{"id":537,"date":"2011-10-17T21:26:21","date_gmt":"2011-10-17T23:26:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.uepg.br\/turismo\/?p=537"},"modified":"2021-03-09T13:02:57","modified_gmt":"2021-03-09T16:02:57","slug":"professora-de-turismo-profere-palestra-no-marrocos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uepg.br\/turismo\/professora-de-turismo-profere-palestra-no-marrocos\/","title":{"rendered":"Professora de Turismo profere palestra no Marrocos"},"content":{"rendered":"<div class=\"post-body entry-content\">\n<div align=\"justify\">\n<p>A professora doutora Jasmine Moreira, do Departamento de Turismo da UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa), proferiu palestra sobre \u201cGeoturismo e Geoparques no Brasil\u201d, em semin\u00e1rio realizado na Universidade Chouaib Doukkali, em El Jadida, Marrrocos. Durante o semin\u00e1rio, Jasmine exibiu um v\u00eddeo sobre o turismo no Brasil, destacando aspectos ligados \u00e0 geodiversidade e ao geoturismo, al\u00e9m de apresentar aspectos tur\u00edsticos da regi\u00e3o dos Campos Gerais e de seu potencial tur\u00edstico.<\/p>\n<p>Na palestra, a professora mostrou, tamb\u00e9m, o Geoparque Araripe que integra a Rede Global de Geoparques no Brasil. Tratou ainda de aspectos ligados ao geoturismo como uma nova modalidade de turismo em \u00e1reas naturais. Jasmine assinala que, ao longo da palestra, os questionamentos do p\u00fablico se relacionavam ao envolvimento das comunidades na atividade tur\u00edstica.<\/p>\n<p>Para Jasmine Moreira, o que se ressalta como significativo na participa\u00e7\u00e3o em encontros internacionais refere-se, em primeiro lugar, \u00e0 possibilidade da troca de experi\u00eancias e o conhecimento de outras realidades, a exemplo do continente africano que se apresenta diferente da que vivemos no Brasil. \u201cA geodiversidade no Marrocos \u00e9 espetacular. Muitos turistas, mesmo sem saber, fazem geoturismo, tendo como motiva\u00e7\u00e3o conhecer o Saara, por exemplo. Realizam a atividade com a inten\u00e7\u00e3o de conhecer mais esse aspecto da geodiversidade\u201d.<\/p>\n<p>Pain\u00e9is Interpretativos<\/p>\n<p>A contribui\u00e7\u00e3o da palestra, segundo Jasmine, foi mais no sentido de explanar um tema que, h\u00e1 alguns anos, vem sendo comentado no Brasil. Trata-se de tema que a professora vem pesquisando, mas que no Marrocos, apesar de todo o potencial do pa\u00eds, ainda est\u00e1 no in\u00edcio das discuss\u00f5es. A troca de experi\u00eancias, como explica Jasmine, deu-se tamb\u00e9m em contribuir com professores e alunos daquela universidade, que se dedicam \u00e0 quest\u00e3o e no repasse de informa\u00e7\u00f5es de como a atividade vem sendo pesquisada no Brasil.<\/p>\n<p>A professora Jasmine assinala que, durante a palestra, um dos pontos mais questionados pelo p\u00fablico foi acerca da elabora\u00e7\u00e3o de pain\u00e9is interpretativos sobre o patrim\u00f4nio geol\u00f3gico. \u201cEsse pain\u00e9is s\u00e3o os meios interpretativos mais populares\u201d, diz Jasmine, acrescentando que \u201cna elabora\u00e7\u00e3o e implanta\u00e7\u00e3o desses pain\u00e9is devem ser tomados alguns cuidados\u201d. Para exemplificar, cita que a localiza\u00e7\u00e3o do painel \u00e9 essencial para sua efetividade. Observa, ainda, que quem escreve os textos deve selecionar os assuntos principais do tema e na linguagem levar em considera\u00e7\u00e3o o p\u00fablico a que se destina a mensagem, normalmente composto por leigos.<\/p>\n<p>Confer\u00eancia de Geoparques<\/p>\n<p>Da palestra no Marrocos, a professora enfatiza que um aspecto importante est\u00e1 na possibilidade de uma parceria com a UEPG, futuramente, dentro do processo de internacionaliza\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, o contato com a Rede Africana de Geoparques e o fato da UEPG poder contribuir nas discuss\u00f5es de um tema que ainda \u00e9 novo no continente africano. \u201c\u00c9 uma contribui\u00e7\u00e3o que se bem desenvolvida poder\u00e1 ajudar as comunidades africanas na obten\u00e7\u00e3o de recursos atrav\u00e9s do turismo e de outras atividades, como a venda de artesanato\u201d.<\/p>\n<p>Sobre esse cen\u00e1rio, Jasmine enfatiza que, de qualquer modo, o geoturismo dever ser um turismo sustent\u00e1vel. Ou seja, que represente benef\u00edcios para as comunidades locais ao mesmo tempo em que ocorra a conserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio geol\u00f3gico para as gera\u00e7\u00f5es futuras. O pr\u00f3ximo evento a ser realizado na \u00c1frica \u00e9 a primeira edi\u00e7\u00e3o da \u201cConfer\u00eancia de Geoparques da \u00c1frica e da Ar\u00e1bia\u201d, segundo Jasmine. A confer\u00eancia vai se desenvolver na mesma universidade, contando com o apoio da Unesco (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura). Trata-se de espa\u00e7o que vai reunir mais de 100 pessoas de todo o mundo e com apresenta\u00e7\u00e3o de 80 trabalhos, muitos da \u00e1rea de geoturismo.<\/p>\n<\/div>\n<div align=\"justify\"><\/div>\n<div align=\"justify\">Post publicado originalmente em: https:\/\/turismouepg.blogspot.com<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A professora doutora Jasmine Moreira, do Departamento de Turismo da UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa), proferiu palestra sobre \u201cGeoturismo e Geoparques no Brasil\u201d, em semin\u00e1rio realizado na Universidade Chouaib Doukkali, em El Jadida, Marrrocos. 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