IESol participa de Campanha Cidades Sem Risco
Por Mariana Krankel
A IESol – Incubadora de Empreendimentos Solidários está integrando a 9ª Campanha #AprenderParaViver: Cidades Sem Risco. A Campanha nacional realizada pelo Programa Cemaden Educação e a Secretaria Nacional de Periferias busca mobilizar instituições e pessoas para promover a cultura de proteção à vida, pela redução de riscos e desastres ambientais.
Técnica de Serviço Social e Doutoranda em Ciências Sociais Aplicadas – Bolsista CNPq, Camila Albach, relata a atuação da IESol na Campanha. “A IESol tem executado projetos sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e as Soluções Baseadas na Natureza (SbN), o que potencializa a nossa participação e contribuição com a campanha. Iremos firmes com nossas atividades e buscaremos envolver todos os integrantes da incubadora”. A primeira ação realizada pela extensão foi promover a Cidade Sem Risco dentro da Universidade por meio de panfletos anexados em diferentes blocos. Entre os principais temas trabalhados estão:
- Prevenção começa antes: conhecer o risco para proteger a vida;
- Desastres não são naturais: justiça climática e direito à vida;
- Quando a água invade: inundações, alagamentos e o cotidiano do risco;
- Morar no morro: deslizamentos, chuvas intensas e proteção do território;
- Calor extremo e seca: quando o clima afeta o corpo e a cidade.
No site é possível encontrar uma trilha formativa de 120h, separada em três cursos envolvendo Educação Ambiental Climática e Redução de Riscos de Desastres, além de materiais de apoio gratuitos. Extensionista de Serviço Social e bolsista, Izzy da Silva Vieira, menciona suas expectativas com a participação. “Espero que as atividades consigam criar pessoas mais críticas, responsáveis com o meio ambiente e também que seja disseminado esse conhecimento, para que tenhamos uma sociedade mais consciente e engajada em temas tão importantes como o da campanha”.
Integrantes da Incubadora aplicam os conhecimentos de seus cursos junto a ação. Estagiária de Serviço Social, Caroline Madureira cita a sua perspectiva em conjunto com a graduação. “Acredito que o serviço social pode contribuir muito nesse debate, como compreender as questões sócio ambientais e como podemos contribuir cobrando e conhecendo as políticas públicas vigentes”. Além dela, a estagiária de Serviço Social e bolsista, Bianca Rafaela de Mello indica a importância da participação no movimento. “O curso e os princípios da economia solidária conversam muito entre si, então durante a extensão será um conhecimento muito bem aproveitado”.


