica, a folkcomunica\u00e7\u00e3o e as culturas populares at\u00e9 o dia <b>01 de outubro<\/b>. A organiza\u00e7\u00e3o do dossi\u00ea \u00e9 realizada pela professora Dra. J\u00fania Martins (UERN) e pelos professores Dr. Tobias A. Queiroz (UERN) e Dr. Victor Belart (UERJ). A edi\u00e7\u00e3o ser\u00e1 publicada em <b>dezembro de 2026<\/b>.<\/p>\n<p class=\"p1\"><b>Dossi\u00ea \u201cFolkcomunica\u00e7\u00e3o e m\u00fasica\u201d<\/b><\/p>\n<p class=\"p1\">De que modo as sonoridades, cantos, ritmos e performances musicais populares atuam como canais de express\u00e3o e (re)exist\u00eancia? Como a m\u00fasica popular dialoga com os meios de comunica\u00e7\u00e3o massivos e digitais, tensionando fronteiras entre a tradi\u00e7\u00e3o, a ind\u00fastria contempor\u00e2nea do entretenimento e as manifesta\u00e7\u00f5es contra-hegem\u00f4nicas? Quais t\u00e9cnicas e tecnologias t\u00eam sido utilizadas para impulsionar a circula\u00e7\u00e3o da m\u00fasica produzida por indiv\u00edduos ou grupos historicamente subalternizados? De que maneira as culturas populares se manifestam simbolicamente na ind\u00fastria da m\u00fasica?<\/p>\n<p class=\"p1\">O presente dossi\u00ea busca reunir pesquisas que investiguem a m\u00fasica como um fen\u00f4meno folkcomunicacional, est\u00e9tico, pol\u00edtico, econ\u00f4mico e cultural multifacetado. A proposta, centrada nas articula\u00e7\u00f5es entre a folkcomunica\u00e7\u00e3o e as abordagens epistemol\u00f3gicas do campo da m\u00fasica e das culturas populares, pretende ampliar as reflex\u00f5es acerca das(os) agentes folkcomunicacionais no cen\u00e1rio musical, bem como de suas din\u00e2micas, conte\u00fados, processos criativos e estrat\u00e9gias, observando, ainda, a ressignifica\u00e7\u00e3o dos circuitos midi\u00e1ticos, das plataformas digitais, da geopol\u00edtica e da ind\u00fastria cultural.<\/p>\n<p class=\"p1\">Entendida como linguagem diversional, de media\u00e7\u00e3o e de v\u00ednculo comunit\u00e1rio, a m\u00fasica popular opera no entrecruzamento entre a mem\u00f3ria coletiva, a oralidade e os processos de midiatiza\u00e7\u00e3o. O dossi\u00ea convida, portanto, pesquisadoras(es) a submeterem trabalhos que explorem esse entrecruzamento a partir de din\u00e2micas de cria\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o, circula\u00e7\u00e3o, recep\u00e7\u00e3o, consumo e performance das manifesta\u00e7\u00f5es musicais populares.<\/p>\n<p class=\"p1\">Nesse \u00e2mbito, a no\u00e7\u00e3o de folkcomunica\u00e7\u00e3o \u2013 cultura popular como m\u00eddia de indiv\u00edduos e grupos socialmente marginalizados (Beltr\u00e3o, 2001) \u2013 se articula com os estudos de cenas musicais, territorialidades, experi\u00eancias de escuta, audiovisualidades, corporeidades e pr\u00e1ticas de entretenimento. O dossi\u00ea acolhe reflex\u00f5es que analisem desde festas rituais e po\u00e9ticas orais tradicionais (como o cordel cantado, o samba de roda, o lundu, o maracatu, o ponto de terreiro) at\u00e9 hibridismos sonoros urbanos e perif\u00e9ricos (a exemplo do funk, do brega, do hip-hop, do reggae\/<i>sound system<\/i> e do carimb\u00f3 eletr\u00f4nico) em suas dimens\u00f5es est\u00e9tico-pol\u00edticas.<\/p>\n<p class=\"p1\">O escopo da chamada contempla investiga\u00e7\u00f5es abrangendo os seguintes eixos tem\u00e1ticos:<\/p>\n<p class=\"p1\"><b>&#8211; Express\u00f5es musicais e po\u00e9ticas orais como elementos folkcomunicacionais:<\/b> rituais, festividades, cantos de trabalho e sonoridades das culturas tradicionais e comunit\u00e1rias;<\/p>\n<p class=\"p1\"><b>&#8211; Interfaces h\u00edbridas da m\u00fasica:<\/b> rela\u00e7\u00f5es com demais express\u00f5es culturais como o design, a pintura e as artes visuais entre espa\u00e7os perif\u00e9ricos<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>e populares;<\/p>\n<p class=\"p1\"><b>&#8211; Folkm\u00eddia e estudos do som<\/b>: rela\u00e7\u00f5es sens\u00edveis entre som, ambi\u00eancias e percursos de escuta.<\/p>\n<p class=\"p1\"><b>&#8211; Folkm\u00eddia e ind\u00fastria do entretenimento: <\/b>apropria\u00e7\u00f5es midi\u00e1ticas do folclore e da m\u00fasica popular; tens\u00f5es entre a cultura de massa e as identidades locais;<\/p>\n<p class=\"p1\"><b>&#8211; Cenas musicais, territorialidades e performances:<\/b> a dimens\u00e3o corp\u00f3rea e espacial da m\u00fasica popular na constru\u00e7\u00e3o de identidades de g\u00eanero, ra\u00e7a, etnia e classe;<\/p>\n<p class=\"p1\"><b>&#8211; Folkcomunica\u00e7\u00e3o digital e sonoridades perif\u00e9ricas:<\/b> circula\u00e7\u00e3o da m\u00fasica popular em plataformas digitais; novas din\u00e2micas de produ\u00e7\u00e3o, distribui\u00e7\u00e3o, consumo e ativismo midi\u00e1tico;<\/p>\n<p class=\"p1\"><b>&#8211; Mem\u00f3ria, escuta e media\u00e7\u00f5es:<\/b> o papel da m\u00fasica na preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio imaterial, na mem\u00f3ria intergeracional e na produ\u00e7\u00e3o de narrativas de resist\u00eancia.<\/p>\n<p class=\"p1\"><b>Submiss\u00f5es<\/b><\/p>\n<p class=\"p1\">Os artigos podem ser submetidos at\u00e9 o dia 01 de outubro pelo <a href=\"https:\/\/revistas.uepg.br\/index.php\/folkcom\/pt_BR\/about\/submissions\"><span class=\"s1\">sistema on-line da revista<\/span><\/a>.<\/p>\n<p class=\"p1\">Os textos, de 30 mil a 42 mil caracteres (com espa\u00e7os), devem conter resumo em portugu\u00eas, ingl\u00eas e espanhol (entre 5 e 10 linhas), al\u00e9m de tr\u00eas a cinco palavras-chave que expressem os conceitos centrais do manuscrito. A formata\u00e7\u00e3o dos trabalhos deve seguir rigorosamente o template dispon\u00edvel nas diretrizes \u00e0s\/aos autoras(es) no site da Revista.<\/p>\n<p class=\"p1\">A RIF recebe tamb\u00e9m artigos sobre temas gerais, entrevistas, ensaios fotogr\u00e1ficos e resenhas relacionados \u00e0 folkcomunica\u00e7\u00e3o e \u00e0 cultura popular em fluxo cont\u00ednuo.<\/p>\n<p class=\"p1\"><b>Sobre a RIF <\/b><\/p>\n<p class=\"p1\">A Revista Internacional de Folkcomunica\u00e7\u00e3o (RIF) \u00e9 uma publica\u00e7\u00e3o semestral editada pelo Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), em parceria com a Rede de Estudos e Pesquisa em Folkcomunica\u00e7\u00e3o (Rede Folkcom). A revista recebe contribui\u00e7\u00f5es nos formatos de artigo, resenha, entrevista e ensaio fotogr\u00e1fico diretamente pelo site.<\/p>\n<p class=\"p1\">Acompanhe a RIF nas redes sociais: <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/revistafolkcom\/\">@revistafolkcom<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Revista Internacional de Folkcomunica\u00e7\u00e3o (RIF) recebe artigos in\u00e9ditos dedicados \u00e0s intersec\u00e7\u00f5es entre a m\u00fasica, a folkcomunica\u00e7\u00e3o e as culturas populares at\u00e9 o dia 01 de outubro. A organiza\u00e7\u00e3o do dossi\u00ea \u00e9 realizada pela professora Dra. J\u00fania Martins (UERN) e pelos professores Dr. Tobias A. Queiroz (UERN) e Dr. Victor Belart (UERJ). 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