Exposições Virtuais (DAC)

EXPOSIÇÃO

VERMELHO, o recorte.

Este recorte virtual com a apresentação de alguns trabalhos que farão parte da
mostra “VERMELHO”, que será apresentada no Muma - Museu Municipal de
Arte em Curitiba no segundo semestre de 2022, traz trabalhos intrinsicamente
relacionados com a minha experiência dentro do processo pandêmico a que
estamos acometidos desde 2020.
Isolamento, solidão, medo, angústias e violências, são algumas das minhas
sensações a partir das minhas reflexões dentro da pandemia ou a partir dos
relatos de pessoas na internet fazem parte dos “temas” ou “motivos” para
produzir alguns dos objetos aqui apresentados.

 

Emerson Persona

Graduação em Superior em Pintura e Especialização em História da Arte
Moderna e Contemporânea, ambas pela Escola de Música e Belas Artes do
Paraná (2009). Possui Mestrado em Tecnologia e Sociedade pela
Universidade Tecnológica Federal do Paraná (2017). Doutorando em
Tecnologia e Sociedade pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

 

OBRAS

sem nome, 2020
A3 (29,7cmX42cm)
pintura (acrílico/guache sobre papel), colagem.

 

sem nome, 2020
A3 (29,7cmX42cm)
pintura (acrílico/guache sobre papel), colagem.

 

sem nome, 2021
A3 (29,7cmX42cm)
pintura (acrílico/guache sobre papel), colagem.

 

sem nome, 2020
A3 (29,7cmX42cm)
pintura (acrílico/guache sobre papel), colagem.

 

sem nome, 2020
A2 (42cmX59,4cm)
pintura (acrílico/guache sobre papel), colagem.

 

sem nome, 2020
A3 (29,7cmX42cm)
pintura (acrílico/guache sobre papel), colagem.

 

sem nome, 2020
A3 (29,7cmX42cm)
pintura (acrílico/guache sobre papel), colagem.

 

sem nome, 2020
A3 (29,7cmX42cm)
pintura (acrílico/guache sobre papel), colagem.

 

sem nome, 2020
A3 (29,7cmX42cm)
pintura (acrílico/guache sobre papel), colagem.

 

sem nome, 2020
A3 (29,7cmX42cm)
pintura (acrílico/guache sobre papel), colagem.

 

sem nome, 2020
A3 (29,7cmX42cm)
pintura (acrílico/guache sobre papel), colagem.

GALERIA DE OBRAS AMPLIADAS

Entre poéticas e narrativas...
por Emerson Persona

sem nome, 2020
A2 (42cmX59,4cm)
pintura (acrílico/guache sobre papel), colagem.

A imagem propõe uma reflexão sobre os processos de violência e
achatamento dos corpos a partir dos espaços de confinamento, onde estes
corpos não se reconhecem mais íntegros, completos e em total desconforto.

 

 

 

 

 

Curadoria: Adriana Rodrigues Suarez, Alberto Mikoski, Sandra Borsoi
Organização: Adriana Rodrigues Suarez, Alberto Mikoski.


				

Enquanto visita a exposição virtual "Say Hai, Retrospectiva" da artista plástica Sandra Hiromoto, aprecie a música: Human Kind, da musicista Fernanda Takai.

 

EXPOSIÇÃO

 

SAY HAI, RETROSPECTIVA

Texto Curatorial por Walkyria Novais
(@walknovais)

“Sandra Hiromoto explora as cores e com pinceladas gestuais, fortes, carregadas de emoção cria um fundo onde, sobreposto a ele tudo é possível. Linhas, estêncil, desenhos, colagens e digital print. Ainda com seus estênceis aplica letras que, aparentemente desconexas, são cuidadosamente dispostas, em perspectiva ou subvertidas em sua função de legibilidade. Reproduzidas em módulos, encontram-se num espaço em que todos os elementos travam um diálogo visual. A doçura e a delicadeza ficam por conta do elemento floral que vai surgindo despretensiosamente, e aos poucos vai marcando presença. A flor é por si só o símbolo de renascimento e renovação e sinaliza a intenção da artista, nessa eterna primavera, Hiromoto convida o expectador a transitar por suas memórias. E junto com elas também florescemos. Um paradoxo entre a manipulação da fotografia digital com as suas pinceladas vigorosas, expressivas, intuitivas. Essa inquietação é também no seu processo criativo, onde a artista lança novos paradigmas ao mesclar a pintura de cavalete com a stencil art, apropriada da arte urbana, criando com isso uma pintura hibrida onde a cor vibrante é uma cor provocativa. Com o seu olhar sobre o seu mundo intimo e suas memórias, transforma raízes e ancestralidade em cor e beleza num traço firme e decidido, reafirmando sua identidade e suas origens. Nessa mescla entre as tradições nipônicas milenares e o Japão contemporâneo, Sandra ancora sua narrativa artística com tanta brasilidade”. Walkyria Maia Novais é artista visual e curadora, formada em Comunicação pela UFPR e Artes Plásticas pela UFSM e Especialista em Poéticas Contemporâneas (UTP), História da Arte e Curadoria (PUCPR). (NOVAIS, W.)

 

SANDRA HIROMOTO

 

 

De formação acadêmica heterogênea, que passa pelo desenho industrial, o marketing e por poéticas no ensino da arte, suas pesquisas relacionam-se com práticas de intervenções urbanas e instalações baseadas na técnica da pintura. A estreita ligação com a cultura japonesa aliada à apropriação de elementos da street art fazem da expressão de Sandra Hiromoto um espaço único de experimentos e sensações. Entre os destaques de sua trajetória está a exposição individual “Heart” no Brazilian Art Festival, no Japão; a premiação na Biennale d’Art Contemporain Brésilian, na França; Fernanda Takai live + Sandra Hiromoto art em Toyohashi no Japão; intervenção e exposição coletiva no Museu Oscar Niemeyer, no Mac/PR, a participação na novela Sol Nascente da Rede Globo, a obra que está no acervo do Palácio Imperial de Tokio; a identidade visual do Festival Internacional de Cinema – Olhar de Cinema; entre tantos outros. De espírito inquieto, flerta com diferentes atividades e linguagens. Fernando Bini afirma que: “Entre o design e a arte, entre o tecnológico e o espiritual, tudo é interligado e necessário para o nosso autoconhecimento. Todas as coisas do universo são conectadas. Ela se apropria dos meios tecnológicos e práticos à sua disposição, a fotografia digital, o estêncil, o spray e a pintura, para realizar essa conversa com os objetos e seu entorno. O que ela pretende é desencadear no espectador um despertar, a partir dos objetos do nosso cotidiano, propondo um jogo cuja experiência se realizará no espírito de ambos.” Bini ainda ressalta: “É por essas razões que ela também se serve das palavras, pois elas estão em nosso cotidiano e reforçam o aspecto plano do seu trabalho. Roland Barthes, depois de sua viagem ao Japão, afirmou: “A língua desconhecida, da qual capto no entanto a respiração, a aeração emotiva, numa palavra, a significância pura, fora à minha volta, à medida que me desloca, uma leve vertigem, arrasta-me em seu vazio artificial, que só se realiza para mim: vivo no interstício, livre de todo sentido pleno” (BARTHES, O Império dos Signos). Como num cordel, Sandra afirma: “Dentro do/ Possível/ Vou entrar/ nos seus pensamentos... “, “Nem ferir, nem preferir, o êxtase é efêmero”. Esse aparente formalismo, a qualidade do seu fazer artístico, a sutil reminiscência, as alusões, às “colagens, às repetições, às reinterpretações formam a memória de fundo de seu trabalho. São o que fundamenta a qualidade de sua relação com a tradição. Não é possível falar de Sandra Hiromoto sem pensar em Bachelard, para quem “é preciso que ele [o olho] seja belo para ver o belo. É preciso que a íris do olho tenha uma bela cor para que as belas cores entrem em sua pupila” (Bachelard), A água e os sonhos). Temos que preparar nossos olhos para a aventura que ela nos propõe: a do “Percurso do olhar”. Trecho extraído do livro “O Percurso do Olhar” do qual a artista faz parte.

 

 

ENTRE NARRATIVAS E POÉTICAS...

por Sandra Hiromoto

SAY HAI, O PRINCÍPIO

"Foi em 2008 que fui convidada, como artista revelação, a participar da exposição coletiva “100 anos de Trajetória dos Artistas Plásticos Nikkeis no Brasil” em Kobe, Yokohama, Ehime e Kumamoto no Japão. Essa mostra seria uma grande retrospectiva dos principais artistas descendentes de japoneses no Brasil. Eu havia participado de um intercâmbio cultural no ano de 2008, na cidade de Okayama, mas ao retornar após vinte anos, tanta coisa havia mudado. Me encantei com a delicadeza das mulheres japonesas em seus kimonos e o uso intenso do celular em filas de mêtro e lojas. Ao retornar ao Brasil, com inúmeras fotos, me apropriei dessas imagens, e criei a primeira pintura da série Say Hai. Presente até hoje, com alguns desdobramentos, essa série além da pintura em tela, aparece também em instalação de tambores, exposta no Museu Oscar Niemeyer, 2016, Olhar InComum - Japão Revisitado e em intervenções urbanas como na Galeria de Arte Urbana Julio Moreira, Fundação Cultural de Curitiba, ou Teatro Ave Lola, Casa Cor, etc. Nasci em Assis Chateaubriand no Paraná, e cresci em uma grande comunidade japonesa, onde frequentava a escola e o clube. Lá além da lingua e da escrita, viviamos intensamente a cultura, com danças, gastrônomia, esportes, artes visuais e música [...]

 

 

Say Hai, 2009
100 x 100 cm

 

 

Say Hai, 2009
100 x 100cm

 

 

Say Hai Again, 2012
diptico 160 x 120cm

 

 

Deixa a gueixa, 2014
130 x 100cm

 

 

say hai, 2015
200 x 100cm

 

 

 Sai hai, 2016
130 x 100cm

 

 

Nem toda nudez, 2017

 

 

Nenhuma nudez quer ser vestida, 2017
105 x 105cm

 

 

Say Hai, 2017
100 x 100cm

 

 

Say Hai, 2017
120 x 50cm

 

 

Say Hai Flowers 2, 2017
130 x 100cm

 

 

Say Hai Flowers, 2017
130 x 100cm

 

 

Message Song, 2018
160 x 95cm

 

 

Nenhuma nudez quer ser vestida 2, 2018
130 x 130cm

 

 

Say Hai Flowers, 2019
220 x 160cm

 

 

Nova Estação, 2020
200 x 100cm

 

 

Nova Estação, 2020
200 x 100cm

[...] Say Hai representa essa vivência num resgate e percurso da minha memória como também o meu olhar sobre o Japão contemporâneo. Muitas pinturas foram elaboradas a partir da apropriação da gravura tradicional japonesa Ukiyo-e e que me fizeram conectar com as minhas raízes." (HIROMOTO, Sandra, 2020)

 

GALERIA DA EXPOSIÇÃO

 

 

 

 

GALERIA COM OBRAS DA ARTISTA SANDRA HIROMOTO

 

 

 

Curadoria: Adriana Rodrigues Suarez, Alberto Mikoski, Sandra Borsoi, Walkyria Novais.

Organização: Adriana Rodrigues Suarez, Alberto Mikoski.

Site- https://www.sandrahiromoto.com.br/

Instagram - https://www.instagram.com/sandrahiromoto/

Facebook- https://www.instagram.com/sandrahiromo

DIVULGAÇÃO

 

MUITO OBRIGADA PELA VISITA!

Enquanto visita a exposição virtual "Estar-no-mundo" da artista plástica Julia Ishida, aprecie a música: Ameno- Era (https://www.youtube.com/watch?v=RkZkekS8NQU)

 

 

EXPOSIÇÃO

 

ESTAR-NO-MUNDO...

 

Texto Curatorial por Nelson Silva Junior

"A intensidade visual da obra da artista Julia Ishida está na relação que essa estabelece com a força do objeto representado; com as possibilidades de nos vermos como elementos transitórios diante dessas obras. A Pintura e o Desenho tomam o lugar da natureza com tal propriedade que em alguns momentos as sensações extrapolam a visualidade e atingem outros de nossos sentidos, fazendo-nos emergir para a libertação e a transformação do espaço limitado pelas paredes, pelo corpo, pelas molduras ou pelas telas. A representação de uma paisagem, muito particular, a partir das pedras de Julia, nos leva a uma reflexão das paisagens enquanto cenários ocupados por seres culturais, sociais, políticos, antagônicos e passionais. O conjunto de obras, que nos remete ao conceito de ser e estar, ao conceito de espaço e lugar, do particular e do compartilhado, não poderia encontrar melhor representação do que nos traços, nas pinceladas e nas cores de Ishida, que ao representar a pedra, se representa e representa-nos. Em cada olhar, que suas pinturas e seus desenhos, nos proporcionam, podemos ter a percepção do lugar no mundo que cada coisa, que cada ser, que cada objeto, ocupa. A presença é o espaço, é esse lugar no mundo, real ou das representações. A ausência é o vazio que produzimos quando deixamos de perceber o outro e nos perceber, ora como pedra, ora como solo que sustenta a pedra, ora como água que corre entre as pedras e as modifica, lenta e constantemente. A obra de Julia Ishida que aqui apresentamos tem o sentido do tempo que passa pela pedra; do espaço que essa pedra ocupa, da sensação de efemeridade que temos diante dessa mesma pedra e em especial: a pedra que representamos no mundo sensível do qual fazemos parte." (SILVA, NELSON, JR.)

 

JULIA ISHIDA

 

 

Bacharel em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do PR - 2000, pós-graduada em História da Arte do Século XX – EMBAP em 2001. Foi professora colaboradora no curso de Licenciatura em Artes Visuais na Universidade de Ponta Grossa - UEPG - PR, e Faculdades de Artes do Paraná - FAP/UNESPAR, no período de 2009 a 2013. Principais exposições que participou: MON - Museu Oscar Niemeyer – Olhar Incomum em Curitiba (2016), Memória e Momento, Museu Oscar Niemeyer (2017) , MAC - Museu de Arte Contemporânea do Paraná em Curitiba (2000 e 2013), Bienal Internacional de Curitiba (2015 e 2017), Solar do Barão (2003) na Fundação Cultural de Curitiba (2001), Museu Alfredo Andersen em Curitiba (2004 e 2014), Secretaria do Estado da Cultura de Curitiba (2004), Fundação Cultural da Caixa Econômica Federal de Curitiba (2001), Caminhos da História e da Arte em Castro- PR, Telemaco Borba–PR e Brasília (2009 e 2010). Dentre seus prêmios, destacam-se: 57º Salão Paranaense, Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Curitiba (2000), 10o. Salão do Mar em Antonina (2001), artista selecionada pelo curador e crítico de arte Agnaldo Faria, no projeto 8 Semanas de Arte (2004). Possui obras no acervo do Museu de Arte Contemporânea, Museu de Antonina, e no Palácio Imperial do Japão.

 

 

OBRAS

 

sem título, 2011
0,70 x 0,70 cm
óleo sobre tela

 

sem título, 2015
1,00 x 1,00 m
óleo sobre tela

 

 

sem título, 2013
100 x 0,80 cm
óleo sobre tela

 

 

sem título, 2016
1,60 x 5,60m políptico
Técnica e materiais utilizados: óleo sobre tela

 

 

sem título, 2018
2,00 x 3,20m políptico
Técnica e materiais utilizados: óleo sobre tela

 

 

sem título, 2013
1,60 x 5,00m políptico
óleo sobre tela

 

 

sem título, 2017
0,46 x 0,60cm
desenho grafite sobre canson

 

 

sem título, 2017
0,36 x 0,49cm
desenho lápis de cor sobre canson

 

 

sem título, 2017
0,46 x 0,60cm
desenho grafite sobre canson

 

 

sem título, 2017
0,46 x 0,60cm
desenho grafite sobre canson

 

 

sem título, 2018
1,00 x 0,70cm
desenho grafite sobre canson

 

 

sem título, 2020
0,43 x 0,58cm
desenho caneta esferográfica sobre canson e folha de ouro

 

 

sem título, 2018
0,60 x 1,20cm
desenho grafite sobre canson

 

 

sem título, 2018
0,80 x 1,25cm , poliptico
desenho grafite sobre canson

 

"Investigo dentro da poética visual especificamente, a linguagem do desenho e da pintura dentro da Arte Contemporânea, a partir da percepção reflexiva de signos e elementos como as pedras. Através destas obras emergem propostas em torno da produção: o espaço e o vazio. Vislumbram e revelam o engajamento do universo simbólico da tradição cultural dos antepassados, de forma mais espiritual, como uma consciência de transitoriedade das coisas. A pedra foi elemento utilizado para a representação da paisagem,  através de desenhos em grafite sobre papel canson. Nesta produção existe um traçado, um caminho solitário, meditativo, renunciando ao ser e ao mundo subjetivo para assim conquistar uma imagem que existe além da apreensão e compreensão comum da realidade, buscando uma sensação de libertação e transformação. Interpretações onde o interno e o externo se confundem, estimulando a integração do corpo e da mente, despertando nossa consciência para estar-no-mundo sensível..." (ISHIDA, Julia, 2020)

 

GALERIA DE FOTOS

 

 

 

ENTRE NARRATIVAS E POÉTICAS...

 por Julia Ishida

 

 

A produção da pintura é percebida como uma réplica da cópia simulada, do duplo, com variação entre diferenças e identidades, inspirada à partir de uma única imagem fotográfica (figura 1). A obra foi pensada como um mecanismo de apreensão da paisagem para um procedimento artístico, criando e produzindo a arte proposta, um processo de manipulação como um ponto de trânsito entre o desenho e a pintura.

 

 

Represento as imagens em duas formas, sendo que a primeira utilizo a imagem fotográfica enquanto cópia, que possui um grau mais próximo da semelhança com a paisagem original, enquanto que na segunda forma o desenho seria a cópia semelhante, ou a ideia como uma imagem transposta da cópia da imagem original.

Repetição da mesma imagem, pintada uma a uma, iguais, mas, diferentes.  O tempo e o espaço diferem a cada trabalho, a diferença reside na intensidade, o repetitivo faz com que o olhar se transfigure como uma mudança de estado do movimento repetitivo.  O olhar sobre a pintura sugere na constante repetição, uma nova maneira de perceber, uma nova sensibilidade e um novo sentimento, algo novo acontece nos intervalos daquilo que é repetido, e é neste intervalo, ou entre, que podemos encontrar uma transformação sobre o que aparenta ser igual, tanto no processo de construção quanto na observação.

 

 

Curadoria: Adriana Rodrigues Suarez, Alberto Mikoski, Sandra Borsoi, Nelson Silva Junior.

Organização: Adriana Rodrigues Suarez, Alberto Mikoski.

 

MUITO OBRIGADA PELA VISITA!

Enquanto visita a exposição do artista Emanuel Sansana, escute a música: Someone You Loved (Piano/Cello) Charity & Andres Farewell Dance - The Piano Guys (https://www.youtube.com/watch?v=qMG1BXo8Asg)

 

Exposição

"O PASSADO E O PROGRESSO: A REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS ENTRE IMAGINAÇÃO, PINCEL E TINTA"

 

Ao iniciar esse texto curatorial, acreditamos que se faz necessário destacar um ponto importante sobre o olhar, escrito por John Berger (1999) : “Ver precede as palavras [...] A maneira como vemos as coisas é afetada pelo que sabemos ou pelo que acreditamos. Para o apaixonado, a visão da pessoa amada possui uma completude com a qual nenhuma palavra ou abraço pode competir [...] Só vemos aquilo que olhamos. Olhar é um ato de escolha...” As palavras do escritor nos faz pensar que, se aquilo que olhamos, estamos contemplando? Nos permitimos ir além da imagem vista? Esta imagem fala realmente mais que mil palavras? Questões que podemos ficar horas e horas analisando para então perceber que precisamos, cada vez mais, estimular nosso olhar. Permitir que realmente essas imagens falem conosco, e que num diálogo, possamos ir além da imagem vista. Na verdade, estamos falando de uma alfabetização visual. Perfeito!

Ao organizarmos a curadoria da exposição virtual de Emanuel Sansana, percebemos que muito disso que descrito acima se faz necessário, para que em sua plenitude, possamos contemplar as obras aqui apresentadas. Obras que nos remetem as situações cotidianas, memórias, cultura, lugares, releituras, através da perspectiva do olhar do artista. Cada detalhe, visto, pensado, organizado e vislumbrado em uma obra. Obras que podemos ir além, ir além da imagem vista, viajar...nos permitirmos, só assim poderemos fruir sobre cada pincelada, cada obra do artista.

Ao visitar a exposição virtual: "O Passado e o Progresso: A região dos Campos Gerais entre Imaginação, Pincel e Tinta" você poderá vislumbrar paisagens, história, costumes da região dos Campos Gerais a partir do olhar iluminado do artista, levemente suave como a relva que cobre os campos. As obras permitem que o observador traga um pouco da poesia presente no campo, um pouco do saudosismo campeiro com araucárias frondosas. Nos propõe um encontro com nossa história, memórias de uma vida presente quase que banhada pela nostalgia, porém, as pinceladas e cores furtadas pelo encantamento dos Campos Gerais nos propõe uma bela viagem.

Sinta-se apaixonado, como nos diz Berger (1999), na completude da sua visão, se apaixone

Boa viagem!

 

Curadoria: Adriana Rodrigues Suarez, Sandra Borsoi

 

 

Emanuel Sansana

Artista plástico autodidata Pontagrossense, demonstrou muita habilidade com o desenho desde a infância, mas somente em 2019 pintou sua primeira tela com tinta acrílica, técnica qual mais se identifica e colocou como meta se tornar um grande mestre. Como o feedback recebido pelas suas pinturas se tornou cada vez mais positivo, chegou a inscrever seu trabalho na galeria People and Paintings em Nova Iorque no ano de 2020, o que resultou em seu primeiro prêmio de arte, sendo o único brasileiro selecionado e recebendo o prêmio Internacional na categoria da escolha popular. Bacharel em Administração pela UEPG. Formado em Capelania pela UCEBRAS e Mestre em Teologia pelo SETEPE.

 

CURRÍCULO

Coletivas:

2020 – Emotions in Painting Exhibition, People and Paintings Gallery. New York - USA

2020 – Forks in the Road Exhibition, People and Paintings Gallery. New York - USA

Individuais:

2020 – Exposição Virtual “Tesouros da Nossa Terra” pela Fundação Municipal de Cultura de Ponta Grossa.

2020 - Exposição Outono-Inverno, Clínica Dynamus Psicologia e Psicanálise. Ponta Grossa – PR

Prêmios e Homenagens:

- “The People´s Choice Prize”. Primeiro lugar com a obra “Os Tropeiros estão Chegando” na exibição “Emotions in Painting” pela People and Paintings Gallery. New York – USA.

- “People´s Choice Prize”. Primeiro lugar com a obra “Folhas de Outuno” na exibição “Forks in the Road” pela People and Paintings Gallery. New York – USA.

- Moção de Aplauso pelo Vereador Vinícius Camargo, na Câmara Municipal de Ponta Grossa – Setembro de 2020

- Moção de Aplauso pelo Vereador Ezequiel Bueno, n. 503/2020 pela Câmara Municipal de Ponta Grossa – Agosto de 2020

Obras:

01) Circuito das Águas (2020)

Acrílica sobre tela, 40x50

"Um pouco desse lugar que mais parece um sonho na terra, em forma de obra de arte." (SANSANA, 2020)

 

 

 

 

 

02) Foggy Morning (releitura de Victor Yushkevich) (2019)

Acrílica sobre tela, 50x70

"Luzes da manhã e o voo dos pássaros que encantam." (SANSANA, 2020)

 

 

 

 

03) Abrigo (2020)

Acrílica sobre tela, 20x20

"Um lar, um refúgio. Nosso habitat, um lugar especial, principalemente nessa época que
estamos vivendo." (SANSANA, 2020)

 

 

 

 

 

04) Voltando para casa (2020)

Acrílica sobre tela, 60x120

"A Araucária e um panorama da cidade de Ponta Grossa. Uma obra muito especial para qualquer que ame as coisas da nossa terra.

 

 

05) A Velha Locomotiva (2020)

Acrílica sobre tela, 80x60

"Uma obra pra deixar qualquer aficionado por ferrovias e locomotivas muito satisfeito." (SANSANA, 2020)

 

 

 

 

 

 

 

06) Giverny  (2020)

Acrílica sobre tela, 40x60

"Os jardins de Monet ainda serão fonte de inspiração por muito tempo." (SANSANA, 2020)

 

 

 

07) Pousada dos Tropeiros (2020)

Acrílica sobre tela, 40x60

"Saudosismo, amor a tradição tropeira traduz os sentimentos quando realizei esse trabalho." (SANSANA, 2020)

 

 

 

 

 

08) Churrasqueada de noitinha (2020)

Acrílica sobre tela, 40x40

"Mais um trabalho retratando as coisas simples da nossa terra, um amor especial pelo tradicionalismo pontagrossense." (SANSANA, 2020)

 

 

 

 

 

09) Invernada (2020)

Acrílica sobre tela, 70x90

"A sensação de vazio evoca sentimento de solidão, mas a cor da luz do sol rompendo a neblina nos lembra que sempre devemos ter esperança." (SANSANA, 2020)

 

 

 

10) O que se vê pela janela (2020)

Acrílica sobre papel, Canson A3

"O brilho do sol entrando pela janela é capaz de nos energizar e transformar nosso dia." (SANSANA, 2020)

 

 

 

 

 

11) Estação Paraná - 2020

Acrílica sobre tela, 70x100

"Uma tela que conta um pouco da história da cidade de Ponta Grossa. A imgem retrata a década de 30, uma época em que grandes avanços foram feitos e que marcaram para sempre a arquitetura da cidade." (SANSANA, 2020)

 

 

*Obra realizada como homenagem aos 197 anos da cidade de Ponta Grossa em 15 de Setembro de 2020.

 

 

OBRAS PREMIADAS:

 

12)  Folhas de Outono  (2020)

Acrílica sobre tela, 60x80

"Estive com o pensamento no outono dando o seu adeus com a queda das folhas e a vinda do inverno. Imagine-se
andando pelo caminho ao som do vento e das folhas quebrando sob seus pés." (SANSANA, 2020)

 

*Obra vencedora do prêmio internacional pela People and Paintings Gallery em Nova Iorque.

 

 

13) Os Tropeiros estão chegando (2020)

Acrílica sobre tela, 80x70

"Uma obra que tive muito apego. As coreS despertam sensação de nostalgia, seja poeira ou névoa, a paleta limitada gera todo um ambiente interessante." (SANSANA,2020)

 

*Obra vencedora do prêmio internacional pela
People and Paintings Gallery em Nova Iorque

 

 

 

 

 

 

 

 

GALERIA DAS OBRAS: (clique na imagem)

 

 

 

GALERIA DAS OBRAS PREMIADAS: (clique na imagem)

 

 

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