{"id":10695,"date":"2025-08-06T14:20:08","date_gmt":"2025-08-06T17:20:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.uepg.br\/proex\/?p=10695"},"modified":"2025-08-06T14:20:18","modified_gmt":"2025-08-06T17:20:18","slug":"nucleo-da-uepg-atende-e-certifica-mais-de-200-produtores-de-organicos-da-regiao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/proex\/nucleo-da-uepg-atende-e-certifica-mais-de-200-produtores-de-organicos-da-regiao\/","title":{"rendered":"N\u00facleo da UEPG atende e certifica mais de 200 produtores de org\u00e2nicos da regi\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><a role=\"link\" href=\"https:\/\/www.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Certifiac%C2%A6oa%C2%A6ao-orga%C2%A6enicos-Jaime-Helton-Costa-baixa-8-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-94010 lazyloaded alignleft\" src=\"https:\/\/www.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Certifiac%C2%A6oa%C2%A6ao-orga%C2%A6enicos-Jaime-Helton-Costa-baixa-8-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"442\" height=\"658\" data-src=\"https:\/\/www.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Certifiac\u00a6oa\u00a6ao-orga\u00a6enicos-Jaime-Helton-Costa-baixa-8-scaled.jpg\" \/><\/a>O N\u00facleo de Certifica\u00e7\u00e3o Org\u00e2nica da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) presta atendimento cont\u00ednuo a 200 produtores org\u00e2nicos e j\u00e1 emitiu certificados para outros 400, com os quais mant\u00e9m contato para as renova\u00e7\u00f5es anuais. Os n\u00fameros, divulgados na \u00faltima semana, est\u00e3o alinhados \u00e0s m\u00e9dias anuais do Programa Paran\u00e1 Mais Org\u00e2nico para a \u00e1rea de abrang\u00eancia da institui\u00e7\u00e3o, conforme levantamento interno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">De acordo com o coordenador do N\u00facleo na UEPG, Pedro Henrique Weirich Neto, que tamb\u00e9m chefia o Departamento de Ci\u00eancias do Solo e Engenharia Agr\u00edcola, a proposta local \u00e9 focar em agroecologia desde o primeiro contato com os produtores. Ele avalia que no pa\u00eds h\u00e1 a \u201cprodu\u00e7\u00e3o de alimentos com uma carga de mol\u00e9culas sint\u00e9ticas muito grande, e aumentando ano a ano. V\u00e1rias dessas mol\u00e9culas sint\u00e9ticas s\u00e3o altamente venenosas, em todos os sentidos. E n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 no sentido de voc\u00ea comer a mol\u00e9cula, \u00e9 de estar poluindo o solo, a \u00e1gua e o ar\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Por essa raz\u00e3o, durante as orienta\u00e7\u00f5es, o \u00f3rg\u00e3o da UEPG n\u00e3o apenas fornece diretrizes sobre o plantio de org\u00e2nicos, mas tamb\u00e9m sobre como realiz\u00e1-lo de forma sustent\u00e1vel, com foco na preserva\u00e7\u00e3o dos recursos naturais e em m\u00e9todos culturalmente sens\u00edveis, socialmente justos e economicamente vi\u00e1veis, voltados para a agricultura familiar. \u201cA gente acredita muito nisso, no que a gente chama de agroecologia, e no que a agroecologia vai desencadear naturalmente no produto org\u00e2nico\u201d, defende o professor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ap\u00f3s receber as orienta\u00e7\u00f5es e iniciar suas produ\u00e7\u00f5es, os agricultores precisam demonstrar que seus itens est\u00e3o em conformidade com a legisla\u00e7\u00e3o de org\u00e2nicos. \u00c9 nessa etapa que o N\u00facleo atua, realizando as verifica\u00e7\u00f5es, que podem ser individuais ou em grupo. \u201cN\u00e3o basta somente produzir sem agrot\u00f3xicos, \u00e9 preciso seguir preceitos agroecol\u00f3gicos e sociais. J\u00e1 tivemos um grupo que foi descredenciado por conta da constata\u00e7\u00e3o de um caso de viol\u00eancia dom\u00e9stica com um dos membros. Ent\u00e3o, \u00e9 maior do que o compromisso de plantar de forma sustent\u00e1vel\u201d, comenta o professor Pedro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>A import\u00e2ncia da agricultura familiar no Brasil<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a role=\"link\" href=\"https:\/\/www.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Certifiac%C2%A6oa%C2%A6ao-orga%C2%A6enicos-Jaime-Helton-Costa-baixa-6-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright wp-image-94012 lazyloaded\" src=\"https:\/\/www.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Certifiac%C2%A6oa%C2%A6ao-orga%C2%A6enicos-Jaime-Helton-Costa-baixa-6-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"556\" height=\"537\" data-src=\"https:\/\/www.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Certifiac\u00a6oa\u00a6ao-orga\u00a6enicos-Jaime-Helton-Costa-baixa-6-scaled.jpg\" \/><\/a>O coordenador detalha que os produtores assistidos pela UEPG s\u00e3o, em sua maioria, agricultores familiares de pequenas propriedades, que comercializam seus produtos nas pr\u00f3prias cidades, sobretudo nos munic\u00edpios menores.\u00a0Dados oficiais revelam que, no Brasil, aproximadamente 77% dos estabelecimentos agr\u00edcolas pertencem \u00e0 agricultura familiar e, no Paran\u00e1, esse n\u00famero chega a 80%, o que corresponde a 270 mil propriedades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Informa\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Agr\u00e1rio e Agricultura Familiar indicam que o setor gera 10,1 milh\u00f5es de empregos e \u00e9 crucial para o desenvolvimento econ\u00f4mico de 90% das cidades com menos de 20 mil habitantes, segundo um levantamento de 2024 da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O relat\u00f3rio do pr\u00f3prio N\u00facleo da UEPG aponta que as fam\u00edlias atendidas n\u00e3o teriam capacidade financeira para custear a certifica\u00e7\u00e3o de org\u00e2nicos de forma independente, devido aos altos custos envolvidos. \u201cEnt\u00e3o, em 2009, o governo do Paran\u00e1 decidiu que bancaria o custo. A gente come\u00e7ou com tr\u00eas ou quatro universidades, a Secretaria da Ci\u00eancia, Tecnologia e Ensino Superior do Estado do Paran\u00e1 (Seti) puxou a iniciativa. N\u00f3s, via Laborat\u00f3rio de Mecaniza\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola [Lama], estamos no projeto desde sempre. Fazemos parte dos fundadores\u201d, recorda o professor Pedro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Aprova\u00e7\u00e3o dos agricultores<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Rosane Souza, agricultora de Teixeira Soares, produz dentro dos princ\u00edpios da agroecologia e j\u00e1 nota os resultados. \u201cDepois que eu comecei a plantar org\u00e2nico, comecei a ver al\u00e9m do plantar e colher. Cada coisinha dentro da natureza tem seu equil\u00edbrio, n\u00e3o tem nada solto\u201d, relata.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em Curi\u00fava, Vitor Vale se orgulha de fornecer alimentos para a rede escolar. \u201cS\u00e3o muito boas as trocas que a gente tem em cada visita do Paran\u00e1 Mais Org\u00e2nico. Me sinto satisfeito em saber que estou entregando comida de verdade para os col\u00e9gios, com valor nutricional para as crian\u00e7as se alimentarem\u201d, comemora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Forma\u00e7\u00e3o e pesquisa<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a role=\"link\" href=\"https:\/\/www.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Certifiac%C2%A6oa%C2%A6ao-orga%C2%A6enicos-Jaime-Helton-Costa-baixa-1-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft wp-image-94013 lazyloaded\" src=\"https:\/\/www.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Certifiac%C2%A6oa%C2%A6ao-orga%C2%A6enicos-Jaime-Helton-Costa-baixa-1-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"532\" height=\"577\" data-src=\"https:\/\/www.uepg.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Certifiac\u00a6oa\u00a6ao-orga\u00a6enicos-Jaime-Helton-Costa-baixa-1-scaled.jpg\" \/><\/a>Natali Maidl de Souza, egressa de Agronomia e com mestrado pela UEPG, al\u00e9m de doutorado com parte da pesquisa desenvolvida na institui\u00e7\u00e3o, hoje leciona no Instituto Federal Catarinense (IFC), no Campus Araquari. Ela acompanhou a fase embrion\u00e1ria de implanta\u00e7\u00e3o do N\u00facleo de Certifica\u00e7\u00e3o. \u201cA abordagem que hoje eu fa\u00e7o na agricultura org\u00e2nica, \u00e9 completamente dependente dessa experi\u00eancia que eu constru\u00ed aqui dentro desse n\u00facleo, em fun\u00e7\u00e3o de que acompanhei desde a proposi\u00e7\u00e3o\u201d, lembra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A professora argumenta que a iniciativa \u201c\u00e9 uma extens\u00e3o que verdadeiramente atende as demandas da sociedade. \u00c9 a curriculariza\u00e7\u00e3o, que a gente est\u00e1 falando muito hoje dentro das universidades e de todos os institutos de ensino. Tem que vir a demanda da comunidade para a gente resolver aqui dentro e gerar solu\u00e7\u00f5es. E isso a gente consegue ver nos trabalhos que s\u00e3o feitos dentro do n\u00facleo\u201d, explica a docente, que um dia foi bolsista na UEPG.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A bolsista atual do programa e agr\u00f4noma, Tainara Alves de Moura, comenta que participar do programa Paran\u00e1 Mais Org\u00e2nico tem sido uma experi\u00eancia extremamente enriquecedora. \u201cA cada dia, temos a oportunidade de unir o conhecimento acad\u00eamico com os saberes tradicionais dos agricultores, construindo juntos uma agricultura mais consciente, sustent\u00e1vel e regenerativa. Mais do que t\u00e9cnicas, aprendemos a import\u00e2ncia da escuta, da sensibilidade e do respeito pelas realidades locais. \u00c9 gratificante ver como essa integra\u00e7\u00e3o de saberes gera impactos positivos, n\u00e3o s\u00f3 na qualidade dos alimentos, mas tamb\u00e9m na vida das fam\u00edlias agricultoras\u201d, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Pesquisa constante<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No \u00e2mbito do projeto, os professores tamb\u00e9m precisam de investiga\u00e7\u00e3o cont\u00ednua para apresentar conte\u00fados atualizados. \u00c9 o que garante o professor Jaime Alberti Gomes. \u201cO projeto \u00e9 muito interessante, porque nos obriga a estar sempre se atualizando, n\u00e3o s\u00f3 na agricultura convencional, que \u00e9 boa parte do que a gente acaba trabalhando e vivenciando dentro do curso de agronomia, mas, tamb\u00e9m nessa parte da agricultura de base familiar, onde esse projeto se enquadra mais. \u00c9 ensino, \u00e9 pesquisa e \u00e9 extens\u00e3o\u201d, completa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Nesse campo investigativo, o Laborat\u00f3rio de Mecaniza\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola (Lama) \u00e9 um parceiro do N\u00facleo, o que permite que cada trabalho seja individualizado, especialmente quando \u00e9 preciso analisar a sa\u00fade do solo, especialidade do laborat\u00f3rio. \u201cA gente trabalha muito com \u00e1gua e solo. N\u00f3s precisamos cuidar desse solo, mant\u00ea-lo coberto, termos o cuidado com a inclina\u00e7\u00e3o. Temos gente fazendo mestrado e doutorado nessa \u00e1rea, pesquisando aqui junto do N\u00facleo, o que nos auxilia muito\u201d, finaliza o professor Pedro, destacando o apoio constante dos professores Carlos Hugo Rocha e do pr\u00f3prio Jaime Alberti Gomes, ambos integrantes do Lama.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Banco de variedades e normas seguidas \u00e0 risca<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Outra vertente de aux\u00edlio aos produtores locais, dentro do centro de certifica\u00e7\u00e3o, \u00e9 a sele\u00e7\u00e3o de sementes e plantas por meio de m\u00e9todos cient\u00edficos. Conforme explica o coordenador Pedro, s\u00e3o escolhidas as culturas mais adaptadas \u00e0 regi\u00e3o, com maior produtividade e resili\u00eancia. Simultaneamente, estudos s\u00e3o conduzidos para minimizar o descarte, transformando produ\u00e7\u00f5es que, a princ\u00edpio, n\u00e3o seriam aproveitadas em novos produtos. \u201cPor exemplo, a batata-doce. No mercado convencional, voc\u00ea separa aquelas mais bonitinhas, aquelas que est\u00e3o seguindo um padr\u00e3o e descarta o restante, aquelas mais \u2018feinhas\u2019. Aqui, a gente de certa forma separa as melhores, mas, aproveita as demais para pesquisar o uso delas como fontes de biocombust\u00edveis. Reduzimos muito o desperd\u00edcio\u201d, declara.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Para manter a certifica\u00e7\u00e3o, os agricultores devem seguir regras r\u00edgidas, como a manuten\u00e7\u00e3o de um di\u00e1rio onde registram todas as pr\u00e1ticas de cultivo. Cabe ao N\u00facleo verificar essa e outras diretrizes. Quando h\u00e1 inconformidades, s\u00e3o sugeridas adequa\u00e7\u00f5es e, uma vez resolvidas as pend\u00eancias, o produtor pode reaver a certifica\u00e7\u00e3o. \u201cOutra coisa que eu percebi muito, \u00e9 como os cadernos de campo me ajudaram a me organizar e as visitas das t\u00e9cnicas do programa me incentivam a sempre me manter firme no prop\u00f3sito\u201d, conta a produtora Rosane Souza.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Merenda escolar<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O N\u00facleo tamb\u00e9m fomenta pol\u00edticas p\u00fablicas nos munic\u00edpios para que as prefeituras priorizem a aquisi\u00e7\u00e3o de produtos org\u00e2nicos locais e da agricultura familiar. Essa a\u00e7\u00e3o est\u00e1 alinhada \u00e0 lei do Programa Nacional de Alimenta\u00e7\u00e3o Escolar (PNAE), que determina que no m\u00ednimo 30% dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o (FNDE) para a merenda escolar sejam usados na compra de alimentos \u201cproduzidos em \u00e2mbito local e preferencialmente pela agricultura familiar e pelos empreendedores familiares rurais\u201d. \u201cSempre buscamos sensibilizar as prefeituras, mostrando que comprando de produtores locais, o dinheiro fica e circula movimentando a economia da cidade\u201d, destaca o professor Pedro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Paran\u00e1 \u00e9 l\u00edder nacional em org\u00e2nicos<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Paran\u00e1 lidera o ranking de agricultores org\u00e2nicos certificados no Brasil. Dados do Cadastro Nacional de Produtores Org\u00e2nicos (CNPO) apontam que o estado possui 4.399 certificados ativos. O Rio Grande do Sul aparece em segundo lugar, com aproximadamente metade dos certificados paranaenses, um fato influenciado tamb\u00e9m pelas enchentes de 2024 naquele estado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Paran\u00e1 Mais Org\u00e2nico \u00e9 uma colabora\u00e7\u00e3o entre o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paran\u00e1-Iapar-Emater (IDR-Paran\u00e1), a Seti, o Instituto de Tecnologia do Paran\u00e1 (Tecpar) e as universidades estaduais. A UEPG integra a iniciativa desde sua cria\u00e7\u00e3o, em 2009.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>O n\u00facleo da UEPG<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em Ponta Grossa, o n\u00facleo est\u00e1 localizado no Campus Uvaranas, Bloco F, Sala 4. Os telefones para contato s\u00e3o (42) 3220-3092 e (42) 99836-3631, e o e-mail \u00e9\u00a0<a role=\"link\" href=\"mailto:lama@uepg.br\">lama@uepg.br<\/a>. Segundo a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paran\u00e1, o agricultor interessado deve contatar o n\u00facleo, e um t\u00e9cnico far\u00e1 as a\u00e7\u00f5es de assist\u00eancia t\u00e9cnica e extens\u00e3o para adequar a propriedade. Ap\u00f3s essa etapa, h\u00e1 um per\u00edodo de adapta\u00e7\u00e3o e uma auditoria. Se todas as exig\u00eancias legais forem cumpridas, o certificado \u00e9 emitido.<\/p>\n<pre>Texto e fotos: Helton Costa<\/pre>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O N\u00facleo de Certifica\u00e7\u00e3o Org\u00e2nica da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) presta atendimento cont\u00ednuo a 200 produtores org\u00e2nicos e j\u00e1 emitiu certificados para outros 400, com os quais mant\u00e9m contato para as renova\u00e7\u00f5es anuais. 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